trepei com uma estatua de marmore sem querer

Ela estava sem dinheiro. as contas acumulando, e nenhum emprego aparecendo. Foi então que pensou na fábrica do pai.
A fábrica de estátuas de jardim.
Quando chegou na sala dele, pediu direto:
— Pai… preciso trabalhar. Posso ajudar aí na fábrica? Qualquer coisa. Eu preciso do dinheiro.
O pai ficou em silêncio por alguns segundos, tamborilando os dedos na mesa. Depois suspirou.
— Filha… lá é um pouco diferente do que as pessoas imaginam. Eu não vendo só anjinhos e gnomos. A maior parte do lucro… vem de estátuas eróticas.
Ela piscou, surpresa, mas não recuou.
— Tudo bem, pai. Já sou adulta. Consigo lidar com isso.
Ele a estudou por um momento e acabou concordando.
No dia seguinte ela chegou cedo. O pai a recebeu na entrada do galpão e apontou para uma mulher de meia-idade que organizava papéis numa mesa.
— Fica com a gerente. Ela vai te orientar no que você vai fazer. Eu preciso resolver umas coisas no escritório.
A gerente a levou para o interior da fábrica.
Foi ali que ela viu de verdade.
O galpão era enorme, cheio de estátuas de todos os tamanhos. Dragões alados com corpos musculosos e penises grossos e eretos esculpidos em mármore. Cavalos empinados, com cacetes de tamanho real apontando para cima, veias detalhadas, glande inchada. Casais humanos em posições explícitas: mulheres de quatro sendo penetradas, homens com paus enormes, bocas abertas, seios pesados. Havia sátiros, criaturas mitológicas, tudo extremamente sexual. Algumas estátuas eram tão realistas que dava para ver até o pré-gozo escorrendo da cabeça do pênis. Outras eram exageradas, com cacetes do tamanho do braço de uma pessoa.
Ela sentiu o rosto esquentar. Mas continuou andando, curiosa, observando cada detalhe. Aquilo mexia com ela de um jeito que não esperava.
Nas semanas seguintes, se acostumou com o ambiente. Organizava pedidos, limpava as peças, ajudava a embalar. Mas nunca deixava de olhar aquelas estátuas. Especialmente os penises. Sempre tão detalhados. Sempre tão duros.
Foi então que apareceu o desenhista.
Um rapaz mais novo, colega do pai, contratado para criar uma série de desenhos artísticos para uma exposição. Ele precisava de alguém para posar. Ninguém da fábrica queria.
Ele a abordou num final de tarde:
— Você poderia me ajudar? É só posar. Eu gosto de trabalhar com nudez nos meus desenhos… mas pode ser de biquíni se preferir. É artístico. Nada demais.
Ela ficou sem jeito, o rosto queimando. Mas o dinheiro extra era tentador. E, no fundo, a curiosidade falava mais alto.
— Tá… pode ser de biquíni.
No começo foi exatamente isso. Ela posava ao lado das estátuas: deitada perto de um dragão, ajoelhada ao lado de um sátiro, de pé ao lado de um casal em plena penetração. Ele desenhava rápido, concentrado, pedindo pequenas mudanças de pose.
Até que chegou uma noite.
Já passava das nove. O galpão estava vazio. Só eles dois. A luz amarelada dos refletores fazia as estátuas parecerem vivas.
Ele parou na frente de um cavalo de mármore branco, enorme, empinado, o corpo musculoso brilhando. O pênis da estátua era do tamanho natural de um homem bem dotado — grosso, veias marcadas, apontando para cima, a cabeça detalhada como se estivesse prestes a gozar.
— Quero você perto desse. Bem perto.
Ela engoliu em seco.
— Posso… ficar de biquíni ainda?
Ele hesitou.
— Seria melhor nua. A composição pede. Mas só se você quiser. E eu não conto pro seu pai. Palavra.
O silêncio pesou. Ela olhou para o cavalo, para aquele pau de mármore ereto, e sentiu a buceta latejar. Com muito custo, assentiu.
— Tá… mas não conta pra ninguém.
Tirou o biquíni com as mãos trêmulas. Ficou nua no meio do galpão. O ar fresco tocou a pele. Os mamilos endureceram na hora.
Ele a posicionou ao lado do cavalo. Primeiro de pé, uma mão apoiada na coxa da estátua, o corpo de lado, o peito erguido. Depois de joelhos, a boca quase na altura do pau de mármore. Depois de costas, a bunda quase tocando o saco da estátua. Ele desenhava sem parar, pedindo que ela segurasse cada pose por longos minutos.
O tempo passou. Ela começou a suar de leve. O pau de mármore, tão perto, tão real, fazia sua mente viajar. Algumas vezes ela se pegou olhando para ele demais.
Quase meia-noite, ele baixou o bloco.
— Agora… fica de costas para a estátua. Bem colada nela. Quero o pau do cavalo aparecendo ao lado da sua cintura… e você olhando por cima do ombro.
Ela obedeceu. Virou de costas, encostou o corpo no mármore frio. O pênis enorme da estátua ficou pressionado contra a lateral da sua bunda e da sua cintura. Ela sentiu a frieza da pedra e, ao mesmo tempo, um calor subindo entre as pernas.
Ele se aproximou para ajustar a pose. Ficou bem perto dela. Tão perto que ela sentiu a respiração dele no ombro.
— Um pouco mais para trás… isso. Agora segura.
Ela estava ali: nua, de costas para o cavalo de mármore, o pau enorme da estátua encostado nela, e o desenhista a poucos centímetros, o olhar intenso, o lápis se movendo rápido no papel.
O silêncio do galpão era quebrado só pelo som do lápis e pela respiração dela, cada vez mais pesada.
O tablado de madeira onde ela estava posando tinha sido colocado de propósito na altura exata do pau de mármore do cavalo. A glande fria e polida ficou alinhada com a entrada da buceta dela. Ele se aproximou, o bloco de desenho ainda na mão, e falou baixo:
— Agora… encosta a cabeça do pau do cavalo bem na entrada da sua xoxota. Só a cabeça. Segura a pose.
Ela engoliu em seco, o coração batendo forte. Com as mãos apoiadas nas coxas da estátua, empurrou o quadril para trás até sentir a glande de mármore fria tocar os lábios molhados. O contraste da pedra gelada com o calor da buceta fez um arrepio subir pela coluna. Ela estava numa pose linda: costas arqueadas, seios projetados para frente, a bunda empinada, a entrada da xoxota beijando a cabeça grossa e detalhada do pau de mármore.
Foi então que o tablado escorregou.
O peso do corpo dela fez a madeira deslizar alguns centímetros para trás. A glande de mármore, já encaixada, penetrou de uma vez.
— Entrou… entrou em mim… — ela soltou, a voz embargada, os olhos se arregalando. — Me ajuda…
Trinta centímetros de pau de mármore liso e frio afundaram dentro dela num único movimento. A glande grossa abriu os lábios internos, forçou a entrada e deslizou fundo, empurrando as paredes da buceta que se esticavam ao redor da pedra. Ela sentiu cada centímetro: a frieza do mármore contrastando com o calor interno, a espessura abrindo caminho, as veias esculpidas raspando nas paredes sensíveis.
Ele não se moveu para ajudar. Continuou desenhando, a voz calma, quase hipnótica:
— Calma… essa pose está linda. Não tira. Segura.
O tablado escorregou mais um pouco. O pau de mármore penetrou mais fundo. Agora já estava na metade. Quase vinte e sete, vinte e oito centímetros engolidos pela buceta dela. Ela sentia a pedra fria preenchendo tudo, esticando as paredes internas até o limite. O mármore liso deslizava com facilidade por causa da umidade que escorria dela, mas a espessura era demais. Cada milímetro a mais fazia a buceta latejar, as paredes se contraindo instintivamente ao redor da invasão fria.
Os pés dela já não alcançavam o chão. O corpo ficou suspenso, empalado até a metade no pau de mármore do cavalo. As pernas balançavam no ar, os dedos dos pés se contraindo. Ela gritou, a voz ecoando no galpão vazio:
— Ahh… tá entrando mais…!
As lágrimas escorreram pelo rosto. Não de dor pura, mas de uma mistura intensa demais: a sensação de estar completamente aberta, preenchida por algo tão grosso e frio, a vergonha de estar nua e empalada na frente dele, e o prazer estranho que subia mesmo assim. O mármore continuava deslizando. Mais cinco centímetros. Mais sete. A glande agora pressionava contra o colo do útero, empurrando com firmeza.
Ele desenhava sem parar, os olhos fixos nela, a mão rápida no papel.
— Continua assim… você está linda. O pau sumindo dentro de você… perfeito.
O tablado cedeu mais um pouco. O resto do pau de mármore entrou.
Cinquenta e cinco centímetros. Até o saco da estátua.
A buceta dela engoliu tudo. A glande grossa bateu fundo no colo do útero e ficou pressionada ali. As paredes internas estavam completamente esticadas ao redor do mármore liso, cada veia esculpida marcada na carne quente. Ela sentia a frieza da pedra em cada centímetro: desde a entrada, onde os lábios estavam abertos e brilhantes ao redor da base, passando pelo canal inteiro, até o fundo, onde a cabeça do pau de mármore empurrava o útero para cima. O saco de pedra batia contra a bunda dela. Não havia mais espaço. Estava total, completamente empalada.
Ela chorava agora, os soluços misturados com gemidos. O corpo tremia. As pernas balançavam no ar. A buceta latejava violentamente ao redor do mármore, contraindo e relaxando em espasmos, tentando se acostumar com a invasão absurda. Cada contração fazia as paredes internas escorregar um pouco no pau de pedra, gerando uma fricção fria e molhada que mandava choques de prazer e excesso direto para o clitóris.
Dentro dela, a sensação era de estar completamente tomada. O mármore não cedia, não amolecia, não se adaptava. Era uma presença fria, dura, implacável, que forçava cada centímetro das paredes a se abrir. Ela sentia o próprio gozo escorrendo ao redor da base do pau de pedra, descendo pelas bolas da estátua e pingando no chão. O útero era empurrado para cima a cada respiração. As paredes mais profundas latejavam, sensíveis demais, esmagadas contra a glande grossa.
Ele continuava desenhando, a voz baixa:
— Não se mexe… segura mais um pouco. Está perfeito. O jeito que a sua xoxota está engolindo até o saco…
Ela soluçava, a boca aberta, a saliva escorrendo. O corpo inteiro suava. Os mamilos estavam duros, o peito subindo e descendo rápido. A cada pequeno movimento involuntário do quadril, o pau de mármore se mexia dentro dela, raspando as paredes internas, empurrando o fundo, gerando uma pressão absurda no clitóris por dentro.
Cinquenta e cinco centímetros de pedra fria e lisa, completamente enterrados. A buceta dela não tinha mais espaço para nada. Estava aberta até o limite, as paredes finas e esticadas, o útero comprimido, o canal inteiro moldado ao formato do pau do cavalo. E ele desenhava. Cada detalhe. Cada lágrima. Cada tremor.
Ela ficou ali, empalada até o fim, chorando e gemendo, enquanto o lápis dele risca o papel sem parar
Ela ficou ali por longos minutos, completamente empalada, o corpo tremendo, as pernas balançando no ar, o pau de mármore de cinquenta e cinco centímetros enterrado até o saco. As paredes internas da buceta latejavam sem parar ao redor da pedra fria e lisa, contraindo em espasmos involuntários. Cada pequena contração fazia o mármore escorregar um milímetro, raspando as paredes sensíveis e empurrando ainda mais fundo contra o útero. O gozo escorria abundante pela base do pau de pedra, pingando no chão em fios longos e viscosos.
Ele terminou o último traço do desenho, o olhar ainda fixo nela. Só então baixou o bloco e se aproximou.
— Já está… — murmurou, a voz rouca. — Agora vou te tirar.
As mãos dele seguraram sua cintura com firmeza. Os dedos apertaram a pele suada. Ele se posicionou atrás dela, o peito colado nas suas costas, e falou baixo no ouvido:
— Respira fundo. Vou tirar bem devagar. Não se mexe.
Ela soluçou, assentindo com a cabeça, as lágrimas ainda escorrendo. Os pés continuavam sem alcançar o chão. O peso do corpo inteiro estava sustentado apenas pelo pau de mármore dentro dela.
Ele começou a puxá-la para frente, centímetro por centímetro.
A primeira saída foi a mais difícil. A glande grossa, que estava pressionada contra o colo do útero, começou a se descolar devagar. Ela sentiu cada milímetro da cabeça de pedra se movendo para trás, arrastando-se pelas paredes mais profundas. Um gemido longo e rouco saiu da garganta dela. As paredes internas, que estavam completamente moldadas ao formato do pau, se fecharam logo atrás da glande, criando uma sucção molhada e intensa.
— Ahh… tá saindo… — ela choramingou, a voz embargada.
Ele puxou mais um pouco. Cinco centímetros. Depois sete. O mármore liso deslizava com dificuldade por causa da pressão das paredes que se recusavam a soltar. Cada veia esculpida raspava na carne quente e inchada. O gozo que estava preso lá dentro começou a escorrer com mais força, fazendo barulho molhado a cada milímetro que saía.
Dez centímetros. Quinze.
A buceta dela se abria e se fechava em volta do pau de pedra, os lábios internos esticados, brilhantes, tentando segurar a invasão mesmo enquanto ela era retirada. Ela sentia o vazio se formando aos poucos, uma sensação estranha e quase dolorosa de perda, misturada com o alívio de não estar mais tão profundamente preenchida.
Vinte centímetros. Vinte e cinco.
Agora a metade do pau já estava de fora. A parte que ainda restava dentro continuava grossa o suficiente para mantê-la aberta. As pernas dela tremeram com mais força. Ele segurou mais firme a cintura, impedindo que ela caísse ou que o tablado se mexesse de novo.
— Devagar… só mais um pouco — ele sussurrou, a respiração quente no pescoço dela.
Trinta centímetros. Trinta e cinco.
A glande agora estava passando pela parte mais estreita do canal. Ela gritou baixinho, o corpo se arqueando. As paredes internas se contraindo com força ao redor da cabeça de mármore, como se não quisessem deixar sair. O barulho molhado ficou mais alto. Fios grossos de gozo escorriam sem parar pela base do pau de pedra e pelas coxas dela.
Quarenta. Quarenta e cinco.
Quase tudo já tinha saído. Só restavam os últimos centímetros. A glande ainda estava dentro, esticando a entrada. Os lábios da buceta estavam abertos, vermelhos, inchados, moldados no formato grosso da pedra. Ele puxou o restante com extremo cuidado.
A cabeça de mármore finalmente escorregou para fora com um som úmido e longo.
Ela soltou um gemido alto, quase um choro, quando a glande se desprendeu por completo. A buceta ficou aberta por alguns segundos, latejando no vazio, os lábios internos visivelmente esticados, antes de começar a se fechar devagar. Um jato generoso de gozo escorreu logo em seguida, escorrendo pelas coxas e pingando no chão.
Ele a segurou no colo, tirando-a do tablado com cuidado. As pernas dela não aguentavam o peso. O corpo inteiro tremia. A buceta continuava latejando, aberta, sensível, como se ainda sentisse o formato do pau de mármore lá dentro.
Ela enterrou o rosto no pescoço dele, ofegante, ainda soluçando baixinho.
— Saiu… — murmurou, a voz rouca. — Saiu tudo…
Ele passou a mão pelas costas dela, sentindo o suor frio, e olhou para a estátua do cavalo. O pau de mármore brilhava, coberto do gozo dela até a base.
— Ficou lindo — ele falou baixo. — O desenho… e você.
Ela não respondeu. Só se agarrou mais forte a ele, as pernas ainda trêmulas, a buceta latejando no vazio que o mármore tinha deixado.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
trepei com uma estatua de marmore sem querer

Codigo do conto:
274481

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
12/10/2026

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