Naquela mesma noite, depois do jantar, a gente foi pro sofá maior da sala. Minha mãe estava sentada do outro lado, com o notebook no colo, assistindo alguma série com fone de ouvido. Eu e meu pai ficamos debaixo da coberta grande, lado a lado, as pernas esticadas.
Eu estava de shortinho fino e sem calcinha, exatamente como ele tinha pedido. Assim que a coberta nos cobriu até o peito, a mão dele deslizou pela minha coxa e puxou o short pro lado. Eu abri um pouco as pernas, o coração batendo forte.
Ele já estava duro. Eu senti o pau grosso e quente roçar na minha buceta molhada. Ele passou a cabeça pra cima e pra baixo algumas vezes, espalhando meu gozo, e depois encaixou.
Empurrou devagar.
Eu mordia o lábio com força pra não gemer enquanto a pica enorme dele ia entrando centímetro por centímetro, abrindo tudo, até ficar completamente enterrada até o talo. Eu sentia as bolas dele pressionando contra a minha bunda. A coberta escondia tudo. Do lado de fora, parecia só pai e filha aconchegados no sofá.
Minha mãe riu de alguma coisa na série, sem nem olhar pra gente.
Meu pai começou a se mexer. Estocadas curtas, profundas, bem devagar pra não balançar a coberta demais. Cada vez que ele enterrava até o fundo, eu apertava a buceta nele, sugando. A mão dele apertava minha coxa por baixo do tecido, controlando o ritmo.
— Tá tão quente… — ele sussurrou bem baixinho no meu ouvido, quase sem mexer os lábios. — E molhada pra caralho. Sua mãe tá do lado e você tá engolindo o pau do papai inteiro.
Eu fechei os olhos, o prazer subindo rápido. Ele fodia mais fundo agora, ainda lento, mas cada estocada fazia a cabeça grossa bater no fundo. Eu sentia o gozo escorrendo ao redor do pau dele, molhando a coberta por baixo.
Do outro lado do sofá, minha mãe continuava assistindo, alheia. Enquanto isso, eu estava sendo fodida até o talo, a buceta latejando, o clitóris esfregando na base do pau dele a cada movimento.
Ele acelerou um pouco mais, ainda controlado. Eu já estava perto. Apertava as unhas na perna dele por baixo da coberta, tentando não tremer.
— Goza quietinha — ele murmurou no meu ouvido. — Goza no pau do papai com a mamãe do lado.
O orgasmo veio abafado, intenso. Eu me contrai em volta dele com força, a buceta milimetrando o pau grosso enquanto eu gozava em silêncio, o corpo inteiro tenso. Ele segurou fundo, sentindo cada contração, e gozou logo depois, enchendo minha buceta com jatos quentes, sem fazer barulho nenhum.
Ficamos assim por um tempo, ele ainda enterrado até o fim, o gozo escorrendo devagar entre nós, escondidos debaixo da coberta. Minha mãe nem desconfiou.
Quando ele finalmente saiu, puxou meu short de volta no lugar e passou a mão na minha coxa, apertando de leve.
— Amanhã a gente dorme no seu quarto — sussurrou. — Sem calcinha. E você vai gozar no meu pau a noite inteira.
Eu só consegui balançar a cabeça, a buceta ainda latejando, cheia dele.
A coberta grande cobria os dois até o peito. Eu já estava suando. O calor do corpo dele colado no meu, o pau grosso enterrado até o fundo, se mexendo devagar, fazia gotas escorrerem pela minha testa e pelo pescoço. Minha camiseta estava grudada nas costas. Eu sentia o suor escorrendo entre os peitos e descendo pela barriga, enquanto a buceta latejava molhada em volta dele.
Minha mãe riu de alguma coisa na série e tirou o fone.
— Vou no banheiro rapidinho — falou, se levantando do sofá.
Assim que ela sumiu no corredor, meu pai não perdeu tempo.
— Agora — sussurrou.
Eu me mexi rápido. Levantei a coberta, virei de costas e subi no colo dele, as pernas abertas sobre as coxas dele. Ele já estava segurando o pau grosso e duro. Eu sentei devagar, sentindo a cabeça grossa abrir minha entrada molhada. Empurrei o quadril pra baixo e a pica inteira entrou de uma vez só, até o talo. Eu soltei um gemido abafado, mordendo o lábio. Ele estava tão fundo que eu sentia as bolas pressionando contra mim.
Ele segurou minha cintura por baixo da coberta e começou a me foder pra cima, estocadas curtas e profundas. Eu bounceava no colo dele, o suor escorrendo pelas minhas costas, a buceta engolindo o pau inteiro a cada movimento. O som molhado era baixo, mas eu conseguia ouvir. Minha camiseta estava encharcada de suor.
Passaram menos de dois minutos. A gente ouviu a descarga.
— Desce — ele mandou baixinho.
Eu saí do colo dele rápido, o pau saindo com um som molhado. Voltei a me deitar ao lado, a coberta puxada até o peito de novo. Meu short estava torto, a buceta escorrendo. Ele ajeitou o pau ainda duro pra baixo da calça. Quando minha mãe voltou e sentou do outro lado do sofá, a gente parecia só dois pessoas aconchegadas debaixo da coberta.
Ela colocou o fone de novo e voltou a assistir.
Meu pai esperou alguns segundos. Depois a mão dele deslizou pela minha bunda por baixo da coberta. Ele puxou o short pro lado de novo e passou o dedo molhado no meu cu, espalhando o gozo que escorria da minha buceta. Eu segurei a respiração.
Ele encaixou a cabeça grossa do pau ali atrás.
Empurrou.
A pica enorme e dura começou a abrir meu cu devagar. Eu mordia o lábio com força, os olhos fechados, o suor escorrendo mais forte agora. Ele empurrou mais, centímetro por centímetro, até a cabeça grossa passar. Depois foi enterrando o resto. Eu sentia cada veia, cada centímetro esticando meu cu. Quando ele chegou até o fundo, o pau inteiro dentro da minha bunda, eu não aguentei.
— Aiii…!
O gemido saiu alto. Alto demais.
Minha mãe tirou o fone na hora e virou o rosto pra gente, preocupada.
— Tá doendo o quê, filha? — perguntou, franzindo a testa.
Eu engoli em seco, o pau do meu pai ainda enterrado até o talo no meu cu, latejando. Minha voz saiu trêmula:
— N-nada, mãe… só… só uma cãibra na perna. Doeu de repente.
Ela não pareceu convencida. Se levantou e veio até o nosso lado do sofá. Eu sentia o suor escorrendo pelo rosto, a respiração ainda ofegante. Minha mãe colocou a mão na minha testa.
— Tá quente pra caramba… tá suando muito. Acho que você tá com febre.
Ela ficou ali, bem perto, a mão ainda na minha testa, enquanto meu pai continuava com o pau grosso completamente enterrado no meu cu por baixo da coberta. Ele não se mexia, mas eu sentia ele pulsando lá dentro, duro pra caralho. Eu forcei um sorriso fraco.
— É… acho que é só calor, mãe. Tô bem.
Ela ficou mais um pouco, preocupada, passando a mão no meu cabelo suado.
— Se piorar você me avisa, tá? Vou pegar um remédio pra você.
Enquanto ela se afastava pra ir na cozinha, meu pai aproveitou. Segurou minha cintura por baixo da coberta e deu uma estocada lenta, bem fundo no meu cu. Eu segurei o gemido na garganta, os olhos marejados de prazer e nervoso. Ele sussurrou bem baixinho no meu ouvido, quase sem mexer os lábios:
— Seu cu apertou gostoso quando você gritou… fica quietinha agora.
Ele começou a se mexer de novo, estocadas curtas e profundas na minha bunda, enquanto minha mãe mexia nos armários da cozinha, a poucos metros de distância.
Eu estava suando mais ainda. A coberta grudava no meu corpo. O pau grosso dele abrindo meu cu sem pressa, entrando até o talo a cada movimento. E eu, mordendo a própria língua pra não soltar outro gemido alto.
Eles foram dormir depois da cena do sofá. Mas o fogo não apagou.
De madrugada os dois mal dormiram. Toda vez que se mexiam na cama, o corpo do outro lembrava o que tinha acontecido. Quando o sol começou a clarear, já estavam acordados, o desejo latejando de novo.
Na cozinha, meu pai estava sentado à mesa, tomando café, só de bermuda. Eu desci de shortinho bem curto, sem calcinha, o tecido fino quase transparente. Minha mãe estava do outro lado da mesa, mexendo no celular, ainda meio sonolenta.
Eu fui direto nele.
— Paizinho lindo… — falei baixinho, com um sorrisinho, e sentei no colo dele de frente, as pernas abertas sobre as coxas dele.
Ele me ajeitou rápido. Por baixo da mesa e do shortinho, a mão dele puxou o tecido pro lado. O pau já estava duro. Ele encaixou a cabeça grossa na minha buceta ainda inchada da noite anterior e empurrou.
Entrou tudo.
A pica enorme afundou até o saco ficar de fora, pressionando contra mim. Eu soltei um gemidinho curto, abafado, e ele segurou minha cintura pra eu não me mexer demais. Estava tão fundo que eu sentia a cabeça batendo lá no fundo a cada respiração. Meu shortinho cobria tudo; de fora parecia só eu sentada no colo do pai tomando café.
Minha mãe levantou o olhar.
— Vocês dois tão quietos hoje, hein?
Meu pai sorriu normal, a voz calma:
— É… dormimos mal. Tô tentando explicar pra ela aquela coisa do trabalho… o projeto novo.
Ele começou a gesticular com uma das mãos, explicando alguma coisa inventada sobre o trabalho, enquanto a outra mão, escondida, segurava minha cintura e me fazia subir e descer devagar no pau dele. Eu acompanhava o movimento, rebolando curtinho, apertando a buceta nele. Cada vez que eu descia até o fim, o saco batia molhado contra mim e eu soltava um gemidinho baixinho, quase inaudível.
— Aham… entendi — eu respondia, a voz embargada, os olhos meio fechados de prazer.
Minha mãe continuava mexendo no celular, alheia. Enquanto isso, eu subia e descia no colo dele, a pica grossa abrindo tudo, entrando até o talo. O suor já começava a escorrer na minha nuca. Eu apertava as unhas nas costas da cadeira, tentando não tremer.
Ele gesticulava mais, falando de “reunião” e “prazo”, e a cada palavra me empinava um pouco mais no pau. Eu rebolava devagar, sentindo o gozo escorrendo ao redor dele, molhando as bolas. Os dois gemendo curto e baixo, quase no mesmo ritmo:
— Hn…
— Aham…
— Isso…
Minha buceta já estava latejando. Eu descia mais fundo, apertando, e ele segurava minha cintura com força, me fodia pra cima com estocadas curtas e profundas. O barulho molhado ficava escondido pelo barulho da cafeteira e do ventilador.
Eu estava perto. Ele também.
Ele gesticulou de novo, como se estivesse explicando algo importante, e me puxou pra baixo com força, enterrando tudo. Eu gozei ali mesmo, sentada no colo dele, a buceta se contraindo violentamente em volta do pau grosso, escorrendo. Segurei o gemido na garganta, só um “hnng” baixo escapou. Ele segurou fundo e gozou logo depois, jatos quentes e grossos enchendo minha buceta. Era tanta porra que começou a escorrer logo, descendo pelo pau dele e molhando as bolas, pingando devagar no chão da cozinha por baixo da mesa.
Eu continuei sentada ali, o pau ainda latejando dentro de mim, o gozo escorrendo quente. Minha mãe levantou o olhar de novo.
— Tá tudo bem, filha? Tá vermelha…
Eu forcei um sorriso, a voz ainda trêmula:
— Tô… só com um pouco de calor. O café tá quente.
Meu pai passou a mão nas minhas costas, como se estivesse me acalmando, e sussurrou bem baixinho no meu ouvido, sem mexer os lábios:
— Tá escorrendo tudo… sua mãe não pode ver.
Eu apertei a buceta nele de propósito, sentindo mais porra vazar, e respondi no mesmo tom:
— Então segura dentro… paizinho.
Ele soltou uma risadinha baixa, ainda com o pau enterrado até o saco, e continuou “explicando” o projeto inventado pra minha mãe, enquanto eu sentava ali, cheia dele, o gozo escorrendo devagar entre nós dois.
Ainda sentada no colo dele, o pau grosso latejando dentro da minha buceta e o gozo escorrendo devagar, eu olhei pra minha mãe e falei natural:
— Pai, vamos tomar banho? Tô suada pra caramba.
Ele concordou na hora, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
— Vamos. Depois a gente termina de conversar sobre o projeto.
Minha mãe nem levantou o olhar do celular.
— Pode ir. Deixa a louça que eu lavo depois.
Nós dois nos levantamos. Eu senti o pau dele sair de dentro de mim com um som molhado, e um fio grosso de porra escorreu pela minha coxa interna. Apertei as pernas rapidinho pra não pingar no chão. Subimos as escadas juntos, como sempre fazíamos. Em casa nunca foi estranho eu andar nua na frente dele. Desde adolescente ele já me via assim de vez em quando — saindo do banho, trocando de roupa, deitada na cama só de calcinha. Fazia parte do nosso normal. Só que agora o “normal” tinha mudado completamente.
No banheiro, ele trancou a porta só por precaução e abriu o box. A água quente começou a cair. Eu tirei o shortinho encharcado de gozo e fiquei completamente nua. Ele também. O pau ainda estava duro, brilhando com a mistura dos nossos gozos.
Eu me virei de costas, encostei as mãos no azulejo e empinhei a bunda pra ele, igual uma safada.
— Mete no cu, pai… quero sentir sumindo tudo de novo.
Ele não precisou de convite duas vezes. Segurou minha cintura, encaixou a cabeça grossa no meu cu ainda um pouco aberto da noite anterior e empurrou. A pica enorme foi entrando devagar, abrindo, esticando, até desaparecer por completo. O saco bateu na minha buceta. Ele ficou grudado em mim, peito colado nas minhas costas, pau enterrado até o talo no meu cu.
— Porra… que cu apertado — ele rosnou baixo no meu ouvido, começando a me foder devagar, estocadas profundas que faziam a água escorrer entre nossos corpos.
Eu rebolava contra ele, gemendo baixinho, sentindo cada centímetro sumir e aparecer. Estávamos completamente grudados. De qualquer ângulo, só se via meu corpo e o dele colado atrás, a pica totalmente escondida dentro da minha bunda.
Foi aí que a porta do banheiro se abriu.
Minha mãe entrou sem bater, como sempre fazia.
— Vocês dois são uns bobinhos… esqueceram a toalha de novo.
Ela pegou a toalha no armário e se virou pro box. Através do vidro embaçado ela só viu eu de pé, de costas, e meu pai colado atrás de mim, os braços em volta da minha cintura, como se estivesse só me abraçando debaixo do chuveiro. A pica dele estava completamente sumida dentro do meu cu. Nem a base aparecia.
— Tá vendo? Sempre esquecem — ela falou, rindo, e deixou a toalha no suporte do lado de fora do box. — Terminem logo que o café tá esfriando.
Eu forcei um sorriso, a voz um pouco trêmula por causa do pau grosso latejando fundo na minha bunda:
— Tá bom, mãe… já estamos saindo.
Ela saiu e fechou a porta.
No segundo em que a porta bateu, meu pai segurou minha cintura com mais força e começou a me foder de verdade. Estocadas fundas, molhadas, o saco batendo na minha buceta a cada investida. Eu gemia contra o azulejo, a água escorrendo pelo meu rosto, o cu sendo aberto sem piedade.
— Sua mãe acabou de te ver sendo comida no cu e não viu nada — ele sussurrou no meu ouvido, enterrando tudo de uma vez. — Safada do caralho…
Eu só conseguia rebolar pra trás, engolindo a pica inteira, sentindo o gozo anterior escorrer misturado com a água.
— Fode mais fundo, pai… some com ela toda de novo…
E ele sumiu. Até o saco.
continua