Pai fabrica um fucking machine de madeira para a filha

A Família Dubois era conhecida em toda a região da Provença como sendo extremamente reservada. Pierre, o pai, trabalhava como carpinteiro em sua oficina no fundo do jardim. Marie, a mãe, passava os dias pintando telas no sótão da casa de pedra que herdara de seus avós. E entre eles vivia Dayse, uma jovem de dezenove anos que cursava literatura na universidade de Aix-en-Provence, mas que mal tinha amigos devido à sua timidez paralisante.
A casa ficava isolada entre vinhedos, o que permitia que a família vivesse de forma bastante privada. Marie havia abraçado o naturismo anos atrás e agora passava a maior parte do tempo completamente nua, movendo-se pela casa com uma liberdade que contrastava com o silêncio que permeava o lar. Pierre, influenciado pela esposa, também adotara o estilo de vida nudista, embora mantivesse um ar de formalidade mesmo sem roupas.
Dayse, por outro lado, ainda estava em processo de adaptação. Ela usava biquínis pequenos e calcinhas fio dental quando estava em casa, cobrindo-se parcialmente enquanto sua mãe constantemente a encorajava: "Ma chérie, você precisa se soltar. O corpo é natural, não há vergonha em ser quem somos."
O que Marie não sabia era que Dayse passava horas em seu quarto explorando seu próprio corpo. A jovem descobrira a masturbação cedo e agora era um vício silencioso que a consumia. Ela tinha dificuldade em fazer amizades na faculdade, então encontrava conforto e prazer em suas próprias mãos, às vezes três ou quatro vezes ao dia, sempre trancada em seu quarto com os dedos entre as pernas.
Pierre, por sua vez, desenvolvera uma obsessão silenciosa pela filha. Ele observava de canto de olho quando ela passava pelo corredor de calcinha, admirando as curvas daquele corpo jovem que se assemelhava tanto ao de Marie quando mais nova. Ele nunca tocara na filha, mas seus olhos a devoravam sempre que possível. A visão daqueles seios firmes sob os biquínis, daquele rabo redondo balançando pelos cômodos, daquela pele clara e macia — tudo isso alimentava suas fantasias mais proibidas.
Certa tarde de sábado, Marie havia saído para uma exposição de arte em Marselha e só voltaria no dia seguinte. Pierre trabalhava em sua oficina havia semanas em um projeto secreto. Ele havia medido, calculado e planejado cada detalhe. Agora, com a esposa fora, era o momento perfeito.
Ele encontrou Dayse na cozinha, onde ela preparava um chá vestindo apenas uma calcinha branca de renda e uma camiseta curta que deixava a barriga exposta.
"Dayse, ma chérie," Pierre chamou, tentando manter a voz firme apesar do coração acelerado. "Preciso de ajuda na oficina. Estou trabalhando em um projeto de marcenaria e preciso que você me ajude a testar algo."
Dayse virou-se, sentindo o rosto aquecer como sempre acontecia quando seu pai a olhava daquele jeito. Ela sabia que ele a observava, notava a forma como seus olhos desciam por seu corpo, mas nunca dissera nada. Havia algo excitante naquela atenção proibida, algo que fazia sua calcinha ficar molhada sem que ela entendesse bem por quê.
"Claro, papa," ela respondeu baixinho, seguindo-o pelo jardim até a oficina de madeira.
Ao entrar, Dayse viu o projeto sobre a bancada. Era um cilindro de madeira polida, imenso, medindo aproximadamente quarenta e cinco centímetros de comprimento por quinze de diâmetro. A madeira era escura e lisa, com um acabamento perfeito que refletia a luz. Na base havia engrenagens e um mecanismo de manivela.
"Papa... o que é isso?" Dayse perguntou, sentindo um frio na barriga misturado com curiosidade.
Pierre respirou fundo. Ele já estava nu, como era costume na casa, e sua ereção era visível, pulsante e enorme, apontando para a filha sem vergonha alguma. Dayse tentou não olhar, mas seus olhos foram atraídos involuntariamente para aquele pau grosso que ela vira tantas vezes, mas que nunca deixara de causar impacto.
"É para você, minha filha," Pierre disse, aproximando-se. "Eu sei que você passa horas em seu quarto. Eu ouço seus gemidos através das paredes finas. Sei que você precisa de... alívio. E como você não tem namorado, como você é tão tímida..."
Dayse sentiu o roho queimar. Ela queria fugir, queria desaparecer no chão de tanta vergonha. Seu pai sabia. Ele ouvia. Oh Deus, ele ouvia quando ela se tocava.
"Não tenha vergonha," Pierre continuou, sua voz baixa e rouca. "É natural. Mas seus dedos não são suficientes, não é? Eu construí isto para você. Uma máquina de prazer. Olhe..."
Ele pegou o cilindro de madeira, mostrando os detalhes. "Quarenta e cinco centímetros de comprimento, quinze de largura. É maior que qualquer homem, mas você é jovem, flexível. E isto aqui..."
Pierre apontou para o mecanismo na base. "Isto se prende na lateral da sua cama. Você deita, aperta este botão, e a máquina desliza da beirada direto para dentro de você. Velocidade ajustável. Ângulo perfeito. Você poderá gozar sempre que quiser, sem esforço, sem seus dedos cansados."
Dayse olhou para o objeto, para o pai nu com sua ereção pulsante, para a oficina cheia de ferramentas. Ela deveria estar horrorizada, deveria gritar e correr. Mas seu corpo traía sua mente. Ela sentia a umidade entre as pernas, a excitação que sempre a dominava.
"E... e como eu testaria isso?" ela perguntou, a voz trêmula.
Pierre deu um passo mais perto, seu pau quase tocando a barriga da filha. "Você precisa ficar nua, Dayse. Preciso ver se as medidas estão corretas. Preciso ajustar o ângulo para o seu corpo específico. É precisão de carpinteiro, compreende?"
Ele estendeu a mão e puxou a camiseta da filha para cima. Dayse levantou os braços automaticamente, deixando que a peça de roupa caísse no chão. Seus seios pequenos e firmes apareceram, com mamilos rosados e duros. Pierre gemeu baixinho, admirando aquela visão.
"Agora a calcinha, ma chérie."
Dayse hesitou, mas suas mãos obedeceram. Ela desceu a renda pelas pernas, revelando sua buceta completamente depilada, com os lábios internos rosados levemente expostos. A testa grande e proeminente do clitóris era visível, inchada de excitação.
"Mon Dieu," Pierre sussurrou, caindo de joelhos diante da filha. "Que buceta linda, Dayse. Tão deliciosa, tão perfeita. Sua xota é maravilhosa, minha filha."
Ele colocou as mãos nas coxas dela, abrindo-as levemente. Dayse tremia, a vergonha misturada com uma excitação intensa. Ela sempre se sentira invisível, sem amigos, sem atenção. Agora seu pai a olhava como se ela fosse a coisa mais preciosa do mundo.
"Vamos para seu quarto," Pierre disse, levantando-se. Ele pegou a máquina de madeira, pesada e sólida. "Precisamos instalar isto na sua cama."
Dayse caminhou nua pela casa, consciente de cada passo, sentindo os olhos do pai em seu corpo. Ela subiu as escadas e entrou em seu quarto pequeno, com a cama de solteiro encostada na parede. Pierre a seguiu, colocando a máquina no chão enquanto examinava a estrutura da cama.
"Perfeito," ele murmurou, começando a instalar o mecanismo na lateral do móvel. Ele trabalhou rapidamente, seu pau balançando erecto enquanto apertava parafusos e ajustava engrenagens.
Dayse sentou na cama, observando, as pernas cruzadas mas ainda assim exposta. Ela não conseguia parar de olhar para o pau do pai, para a veia grossa que percorria o eixo, para a cabeça roxa e brilhante.
"Pronto," Pierre anunciou, dando um passo atrás. A máquina estava firmemente instalada na lateral da cama, o cilindro de madeira apontando para o colchão. "Agora precisamos testar. Deite-se, Dayse. Deite-se e abra as pernas."
A jovem obedeceu, deitando-se de costas na cama. Ela sentia o coração batendo tão forte que parecia que iria sair pela boca. Pierre se aproximou, subindo na cama entre as pernas dela.
"Abra mais," ele ordenou, colocando as mãos nos joelhos da filha e abrindo-as completamente. Dayse ficou exposta, sua buceta molhada brilhando sob a luz da tarde que entrava pela janela. "Tão linda. Tão pronta."
Pierre pegou o cilindro de madeira, ajustando o mecanismo. Ele pressionou um botão e a madeira começou a se mover, deslizando lentamente da beirada da cama em direção à buceta de Dayse.
"Vou começar devagar," ele disse, uma mão segurando a máquina, outra acariciando a coxa da filha. "Preciso ver se o ângulo está correto. Se a penetração é suave."
A ponta arredondada da madeira tocou os lábios de Dayse. Ela gemeu baixinho, sentindo a superfície lisa e fria contra sua pele quente. Pierre ajustou mais um pouco, alinhando perfeitamente.
"Agora, ma chérie. Vou ligar."
Ele girou uma manivela e a máquina ganhou vida. O cilindro de madeira avançou lentamente, abrindo os lábios de Dayse, entrando centímetro por centímetro naquele canal apertado. Dayse arqueou as costas, um gemido alto escapando de seus lábios.
"Oh! Oh, papa! É... é enorme!"
"Relaxa, minha filha," Pierre sussurrou, observando fascinado enquanto a madeira desaparecia dentro da filha. "Deixe entrar. Sua buceta está tão molhada, tão pronta. Aceite."
A máquina avançou mais, quinze centímetros, vinte, vinte e cinco. Dayse gemia continuamente, suas mãos agarrando os lençóis, o rosto contorcido entre dor e prazer. Ela nunca sentira algo tão grande, tão preenchedor.
"Trinta centímetros," Pierre anunciou, verificando a escala. "Vamos mais. Você pode aguentar. Você precisa aguentar para que a máquina funcione quando eu não estiver aqui."
Ele aumentou um pouco a velocidade. A madeira começou a se mover para dentro e para fora, uma bomba lenta e poderosa. Dayse gritou, não de dor, mas de uma excitação avassaladora. Ela sentia cada veia esculpida na madeira, cada centímetro daquele pau artificial rasgando-a e preenchendo-a.
"Papa! Papa, é demais! Estou... estou..."
"Goza, minha filha," Pierre ordenou, uma mão agora em seu próprio pau, masturbando-se enquanto observava a máquina foder Dayse. "Goza para o papa. Mostre como sua buceta goza neste pau de madeira."
Dayse perdeu o controle. Seu corpo convulsionou, a buceta apertando o cilindro de madeira em espasmos violentos. Ela gemia sem parar, uma cadência de prazer que preenchia o quarto. O orgasmo durou minutos, a máquina continuando seu trabalho enquanto ela tremia e se contorcia.
Quando finalmente parou, Pierre desligou o mecanismo. O cilindro parou no momento em que atingia a profundidade máxima, quarenta centímetros dentro de Dayse. Ela ofegava, o peito subindo e descendo, o suor cobrindo sua pele.
"Perfeito," Pierre disse, sorrindo. "A máquina funciona. Mas precisamos de mais testes. Muitos mais testes."
Ele se deitou na cama ao lado da filha, ainda duro, ainda pronto. Dayse olhou para ele, a vergonha completamente substituída por um desejo faminto. Ela sabia que aquela era apenas a primeira vez de muitas. Que sua vida naquela casa tímida e silenciosa nunca mais seria a mesma.
E enquanto a máquina de madeira permanecia enterrada nela, Dayse sorriu pela primeira vez em meses, sentindo-se finalmente em casa em seu próprio corpo, em sua própria pele, em sua própria sexualidade recém-descoberta.
Na semana seguinte à instalação da máquina de madeira, algo mudou na dinâmica da casa. Marie havia notado a transformação na filha — Dayse parecia mais relaxada, mais confiante, caminhando pela casa com um brilho diferente nos olhos. A mãe nudista sorria para si mesma, reconhecendo os sinais de uma jovem que finalmente descobrira seu próprio prazer.
Uma tarde, Marie chamou Dayse para o quarto do casal. Sobre a cama estava uma coleção impressionante de brinquedos sexuais, todos em tons de rosa e roxo, alguns transparentes, outros de silicone médico da mais alta qualidade.
"Ma chérie, seu pai me contou sobre a máquina," Marie disse com um sorriso maternal, apesar da natureza da conversa. "Mas você precisa de variedade. O corpo precisa de diferentes estímulos."
Ela apontou para os itens um por um. "Bolas de exercício de Kegel — fortalecem seus músculos internos. Dildos de diferentes tamanhos, desde este pequeno de quinze centímetros até este monstro de trinta. Gel lubrificante à base de água, muito importante. E este plug anal..."
Dayse sentiu o rosto corar, mas seus olhos brilhavam de curiosidade. Ela pegou um dos dildos, sentindo o peso do silicone realístico em suas mãos.
"Mas isto aqui," Marie continuou, pegando um cinto de couro preto com um dildo duplo acoplado, "é o mais especial. Era meu quando eu era mais jovem, antes de conhecer seu pai. É um strapon de dupla penetração. Uma parte entra em quem usa, a outra em quem recebe."
Dayse olhou para o objeto, para as duas pontas — uma curvada para dentro, outra erecta para fora. Era intimidador e excitante ao mesmo tempo.
"Eu... eu não sei como usar," a jovem admitiu.
Marie riu, um som suave e melodioso. "Não se preocupe, minha filha. Eu vou te ensinar. Tudo que uma mulher precisa saber sobre outra mulher. Esta noite, venha para o meu quarto. Vamos ter uma aula particular."
O dia passou em uma agonia de antecipação para Dayse. Ela tentou estudar, tentou ler, mas sua mente voltava constantemente para a imagem da mãe segurando o strapon, para a promessa daquela noite.
Quando a escuridão finalmente caiu sobre a casa, Dayse ouviu os passos do pai descendo as escadas — ele havia mencionado que passaria a noite na oficina, terminando um projeto urgente. A casa estava silenciosa, exceto pelo som de sua própria respiração acelerada.
Ela se levantou, vestindo apenas uma camisola fina de algodão branco, e caminhou pelo corredor até o quarto dos pais. A porta estava entreaberta, uma luz suave filtrando-se pelo vão.
Dayse empurrou a porta, e o ar parou em seus pulmões.
Marie estava em pé no centro do quarto, completamente nua como sempre, mas desta vez havia uma intenção deliberada em sua postura. Seu corpo era uma obra-prima da feminilidade madura — seios grandes e pesados com mamilos escuros e erectos, cintura definida, quadris largos. E entre as pernas, sua buceta era uma visão deslumbrante.
Era enorme, majestosa, com lábios internos carnudos e proeminentes que escorregavam para fora dos lábios externos, brilhando com a umidade natural. O clitóris era visível, uma pérola rosada pulsante no topo daquele vale de carne. E escorria — um fio translúcido de excitação descia pela coxa interna da mãe, prova de seu desejo.
"Feche a porta, Dayse," Marie ordenou suavemente, segurando o strapon já acoplado em sua cintura. O dildo externo era imenso, vinte centímetros de silicone negro brilhante, grosso e realístico. A outra extremidade desaparecia dentro da própria buceta de Marie, que gemeu baixinho ao apertar as coxas. "Venha para a mamãe."
Dayse obedeceu, aproximando-se em transe. Ela podia sentir o cheiro — aquele perfume feminino intenso e adocicado que emanava da mãe em ondas.
"Você é tão linda, minha filha," Marie sussurrou, tocando o rosto de Dayse com ternura. "Tão jovem, tão fresca. Deixe-me mostrar como uma mulher faz amor com outra. Tire essa camisola."
Dayse levantou as mãos tremulas e removeu a única peça de roupa. Ela estava nua diante da mãe, vulnerável e exposta.
"Vire-se, ma chérie. De quatro na cama. Mostre sua buceta para a mamãe."
Dayse subiu na cama grande e fez o que foi ordenado. Ela apoiou-se nos cotovelos, levantando o traseiro no ar, as pernas ligeiramente abertas. Ela sentia o ar frio na entrada de sua buceta, sentia como estava molhada, como seus lábios já se separavam em expectativa.
"Oh, que visão," Marie gemeu, subindo na cama atrás da filha. Ela colocou as mãos nas nádegas de Dayse, massageando a carne macia, abrindo-as levemente para ver tudo. "Tão perfeita. Tão rosada. E tão molhada, minha filha. Você quer isto, não quer?"
"Sim, mamãe," Dayse suspirou, a voz abafada pelo travesseiro. "Por favor..."
Marie posicionou-se, alinhando a ponta do strapon com a entrada da filha. Ela era gentil, mas firme — uma mãe ensinando, uma amante guiando. A ponta do silicone tocou os lábios de Dayse, deslizando facilmente devido à umidade abundante.
"Vou entrar agora, meu amor," Marie avisou, sua voz embargada pelo próprio prazer — a extremidade interna do strapon pressionava seu ponto G a cada movimento. "Relaxe. Deixe a mamãe entrar. Deixe-me fazer você sentir o que é ser amada por uma mulher."
Ela empurrou para frente, lenta e constantemente. Dayse gritou, não de dor, mas de uma plenitude avassaladora. O strapon era grosso, mais grosso que qualquer coisa que ela experimentara, preenchendo-a completamente, esticando seus músculos internos de forma deliciosa.
"Oh! Oh, mamãe! É... é tão grande!"
"Eu sei, meu amor," Marie sussurrou, inclinando-se para beijar as costas da filha enquanto continuava a avançar. "Eu sei. Mas você pode aguentar. Você foi feita para isto. Tome tudo, Dayse. Tome todo o pau da mamãe."
Ela finalmente encostou as coxas nas nádegas da filha, completamente enterrada. Dayse ofegava, sentindo o strapon pulsando dentro dela, sentindo cada veia esculpida no silicone pressionando suas paredes internas.
Agora Marie começou a se mover. Movimentos longos e profundos, quase saindo completamente antes de entrar novamente até a base. Ela estabeleceu um ritmo, uma cadência de amor materno transformado em paixão física.
"Assim, minha filha," Marie gemia, suas mãos segurando firmemente os quadris de Dayse, puxando-a para cada socada. "Assim que você precisa. Forte. Profundo. Sem piedade. É assim que as mulheres fazem amor. É assim que você deve fazer com suas amantes, com seus amantes futuros."
Dayse não conseguia falar. Ela só conseguia gemer, uma melodia contínua de prazer que subia e descia conforme o strapon atingia pontos profundos dentro dela, lugares que ela nem sabia que existiam. A fricção contra seu clitóris, a pressão interna, o som das coxas da mãe batendo contra seu traseiro — tudo se combinava em uma sinfonia de sensações.
"Goza para mim, Dayse," Marie ordenou, aumentando o ritmo, socando com mais força, mais profundidade. "Goza na pica da mamãe. Mostre-me como sua buceta goza. Deixe-me sentir você apertando."
Dayse perdeu o controle. Seu orgasmo foi explosivo, uma onda de prazer que partiu de seu centro e irradiou por todo o corpo. Ela gritou, uma nota alta e clara, enquanto sua buceta convulsionava ao redor do strapon, apertando em espasmos rítmicos.
Marie não parou. Ela continuou a bombear, usando o strapon para prolongar o orgasmo da filha, empurrando-a de um pico para outro. Ela mesma estava próxima — a extremidade interna do brinquedo massageava seu próprio ponto G a cada movimento.
"Novamente, meu amor," Marie gemeu. "Goza novamente. Para a mamãe. Vamos gozar juntas."
E elas gozaram. Marie soltou um grito abafado, suas coxas tremendo enquanto seu próprio orgasmo a atravessava. Ela se inclinou para frente, pressionando o peito nas costas de Dayse, ambas ofegantes, ambas tremendo, unidas pelo strapon que ainda as penetrava.
Quando os espasmos finalmente cessaram, Marie não retirou o brinquedo. Ela se deitou ao lado da filha, puxando Dayse para si, mantendo o strapon profundamente alojado na jovem. Elas ficaram de lado, colheradas, o braço de Marie envolvendo Dayse em um abraço protetor e possessivo.
"Dorme assim, minha filha," Marie sussurrou no ouvido de Dayse, beijando seu pescoço suado. "Com a mamãe dentro de você. Sempre dentro de você."
Dayse adormeceu quase instantaneamente, sentindo-se mais segura e amada do que nunca em sua vida. O strapon permaneceu onde estava, uma ponte física entre mãe e filha, enquanto a respiração de ambas se acalmava e a noite avançava.

A manhã chegou com raios de sol dourado entrando pelas cortinas. Pierre subiu as escadas silenciosamente, voltando da oficina onde dormira algumas horas. Ele pretendia tomar um banho rápido antes de preparar o café da manhã.
Ao passar pelo quarto do casal, a porta entreaberta chamou sua atenção. Ele espiou por curiosidade, e seu coração parou.
A cena diante dele era a coisa mais erótica que ele já testemunhou. Sua esposa e sua filha estavam abraçadas na cama, ambas nua, ambas adormecidas. E o strapon — seu strapon antigo que Marie guardava há anos — ainda unia as duas, visível entre as pernas entrelaçadas de mãe e filha.
Marie acordou primeiro, sentindo a presença do marido. Ela sorriu preguiçosamente, não soltando Dayse, fazendo um sinal para Pierre entrar silenciosamente.
Ele entrou, pau já erecto, observando fascinado enquanto a esposa acordava a filha com beijos suaves no pescoço.
"Dayse, meu amor," Marie sussurrou. "O papa está aqui. Ele viu como a mamãe te amou."
Dayse abriu os olhos, confusa por um momento, depois lembrando onde estava, o que acontecera. Ela viu o pai, viu sua ereção, e em vez de vergonha, sentiu apenas um desejo renovado.
"Ele quer ver," Marie continuou, sua mão deslizando para o clitóris da filha, massageando-o suavemente. "Ele quer ver sua buceta apertando o strapon da mamãe. Mostre para ele, Dayse. Mostre como você é uma boa garota."
Ela começou a mover os quadris lentamente, fazendo o strapon deslizar para dentro e para fora da filha ainda meio adormecida. Dayse gemeu, pressionando o traseiro contra a mãe, querendo mais.
Pierre se aproximou da cama, seu pau na mão, masturbando-se enquanto observava a esposa foder a filha com tanta ternura, com tanto amor. Não havia brutalidade na cena — apenas uma conexão profunda, uma educação sexual que transcendia o tabu.
"Ela é tão apertada, Pierre," Marie gemeu, olhando para o marido com olhos brilhantes de luxúria. "Tão quente. Tão perfeita. Venha mais perto, meu amor. Deixe ela te tocar enquanto eu a amo."
Pierre subiu na cama, posicionando-se à frente de Dayse. Ela olhou para ele, para seu pau pulsante, e abriu a boca em um convite silencioso.
"Sim, minha filha," Pierre sussurrou, guiando-se para seus lábios. "Chupe o papa enquanto a mamãe te fode. Seja nossa boa garota."
Dayse aceitou-o em sua boca, saboreando o gosto salgado, enquanto Marie aumentava o ritmo por trás, socando com mais força, mais profundidade. A cama rangeu, os gemidos preencheram o quarto — três corpos unidos em uma dança de amor familiar que duraria a manhã toda.
E quando Dayse gozou novamente, a boca cheia do pai, a buceta cheia da mãe, ela soube que finalmente encontrara seu lugar no mundo — entre os braços daqueles que a amavam completamente, sem reservas, sem vergonha, para sempre.


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Ficha do conto

Foto Perfil doidapordildo
doidapordildo

Nome do conto:
Pai fabrica um fucking machine de madeira para a filha

Codigo do conto:
273811

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/10/2026

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