patrao safado compra dildos para as funcionarias

O escritório estava em clima de festa. Era o aniversário coletivo das funcionárias do mês no setor administrativo — todas completavam ano na mesma mes — e o chefe, Ricardo, um homem de meia-idade, elegante e sempre impecável, havia prometido um presente especial para cada uma.
Quando a caixa grande chegou, entregue por um motoboy discreto, as garotas se aglomeraram em volta da mesa da sala de reunião. Ricardo abriu a tampa com um sorriso safado e tirou, uma por uma, caixas pretas elegantes, cada uma com o nome de uma funcionária.
— Feliz aniversário, garotas
— disse ele, voz baixa e confiante.
— Escolhi pessoalmente. Quero que vocês usem e me digam o que acharam.
Dentro de cada caixa havia uns dildo de silicone premium, de tamanhos e formatos diferentes. Uns mais grossos, outros mais longos, com veias realistas, bases largas e cores que iam do rosa suave ao preto fosco. Acompanhando cada um, um frasco generoso de gel lubrificante especial, aquele que deixa a buceta mais molhada, mais aberta, facilitando a entrada e prolongando o prazer.
As funcionárias ficaram congeladas. A surpresa foi imediata. Rosto vermelho, olhos arregalados, mãos tremendo. Nenhuma esperava aquilo.
— Senhor… isso é…?
— murmurou a Júlia, a mais nova do grupo, segurando o dildo grosso que vinha com o nome dela.
— É sim — respondeu Ricardo, sem nenhum constrangimento. — Quero que vocês experimentem agora. Aqui mesmo. Quero ver se o modelo e o tamanho combinaram com cada uma. O gel é pra ajudar a buceta a enfiar com calma
Houve um silêncio constrangedor. Elas se entreolharam, vermelhas de vergonha, mas nenhuma ousou recusar. O chefe estava ali, observando, e a curiosidade maldita já começava a vencer o embaraço.
Uma a uma, elas baixaram as calças e as calcinhas. Algumas ainda tentavam se cobrir com as mãos, outras já tremiam de nervoso e excitação misturados. Ricardo abriu o primeiro frasco de gel e esfregou generosamente nos brinquedos, deixando-os brilhantes e escorregadios.
— Começa você, Júlia — mandou ele. — Senta na beira da mesa e enfia devagar. Quero ver se o tamanho te agrada.
Júlia, com o rosto em chamas, espalhou o gel na própria buceta, sentindo os dedos escorregarem fácil. Depois posicionou a cabeça do dildo grosso contra a entrada. O gel fazia o trabalho: a buceta já estava mais aberta, mais receptiva. Ela empurrou, soltando um gemido abafado quando o silicone grosso começou a entrar, esticando-a aos poucos.
— Isso… vai fundo
— incentivou Ricardo. — Quero ver ele sumir todo.
As outras assistiam, algumas mordendo o lábio, outras já passando o gel nas próprias bucetas, preparando-se. Quando chegou a vez da Marcela, o dildo dela era mais longo. Ela se ajoelhou na cadeira, afastou as coxas e começou a descer devagar sobre o brinquedo, gemendo alto quando a ponta abriu os lábios e o corpo inteiro foi sendo engolido. O gel fazia a buceta dela brilhar, escorrendo pelas coxas.
Uma por uma elas usaram. Algumas gemiam baixinho, outras já não conseguiam esconder o prazer. O chefe andava entre elas, corrigindo a posição, mandando empurrar mais fundo, perguntando se o tamanho estava bom, se a espessura esticava do jeito certo.
— Usa o gel de novo — ordenava ele.
— Quero a buceta bem aberta, bem molhada. Quero que vocês sintam cada centímetro.
Quando todas já estavam com os dildos dentro, gemendo, rebolando, algumas até gozando baixinho de vergonha e excitação, Ricardo sorriu satisfeito.
— Agora vocês sabem. Gostaram dos presentes?
Nenhuma conseguiu responder direito. Só gemidos, respirações ofegantes e bucetas bem abertas, brilhando de gel e de tesão.
— Levem pra casa — finalizou ele. — E amanhã me contem, com detalhes, se o tamanho e o modelo ficaram perfeitos.
As funcionárias se vestiram em silêncio, ainda vermelhas, ainda molhadas, guardando os dildos e os frascos de gel nas bolsas. Nenhuma ousou olhar o chefe nos olhos… mas todas saíram dali sabendo que, naquela noite, os presentes seriam bem usados de novo.

Naquela mesma noite, cada uma das funcionárias chegou em casa ainda com o corpo quente e a cabeça cheia da cena do escritório. O presente estava na bolsa, o frasco de gel também, e a vergonha misturada com tesão não deixava nenhuma delas em paz.
Júlia foi a primeira a ceder. Fechou a porta do quarto, tirou a roupa devagar e se deitou na cama de barriga para cima. Abriu a caixa, tirou o dildo grosso e o gel. Passou uma quantidade generosa nos dedos e espalhou na buceta, sentindo o líquido esfriar e depois esquentar, deixando tudo mais escorregadio, mais aberto. Depois lubrificou o brinquedo inteiro até ele brilhar.
Apoiou a cabeça do silicone contra a entrada e empurrou devagar. O tamanho que o chefe escolheu era exatamente o que esticava do jeito certo. Ela soltou um gemido baixo quando a cabeça grossa abriu os lábios e começou a entrar. Foi empurrando centímetro por centímetro, sentindo a buceta se abrir e engolir o dildo inteiro. Quando a base bateu na pele, ela já estava ofegante. Começou a mover o quadril, subindo e descendo, o gel fazendo barulho molhado a cada estocada. Gozou duas vezes sem tirar o brinquedo de dentro, gemendo o nome do chefe baixinho, como se ele ainda estivesse ali mandando.
Marcela chegou em casa, tomou banho rápido e foi direto pro sofá da sala. Ligou a televisão só pra fazer barulho e se ajoelhou de frente pro espelho. O dildo longo que ela tinha ganhado já estava lubrificado. Ela afastou as nádegas, espalhou gel na buceta e enfiou o brinquedo de uma vez, gemendo alto quando ele chegou fundo. Começou a rebolar, empurrando contra o sofá, vendo no espelho a forma como a buceta engolia o silicone. O gel escorria pelas coxas. Ela aumentou a velocidade, batendo o quadril com força, até gozar com as pernas tremendo, o dildo ainda enterrado até o fundo.
Carla, a mais tímida do grupo, trancou o banheiro e se sentou na borda da banheira. O presente dela era médio, mas bem grosso. Passou gel na buceta com dedos nervosos, sentindo tudo ficar molhado e aberto. Depois posicionou o dildo e desceu devagar. Quando ele entrou por completo, ela fechou os olhos e começou a se mexer, subindo e descendo, o barulho molhado ecoando no banheiro. A vergonha ainda estava lá, mas o prazer era maior. Ela gozou se mordendo o lábio pra não gritar, o corpo inteiro contraído em volta do brinquedo.
Fernanda foi mais ousada. Chegou em casa, tirou a roupa na sala e se deitou no tapete. Abriu as pernas bem abertas, passou gel demais na buceta e no dildo, e começou a enfiar e tirar com movimentos longos e profundos. O gel fazia a entrada brilhar e escorrer. Ela gemía sem se importar com o volume, imaginando o chefe observando, mandando ela ir mais fundo, mais forte. Gozou três vezes seguidas, o corpo suado, a buceta latejando e bem aberta.
Patrícia, a última, esperou o marido dormir. Foi pro quarto de hóspedes, trancou a porta e se ajoelhou na cama. O dildo dela era o mais realista, com veias e tudo. Passou gel generosamente, enfiou até o fundo e começou a rebolar como se estivesse cavalgando o chefe. O barulho molhado enchia o quarto. Ela gozou gemendo baixinho, o rosto enterrado no travesseiro, o corpo inteiro tremendo.
Naquela noite, todas elas usaram o presente. Todas sentiram o gel deixar a buceta mais aberta, mais molhada, mais fácil de engolir o silicone. Todas gozaram pensando no escritório, no olhar do chefe, na ordem que ele tinha dado.
No dia seguinte, quando chegaram no trabalho, nenhuma conseguia olhar Ricardo nos olhos sem ficar vermelha. Mas todas já sabiam que, naquela noite, iam usar de novo.

A caixa grande chegou no final da tarde na casa do patrao.
O entregador deixou na porta da casa do Ricardo, tocou a campainha e foi embora. Só a filha dele estava em casa — Laura, 22 anos, sozinha no andar de cima, de short curto e camiseta larga. Ela desceu as escadas descalça, abriu a porta e viu a caixa pesada com o nome do pai.
Curiosa, puxou para dentro e abriu.
Dentro, vários dildos novos, ainda na embalagem. A maioria do tamanho dos que o pai tinha dado às funcionárias. Mas três se destacavam: enormes. Grossos demais, longos demais, com a cabeça larga e o corpo grosso que quase não cabia na mão. Um preto fosco, outro rosa escuro e o terceiro transparente, todos com veias bem marcadas e base larga.
Laura ficou parada olhando.
Pegou o primeiro, o preto. Segurou com as duas mãos. O peso, a espessura… era absurdo. O silicone era firme, quente ao toque. Ela passou o polegar pela cabeça grossa e engoliu em seco. Depois pegou o rosa. Ainda maior. O diâmetro era de dar medo. O transparente era o pior: dava para ver o tamanho real, sem disfarce.
Ela fechou a porta da sala, sentou no sofá e ficou só olhando os três. O coração batendo forte. A buceta já estava úmida só de imaginar.
Abriu o frasco de gel que vinha junto. Passou nos dedos e espalhou na própria buceta, por cima da calcinha primeiro, depois por baixo. O gel esfriou e depois esquentou, deixando tudo escorregadio. Ela tirou o short e a calcinha, abriu as pernas no sofá e pegou o preto de novo.
A cabeça grossa pressionou a entrada. Era grande demais. Ela empurrou devagar, sentindo a buceta esticar, doer um pouco, abrir. O gel ajudava, mas ainda assim o silicone grosso entrava com dificuldade. Laura gemeu baixo, mordendo o lábio, quando a cabeça finalmente passou. Continuou empurrando, centímetro por centímetro, até metade. Já estava ofegante, a buceta latejando, bem aberta em volta do brinquedo.
Tirou, ofegante, e pegou o rosa. Ainda maior. Passou mais gel. Tentou de novo. A entrada queimou de leve, mas o desejo era maior. Ela forçou, gemendo alto quando a cabeça enorme abriu os lábios e começou a sumir. Foi até onde aguentou — quase dois terços — e ficou ali, rebolando devagar, sentindo o volume absurdo dentro dela.
Por último, o transparente. O mais grosso dos três. Laura já estava molhada demais, a buceta bem aberta e brilhando de gel. Apoiou a cabeça contra a entrada e empurrou com mais força. Gemeu alto quando ele entrou, esticando tudo, enchendo por completo. Ficou com as pernas tremendo, o dildo enorme engolido quase até a base, o gel escorrendo pelas coxas.
Ela começou a se mexer, subindo e descendo devagar no sofá, olhando o silicone transparente sumir e aparecer de novo. O tamanho era demais. Doía um pouco, mas o prazer de se sentir tão cheia, tão aberta, era maior. Gozou com o brinquedo ainda dentro, o corpo inteiro contraído, gemendo sem se importar com o volume.
Quando terminou, os três dildos enormes estavam no sofá, brilhando de gel e de buceta. Laura ainda ofegante, pernas abertas, a entrada latejando e bem aberta.
O pai ainda não tinha chegado.

Ricardo abriu a porta da casa no final da tarde, ainda de terno, a pasta na mão. O silêncio parecia normal… até ele ouvir um gemido baixo vindo da sala.
Ele parou no corredor.
A porta da sala estava entreaberta. De dentro vinha o barulho molhado característico — o mesmo que ele conhecia bem dos presentes que tinha comprado para as funcionárias. E um gemido feminino, abafado, familiar.
Empurrou a porta devagar.
Laura estava no sofá, de pernas bem abertas, o short e a calcinha jogados no chão. O dildo transparente, o mais grosso dos três, ainda estava enterrado nela quase até a base. O gel escorria pelas coxas, a buceta latejava bem aberta em volta do silicone enorme. Os outros dois — o preto e o rosa — estavam ao lado, brilhando, já usados.
Ela estava com os olhos fechados, ofegante, ainda se mexendo devagar no brinquedo, quando sentiu a presença.
Abriu os olhos.
O pai estava parado na porta, olhando.
Laura congelou. O rosto queimou instantaneamente. Tentou fechar as pernas, mas o dildo enorme ainda estava dentro, dificultando. Puxou um pouco, gemendo sem querer quando a cabeça grossa saiu com um som molhado.
— Papai…
Ricardo não disse nada por alguns segundos. Só observou a filha de 22 anos ali, a buceta brilhando de gel, a entrada ainda aberta e vermelha do esforço de ter engolido aqueles três brinquedos enormes. Depois olhou a caixa aberta no chão, os dildos extras, o frasco de gel pela metade.
— Esses eram para o escritório filha, eles erraram
— falou, voz baixa, controlada.
— Vieram para o endereço errado.
Laura engoliu em seco, ainda ofegante, as pernas tremendo. Não conseguiu se cobrir direito. O dildo transparente estava molhado demais na mão dela.
— Eu… abri sem querer — murmurou, a voz falhando.
— E… eu quis experimentar. Eles são lindos…e grandes demais.
Ricardo deu dois passos para dentro da sala, fechando a porta atrás de si. Tirou o blazer sem pressa e jogou no braço da poltrona. Olhou de novo para os três dildos enormes, depois para a filha.
— E aí? Conseguiu enfiar os três?
Laura baixou o olhar, o rosto em chamas, mas a buceta ainda latejava. Acenou com a cabeça, quase sem voz.
— O preto… deu. O rosa também. Esse…
— apertou o transparente na mão — foi o mais difícil. Mas entrou.
Ricardo se aproximou do sofá. Ficou de pé na frente dela, olhando a buceta ainda aberta, o gel escorrendo.
— Mostra.
Laura hesitou só um segundo. Depois abriu mais as pernas, posicionou de novo a cabeça grossa do transparente contra a entrada e empurrou. Gemeu alto quando o silicone enorme começou a sumir outra vez, esticando-a. Foi até onde aguentou, quase a base, e ficou ali, ofegante, olhando para o pai.
Ricardo observou em silêncio, o olhar escuro.
— Continua — mandou, voz baixa. — Quero ver você gozar com ele de novo.
Laura obedeceu. Começou a se mexer no sofá, subindo e descendo no dildo enorme, o gel fazendo barulho molhado a cada movimento. O pai ficou ali, parado, assistindo a filha de 22 anos se foder com o brinquedo que ele tinha comprado para as funcionárias. Quando ela gozou, gemendo alto, o corpo inteiro contraído, ele só respirou fundo.
Depois se abaixou, pegou o dildo preto e o rosa, ainda molhados, e colocou na mão dela.
— Agora os outros dois. Um de cada vez. Quero ver se realmente cabem.
Laura, ainda tremendo do orgasmo, não hesitou. Tirou o transparente, passou mais gel e enfiou o preto. Depois o rosa. Cada um sumindo dentro dela enquanto o pai assistia de perto, sem tocar, só mandando o ritmo.
Quando terminou, os três dildos enormes estavam de novo no sofá, brilhando, e Laura estava destruída, pernas abertas, a buceta bem usada e latejando.
Ricardo pegou o frasco de gel, fechou, e olhou para ela.
— Amanhã esses três voltam para a caixa. E você vai me contar, com detalhes, qual dos três te abriu mais.
Laura só conseguiu acenar com a cabeça, ainda ofegante, o rosto vermelho, a buceta pulsando.
O pai saiu da sala sem dizer mais nada.
Mas os três dildos enormes ficaram ali, ao lado dela, prontos para serem usados de novo naquela mesma noite.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
patrao safado compra dildos para as funcionarias

Codigo do conto:
273815

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
03/10/2026

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