As putarias de Adriana com seus dildos



Após enfiar a escova de dentes pela primeira vez, senti minha bocetinha piscando involuntariamente, as paredes internas contraídas em volta do objeto estranho. Comecei a enfiar bem devagar, sentindo as sensações estranhas dela abrindo meu cu pela primeira vez. Eu girava a escova para um lado e para o outro, explorando a nova sensação de plenitude, ia aos pouquinhos socando mais fundo para experimentar se tinha algum incômodo, só que quanto mais eu socava, mais me excitava e mais queria sentir aquela invasão estranha.
Já escorria líquido transparente pra fora da minha xota, pingando no chão do banheiro, quando tive que parar abruptamente ao ouvir passos no corredor. Minha mãe estava acordada. Escondi a escova rapidamente e notei a escova de dentes do meu pai no lavatório, mais grossinha que a minha, com cabo de borracha texturizada. Aquilo me deu um desejo terrível e imediato de experimentar naquela mesma noite.
Mais tarde, quando a casa dormia, lambuzei de creme dental minha própria escova e continuei a brincadeira no escuro do meu quarto. Voltei a socar ela no cuzinho e me masturbar freneticamente, sentindo a pressão do objeto estranho enquanto esfregava meu grelo com os dedos. Logo veio um delicioso orgasmo percorrendo meu ventre, uma onda quente de prazer que me fez tremer violentamente enquanto meu cuzinho piscava expulsando aquele objeto, deixando-me vazia e ofegante.
A partir daquela noite, Adriana, com seus vinte e um anos, tornou-se completamente viciada em masturbar-se com objetos do cotidiano. Como não tinha dinheiro para comprar dildos profissionais, ela desenvolveu um talento especial para transformar qualquer item em seu prazer. Sua coleção improvisada crescia a cada dia: escovas de diferentes espessuras, cabos de rodo, cabos de vassoura, pepinos, bananas, cenouras, garrafas de plástico vazias, e até o cabo de seu secador de cabelo.
Ela adorava a adrenalina de se masturbar em situações perigosas, quando a família estava por perto, dormindo ou na sala, sempre a um passo de ser descoberta. A tensão de quase ser pega aumentava seu tesão exponencialmente.
Uma noite de sexta-feira, seus pais tinham saído para jantar com amigos, e Adriana aproveitou para experimentar um pepino grande que encontrou na geladeira. Estava sentada na poltrona da sala de estar, completamente nua por baixo de uma camisola curta, com o pepino grosso atolado em sua xoxota até a metade, rebolando lentamente e sentindo a textura irregular da casca massageando suas paredes internas.
Quando ouviu o carro na garagem, entrou em pânico. Os pais chegaram mais cedo. Sem tempo para remover o objeto, ela teve que atolar o pepino todo de uma vez, sentindo-o deslizar profundamente até sumir completamente dentro dela, apenas a pontinha da base verde escapando entre seus lábios. Ela puxou a camisola rapidamente e sentou-se normalmente na poltrona, cruzando as pernas para esconder o volume, mas não conseguiu esconder completamente.
Seus pais entraram rindo, e ela teve que ficar ali com eles, fazendo conversa fiada sobre o jantar, enquanto o pepino enorme pressionava seu colo uterino e a fazia querer gemer a cada movimento. Ela apertava os músculos internos para segurar o objeto, sentindo-o escorregar perigosamente, o suor escorrendo pela testa enquanto fingia normalidade. Quando a mãe foi para a cozinha, o pai olhou para ela estranho, notando seu desconforto, mas não disse nada. Assim que pôde, ela foi ao banheiro e expeliu o pepino molhado, tremendo de alívio e excitação.
Adriana também desenvolveu o hábito de usar múltiplos objetos simultaneamente. Ela adorava enfiar duas ou três escovas ao mesmo tempo, uma em sua buceta e outras em seu ânus, sentindo-se completamente preenchida. Às vezes, usava uma escova grossa na xoxota, enquanto experimentava com o cabo fino de uma vassoura no cuzinho, ou o contrário. A sensação de dupla penetração caseira a deixava louca.
Quando seus pais perguntavam por que ela levava tantos objetos de limpeza para o quarto, ela inventava desculpas: estava organizando, queria limpar o armário, ou simplesmente deixava escondido debaixo da cama. Seu quarto virou uma espécie de arsenal sexual improvisado, com cabos de rodo e vassouras de diferentes tamanhos escondidos atrás da cômoda, esperando serem usados.
Sua obsessão chegou a um nível extremo quando ela começou a usar vegetais para sair de casa. Uma cenoura especialmente grossa, de uns vinte e dois centímetros, tornou-se sua companheira constante. Ela lubrificava a cenoura com saliva e a introduzia profundamente em sua xoxota antes de vestir a calcinha, segurando-a firmemente com os músculos pélvicos.
Foi assim para a faculdade várias vezes, sentada no ônibus com a cenoura atolada, sentindo cada solavanco da estrada mover o objeto dentro dela. Nas aulas, ela ficava com ela lá, concentrada tentando prestar atenção na professora enquanto sentia a pressão constante em seu útero. Às vezes, dormia com a cenoura ainda atolada, acordando molhada e excitada, o objeto morno e macio ainda dentro dela pela noite toda.
Certa tarde, ela estava sentada na mesa da cozinha fazendo lição de casa, quando seu pai entrou para pegar água. Ela estava usando uma saia curta e, distraída, esqueceu de fechar as pernas completamente. O pai notou imediatamente o volume estranho na virilha dela, a protuberância óbvia da cenoura grossa pressionando contra a calcinha fina. Ele parou por um segundo, olhou fixamente, e ela percebeu seu erro, cruzando as pernas rapidamente e corando intensamente. O pai não disse nada, mas ela notou que ele sabia, e isso a excitou ainda mais.
As férias chegaram trazendo uma novidade: sua prima Carla, de dezenove anos, viria passar duas semanas em sua casa. Adriana ficou nervosa com a presença extra, mas também curiosa. Na primeira noite, dividindo o quarto, ela notou Carla desperta na cama ao lado.
— Prima, posso te contar um segredo? — sussurrou Adriana no escuro.
— Claro, qual?
— Eu tenho um vício... estranho. E preciso da sua ajuda.
Adriana então revelou sua coleção de objetos escondidos, mostrando as escovas, o rodo, as cenouras guardadas em uma caixa de sapatos. Carla ficou chocada inicialmente, mas curiosa. Adriana decidiu ensinar sua prima naquela mesma noite, explicando como relaxar, como usar lubrificante natural, como introduzir objetos devagar. Ela mesma fez uma demonstração com uma escova média, gemendo baixinho enquanto sua prima observava fascinada.
Carla, hesitante no início, acabou experimentando com um cabo de pincel de maquiagem, e as duas passaram a madrugada se masturbando lado a lado, em silêncio, tentando não acordar a casa.
Uma noite, depois que todos dormiam, o pai de Adriana precisou entrar no quarto para pegar um remédio que guardava na gaveta. A porta estava entreaberta, e quando ele entrou, paralisou ao ver a cena gostosa demais: Adriana estava deitada de lado, apenas de calcinha branca fina, e ele podia ver claramente a forma alaranjada e irregular de uma cenoura enorme, de uns vinte e dois centímetros, atolada em sua xoxota, com a ponta verde escapando pela lateral da calcinha.
Ela dormia profundamente, um braço sobre o travesseiro, a respiração tranquila, enquanto o vegetal permanecia firmemente alojado em sua intimidade. O pai ficou parado por longos segundos, observando aquela visão obscena e excitante, sentindo seu pau endurecer instantaneamente na calça. Ele sabia que deveria sair, mas não conseguia tirar os olhos da filha dormindo com aquela cenoura grossa dentro dela, imaginando como ela conseguia segurar aquilo durante o sono.
Quando finalmente saiu, fechando a porta silenciosamente, ele foi direto para o banheiro se masturbar freneticamente, a imagem gravada em sua mente.
Na manhã seguinte, quando se encontraram na cozinha, houve um olhar de cumplicidade entre eles, uma comunicação silenciosa de que ele sabia, e que ela sabia que ele sabia, e que ambos estavam excitados com aquele segredo obsceno.
Adriana continuou sua vida de vício, sempre procurando novos objetos, novas situações de perigo, novas formas de sentir-se preenchida. Ela era uma jovem de vinte e um anos completamente viciada em penetração, que transformou sua casa em um playground sexual improvisado, onde cada objeto do dia a dia podia se tornar uma fonte de prazer intenso e proibido.
Alguns dias depois de ver a filha masturbando o pai de Adriana não conseguia tirar da cabeça a imagem da filha dormindo com aquele vegetal alojado em sua intimidade.
Ele a observava de forma diferente agora, notando seus movimentos, suas roupas justas, e imaginando o que ela escondia por baixo. A curiosidade e o desejo cresciam a cada dia.
Uma noite, por volta das onze horas, ele decidiu verificar novamente. A casa estava em silêncio absoluto, sua esposa dormia profundamente no quarto ao lado. Ele se levantou silenciosamente, vestiu apenas o pijama de calça, e caminhou descalço até o quarto da filha. A porta estava entreaberta, como se ela esperasse por algo, ou alguém.
Quando entrou, sua respiração parou. Adriana estava deitada de lado, coberta apenas por um lençol fino que deixava sua silhueta visível. Mas o que chamou atenção imediatamente foi a protuberância estranha em sua virilha. Ele se aproximou devagar, o coração batendo forte, e quando puxou o lençol delicadamente, engasgou-se com a visão.
Ela estava usando uma calcinha branca de renda, e saindo pela beirada, entre suas pernas fechadas, havia uma ponta verde escura e irregular. Ele puxou com cuidado o elástico da calcinha para o lado e seu queixo caiu. Era um pepino enorme, gigantesco, de uns trinta e cinco centímetros de comprimento, atolado profundamente em sua xoxota. Apenas a ponta com o cabinho verde estava para fora, o resto inteiramente engolido por sua vagina.
"Como isso cabe aí dentro?", ele pensou atordoado, sentindo seu pau endurecer instantaneamente na calça. Ele nunca imaginou que sua filha fosse capaz de receber algo tão grande, tão profundo. A visão daquele vegetal grosso desaparecendo em sua intimidade o deixou tonto de tesão.
Ele não resistiu. Com a mão trêmula, ele tocou a ponta verde do pepino, sentindo a textura áspera. Com cuidado, ele começou a puxar, sentindo a resistência da vagina da filha, que apertava o objeto em seu sono. Quando tirou cerca de quinze centímetros para fora, ele viu o tamanho obsceno daquele pepino, grosso como um punho, brilhando com os fluidos dela, e não conseguiu acreditar que tudo aquilo estava dentro daquela xoxota aparentemente pequena.
Adriana se mexeu, gemindo baixinho em seu sono, e seus olhos se abriram lentamente. Ela levou alguns segundos para processar a cena: seu pai sentado na beira da cama, segurando seu pepino enorme, metade para fora de sua xoxota. Ela congelou, os olhos arregalados, não sabendo como reagir.
— Pai... — sussurrou ela, confusa e assustada.
— Shhh — ele colocou o dedo nos lábios, olhando para a porta para garantir que a mãe não acordasse. — Filha, o que é isso? Como você consegue colocar isso aí?
Ela corou intensamente, puxando o lençol para cobrir-se, mas ele segurou sua mão.
— Não esconda. Precisamos conversar. Isso é... perigoso. Você pode se machucar.
— Eu... eu uso faz tempo — ela confessou, a voz trêmula. — Desde que eu tinha uns dezoito anos. Eu gosto da sensação de estar cheia. É viciante.
— Mas trinta e cinco centímetros, filha? — ele perguntou, ainda segurando o pepino, sentindo o peso dele. — Isso não machuca? Não estica demais?
— No começo doía — ela admitiu, sentando-se lentamente, sentindo a carne vazia onde o pepino estava. — Mas eu fui me acostumando. Agora eu amo. Eu durmo assim, pai. Gosto de acordar com ele dentro.
O pai olhou para ela com uma mistura de preocupação e fascinação. Ele estava preocupado que ela fosse uma masturbadora compulsiva, que pudesse se machucar, mas ao mesmo tempo, a visão daquela xoxota capaz de receber tanto o excitava profundamente.
— Eu quero entender — ele disse, a voz rouca. — Quero sentir como é. Deixa eu... deixa eu enfiar de volta. Quero sentir você por dentro.
Adriana olhou para ele, surpresa, mas seus olhos brilharam com excitação. Ela assentiu, deitando-se de volta e abrindo as pernas.
— Vai devagar, pai — ela pediu.
Ele lambuzou o pepino com saliva, sentindo a textura irregular, e posicionou na entrada da filha. Com cuidado, ele começou a empurrar, sentindo a resistência inicial, e então a carne cedendo, abrindo-se para receber o vegetal. Ele foi enfiando devagar, centímetro por centímetro, observando a xoxota da filha engolir aquilo tudo, até que o pepino sumiu completamente, apenas a ponta verde escapando.
—ele ofegou, sentindo a pressão interna através do pepino. — Você é incrível filha.
— Tira e bota de novo, pai
— ela pediu, gemendo. — Eu adoro essa sensação.
Ele começou a movimentar o pepino, tirando e colocando, sentindo as paredes internas da filha se apertarem em volta do objeto. A visão era obscena, excitante, proibida. Ele não conseguia parar.
Nos dias seguintes, isso se tornou rotina. Toda noite, quando a mãe dormia, ele ia ao quarto da filha. Ele a chamava para mostrar o quanto ela aguentava, experimentando diferentes vegetais: pepinos maiores, abobrinhas grossas, cenouras em duplas. Ele enfiava escovas de cabo grosso, às vezes duas simultâneas, uma na buceta e outra no cu, sentindo-a cheia e apertada.
— Quando puder, me chama para eu ver, filha — ele dizia. — Quero ver o tanto que você aguenta.
E ela mostrava. Ela estava amando aquele pai amoroso e compreensivo, que não a julgava, que a ajudava a explorar seu corpo, que ficava excitado com suas capacidades. Ela se sentia aceita, desejada, compreendida.
Uma noite, cerca de duas semanas depois da descoberta do pepino, ele estava fazendo o ritual de sempre. Adriana estava deitada de bruços, de costas para ele, com um travesseiro sob o ventre para levantar a bunda. Ele estava enfiando um pepino médio em sua buceta, movimentando devagar, quando notou algo estranho: ela olhava para frente, para a parede, com uma expressão distante, quase desligada.
Ele parou por um momento, observando. Suas duas mãos estavam segurando o pepino, movendo-o para dentro e para fora. Ele teve uma ideia ousada, um impulso que não conseguiu conter. Com cuidado, ele soltou o pepino, deixando-o metido na filha, e desabotoou sua calça. Seu pau saltou para fora, enorme, duro, pulsante, maior do que qualquer pepino que já tinham usado.
Ele posicionou-se atrás dela, tirou o pepino devagar, e no mesmo movimento, encaixou a cabeça de seu pau na entrada molhada da filha. Ele começou a empurrar, sentindo a carne quente e apertada se abrindo para ele, e foi enfiando, enfiando, até que sua barriga encostou na bunda dela, completamente enterrado.
Adriana gemeu, arquejando, mas não olhou para trás imediatamente. Ela sentiu a diferença, a carne quente, a pulsação, o formato diferente, mas demorou alguns segundos para processar. Quando ela olhou para trás, ela viu as duas mãos do pai apoiadas na cama, ao lado de seu rosto, e sentiu o peso dele sobre suas costas, e então percebeu: não era mais o pepino. Era o pau dele, enorme, grosso, quente, pulsando dentro dela.
Ela assustou-se inicialmente, seus olhos se arregalando, um grito preso na garganta. Mas ao mesmo tempo, a sensação era tão intensa, tão diferente, tão profunda, que ela não conseguiu pedir para parar. Ela sentiu cada veia do pai, cada pulsação, cada centímetro de sua masculinidade preenchendo-a como nunca antes.
— Pai... — ela ofegou, a voz trêmula.
— É você?
— Sou eu, filha — ele sussurrou, beijando seu pescoço. — Quero sentir você de verdade. Sem objetos. Só eu.
Ela hesitou por um segundo, mas o prazer falou mais alto. Ela começou a gostar, a sentir o movimento dele, diferente de qualquer vegetal ou escova. Era vivo, quente, reativo. Ela rebolou contra ele, sentindo-o profundamente.
— Mais, pai — ela falou.
— Quero sentir você agora.
Ele começou a bombar, movimentos lentos e profundos, sentindo a xoxota da filha apertar em volta de seu pau. A sensação era celestial, proibida, perfeita. Ele a pegou pelo quadril, levantando-a um pouco mais, e penetrou ainda mais fundo, fazendo-a gemer alto.
— Vamos fazer anal, filha
— ele sugeriu, a voz rouca de tesão. — Quero sentir seu cuzinho apertado.
— Sim, pai — ela concordou, submissa e excitada.
Ele tirou o pau de sua buceta, molhado de seus fluidos, e posicionou na entrada de seu ânus. Com cuidado, usando apenas a lubrificação natural, ele começou a empurrar. Ela gemeu, sentindo a ardência inicial, mas ele foi paciente, entrando devagar, centímetro por centímetro, até que estava completamente enterrado em seu intestino.
— você é perfeita
— ele ofegou, começando a mover-se.
Ela sentia cada movimento, cada centímetro entrando e saindo, e rebolava contra ele, querendo mais, querendo tudo. Eles fizeram anal por longos minutos, ele socando com força, ela gemendo no travesseiro para abafar o som, até que gozaram juntos, ele enchendo seu cuzinho de porra quente, ela tendo o orgasmo mais intenso de sua vida.
A partir daquela noite, os vegetais e escovas foram esquecidos. Agora ela tinha o pai, todos os dias, toda noite, sempre que a mãe dormia ou saía. Ele era seu brinquedo vivo, seu objeto de prazer, e ela era dele completamente. O incesto se tornou sua rotina, seu vício, seu amor proibido.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


273226 - A mania de usar micro calcinha e dildo em publico - Categoria: Masturbação - Votos: 0
273225 - Bike dildo das amigas - Categoria: Masturbação - Votos: 0
273223 - Papai descobriu meu brinquedinhos - Categoria: Incesto - Votos: 0
273149 - Minha família naturista e incestuosa - Categoria: Incesto - Votos: 4
273084 - Treinamento sexual das índias na aldeia - Categoria: Masturbação - Votos: 2
273083 - Amor entre irmas sendo descoberta pelo padrasto - Categoria: Incesto - Votos: 1
273082 - O Resort naturista Surpresa para pai e filha - Categoria: Incesto - Votos: 6
273081 - A Família na putaria e as Águas Termais de Seul - Categoria: Incesto - Votos: 1
272951 - sala de aula com dildo - Categoria: Masturbação - Votos: 1
272950 - Chair dildo no shopping - Categoria: Masturbação - Votos: 2
272948 - Pai tem que trepar com a filha - O Preço do Emprego - Categoria: Incesto - Votos: 3
272947 - A Elfa puta Exilada - Categoria: Fantasias - Votos: 1
272946 - A Família da putaria de dildos num Circo - Categoria: Masturbação - Votos: 2
272945 - A garota que gosta de cabeceira da cama - Categoria: Masturbação - Votos: 0
272944 - Dildo em família – filha anda com dildo atolado - Categoria: Masturbação - Votos: 1
272943 - A Rotina na Garagem da filha e ela usando o cambio o carro - Categoria: Incesto - Votos: 1
272942 - Aula de medicina com dildos, machine, pra alunas aprenderem na pratica - Categoria: Incesto - Votos: 0
272941 - O treinamento de dildo da filha no consultorio e em casa - Categoria: Incesto - Votos: 0
272940 - Sentando num poste na rua - Categoria: Masturbação - Votos: 0
272939 - Tres historias de sexo sem querer de pai e filha - Categoria: Incesto - Votos: 0
272938 - A Lição Especial da Mamãe ensinando a filha a gozar e depois o pai termina o ensinamento - Categoria: Incesto - Votos: 0
272937 - Descobri uma caixa de dildos da minha filha - Categoria: Incesto - Votos: 1
272876 - O vendedor de dildo - Categoria: Masturbação - Votos: 1
272875 - A escola chinesa das alunas nuas - Categoria: Lésbicas - Votos: 1
272874 - A cadeira erótica - Categoria: Lésbicas - Votos: 1
272873 - A Entrega especial – máquina de sexo por engano - Categoria: Masturbação - Votos: 1
272872 - O Internato das garotas vadias - Categoria: Fetiches - Votos: 2
272870 - A Pegadinha da Mãe safada - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil doidapordildo
doidapordildo

Nome do conto:
As putarias de Adriana com seus dildos

Codigo do conto:
273224

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/09/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0