Pai explica o sexo pra filhas gêmeas e acaba trepando com elas

Carina e Carla gêmeas estavam conversando e deitadas na cama da Carla, no quarto das duas. As duas loiras de cabelos longos e claros, pele clara, corpos de dezoito anos que já chamavam atenção. Carina, a mais atrevida, mexia no celular enquanto Carla olhava pro teto.
— Irmã… você já pensou nisso de verdade? — perguntou Carina, virando de lado. — Como é que o pau de um homem entra inteiro na xoxota? Porque eu mal consigo enfiar um dedo ou uma escova de dente e já dói. Como é que cabe?
Carla corou forte, mas não se afastou.
— Eu também fico pensando… a gente não sabe quase nada. A vó só fala “quando chegar a hora”. E a mãe… a mãe muda de assunto toda vez.
— Pois é. A mãe sempre diz “pergunta pro seu pai”. Como se ele fosse professor de anatomia.
— Carina riu baixo. — Mas eu quero saber. De verdade. Como que um pau grosso e comprido some lá dentro. A xoxota não é um buraco pequeno?
Carla engoliu seco.
— É… e quando a gente se toca, parece apertado. Como é que entra até o fim?
A conversa foi interrompida pelo barulho da porta da frente. O pai chegara do trabalho, como todas as noites. A mãe já estava na cozinha e só gritou:
— Meninas, o jantar tá pronto!
Durante o jantar a conversa foi normal. Depois, a mãe foi lavar a louça e a avó subiu pra ver novela. Carina olhou pra Carla e sussurrou:
— Eu vou perguntar pra ele. Agora.
Carla ficou pálida.
— Carina, não…
Mas a irmã já tinha se levantado. Carla, com o coração disparado, foi atrás e se escondeu atrás da porta entreaberta da sala, onde o pai estava sentado no sofá, cansado, ainda de camisa do trabalho.
Carina parou na frente dele.
— Pai… posso te perguntar uma coisa?
Ele levantou a sobrancelha, um pouco sem jeito já só com o tom da filha.
— Claro, filha. O que foi?
Carina cruzou os braços, tentando parecer corajosa.
— É sobre… sexo. A gente não sabe quase nada. Eu e a Carla. A mãe fala pra perguntar pro senhor. Como que o pau de um homem entra inteiro na xoxota de uma mulher? Porque eu mal enfio algo e já parece que não cabe. Como é que entra até o fim?
O pai ficou vermelho até a orelha. Passou a mão no rosto, desajeitado.
— Carina… isso… isso não é conversa pra agora…
— Mas a mãe disse que era pro senhor explicar. A gente tem idade pra saber. A gente precisa entender as coisas de namorar.
Ele suspirou fundo, constrangido.
— Olha… a vagina… a xoxota… ela é elástica. Ela estica. Não é que ela já vem larga. Ela se abre conforme a penetração. No começo é apertado, mas o corpo se adapta. O homem entra devagar, e o lubrificante natural ajuda. Com o tempo, e com excitação, ela consegue receber o tamanho inteiro.
Carina franziu a testa, ainda sem entender de verdade.
— Mas como? Tipo… some lá dentro? Até onde?
— Até o fundo, sim. Até o colo do útero, dependendo da posição e do tamanho. Mas não é de uma hora pra outra. Precisa de preparo, de excitação…
— E se o pau for muito grande? — insistiu ela. — Cabe mesmo?
O pai passou a língua nos lábios, visivelmente desconfortável. Atrás da porta, Carla estava com as pernas apertadas, respirando mais rápido, já molhada só de ouvir a conversa.
— Filha… eu… — ele hesitou. Depois, num impulso estranho, quase de demonstração constrangida, abriu o zíper da calça. — Olha… isso aqui…
Ele tirou o pênis já meio ereto. Quando a mão desceu e ele se mostrou por completo, o membro ficou completamente duro, grosso, veias saltadas, e o comprimento… absurdo. Uns quarenta e cinco centímetros de pau grosso, pesado, apontando pra cima.
Carina arregalou os olhos.
— Pai… que isso… isso é enorme…
— Não precisa ficar assustada minha filha
— ele disse, a voz um pouco rouca, tentando manter a postura de pai. — Mas… isso aqui… — ele segurou a base com a mão — …em condições normais, com excitação, lubrificação e paciência… vai até o talo numa xoxota. A mulher se adapta. O corpo é feito pra isso.
Carina ficou olhando, boquiaberta, as coxas se apertando sem querer.
— Até o fim? Tudo isso some lá dentro?
— Com o tempo, sim. Não de uma vez. Mas sim.
Atrás da porta, Carla estava com a mão entre as pernas, a respiração já ofegante, molhada demais. O pai ergueu a voz um pouco, ainda sem olhar na direção da porta:
— Carla. Sai de trás da porta. Estou ouvindo sua respiração ofegante.
Carla congelou. Depois, devagar, apareceu, o rosto vermelho, as pernas trêmulas.
O pai olhou pras duas, ainda com o pau duro exposto, a expressão uma mistura de vergonha e firmeza.
— Vocês duas… se masturbam?
As gêmeas se entreolharam. Carina, mesmo vermelha, respondeu primeiro:
— Às vezes…
Carla só baixou a cabeça, mas assentiu quase imperceptivelmente.
— Então já sabem um pouco do que é excitação — continuou ele. — A diferença é que, com um homem, o volume é outro. O pau empurra, estica, preenche. E a xoxota, quando está molhada de verdade, consegue receber. Mesmo um tamanho grande.
Carina engoliu seco, os olhos ainda presos no membro do pai.
— E… dói?
— No começo pode doer se for à força ou sem preparo. Mas se a mulher estiver realmente molhada e o homem for devagar… o corpo abre. Vai se acomodando. Até o talo.
Carla, ainda mais envergonhada, falou baixinho:
— E a gente… alguma hora… vai precisar saber de verdade, né?
O pai guardou o pênis com dificuldade, ainda duro, e subiu o zíper. A voz saiu mais baixa:
— Um dia, sim. Mas agora vocês só precisam entender o básico. A xoxota não é frágil demais. Ela estica. E um pau, mesmo grande, cabe quando tem excitação de verdade.
Carina ainda olhava pro volume que continuava marcado na calça dele.
— Pai… obrigada por mostrar. Eu… acho que agora entendi um pouco melhor.
Carla só balançou a cabeça, as pernas ainda trêmulas, a calcinha encharcada.
O pai se levantou, ainda sem jeito.
— Vá tomar banho, as duas. E da próxima vez… avisem antes de escutar atrás da porta.
As gêmeas subiram juntas, em silêncio. No quarto, Carina trancou a porta e olhou pra irmã.
— Você viu o tamanho?
Carla só assentiu, ainda ofegante.
— Vi. E eu tô molhada pra caralho.
Carina sorriu, nervoso e excitado ao mesmo tempo.
— Eu também.
E as duas ficaram ali, deitadas lado a lado, ainda processando tudo o que tinham acabado de ver e ouvir e um tesao entre era claro.
No dia seguinte o sol já entrava pela janela da cozinha quando as gêmeas desceram. Carina e Carla ainda carregavam no rosto a memória da noite anterior. Os olhos baixos, as bochechas levemente coradas, os lábios apertados. Cada movimento parecia mais lento, como se o corpo ainda estivesse processando o tamanho daquele pau e as palavras do pai.
O pai já estava sentado à mesa, camisa aberta no colarinho, tomando café. A mãe servia pão e ovos como se nada tivesse acontecido. Quando ele levantou o olhar e encontrou as filhas, as duas baixaram a cabeça ao mesmo tempo. Carina mordeu o canto da boca. Carla engoliu seco, as orelhas vermelhas.
— Bom dia — murmurou o pai, voz normal.
— Bom dia — responderam juntas, quase sem força.
A mãe nem olhou direito. Continuou mexendo na frigideira.
— Comam direito. Vocês estão com cara de quem não dormiu.
O pai já tinha conversado com ela na noite anterior. Tinha explicado, sem detalhes demais, que as meninas precisavam de orientação prática. A esposa só tinha dado de ombros e dito que ele resolvesse como quisesse. Agora, na mesa, ela parecia alheia.
Eles comeram em silêncio. O barulho dos talheres parecia alto demais. Carina tentava não olhar pro pai. Carla mexia o café sem parar, a colher batendo de leve na xícara. As carinhas delas eram um misto de vergonha e curiosidade mal escondida: olhos baixos, sobrancelhas levemente franzidas, a boca um pouco aberta como se ainda estivessem pensando no que tinham visto.
Quando a mãe subiu para se arrumar, o pai pousou a xícara e olhou fixo para as duas.
— Filhas. Eu tomei uma decisão. Vou ensinar alguma coisa pra vocês. Vão pro quarto de vocês, fiquem só de calcinha e me esperem.
As duas se entreolharam, os rostos se abrindo em choque. Carina arregalou os olhos. Carla ficou pálida.
— Mais, pai… a gente de calcinha? O que será?
— Vocês vão entender. Agora vão.
Elas subiram as escadas com as pernas moles. No quarto, trancaram a porta por um segundo e se olharam no espelho. Os cabelos loiros ainda soltos, as faces coradas. Tiraram as roupas com mãos trêmulas. Ficaram só de calcinha de renda preta, aquelas que tinham comprado uns dias atrás numa loja online, fininhas, quase transparentes, o tecido marcando o formato da xoxota. Carina passou a mão na própria barriga, nervosa. Carla cruzou os braços sobre os seios.
— Será que ele vai…? — sussurrou Carla.
— Não sei — respondeu Carina, a voz falhando. — Mas ele falou pra esperar.
Minutos depois a porta se abriu. O pai entrou carregando um saco plástico. Colocou em cima da cama e tirou o conteúdo: dois pepinos enormes, grossos, um deles quase cinquenta centímetros de comprimento, a casca verde escura e brilhante. Uma abobrinha ainda mais grossa na base. E uma lata grande de margarina.
As meninas ficaram paradas, olhando aquilo com a boca entreaberta. Os olhos saltaram. Carina deu um passo atrás. Carla cobriu a boca com a mão.
— Filhas, isto aqui é para vocês treinarem. Vocês vão enfiar na xoxota de vocês com calma e muita margarina no pepino e na abobrinha.
— Mais, pai… — a voz de Carina saiu fina. — Isso… isso vai caber na gente?
Ele fechou a porta e se aproximou.
— Vai. Eu vou ajudar a socar nelas. Vai dar certo. O corpo estica. É pra vocês perderem o medo da penetração. Esse pepino aqui — ele ergueu o maior — tem uns cinquenta centímetros. Maior do que eu achei na feira. Melhor ainda. Assim vocês veem que cabe mais do que imaginam.
As duas estavam vermelhas até o pescoço. As mãos trêmulas. O pai mandou:
— Tirem a calcinha. Agora.
Elas obedeceram. A renda preta escorregou pelas coxas. Ficaram nuas na frente dele, seios firmes, peles claras, xoxotas lisas e já um pouco úmidas só da vergonha. Carina tentou cobrir com a mão. Carla virou o rosto, mas não se mexeu.
O pai abriu a lata de margarina. O cheiro doce e gorduroso encheu o quarto. Ele pegou uma colher generosa e se aproximou de Carina primeiro.
— Abre as pernas. Vamos passar bastante.
Carina obedeceu, as coxas se abrindo. Ele passou a margarina fria direto na xoxota dela, os dedos escorregando pelos lábios, espalhando a gordura amarela em volta da entrada e no clitóris. Carina soltou um suspiro curto, o corpo estremecendo. Depois ele pegou o pepino maior e passou uma camada grossa de margarina nele também, deixando o vegetal todo lambuzado, brilhante.
— Agora você — disse ele para Carla. Fez o mesmo: dedos gordurosos abrindo os lábios dela, passando margarina até ficar escorregadio, o clitóris inchadinho sob os dedos. Carla mordeu o lábio, os olhos úmidos de vergonha e excitação misturada.
Ele entregou o pepino maior para Carina e a abobrinha para Carla.
— Começa devagar. Só a ponta. Respirem.
Carina posicionou a ponta do pepino na entrada. A casca fria e escorregadia pressionou. Ela empurrou um pouco. O rosto dela se contraiu. Medo claro nos olhos azuis. A boca aberta, o ar saindo em um gemido baixo.
— Ai… pai… tá abrindo…
— Continua. Devagar. Eu tô aqui.
O pai ajoelhou na frente dela, uma mão no joelho dela, a outra guiando o pepino. Ele passou o polegar no clitóris dela, esfregando a margarina em círculos lentos. Carina soltou um gemido mais alto. A ponta do pepino sumiu. Depois mais dois centímetros. A xoxota dela se abria, os lábios esticados em volta da grossura verde.
— Isso… tá entrando… — murmurou ela, a voz embargada. — Tá me abrindo…
Carla, ao lado, tentava o mesmo com a abobrinha. O rosto dela estava vermelho, as sobrancelhas franzidas de concentração e medo. A ponta da abobrinha forçava a entrada. O pai se virou pra ela, passou mais margarina com os dedos, esfregou o clitóris inchado e ajudou a empurrar.
— Respira, Carla. Empurra devagar. Vai caber.
A abobrinha avançou. Carla soltou um gemido agudo, as unhas cravadas no lençol. Os olhos se encheram de água, mas ela não parou. Mais um pouco. A grossura abrindo ela, a sensação de ser preenchida aos poucos.
O pai voltava de uma pra outra, dedos sempre no grelo, espalhando mais margarina, deixando tudo ainda mais escorregadio. Os vegetais iam entrando centímetro por centímetro. Carina já tinha uns quinze centímetros dentro, a xoxota dela esticada, o peito subindo e descendo rápido. Carla um pouco menos, mas já com a boca aberta e lágrimas de esforço nos cantos dos olhos.
— Viu? — a voz do pai estava rouca. — Tá entrando. O corpo aceita. Continua. Empurrem mais.
Carina empurrou de novo, gemendo. O pepino deslizou mais fundo. A sensação de ser aberta, de ser preenchida, fazia as pernas dela tremerem. Carla, com a ajuda da mão do pai, conseguiu mais alguns centímetros. O gemido dela saiu abafado, quase um choro.
— Pai… tá grande demais… — sussurrou Carla.
— Não é. É exatamente o que vocês precisam. Continuem.
Ele passou mais margarina nas bases dos vegetais e nos clitóris delas, os dedos escorregadios massageando, fazendo as duas gemerem mais alto. As xoxotas delas engoliam aos poucos, os lábios esticados, brilhantes de gordura. O medo ainda estava nos rostos — olhos arregalados, bocas abertas, sobrancelhas franzidas — mas agora misturado com uma excitação impossível de esconder. As coxas tremeram. Os seios se mexiam a cada respiração profunda.
Carina olhou pro pai, a voz embargada:
— Tá… tá entrando tudo isso…?
— Ainda não tudo. Mas vai. Continuem empurrando. Eu ajudo.
E ele ajudou. Uma mão em cada uma, guiando, pressionando devagar, esfregando os grelinhos inchados enquanto os vegetais avançavam mais um pouco. O quarto cheirava a margarina e a excitação. Os gemidos delas se misturavam, baixos, vergonhosos, mas constantes.
As duas estavam ali, nuas, pernas abertas, sendo abertas por aqueles pepinos e abobrinha monstruosos, sob o olhar e as mãos do próprio pai. E, apesar do medo ainda estampado nos rostos, nenhuma das duas pediu para parar.
Os pepinos foram avançando centímetro por centímetro. O pai ia empurrando com firmeza controlada, os dedos sempre escorregadios de margarina no clitóris de cada uma. Carina soltava gemidos curtos e agudos toda vez que mais um pedaço sumia dentro dela. Carla choramingava baixinho, as unhas cravadas no lençol, as coxas tremendo.
Até que, de repente, não sobrou quase nada para fora.
Só a pontinha verde do pepino de cinquenta centímetros ainda aparecia entre os lábios esticados de Carina. O resto estava inteiro dentro dela, até o talo. O mesmo aconteceu com Carla: a abobrinha mais fina que ela usava também sumiu quase por completo, deixando só a base grossa visível.
O pai parou, as mãos ainda segurando as bases dos vegetais.
— Viu? — disse ele, a voz rouca. — Entra. Até o talo. Olhem.
As duas baixaram o olhar, ofegantes. Os rostos delas estavam vermelhos, suados, os olhos arregalados de choque e excitação. Carina olhava para baixo com a boca aberta, vendo só aquela pontinha verde espetada entre as próprias pernas, enquanto sentia o volume enorme preenchendo tudo dentro dela. Carla tinha a mesma expressão: sobrancelhas franzidas, lábios trêmulos, o olhar preso na base da abobrinha que mal sobrava para fora. As xoxotas delas estavam completamente abertas, os lábios distendidos e brilhantes de margarina.
— sussurrou Carina, a voz embargada. — Sumiu… sumiu tudo…
— Eu sinto ele batendo lá no fundo… — gemeu Carla, quase chorando de sensação.
O pai tirou devagar o pepino de Carina. O vegetal saiu lambuzado, coberto de margarina e dos fluidos dela. Fez o mesmo com Carla. As duas soltaram um gemido longo quando ficaram vazias de novo, as xoxotas abertas e vermelhas, pulsando.
Ele jogou os pepinos de lado e se levantou.
— Agora vocês duas. Uma por cima da outra. Posição de 69. Vão chupar uma a outra.
As meninas se entreolharam, o choque claro nos rostos.
— Pai… não… — disse Carina, a voz falhando. — Chupar a irmã…?
— Eu não quero… — murmurou Carla, mas o corpo já estava se mexendo.
— Aceitem. É parte do treino. Agora.
Elas obedeceram. Carina deitou de costas. Carla subiu em cima dela, de bruços, a xoxota molhada e vermelha bem na cara da irmã. A posição ficou perfeita: cada uma com a boca a centímetros da xoxota da outra. O cheiro de margarina e excitação era forte.
— Chupem — mandou o pai.
Carina hesitou um segundo, depois passou a língua devagar entre os lábios da irmã. Carla soltou um gemido abafado e revidou na mesma hora, lambendo a xoxota melada de Carina. As duas começaram devagar, com vergonha, mas logo os movimentos ficaram mais famintos. Línguas escorregadias, chupando, sugando o clitóris, lambendo a entrada ainda aberta.
Enquanto isso, o pai pegou a abobrinha monstruosa: trinta e cinco centímetros de comprimento e quase vinte de largura na parte mais grossa. Passou uma quantidade absurda de margarina nela, deixando o vegetal inteiro brilhante e escorregadio.
— Agora essa.
Ele se ajoelhou ao lado delas e posicionou a ponta grossa na entrada de Carina, que ainda tinha a boca na xoxota da irmã. Empurrou. A grossura absurda forçou. Carina gritou contra a buceta da irmã, o som abafado. O pai foi entrando devagar, centímetro por centímetro, a abobrinha abrindo ela de um jeito que o pepino não tinha aberto. Os lábios dela esticaram ao máximo, a pele ficando branca de tão distendida.
— Aih… pai… tá grosso demais… — gemeu Carina, a voz quebrada.
Ele não parou. Continuou empurrando até que boa parte da abobrinha sumisse dentro dela. Depois tirou quase toda e enfiou de novo, mais fundo. Carina gozou na mesma hora, o corpo inteiro tremendo, a boca aberta contra a xoxota da irmã, gemendo e babando enquanto o orgasmo a sacudia.
O pai tirou a abobrinha de Carina e passou direto para Carla. A ponta grossa pressionou a entrada vermelha e melada dela. Carla gritou também, a língua ainda lambendo a irmã. O pai empurrou com firmeza. A abobrinha avançou, abrindo ela sem piedade. Carla gozou segundos depois, o corpo se contorcendo em cima de Carina, a xoxota pulsando e esguichando um pouco contra a boca da irmã.
As duas continuaram se chupando mesmo depois de gozar, as línguas preguiçosas e molhadas, limpando uma a outra. O pai tirou a abobrinha devagar, deixando as duas vazias e abertas. Depois se abaixou e passou a língua na xoxota de Carina, lambendo a porrinha branca e a margarina misturada. Fez o mesmo com Carla, sugando o clitóris ainda sensível. Depois puxou a cabeça de cada uma e fez elas lambarem o que tinha sobrado nos lábios e no queixo uma da outra.
Carina, ainda ofegante, olhou para a irmã com os olhos úmidos.
— Desculpa… desculpa por estar chupando sua xoxota… ela tá tão vermelha e melada…
Carla, a voz embargada, respondeu no mesmo tom:
— Desculpa também… eu também tô chupando a sua… tá gostoso e eu não queria parar…
As duas ficaram ali, nuas, suadas, as bocas brilhantes, as xoxotas abertas e latejando, enquanto o pai as observava com o pau duro marcado na calça, pronto para o próximo passo.
O pai se levantou, abriu o zíper e puxou o pau enorme para fora. Estava duro pra caralho, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. O tamanho ainda impressionava as duas, mesmo depois de tudo que tinham engolido.
— Agora quero uma me chupando e a outra lambendo meu saco.
As gêmeas se entreolharam, ainda ofegantes, as bocas meladas uma da outra. Carina balançou a cabeça devagar.
— Mas, pai… não podemos… isso é errado…
Carla complementou, a voz baixa e trêmula:
— mas papai… a gente não pode…
Ele deu um sorriso cansado, quase carinhoso, e passou a mão no cabelo loiro de Carina.
— Vocês já chuparam uma a outra. Deixa de frescura. Venham cá.
O tesão falou mais alto que a vergonha. As duas se arrastaram até ele de joelhos no chão do quarto. O ambiente ficou estranho e ao mesmo tempo íntimo, como se o amor de pai e filhas tivesse se misturado com uma fome sexual pesada. O quarto cheirava a sexo, margarina e suor doce.
Carina foi a primeira a abrir a boca. Abocanhou a cabeça grossa do pau do pai, a língua passando devagar pela fenda. Carla se abaixou mais e começou a lamber o saco pesado, sugando uma bola e depois a outra, a língua quente e molhada. O pai soltou um gemido baixo e grosso, a mão nos cabelos das duas.
— Isso… assim… minhas princesas…
Carina desceu mais, tentando engolir o máximo que conseguia. A boca dela esticava, saliva escorria pelo queixo. Carla continuava lambendo o saco e subindo a língua pela base grossa, encontrando a boca da irmã de vez em quando. As duas se revezavam: uma chupava fundo enquanto a outra limpava o que sobrava de saliva e pré-gozo. O pau do pai brilhava, molhado, latejando.
Ele puxou Carina pelo cabelo e a fez engolir quase até a metade. Ela engasgou, os olhos marejados, mas não parou. Depois trocou. Carla abriu a boca o máximo que pôde e tentou engolir também. O pau era grande demais, mas ela se esforçava, a garganta contraindo em volta da cabeça. O pai gemía baixinho, olhando as duas com um misto de tesão e carinho estranho.
— Que filhas gostosas… chupando o pau do pai com tanta vontade…
Quando já estavam com a boca cansada e o queixo molhado, ele as puxou para a cama. Deitou Carina de costas e se posicionou entre as pernas dela. O pau enorme escorregou fácil na xoxota ainda aberta e melada. Ele enterrou tudo de uma vez. Carina gritou, as unhas nas costas dele.
— Aih, pai… tá fundo demais…
Ele começou a foder devagar, quase carinhoso no começo, beijando o pescoço dela, chamando de princesa, de filha gostosa. Depois o ritmo aumentou. A cama rangia. Carla ficou ao lado, lambendo o peito da irmã e depois descendo para chupar o clitóris enquanto o pai metia. O pau entrava e saía coberto de porra branca e residual de margarina.
Ele tirou de Carina e foi para Carla. Enterrou fundo na outra também. Carla gemeu alto, as pernas abertas, os olhos revirando. Carina se juntou, chupando o grelo da irmã enquanto o pai fodia. O quarto estava tomado por gemidos, pelo barulho molhado de penetração e pelo cheiro pesado de sexo familiar.
Depois de foder as duas xoxotas até elas gozarem de novo, o pai virou Carina de quatro.
— Agora o cuzinho. Pai ama comer um cuzinho apertado.
Carina tremeu, mas não recusou. Ele passou saliva e um pouco da porra que escorria da xoxota dela no cu pequenino. A cabeça grossa pressionou. Carina gritou quando a cabeça entrou. O pai foi devagar, empurrando centímetro por centímetro o pau enorme dentro do cu apertado da filha. Quando chegou até o talo, os dois gemeram juntos.
— Que cuzinho gostoso… apertando o pau do pai…
Ele começou a foder o cu dela com vontade, as mãos segurando a cintura fina. Carla ficou embaixo, lambendo a xoxota da irmã enquanto o pai metia no cu. Carina gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, o cu pulsando em volta do pau.
Depois foi a vez de Carla. Ele a colocou de quatro também e abriu o cu virgem dela com a mesma paciência suja. A cabeça entrou. Carla choramingou, mas empurrou para trás. O pau foi sumindo aos poucos até estar inteiro dentro do cuzinho apertado. O pai fodeu as duas no cu, revezando, metendo fundo, gemendo, chamando de princesas, de filhas putinhas do pai.
No final ele gozou primeiro no cu de Carina, enchendo ela de porra quente. Depois tirou, ainda gozando, e enfiou no cu de Carla, terminando dentro dela também. As duas ficaram de quatro, os cus abertos e escorrendo porra branca, as xoxotas latejando, os rostos vermelhos e suados.
O pai se sentou na beira da cama, ofegante, passando a mão no cabelo das duas.
— Minhas princesas… agora vocês já sabem como é.
As gêmeas, ainda tremendo, se encostaram nele, lambendo o pau mole e sujo, limpando a porra que ainda escorria, o ambiente do quarto tomado por aquele sexo sujo e ao mesmo tempo estranhamente carinhoso de pai e filhas.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


274481 - trepei com uma estatua de marmore sem querer - Categoria: Fantasias - Votos: 0
274479 - eu fui dar pro meu pai na frente de minha mae so que escondido - Categoria: Incesto - Votos: 0
274424 - a visita da filha e de sua namorada na casa dos pais - Categoria: Incesto - Votos: 1
274389 - A historia de uma familia japonesa e a filha aprendendo a gozar - Categoria: Incesto - Votos: 5
274388 - historia de um pai com filha em tambaba numa praia de nudismo - parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 3
274341 - O jegue Campeão da fazenda da avó fode irmas - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
274340 - historia de um pai com filha em tambaba numa praia de nudismo - Categoria: Incesto - Votos: 4
274339 - Minha filha e sua amiga gostosa - Categoria: Incesto - Votos: 1
274317 - putaria familiar na croacia - Categoria: Incesto - Votos: 3
274314 - O rei e suas filhas no reino da putaria - Categoria: Incesto - Votos: 3
274312 - putaria de uma familia nas montanhas - Categoria: Incesto - Votos: 2
274311 - pai amoroso com a filha - Categoria: Incesto - Votos: 1
274310 - A Última dragão trepador da guerreira - Categoria: Fantasias - Votos: 2
273869 - O óculos que vê através da roupa, e ele usa na sua família - Categoria: Incesto - Votos: 6
273829 - Eu e minha amiga com meu pai - Categoria: Incesto - Votos: 5
273826 - Testando sybian enormes em bucetas das funcionarias numa fábrica - Categoria: Masturbação - Votos: 6
273825 - o pai vendo a filha e esposa usando micro bikini e depois a filha sendo fodida pelo entregador - Categoria: Incesto - Votos: 4
273824 - Visita de indias do xingu numa empresa da cidade. Elas estavam todas de micro tanga - Categoria: Masturbação - Votos: 6
273815 - patrao safado compra dildos para as funcionarias - Categoria: Masturbação - Votos: 2
273813 - Irmas na siririca numa casa só de mulheres - Categoria: Incesto - Votos: 4
273811 - Pai fabrica um fucking machine de madeira para a filha - Categoria: Incesto - Votos: 1
273592 - Tradicao numa cidade europeia de andar peladas e serem fudidas pelo prefeito tarado - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2
273571 - A loja que vende plantas exóticas com dildos - Categoria: Masturbação - Votos: 1
273570 - Pais leva a filha para a especialista sexual para ensinar ela a ser uma putinha - Categoria: Incesto - Votos: 2
273569 - Filha ensina a mae a usar micro calcinha e a gozar em publico - Categoria: Incesto - Votos: 3
273568 - Minha filha e eu numa festa a fantasia de urso na escola - Categoria: Incesto - Votos: 1
273335 - O presente do pai uma ball dildo, e a cabeceira da cama para masturbar - Categoria: Masturbação - Votos: 2
273333 - Uma Lição do pai para fazer a filha gozar - Categoria: Incesto - Votos: 3
273332 - Trabalho com fio dental na xoxota e dildo o dia todo - Categoria: Masturbação - Votos: 4
273331 - Fabrica de sofás eróticos com dildos do papai e a filha foi conhecer - Categoria: Masturbação - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil doidapordildo
doidapordildo

Nome do conto:
Pai explica o sexo pra filhas gêmeas e acaba trepando com elas

Codigo do conto:
274478

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/10/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0