Minha filha e sua amiga gostosa

O bairro onde morávamos era daqueles tradicionais, de casas alinhadas e muros altos, onde todos conheciam a vida uns dos outros, mas poucos se intrometiam. Os Martins, nossos vizinhos de dez anos, eram exatamente o tipo de família que se encaixava naquela seriedade suburbana. Carlos Martins era um engenheiro de aparência rígida, sempre de terno escuro, sempre com o rosto fechado em uma expressão de quem nunca soube o que era diversão. Sua esposa, Dona Lúcia, era uma mulher de igreja, de vestidos longos e conversas sobre temperança. Mas a filha deles, Julia, era outra história completamente diferente.

Julia tinha dezenove anos, a mesma idade de minha filha Vanessa, e desde que se conheciam, aos sete, eram inseparáveis. O que começou como brincadeiras de criança evoluiu para uma amizade profunda, aquela que só as jovens mulheres conseguem cultivar, cheia de segredos sussurrados e risadas abafadas. Julia era uma morena esbelta, de cabelos negros que caíam como uma cascata pelas costas, olhos amendoados de um verde inusitado, e uma boca que parecia desenhada para sorrisos travessos. Minha filha Vanessa, por outro lado, herdara de sua mãe os traços latinos: cabelos castanhos avermelhados, pele morena clara, curvas generosas que se desenvolveram cedo, e um par de olhos castanhos profundos que pareciam ver através das pessoas.

Desde que completaram dezoito anos e entraram juntas na faculdade de psicologia, as duas passavam cada vez mais tempo em nossa casa. O quarto de Vanessa, no andar de cima, tornou-se seu santuário particular. Estudavam ali, diziam elas, preparando-se para provas, trabalhando em projetos. Mas eu, Marco, um homem de quarenta e oito anos que já vira muita coisa na vida, comecei a notar detalhes que minha intuição masculina não podia ignorar.

Era na forma como se olhavam quando pensavam que ninguém via. Na risada gargalhada de Julia que se transformava em um suspiro suave quando Vanessa tocava seu braço para apontar algo em um livro. Era no silêncio estranho que descia sobre a casa quando eu subia as escadas para chamar para o jantar, um silêncio denso, carregado de algo que eu não conseguia nomear, mas que me fazia parar antes de bater na porta, escutando atentamente.

Minha esposa, Helena, viajava muito a trabalho, passando semanas fora em conferências médicas. Sozinho em casa, com duas jovens belezas circulando pelo andar de cima, meu imaginário começou a trabalhar de formas que eu tentava reprimir, mas que me consumiam nas noites de insônia. Eu comecei a prestar atenção nos horários, nos padrões. Elas sempre iam para o quarto após o jantar, por volta das oito, e só saíam para ir ao banheiro, geralmente juntas, rindo baixinho.

Uma noite de sexta-feira, por volta das onze, eu estava no andar de baixo tentando ler um livro de thriller que não conseguia me prender. A casa estava em silêncio, exceto pelo som abafado de música vindo do quarto de Vanessa. Algo me puxou para cima, uma curiosidade que eu sabia que deveria ignorar, mas que era mais forte que minha razão. Subi as escadas descalço, meus passos silenciosos na madeira antiga do corredor.

A porta do quarto de Vanessa nunca fechava direito, a fechadura estava quebrada havia meses e nunca tínhamos consertado. Agora ela estava entreaberta, uma fresta de luz dourada escapando para o corredor escuro. Eu deveria ter voltado. Deveria ter descido as escadas e fingido que nada daquilo estava acontecendo. Mas meus pés me levaram até ali, meu coração batendo no peito como um tambor, minha boca seca de antecipação.

O que vi através daquela fresta mudou minha vida para sempre.

O quarto estava iluminado apenas por uma luminária de cabeceira, lançando sombras suaves sobre as paredes cor-de-rosa de minha filha. As duas estavam na cama de Vanessa, aquela cama de solteiro que parecia pequena demais para as duas, mas que agora me parecia o cenário perfeito para o que estava se desenrolando. Elas não estavam estudando. Longe disso.

Vanessa estava deitada de costas, vestindo apenas uma calcinha branca de renda, um modelo que eu reconheci como sendo de um conjunto que eu mesmo havia comprado para ela no aniversário passado, sem imaginar jamais que a veria daquele jeito. A calcinha era minúscula, quase inexistente, e eu podia ver a umidade escura no tecido fino. Julia estava de quatro sobre ela, mas não de forma agressiva, e sim com uma ternura que me fez segurar a respiração.

Julia usava uma calcinha preta, de corte alto, que realçava suas nádegas perfeitas e suas coxas longas e musculosas. Ela estava apoiada em um cotovelo, seu corpo nu do ventre para cima, seios pequenos e firmes com mamilos rosados e erectos, pendendo levemente enquanto ela se inclinava sobre minha filha. Mas era o que ela fazia com a mão direita que me fez engolir em seco.

Seus dedos estavam entre as pernas de Vanessa, movendo-se em círculos lentos, massageando aquela área proibida através do tecido úmido da calcinha. Vanessa arqueava as costas, suas mãos agarrando os lençóis, seus seios — meus Deus, seus seios eram perfeitos, grandes e pesados, com aréolas escuras e mamilos que pareciam pequenas cerejas maduras — balançando com cada movimento de sua respiração ofegante.

— Assim? — sussurrou Julia, sua voz tão baixa que eu mal conseguia ouvir, mas que parecia ecoar em meus ouvidos.

— Sim, amor — Vanessa gemeu, usando aquela palavra que nunca me deixou em paz depois disso. — Mais devagar, assim... perfeito.

Julia obedeceu, seus dedos pressionando mais firmemente, deslizando para o lado da calcinha, e então eu vi. Eu vi o que nenhum pai deveria ver, mas que meu corpo traiçoeiro reagiu com uma excitação violenta. A xoxota de minha filha. Seus lábios grandes, proeminentes, rosados por dentro e escuros por fora, uma borboleta perfeita de carne inchada e brilhante de umidade. Eles se abriam como pétalas, revelando o brilho interno, o clitóris pequeno e duro espreitando de seu capuz.

Eu estava em transe, minha mão movendo-se instintivamente para a calça, encontrando meu pau já duro, pulsando com uma necessidade que eu não conseguia controlar. Sou um homem dotado, sempre fui, com quarenta e cinco centímetros de puro tesão quando completamente erecto, e naquela noite eu estava no máximo, a cabeça roxa e brilhante, vazando pré-gozo enquanto eu punhetava lentamente, sem tirar os olhos da cena.

Julia beijou o pescoço de Vanessa, mordiscou seu ouvido, desceu para seus seios. Ela pegou um daqueles montes perfeitos em cada mão, amassando com reverência, beliscando os mamilos entre os dedos, fazendo Vanessa gemer mais alto. Então ela desceu, sua boca deixando um rastro de beijos úmidos pelo ventre de minha filha, pela curva de seus quadris, até parar naquele santuário proibido.

Ela puxou a calcinha de lado completamente, e agora eu via tudo. A xoxota de Vanessa em toda sua glória, os grandes lábios externos escuros e carnudos, os internos rosados e brilhantes, a entrada vaginal escura e apertada piscando em convite. Julia parecia fascinada, seus olhos verdes brilhando de desejo enquanto ela estudava aquela visão, como se estivesse memorizando cada dobra, cada curva.

— Você é tão linda aqui — Julia sussurrou, e eu vi sua língua rosada sair para lamber os lábios. — Posso?

— Por favor — Vanessa implorou, sua voz rouca de necessidade.

O que se seguiu foi a coisa mais erótica que já presenciei. Julia mergulhou entre as pernas de minha filha, sua língua saindo em um lento traço desde a base daqueles lábios grandes até o topo, separando-os, saboreando-os. Ela não tinha pressa. Ela estava aprendendo, explorando, descobrindo o que fazia Vanessa tremer. Sua língua circulou o clitóris, sugou aqueles lábios grandes entre os lábios dela, mergulhou na entrada quente da vagina.

Vanessa agarrou os cabelos negros de Julia, puxando-a mais para si, seus quadris levantando do colchão para encontrar aquela boca faminta. Ela estava gemendo sem controle agora, sons baixos e guturais que eu nunca imaginei que minha filha pudesse fazer, uma música de primitiva que fazia meu pau pulsar em minha mão.

— Julia, Julia, assim, amor, assim...

Julia mudou de posição, sentando-se entre as pernas abertas de Vanessa, e agora eu vi a xoxota dela também. Diferente da minha filha, Julia tinha lábios internos finos, quase inexistentes, uma fenda delicada e rosada que parecia um botão de flor recém-desabrochado. Estava molhada, brilhando, e eu vi seus dedos brilhando de umidade quando ela os levou à boca para provar.

— Você tem o gosto mais doce, Nessa — Julia murmurou, usando o apelido de infância que eu usava quando Vanessa era pequena.

Ela voltou a chupar, mas desta vez com mais confiança, seus dedos entrando em Vanessa enquanto sua língua trabalhava no clitóris. Eu podia ouvir o som úmido, obsceno, delicioso da boca de Julia na intimidade de minha filha, o som de dedos entrando e saindo de carne molhada. Vanessa estava se contorcendo, seus seios balançando, as pernas abertas o máximo possível, entregando-se completamente àquela experiência.

— Vou gozar, Julia, por favor, não para, meu amor, não para...

Julia não parou. Ela acelerou o ritmo, seus dedos entrando mais fundo, sua língua pressionando mais forte, e então eu vi. Vi minha filha Vanessa chegar ao orgasmo, seu corpo arqueando em um arco perfeito, seus músculos contraídos, sua boca aberta em um grito silencioso enquria gozava na boca de sua melhor amiga. Vi o jato de umidade escura saindo dela, cobrindo o rosto de Julia, que a recebeu com os olhos fechados de êxtase, bebendo, saboreando, engolindo cada gota daquele néctar sagrado.

Eu não aguentei. Senti minhas bolas contraírem, o gozo subindo pela minha haste enorme, e tive que tapar minha boca para não gemer enquora esguichava porco na parede do corredor, pintando-a de branco enquora minha filha descia do ápice do prazer naquele quarto.

Julia emergiu entre as pernas de Vanessa, seu rosto brilhando de umidade, seus olhos brilhando de amor. Ela subiu pelo corpo de minha filha e a beijou, profundamente, e eu vi Vanessa provar a si mesma na boca da amiga, vi suas línguas se entrelaçarem em uma dança suja e perfeita.

— Eu te amo — Julia sussurrou, e minha filha sorriu, aquele sorriso de mulher realizada.

— Eu também te amo. Desde sempre.

Elas se abraçaram, duas jovens deidades nuas entrelaçadas, e eu finalmente recuei, cambaleante, meu pau ainda duro apesar do gozo recente, minha mente girando com o que acabara de ver. Desci as escadas em transe, limpei a parede da melhor forma que pude, e fui para meu quarto, deitando-me na escuridão, sabendo que nunca mais seria o mesmo homem.

Nos meses seguintes, tornei-me um voyeur dedicado. Aprendi os horários, os ângulos, as posições da porta que me davam a melhor visão. Eu as vi incontáveis vezes, descobrindo juntas os mistérios de seus corpos. Vi Julia deitada de costas enquanto Vanessa, a filha que eu criara, mergulhava entre suas pernas para chupar aquela xoxota de lábios finos até que Julia chorasse de prazer. Vi-as usando os dedos uma na outra, explorando entradas, descobrindo pontos que as faziam gemer. Vi-as se esfregando, tribadismo inexperiente mas apaixonado, suas xoxotas molhadas deslizando uma contra a outra até que ambas gozassem juntas.

Eu as vi usando brinquedos que compravam escondidas, vibradores rosas que colocavam uma na outra, dildos de vidro que entravam em Julia enquanto Vanessa a beijava. Eu as vi na banheira, na frente do espelho, no chão do quarto. Eu as vi fazerem amor com uma ternura que me fez chorar de tesão, e com uma paixão que me fez punheta até doer.

E todas as noites, depois que elas dormiam abraçadas, eu limpava meu gozo das paredes do corredor, sabendo que estava errado, mas incapaz de parar. Porque aquilo que eu via não era apenas sexo. Era amor. Era duas jovens descobrindo que o corpo da outra era seu lar, que o prazer podia ser infinito quando compartilhado, que as xoxotas delas, uma de lábios grandes como borboleta, outra de lábios finos como pétala, eram feitas uma para a outra.

Eu era apenas um espectador privilegiado, um pai que amava demais, de uma forma que ele nunca imaginou possível. E enquanto minha filha e sua amiga continuavam seu romance secreto no andar de cima, eu continuava minha vigília no escuro, grato por cada vislumbre daquela beleza proibida.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


274341 - O jegue Campeão da fazenda da avó fode irmas - Categoria: Zoofilia - Votos: 0
274340 - historia de um pai com filha em tambaba numa praia de nudismo - Categoria: Incesto - Votos: 1
274317 - putaria familiar na croacia - Categoria: Incesto - Votos: 2
274314 - O rei e suas filhas no reino da putaria - Categoria: Incesto - Votos: 1
274312 - putaria de uma familia nas montanhas - Categoria: Incesto - Votos: 1
274311 - pai amoroso com a filha - Categoria: Incesto - Votos: 1
274310 - A Última dragão trepador da guerreira - Categoria: Fantasias - Votos: 1
273869 - O óculos que vê através da roupa, e ele usa na sua família - Categoria: Incesto - Votos: 5
273829 - Eu e minha amiga com meu pai - Categoria: Incesto - Votos: 5
273826 - Testando sybian enormes em bucetas das funcionarias numa fábrica - Categoria: Masturbação - Votos: 6
273825 - o pai vendo a filha e esposa usando micro bikini e depois a filha sendo fodida pelo entregador - Categoria: Incesto - Votos: 4
273824 - Visita de indias do xingu numa empresa da cidade. Elas estavam todas de micro tanga - Categoria: Masturbação - Votos: 5
273815 - patrao safado compra dildos para as funcionarias - Categoria: Masturbação - Votos: 2
273813 - Irmas na siririca numa casa só de mulheres - Categoria: Incesto - Votos: 4
273811 - Pai fabrica um fucking machine de madeira para a filha - Categoria: Incesto - Votos: 1
273592 - Tradicao numa cidade europeia de andar peladas e serem fudidas pelo prefeito tarado - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2
273571 - A loja que vende plantas exóticas com dildos - Categoria: Masturbação - Votos: 1
273570 - Pais leva a filha para a especialista sexual para ensinar ela a ser uma putinha - Categoria: Incesto - Votos: 2
273569 - Filha ensina a mae a usar micro calcinha e a gozar em publico - Categoria: Incesto - Votos: 3
273568 - Minha filha e eu numa festa a fantasia de urso na escola - Categoria: Incesto - Votos: 1
273335 - O presente do pai uma ball dildo, e a cabeceira da cama para masturbar - Categoria: Masturbação - Votos: 2
273333 - Uma Lição do pai para fazer a filha gozar - Categoria: Incesto - Votos: 3
273332 - Trabalho com fio dental na xoxota e dildo o dia todo - Categoria: Masturbação - Votos: 4
273331 - Fabrica de sofás eróticos com dildos do papai e a filha foi conhecer - Categoria: Masturbação - Votos: 2
273330 - Lindas funcionarias loiras fodem com atletas enormes no vestiário - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2
273329 - Pai e filha em apuros num hotel - Categoria: Incesto - Votos: 4
273328 - familia amantes de pepinos - Categoria: Incesto - Votos: 1
273226 - A mania de usar micro calcinha e dildo em publico - Categoria: Masturbação - Votos: 3
273225 - Bike dildo das amigas - Categoria: Masturbação - Votos: 3
273224 - As putarias de Adriana com seus dildos - Categoria: Incesto - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil doidapordildo
doidapordildo

Nome do conto:
Minha filha e sua amiga gostosa

Codigo do conto:
274339

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
10/10/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0