O avião havia pousado em Incheon há apenas dois dias, mas Jinwoo já sentia a pele formigar com a umidade característica da Coreia do Sul. Ao lado dele, sua filha Isabella — agora com seus vinte e poucos anos, curvas firmes de mulher feita e cabelos escuros que caíam como uma cachoeira pelas costas — ajustava a mochila enquanto observava a cidade passar pelas janelas do carro do tio. — Seu tio Minjae disse que temos que conhecer um lugar especial hoje — Jinwoo comentou, virando-se para a filha no banco de trás. — Disse que é tradição da família, toda semana ele vai lá. Isabella arqueou uma sobrancelha, ainda meio sonolenta do jet lag. — Que lugar, pai? — Um tipo de clube social, de banhos. Muito tradicional aqui. Ela trocou um olhar com a prima Sooyoung, que riu baixinho no banco da frente. Sooyoung tinha aquele jeito descontraído das coreanas que cresceram entre dois mundos — o tradicional e o moderno. Seus olhos amendoados brilharam no retrovisor. — Vocês vão adorar, Bella — Sooyoung disse, a voz melosa. — É... relaxante. Muito natural. O carro parou em um prédio discreto, de madeira escura e linhas limpas. Jinwoo pagou a entrada para toda a família — ele, Isabella, Minjae, Sooyoung e a esposa de Minjae, Hana. O saguão era minimalista, iluminado por luzes âmbar que criavam sombras suaves nas paredes de pedra. Foi quando entraram nos vestiários que Isabella congelou. Toda a família estava se despindo. Sem pudor, sem hesitação. Minjae tirou a camisa polo revelando o peito musculoso, barriga definida. Hana deslizou a calça jeans por coxas grossas, deixando exposto o bush escuro entre as pernas. Mas foi Sooyoung que fez Isabella engasgar — a prima, de vinte e poucos anos também, tirou o vestido de uma vez só, seios firmes saltando livres, mamilos rosados contra a pele pálida, e depois a calcinha, revelando a vulva completamente depilada. — O que... — Isabella sussurrou, sentindo o rosto queimar. Jinwoo também hesitou, mãos no cós da calça. — Isso é normal aqui? — ele perguntou a Minjae, tentando não olhar para a sobrinha nua que estava esticando os braços como se estivesse sozinha em casa. Minjae riu, já completamente nu, seu pênis grosso e pesado balançando entre as coxas. — Ah, hyung, você esqueceu como é a Coreia? Somos naturalistas aqui. O corpo é natural. — Ele bateu no ombro do irmão. — Vamos, não seja tímido. Sua filha também. Isabella olhou para o pai, olhos arregalados. — Pai, eu não sei se... — É tradição, filha — Jinwoo disse, embora sua voz traísse a insegurança. — Estamos na Coreia. Respeitamos as tradições. Ele se despiu primeiro. Isabella viu o pai tirar a camisa, revelando o peito ainda firme para um homem de quase cinquenta, abdômen saliente de quem cuidava da forma. Depois as calças. E então a cueca. Quando ele se virou, Isabella sentiu o estômago revirar — o pênis do pai era imenso, mesmo flácido. Grosso, longo, pesado entre as pernas musculosas, a cabeça rosada parcialmente coberta pelo prepúcio, veias grossas subindo pelo eixo. Ela desviou o olhar rapidamente, mas a imagem já estava gravada. Engoliu em seco, sentindo uma umidade estranha entre as próprias pernas que não tinha nada a ver com o calor. — Vamos, Bella — Sooyoung chamou, já enrolada em uma toalha pequena que mal cobria nada. — Você vai se acostumar. Isabella se despiu com mãos trêmulas. Tirou a blusa, os seios médios e firmes ficando expostos, mamilos endurecidos não só pelo ar frio. Depois a saia, a calcinha. Ela tentou cobrir-se com as mãos, mas Hana riu gentilmente. — Não, não, querida. Aqui somos livres. — A tia tirou as mãos dela, revelando o bush escuro e triangular de Isabella. — Bonito. Natural. Venha. Eles atravessaram corredores de pedra até as piscinas termais. O vapor subia em colunas densas, criando uma atmosfera etérea. E lá dentro, Isabella viu dezenas de pessoas — famílias inteiras, pais e filhas, avós e netos — todos nus, flutuando em águas esverdeadas e fumegantes. Uma mulher de quarenta anos passou por ela, seios balançando, mão segurando a de um homem que devia ser seu pai, ambos completamente despidos. Uma jovem sentada na borda da piscina tinha as pernas abertas enquanto uma mulher mais velha — provavelmente a mãe — esfregava suas costas, a vagina da jovem completamente exposta para quem quisesse ver. Isabella sentiu as pernas tremerem. — Pai — ela sussurrou, agarrando o braço de Jinwoo. — Isso é... muito estranho. Todo mundo está... exposto. Jinwoo também parecia abalado, mas tentava manter a compostura. Seu pênis balançava pesadamente enquanto ele caminhava. — É a cultura deles, filha. Naturalismo. O corpo não é vergonha aqui. Eles entraram na água quente juntos. Isabella gemeu baixinho quando o calor envolveu seu corpo, relaxando músculos que não sabia que estavam tensos. A água chegava até a cintura quando em pé, mas quando sentaram nos degraus internos, subia até os ombros. Ficaram ali, os cinco, em um canto mais isolado da piscina. O vapor tornava tudo etéreo, onírico. Isabella estava entre o pai e Sooyoung, Hana do outro lado de Minjae. — Relaxa, prima — Sooyoung sussurrou, sua voz suave como seda. — Aqui é libertador. Você vai ver. Foi então que Isabella notou. Minjae tinha pego Sooyoung pelo braço e a puxado suavemente para seu colo. A prima sentou-se nas pernas do pai, de costas para ele, completamente despreocupada. Mas o que fez Isabella parar de respirar foi quando Minjae começou a esfregar as mãos com sabão — havia uma borda de pedra com sabonetes líquidos — e começou a passar nas costas da filha. Mas não parou nas costas. Suas mãos deslizaram pelos ombros, descendo pelos braços, e então subiram novamente, alcançando os seios de Sooyoung por trás. Ele os segurou, massageando, esfregando os mamilos entre os dedos. Sooyoung gemeu baixinho, jogando a cabeça para trás contra o ombro do pai, olhos fechados. — Isso... — Isabella começou, sentindo o coração disparar. — Shhh — Sooyoung abriu os olhos, olhando diretamente para Isabella, um sorriso preguiçoso nos lábios. — Aqui é normal, prima. Famílias se tocam. Se amam. Minjae continuava a massagem, mas agora uma mão descia, passando pela barriga lisa de Sooyoung, descendo, descendo... Isabella viu quando os dedos do tio desapareceram entre as pernas da prima, sob a água. Sooyoung arqueou as costas, gemendo mais alto dessa vez. — Pai... — ela suspirou, e não era um pedido para parar. Isabella olhou para Jinwoo, desesperada. Seu pai também estava observando, os olhos escuros, pesados. Ela notou — com um choque elétrico — que o pênis dele estava crescendo. A água não escondia nada agora; ele estava semi-ereto, a cabeça começando a emergir do prepúcio, rosada e brilhante. — Pai? — ela sussurrou, a voz trêmula. Jinwoo olhou para ela, e havia algo diferente em seus olhos. Algo faminto. — É... é como eles dizem, Bella. Natural. — Ele engoliu em seco. — Você está tão bonita assim. Tão... livre. Do outro lado, Minjae tinha levantado Sooyoung um pouco, ajustando-a em seu colo. Isabella viu, com clareza chocante, quando o pênis grosso do tio emergiu da água, completamente ereto agora, uma haste escura e pesada, a cabeça bulbosa e brilhante. Ele a posicionou sobre si, e Sooyoung desceu, recebendo-o dentro de si com um suspiro longo e rouco. — Ahh... sim, papai — Sooyoung gemeu, movendo os quadris em círculos lentos. A água da piscina escondia parcialmente, mas Isabella podia ver. Podia ver a haste do tio entrando e saindo, as bolas pesadas batendo suavemente, o jeito que Sooyoung se abria para ele, aceitando tudo. Era sexo. Sexo explícito, na frente de todos, e ninguém parecia se importar. Hana, a mãe, estava sentada ao lado, observando com um sorriso maternal, uma mão entre suas próprias pernas, dedos circulando lentamente no clitóris. — Bonito, não é? — ela perguntou a Isabella, como se estivesse comentando sobre o tempo. — Eles têm uma conexão especial. Isabella sentiu a boca seca. Ela deveria sentir nojo, repulsa. Mas o que sentia era calor. Um calor intenso entre as pernas, uma pulsação que batia em sincronia com os movimentos de Sooyoung. Ela olhou para o pai novamente. Jinwoo estava olhando para ela, para seus seios que emergiam da água, para o triângulo escuro entre suas pernas. — Você quer... — Jinwoo começou, a voz rouca. — Hyung — Minjae interrompeu, ainda socando a filha com movimentos firmes, a água espirrando suavemente. — Mostre à sua filha. É tradição. Ensine-a. Isabella olhou nos olhos do pai. Havia uma pergunta ali. Uma pergunta antiga, proibida, mas agora liberada pelo vapor, pela água quente, pela atmosfera surreal daquele lugar. Ela assentiu. Um movimento mínimo, mas suficiente. Jinwoo se moveu na água, aproximando-se. Seu pênis agora estava completamente ereto, uma imensidão de carne que fazia Isabella arregalar os olhos. Ele era maior do que ela imaginava, do que qualquer homem que ela já tinha visto. A cabeça era enorme, escura, com um brilho de precum já escorrendo pelo eixo. — Minha filha — Jinwoo sussurrou, pegando-a pela cintura e puxando-a para seu colo, igual Minjae tinha feito com Sooyoung. Isabella sentiu o calor rígido do pai pressionando contra suas nádegas quando ela sentou em suas coxas. Ela estava tremendo, não de frio, mas de antecipação. Ao lado, Sooyoung gemia agora em ritmo constante, o tio socando mais forte, as mãos segurando os seios da filha com força. — Olhe para ela — Jinwoo sussurrou no ouvido de Isabella, sua barba por fazer arranhando suavemente. — Olhe como ela ama. Como ela recebe. Isabella olhou. Sooyoung tinha os olhos revirados, a boca aberta, gemidos altos escapando. Minjae a penetrava profundamente agora, cada soco levantando água, o som de pele batendo em pele misturando-se com o vapor. — Pai... — Isabella suspirou, sentindo-se derreter. Jinwoo ajustou sua posição, e ela sentiu. A cabeça imensa pressionando sua entrada, quente, molhada, impossivelmente grande. Ele empurrou devagar, muito devagar, e Isabella gritou baixinho, as paredes se esticando para acomodar aquela invasão. — Shhh, meu amor — Jinwoo sussurrou, mãos subindo para segurar seus seios, dedos encontrando os mamilos e torcendo suavemente. — Deixe-me. Deixe seu pai te ensinar. Ele entrou mais, e mais, e Isabella sentiu como se estivesse sendo dividida ao meio, mas de um jeito bom, de um jeito que fazia suas unhas cravarem nos braços dele. Quando ele estava completamente dentro, ela sentiu as bolas dele pressionando suas nádegas, o pênis pulsando em seu ventre. — Tão apertada — Jinwoo gemeu, a testa encostada em seu ombro. — Minha filha, tão perfeita. Eles começaram a se mover. Jinwoo levantava Isabella e a puxava para baixo, criando um ritmo lento, profundo. A água da piscina balançava em ondas suaves, o vapor envolvendo-os como um véu. Isabella olhou para baixo, viu o peito do pai pressionado em suas costas, seus braços musculosos ao redor dela, e mais além, viu Sooyoung sendo fodida com força agora, Minjae socando sem piedade, Hana se masturbando ao lado, gemendo também. — Gostoso, filha? — Jinwoo perguntou, a voz embargada. — Sim — Isabella suspirou, sentindo o orgasmo construir-se como uma onda. — Sim, pai, gostoso, tão gostoso... — Olhe para sua prima — ele ordenou, e Isabella obedeceu. Sooyoung estava gozando. O rosto contorcido em prazer, o corpo convulsionando, a boca aberta em um silêncio de êxtase. Minjae a segurava firme, continuando a meter, prolongando seu orgasmo. Isabella viu quando ele puxou para fora, gozando na água, fios brancos misturando-se com o vapor. — Agora você — Jinwoo sussurrou, uma mão descendo entre as pernas de Isabella, encontrando seu clitóris inchado, esfregando em círculos. — Goze para o pai, filha. Mostre-me como você goza. Isabella não conseguiria segurar mesmo se quisesse. O dedo dele no clitóris, o pênis enorme enfiado profundo, o calor da água, a visão da família toda em depravação... Ela explodiu. O orgasmo a atingiu como um trovão, fazendo-a arquear as costas, gritar alto, não importando quem ouvia. Ela apertou-se em volta do pai, sentindo cada pulsação, cada centímetro dele dentro de si. — Isso, meu amor — Jinwoo gemeu, sentindo-a contrair. — Tome, filha. Tome tudo do pai. Ele começou a meter com força agora, verdadeiras estocadas que levantavam água, o som de pele batendo em pele ecoando. Isabella foi tomada por outro orgasmo, e outro, uma cadeia infinita de prazer. Ela sentiu quando ele engrossou, quando as bolas se contraíram, quando ele enterrou-se até a base e soltou um gemido animal. — Estou gozando! — ele gritou, sem pudor. — Na minha filha! Dentro da minha filha! Isabella sentiu. O calor intenso, os jatos grossos enchendo-a, escorrendo para fora quando ele continuava a socar, misturando-se com a água da piscina. Ela olhou para baixo, viu a água turva ao redor deles, prova de sua união proibida. Quando Jinwoo finalmente parou, ofegante, ele não a soltou. Manteve-a em seu colo, o pênis ainda duro dentro dela, encolhendo lentamente. Eles ficaram ali, abraçados, enquanto ao lado, Hana se aproximava de Minjae, beijando-o profundamente, saboreando o sexo dele na boca da filha. — Bem-vinda à família — Sooyoung sussurrou, flutuando na água ao lado deles, a pele corada, os olhos brilhantes. — Agora você é uma de nós, prima. Uma verdadeira filha das águas termais. Isabella descansou a cabeça no ombro do pai, sentindo-o ainda pulsando dentro dela. Ela olhou ao redor — outras famílias se tocavam, se amavam, pais e filhos unidos naquele vapor sagrado. Não havia vergonha ali. Apenas amor. Amor e prazer, livres como a água que os envolvia. — Obrigada, pai — ela sussurrou, virando o rosto para beijá-lo, profundamente, língua entrando em sua boca. — Obrigada por me ensinar a tradição. Jinwoo sorriu contra seus lábios, as mãos ainda em seus seios. — Todas as semanas, filha. Prometo. Todas as semanas. E naquela água quente, entre o vapor e os gemidos de dezenas de famílias que compartilhavam o mesmo amor proibido, Isabella soube que tinha encontrado seu lugar. Sua verdade. Sua família. Eles saíram da água quente, corpos brilhando com vapor e excitação. O clube oferecia uma área de descanso com cadeiras largas de madeira polida, almofadas de seda oriental, e uma privacidade relativa criada por biombos de bambu que deixavam entrever, mas não expunham totalmente. Jinwoo e Minjae lideraram o caminho, seus pênis ainda semi-eretos balançando pesadamente entre as pernas, gotas de água escorrendo pelos pelos pubianos escuros. Isabella seguia atrás, sentindo a umidade entre as pernas misturada com o sêmen do pai que ainda escorria lentamente. Ao lado dela, Sooyoung caminhava com descontraíção, os seios firmes balançando a cada passo, a vulva rosada e inchada de tanto uso exposta sem pudor. As duas primas trocaram olhares — Sooyoung tinha aquele brilho malicioso nos olhos, um sorriso de canto de boca que dizia "você vai ver". Sentaram-se nas cadeiras dispostas em semicírculo. Jinwoo e Minjae ocuparam as poltronas centrais, enquanto Isabella e Sooyoung sentaram-se nos braços das cadeiras, uma de cada lado. O vapor subia ainda do chão aquecido, criando uma atmosfera de sonho erótico. Minjae esticou as pernas, seu pênis coreano — grosso, escuro, com a cabeça bulbosa ainda brilhando de excitação — descansando pesado em sua coxa. Ele olhou para Jinwoo com um sorriso conhecedor. — Hyung — Minjae começou, a voz grave ecoando suavemente no espaço aberto. — Sua filha é deliciosa. Vi como ela se abriu para você. Como ela gemeu. Jinwoo assentiu, a mão descansando casualmente no próprio membro, que crescia novamente sob o toque. — Isabella é... especial. Mas Sooyoung... — ele olhou para a sobrinha, que retribuiu com um olhar provocante. — Ela é uma profissional. Faz isso há anos, não é, sobrinha? Sooyoung riu, uma risada gutural de mulher que conhece seu poder. — Desde que completei dezoito anos, tio Jinwoo. Papai me ensinou tudo. — Ela passou a mão pelo próprio seio, pinçando o mamilo endurecido. — Todas as semanas, religiosamente. Minha bucetinha é dele antes de ser de qualquer outro. Minjae sorriu com orgulho, acariciando o próprio pau que endurecia rapidamente. — Veja, hyung, minha filha sabe o lugar dela. Mas... — ele olhou para Isabella, avaliando, os olhos escurecendo de desejo. — Sua filha tem um ar de inocência que excita. Aquela carinha de surpresa quando você entrou nela... — ele gemeu baixinho, imaginando. — Delicioso. Isabella sentiu o rosto queimar, mas entre as pernas, a excitação pulsava. Ela olhou para o pai, confusa, excitada, assustada. O que eles estavam sugerindo? Jinwoo parecia pensativo, observando Sooyoung com olhos famintos. Sua filha tinha razão — a prima era uma tentação ambulante, aquela pele pálida, aqueles seios perfeitos, aquela vagina que ele vira receber o irmão com tanta facilidade. — O que você está sugerindo, irmão? — Jinwoo perguntou, embora já soubesse a resposta. Minjae se inclinou para frente, o pênis agora completamente ereto, apontando para o teto como uma lança escura. — Troquemos. Deixe-me usar sua filha. E você... — ele gesticulou para Sooyoung, que já se movia em direção ao tio. — ...pode usar a minha. Minha filha adora um pau novo. Não é, filha? Sooyoung já estava de pé, caminhando em direção a Jinwoo com passos de predadora. — Adoro, papai. Especialmente um tão grande quanto o do tio Jinwoo. — Ela olhou para Isabella, aquele sorriso safado nos lábios. — Não se preocupe, prima. Meu pai é gentil... no começo. Isabella arregalou os olhos. Ela tinha visto isso em sites pornôs, claro — troca de filhas, famílias se compartilhando — mas pensou que era apenas fantasia, algo para excitar em frente ao computador, não na vida real. E agora, aqui, na Coreia, naquele clube de banhos... — Pai? — ela sussurrou, a voz trêmula. Jinwoo olhou para a filha, e havia uma pergunta em seus olhos. Ele queria saber se ela aceitaria. Se ela queria. E havia algo mais — o desejo de provar outra carne, de sentir aquela sobrinha apertada que vira sendo fodida com tanta voracidade. — Você quer, filha? — Jinwoo perguntou, a voz rouca. — É só se você quiser. Mas... — ele olhou para Sooyoung, que já se ajoelhava entre suas pernas, mãos subindo pelas coxas. — Seria uma experiência. E todos aqui já te viram nua. Já te viram comigo. Não há vergonha aqui. Isabella olhou ao redor. O clube tinha outras pessoas — famílias, casais, grupos — e muitos estavam observando. Uma família sentada não muito longe, pais e duas filhas, todos nus, todos com olhares curiosos e excitados. Uma mulher idosa massageava os seios enquanto observava, ao lado de um homem que se masturbava lentamente. Ela olhou para Minjae. O tio estava sorrindo, uma mão envolvendo seu próprio pau enorme, acariciando de base à ponta. Ele era ligeiramente menor que o pai, mas mais grosso, as veias saltadas em relevo, a cabeça escura e brilhante. — Todos já viram você, sim — Minjae disse, a voz sedosa. — Viram sua bucetinha vermelhinha, inchada do banho quente, do seu pai ter fodido você. — Ele lambeu os lábios. — Deixe-me provar. Deixe-me sentir como é estar dentro da sobrinha brasileira. Isabella sentiu as pernas tremerem. A ideia era proibida, suja, perversa. Mas seu corpo queimava. Ela assentiu, um movimento mínimo da cabeça. — Sim — ela sussurrou. — Sim, tio. Minjae riu, um som de triunfo masculino. Ele se levantou, o pênis balançando pesadamente, e caminhou em direção a Isabella. Ao mesmo tempo, Sooyoung já tinha a boca cheia do tio Jinwoo, chupando com entusiasmo, fazendo o homem gemer alto. — Deite-se na cadeira, sobrinha — Minjae ordenou, e Isabella obedeceu. A cadeira era larga, confortável, revestida de toalhas macias. Ela deitou de costas, as pernas naturalmente se abrindo. Minjae se ajoelhou entre suas coxas, olhando para sua vagina exposta — vermelha, inchada, escorrendo o sêmen do irmão misturado com seu próprio creme. — Bonita — ele elogiou, passando os dedos pela fenda, espalhando os líquidos. — Tão molhada. Tão pronta. Ele se posicionou, a cabeça grossa pressionando a entrada de Isabella. Ela gritou quando ele empurrou, não tão gentil quanto o pai, mas direto, profundo, preenchendo-a completamente em uma só estocada. — Ahh! Tio! — ela gritou, as mãos agarrando os braços da cadeira. — Isso, grita — Minjae sibilou, começando a meter com força. — Grita para todos ouvirem como você gosta da rola do tio. Ao lado, Jinwoo tinha levantado Sooyoung e a colocado de quatro na cadeira vizinha. Ele entrou nela por trás, sem cerimônia, seu pau enorme desaparecendo na buceta da sobrinha que parecia apertada mas recebeu tudo com um gemido de prazer. — Tão apertada! — Jinwoo gemeu, socando com força. — Sooyoung, sua putinha, toma o tio! As duas cadeiras ficaram lado a lado, os dois casais — irmão e filha, tio e sobrinha — transando abertamente, sem barreiras, sem vergonha. O som de pele batendo em pele, de gemidos, de líquidos sendo espalhados, ecoava pelo salão. E então Isabella notou que não estavam sozinhos em sua exibição. Uma família se aproximou — eram de Angola, pele negra brilhante, corpos esculturais. O pai, um homem de talvez cinquenta anos, musculoso, com um pênis que fez Isabella arregalar os olhos. Era monstruoso, não apenas longo mas incrivelmente grosso, pendendo entre as pernas como um terceiro braço, a cabeça do tamanho de um punho fechado. Ao lado dele, uma filha — jovem, talvez um pouco mais velha que Isabella, corpo escultural, seios grandes e firmes, coxas grossas. Ela olhava para o pai com olhos de adoração, e depois para Isabella e Sooyoung sendo fodidas, com inveja e excitação. — Olhe, papai — a filha angolana sussurrou, apontando. — Que família linda. Que amor. O angolano riu, a voz profunda como trovão. — Sim, filha. Vemos isso aqui às vezes. Famílias que se amam de verdade. — Ele olhou para Isabella, avaliando, e seu pau começou a crescer. Isabella não acreditou — ele ficava maior, e maior, e maior, até alcançar um tamanho que ela calculou ser uns quarenta e cinco centímetros ereto, uma coisa impossível, mas real ali, pulsando na mão dele. — Nunca fizemos isso, pai — a filha angolana disse, a voz trêmula de desejo. — Nunca... você e eu... O homem olhou para a filha, e havia uma pergunta em seus olhos. A filha assentiu, desesperada, olhando para aquele monstro entre as pernas do pai. — Então vamos aprender com eles — o angolano disse. — Deite-se ao lado da brasileira. Vamos mostrar como uma família africana faz amor. A filha se deitou na cadeira ao lado de Isabella, as duas praticamente se tocando. O angolano se posicionou entre as pernas da filha, e Isabella viu o momento exato em que aquela cabeça monstruosa tentou entrar na jovem. A filha gritou, um som de dor e êxtase, as pernas abrindo-se ao máximo. — Papai! É grande demais! — ela choramingou, mas empurrava os quadris para cima, querendo mais. — Relaxa, filha — o angolano sibilou, empurrando devagar, centímetro por centímetro desaparecendo na filha. — Relaxa para papai. Deixa entrar. Isabella olhou para o lado, hipnotizada. Ela viu a barriga da angolana distender-se, a forma daquele pau monstruoso criando um relevo no ventre da jovem. Era violento, era intenso, era impossível, mas estava acontecendo. Do outro lado, Sooyoung olhava também, enquanto Jinwoo a fodia sem parar. — Meu Deus — Sooyoung sussurrou. — Olha o tamanho... Minjae, ainda metendo em Isabella, também observava. — Vamos competir, irmão africano? — ele desafiou, aumentando o ritmo. O angolano riu, já metade do pau dentro da filha, que gemia incontrolavelmente. — Sempre, amigo. Sempre. As duas famílias agora transavam lado a lado — Jinwoo e Sooyoung, Minjae e Isabella, o angolano e sua filha — uma sinfonia de incesto e prazer. Outras pessoas se aproximaram para ver — famílias inteiras, casais, jovens mulheres que se tocavam enquanto observavam. Duas garotas — jovens adultas, dezoito ou dezenove anos, peitos pequenos e firmes, corpos ainda em desenvolvimento — aproximaram-se das cadeiras, de joelhos, olhando com admiração. Uma delas tocou o próprio clitóris enquanto via Isabella sendo fodida pelo tio. — Que família linda — uma delas sussurrou. — Olha como elas amam seus pais... Isabella, no meio do êxtase, olhou para as jovens. Elas eram lindas, inocentes e corruptas ao mesmo tempo. Ela estendeu a mão, tocou o rosto de uma delas. — Venha — Isabella sussurrou. — Venha sentir o amor de família. A jovem gemeu, se aproximando, e Isabella a puxou para um beijo profundo, enquanto Minjae continuava a socar dentro dela, enquanto o angolano finalmente enterrava todo o pau monstruoso na filha, que gritava de prazer, enquanto Jinwoo gozava dentro de Sooyoung, enchendo-a de sêmen. O clube inteiro parecia respirar em sincronia, um orgasmo coletivo de famílias quebrando tabus, celebrando o amor mais proibido e mais puro. Isabella sentiu o orgasmo a atingir como um tsunami, e ela gritou, não importando mais quem ouvia, não importando que estavam sendo observadas por dezenas de pessoas. Ela era livre. Ela era puta. Ela era filha, sobrinha, amante. E naquele momento, na cadeira de descanso daquele clube coreano, ela era completamente, absolutamente, feliz.
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