A filha morava em outra cidade havia dois anos, estudando. Todo final de semana, porém, voltava para a casa dos pais. Sr. Paulo, quarenta e oito anos, corpo ainda firme, tinha sido ator pornô nos anos 80. A esposa, Márcia, e a filha, Camila, de vinte e dois, sabiam de tudo. E sabiam também que, desde que Camila completara dezoito, os três trepavam juntos. Não era segredo. Era rotina gostosa.
Na sexta-feira à tarde, Camila ligou.
— Pai, tô trazendo a Amanda. Acho que é minha namorada agora. A gente tá juntas faz três meses.
Paulo sentiu o pau mexer só de ouvir. Amanda. Ele nunca tinha visto, mas a ideia de mais uma menina na casa já deixava ele animado. Márcia, ao lado, só sorriu e passou a mão no volume que já marcava no short do marido.
— Deixa ele animado, Camila. Seu pai adora visita.
Elas chegaram no sábado de manhã. Camila e Amanda desceram do carro usando saias curtas pretas, coladas no corpo, e blusinhas leves. O que chamava atenção, porém, era o volume. As duas andavam com as pernas um pouco abertas, o passo cuidadoso. Por baixo das saias, dava para ver o formato arredondado e grande de dildos enfiados até o fundo. A base de cada um marcava a bunda, empurrando o tecido para fora. Eram grossos, compridos, e as meninas caminhavam como se carregassem algo pesado entre as pernas.
Márcia abriu a porta e logo falou, rindo:
— Cuidado para não cair na rua, meninas. Esse volume aí é perigoso. Vocês vão tropeçar.
Camila deu um beijo na mãe e depois no pai, a mão já descendo e alisando o pau de Paulo por cima do short. O short era fino, e o pau dele — quarenta e dois centímetros, grosso, veioso — já estava semi-duro e aparecia quase inteiro, a cabeça marcando na barra da perna. Amanda ficou olhando, um pouco sem jeito, o rosto corado.
— Pai, esse short não esconde nada — falou Camila, safada, apertando o volume. — Continua do mesmo tamanho, hein?
Paulo riu e puxou a filha pela cintura, a mão subindo pela coxa dela até sentir a base do dildo por baixo da saia.
— E vocês duas andando assim na rua… o que é isso?
Camila e Amanda se entreolharam e riram. Camila respondeu, já tirando os sapatos:
— Tá na moda, pai. Dildo atolado o dia inteiro. Na rua, em casa, na faculdade. Todo mundo usa. A gente coloca de manhã e só tira à noite. Fica molhada o tempo todo, o grelo latejando… é viciante.
Amanda, mais tímida, completou, a voz baixa:
— Na casa dos meus pais ninguém fala disso. São mais… fechados. Eu nunca tinha andado assim na frente de gente. Só com a Camila.
Paulo olhou para as duas, o pau já duro de verdade, marcando forte no short.
— Podem ficar à vontade aqui. Podem mostrar pra gente. Não tem vergonha nessa casa.
As duas riram. Camila puxou a saia para baixo de uma vez e ficou só de blusinha e o dildo preto, grosso, bem atolado no cu, a base redonda brilhando entre as nádegas. Amanda hesitou um segundo, depois fez o mesmo. O dildo dela era um pouco mais fino, mas ainda grande, rosa, enfiado até o fundo. As duas se sentaram no sofá, as pernas abertas. O volume era impressionante. Os brinquedos empurravam as bochechas para fora, e a cada movimento o dildo se acomodava mais.
Márcia se aproximou, curiosa, e passou a mão na base do de Camila.
— Nossa… é grande mesmo. Vocês aguentam o dia inteiro?
— Aguentamos — respondeu Camila, já puxando a mão do pai para a própria coxa. — Às vezes a gente esquece e senta rápido… aí dói pra caralho. Mas é gostoso.
Paulo não resistiu. A mão dele subiu pela perna da filha, alisando a pele, subindo até a xota molhada que já pingava ao redor do dildo. Camila abriu mais as pernas e gemeu baixo. Amanda observava, o rosto vermelho, mas não tirava os olhos do pau de quarenta e dois centímetros que agora saía completamente por baixo do short de Paulo.
— Ele é… enorme — murmurou a amiga.
— É — respondeu Camila, orgulhosa, a mão ainda no pau do pai. — E ele mete inteiro. Já acostumei.
Eles foram para o quintal. Paulo preparou o churrasco, de short, o pau duro balançando a cada passo. Camila e Amanda andavam pela grama com os dildos atolados, as pernas abertas, o passo cuidadoso. De vez em quando Camila parava atrás do pai, abraçava ele por trás e esfregava a bunda no pau dele, o dildo pressionando contra a barriga. Paulo virava o rosto e beijava a filha, a mão descendo e apertando a base do brinquedo.
— Cuidado quando for sentar, filha
— falou Márcia, rindo, enquanto virava a carne. — você sempre esquece e ela ja tinha sentido a tora entrar mais.
Camila riu e, de propósito, se sentou devagar numa cadeira de plástico. O dildo empurrou mais fundo e ela soltou um gemido alto, o rosto se contraindo.
— Ai, caralho… esqueci de novo. Dói demais quando senta de uma vez.
Amanda tentou sentar com mais cuidado, mas ainda assim o brinquedo se mexeu e ela mordeu o lábio, os olhos marejados de dor e tesão.
— Na minha casa eu nunca conseguiria fazer isso…
— murmurou. — Meus pais morreriam de vergonha.
Paulo se aproximou, a mão grande subindo pela coxa da filha, alisando até a xota molhada, os dedos brincando com o grelo enquanto o dildo continuava enfiado.
— Aqui pode. Pode gemer, pode sentar errado, pode mostrar. Eu adoro ver vocês assim.
Camila puxou a mão do pai e colocou em cima da base do dildo, fazendo ele pressionar um pouco mais.
— Alisa mais, pai… fica melhor quando você mexe.
Enquanto a carne assava, as duas andavam de um lado para o outro, os dildos marcando as bundas, as saias já esquecidas no sofá. Camila não parava de tocar o pai: a mão no pau, nos ombros, na coxa. Paulo retribuía, sempre alisando a perna da filha, subindo até a xota úmida, apertando o dildo de leve. Amanda ia se soltando aos poucos, rindo quando Camila puxava a mão dela e colocava no pau enorme de Paulo.
— Pode tocar — falou Camila. — Ele gosta.
Amanda envolveu o pau com a mão, mal conseguindo fechar os dedos, e soltou um risinho nervoso.
— como cabe?
— Cabe — respondeu Paulo, a voz rouca.
— E a Camila engole inteiro. Você vai ver.
O churrasco ficou pronto. Eles comeram no quintal, as meninas sentadas com cuidado, os dildos ainda atolados. De vez em quando Camila se mexia errado e soltava um “ai, porra…”, o rosto vermelho, mas sorrindo. Paulo passava a mão pela coxa dela o tempo todo, subindo, descendo, alisando a xota molhada, o grelo, a base do brinquedo. Camila retribuía, a mão no pau do pai por cima da mesa, apertando, subindo e descendo devagar.
Márcia observava tudo com um sorriso safado, bebericando cerveja.
— Vocês duas vão dormir com isso enfiado também?
— Vamos — respondeu Camila. — E de madrugada o pai vai tirar e meter no lugar. Não é, pai?
Paulo só assentiu, a mão ainda na perna da filha, os dedos molhados da xota dela.
Amanda olhava, o rosto corado, mas as pernas já um pouco mais abertas, o dildo rosa brilhando entre as nádegas. O ar do quintal cheirava a carne e tesão. E o final de semana ainda estava só começando.
No quintal, enquanto a carne ainda assava, Paulo não resistia. Toda vez que Camila passava perto, a mão dele subia pela coxa da filha, apertava a base do dildo e, de vez em quando, puxava o brinquedo um pouco para fora só para enfiar a cabeça do pau de quarenta e dois centímetros no cu dela. Camila parava, abria as pernas, empurrava a bunda para trás e gemia baixo.
— Isso, pai… só a metade… ai, caralho, como eu amo.
Paulo empurrava devagar até a metade, sentindo o anel apertar a cabeça grossa, depois tirava e colocava o dildo de volta. Amanda observava abismada, a boca entreaberta, os olhos fixos no pau enorme sumindo dentro do cu da namorada. Uma ponta de inveja brilhava no olhar dela. Queria sentir também, mas ainda não tinha coragem de pedir.
Mais tarde, quando o sol já estava mais baixo, Paulo chamou Camila de novo. Dessa vez ele tirou o dildo por completo, engatou o pau até as bolas de uma vez e segurou a filha pela cintura. Camila mordeu o braço da cadeira de plástico, o rosto vermelho, gemendo alto.
— Inteiro… até as bolas… porra, pai… é grande demais… mas não tira…
Amanda ficou parada, as pernas tremendo, o dildo rosa ainda atolado nela. Via cada centímetro do pau de Paulo sumir e aparecer, coberto de lubrificante e do líquido da própria Camila. A inveja misturava com tesão. Márcia só ria, virando a carne.
— Deixa o pai brincar, Amanda. À noite vai ter para as duas.
Quando escureceu, os quatro entraram. Camila puxou Amanda pelo pulso até o sofá grande da sala. As duas ainda com os dildos enfiados. Camila se deitou, abriu as pernas e falou, olhando para o pai:
— Vem ver, pai… a Amanda vai me chupar.
Amanda ajoelhou entre as coxas da namorada, tirou o dildo de Camila com cuidado e aproximou a boca. A língua saiu devagar, plana, lambendo a xota molhada de cima a baixo, contornando o grelo vermelho e inchado. Camila arqueou, a mão no cabelo da amiga, o quadril subindo. A língua de Amanda trabalhava gostoso, sem pressa: subia, descia, entrava um pouco, voltava para o grelo e chupava com força mansa. Paulo se sentou ao lado, o pau duro para fora do short, e Camila já puxava a cabeça dele para perto.
— Chupa o pau do meu pai enquanto me come, amor…
Amanda obedeceu. Ficou de quatro no sofá, a boca no pau de quarenta e dois centímetros, engolindo o que dava, enquanto a língua ainda trabalhava no grelo de Camila por baixo. Paulo metia devagar na boca da menina, a mão no cabelo dela. Camila gemia, as pernas abertas, a xota latejando contra a boca da namorada.
Márcia, sentada na poltrona, observava tudo com um sorriso safado.
— Credo, garotas, que fogo… já estão gozando na boca uma da outra. São rápidas, né, marido?
Camila gozou primeiro. O corpo tremeu, a xota se apertou e um jato forte de squirt saiu direto na boca e no queixo de Amanda. O líquido escorreu, pingou no sofá e, quando Amanda virou o rosto para engolir, parte do squirt respingou na cara de Márcia, que estava perto demais. A mãe lambeu os lábios e riu.
— Até na minha cara, menina…
Amanda não parou. Continuou lambendo, bebendo tudo, enquanto Camila ainda tremia. Paulo puxou a filha pela nuca e colocou a boca dela no pau. Agora era Camila chupando o pai, a língua rodando a cabeça grossa, enquanto Amanda ficava por baixo, lambendo o grelo vermelho da namorada de novo. As duas se revezavam: uma chupava o pau enorme, a outra chupava a xota. Paulo gozava na boca de Camila, ela engolia e passava a língua suja para Amanda, que engolia também.
Depois elas se beijaram longamente, o squirt e a porra misturados. Márcia só balançava a cabeça, divertida.
— Vocês duas são um perigo.
Camila se levantou, as pernas trêmulas, e puxou o dildo de Amanda devagar. O brinquedo saiu com um barulho molhado, o cu da menina ficou aberto e pulsando por alguns segundos. Depois Camila tirou o próprio, ainda mais lento, gemendo enquanto o volume saía centímetro por centímetro. As duas ficaram nuas, as xotas brilhando, os cus um pouco abertos.
— Vamos pro chuveiro — falou Camila. — Só nós três. A mãe fica.
Márcia assentiu, já se acomodando no sofá com um copo de vinho.
— Pode ir. Eu escuto de longe.
No banheiro, a água quente escorria pelos corpos. Paulo empurrou Camila contra a parede azulejada e enfiou o pau de quarenta e dois centímetros de uma vez na xota molhada da filha. As estocadas foram fortes, fundo, o pau sumindo até as bolas, a água batendo nas costas dele. Camila gemia alto, as unhas no ombro do pai, a perna levantada. Amanda ajoelhou e chupava as bolas de Paulo enquanto ele metia, a língua passando também pelo grelo de Camila.
Depois Paulo virou a filha de frente para Amanda e enfiou no cu de Camila até as bolas de novo. O anal corria solto. Camila gritava de prazer, o rosto contra o peito da namorada, enquanto Amanda beijava a boca dela e esfregava o próprio grelo na coxa do pai. Paulo alternava: metia forte na xota de Camila, depois no cu, depois na xota de Amanda, que já estava aberta e pedindo. As estocadas eram profundas, o pau enorme abrindo as duas, a água escorrendo misturada com lubrificante e gozo.
Camila gozou de novo, o corpo tremendo, o cu se apertando no pau do pai. Amanda gozou logo depois, quando Paulo enfiou até o fundo nela e segurou. Ele gozou dentro do cu de Camila, enchendo, a porra branca escorrendo junto com a água quando tirou. Depois enfiou de novo na xota de Amanda e gozou mais uma vez, os jatos fortes, o pau latejando.
As três ficaram debaixo do chuveiro, ofegantes, se beijando, as mãos alisando xotas e paus. Paulo ainda duro, as meninas ainda molhadas e abertas. A noite ainda era longa, e o sofá da sala esperava as duas de novo.