A primeira caixa chegou na sexta-feira. Marcos a trouxe para casa com as mãos suando. Dentro, havia uma coleção impressionante de brinquedos eróticos: vibradores de vários tamanhos, desde pequenos e discretos até um monstruoso de vinte centímetros; plugs anais de silicone em diferentes espessuras, incluindo um negro e grosso de quinze centímetros que parecia intimidador; geis lubrificantes em quantidade industrial; lingerie de renda transparente; e uma câmera profissional com tripé.
— Ele mandou um manual — Marcos disse, folheando o papel. — Quer que... que a gente siga um roteiro. Posições. Ângulos. Especificações técnicas.
Carla entrou na sala usando apenas um roupão branco. Seus cabelos loiros estavam presos em um coque desarrumado, e ela parecia mais jovem e vulnerável sem a maquiagem habitual. Seus pés descalços arranhavam o carpete nervosamente.
— Estou pronta — ela disse, embora sua voz traísse o terror.
Helena estava sentada no canto, com uma expressão atordoada. Ela havia insistido em estar presente, embora cada fibra de seu ser gritasse para fugir.
— Eu não acredito que estamos fazendo isso — ela murmurou. — Não acredito que vamos ver nossa filha nua... fazendo essas coisas.
Marcos montou a câmera no tripé, ajustando o foco. Suas mãos tremiam tanto que ele mal conseguia apertar os parafusos.
— Posiciona aí, filha — ele disse, sem olhar para ela. — No centro. Onde a luz está boa.
Carla soltou o nó do roupão e deixou que ele caísse. Sob ele, ela estava completamente nua. Seu corpo era uma obra de arte esbelta: seios pequenos e firmes com mamilos rosados e eretos, cintura fina, quadris estreitos. Entre suas pernas, uma fina faixa de pelos loiros levava ao seu sexo, cuja carne interna exibia um tom rosado vivo, quase vermelho, contrastando com a palidez de sua pele.
Marcos engasgou-se ao ver pela primeira vez. Sua própria filha, aquela que ele havia visto nascer, crescer, agora exposta de forma tão obscena.
— Deita na mesa — ele instruiu, a voz falhando. — Ele quer... quer ver tudo. Aberto.
Carla subiu na mesa de jantar, deitando-se de costas. O madeira fria contra sua pele fez-a arquejar. Ela abriu as pernas timidamente, mas Marcos teve que se aproximar.
— Mais. Abre mais. Ele quer ver... a entrada. Tudo.
Com as mãos trêmulas, Carla segurou suas coxas e abriu-se completamente. Seus lábios vaginais se separaram, revelando o brilho úmido de sua excitação involuntária e o pequeno botão do clitóris, cor-de-rosa e pulsante.
— credo
— Helena sussurrou, levando as mãos ao rosto, mas espiando entre os dedos.
— Marcos, você está vendo... tudo.
O grelinho dela. A poucos centímetros da sua cara.
Era verdade. Marcos estava ajoelhado entre as pernas da filha, a câmera posicionada a centímetros de sua vulva exposta. Ele podia ver cada dobra, cada textura, o brilho do lubrificante natural que escorria lentamente. O aroma doce e musculoso de sua excitação encheu suas narinas, fazendo sua cabeça girar.
— Agora... agora o primeiro — ele disse, pegando um vibrador rosa médio. — Ele quer ver você... enfiando. Com jeitinho. Devagar.
Carla pegou o brinquedo com mãos trêmulas. Era de silicone macio, realista, com veias salientes. Ela o posicionou na entrada de seu sexo, e Marcos focou a câmera no ponto de contato.
— Vai — ele sussurrou. — Devagar. Mostra para a câmera.
Ela pressionou. A ponta do vibrador deslizou entre seus lábios, separando-os. Carla gemeu baixinho, um som involuntário de vergonha e prazer misturados. Centímetro por centímetro, ela foi introduzindo o objeto, sua carne se abrindo para recebê-lo, o brilho úmido aumentando.
— Isso, filha — Marcos disse, surpreso com a rouquidão de sua própria voz. — Agora... agora tira e mostra o quanto está molhado.
Ela retirou o vibrador, que saiu brilhando de seus fluidos. Um fio de lubrificante esticou-se entre o brinquedo e sua entrada, prova irrefutável de que seu corpo traía sua mente.
— Próximo — Marcos disse, trocando o brinquedo por um maior. — Este é mais grosso.
O segundo vibrador era preto, com vinte centímetros de comprimento e uma espessura considerável. Carla olhou para ele com apreensão.
— Pai, isso é muito grande...
— Você consegue, meu amor. Vai com calma. Usa bastante gel.
Marcos pegou um tubo de lubrificante e apertou uma quantidade generosa na palma da mão. Sem pensar, ele esfregou o gel na entrada da filha, seus dedos deslizando entre seus lábios, massageando, preparando. Carla arqueou as costas, gemendo mais alto desta vez.
— Papai... — ela suspirou.
— Desculpa... desculpa — ele retirou a mão abruptamente, corando intensamente. — Você... você mesma faz.
Carla pegou o vibrador gigante e começou a trabalhá-lo em si mesma. Levou tempo. Sua carne esticava, se ajustando ao invasor. Ela gemia a cada empurrão, seus seios subindo e descendo com sua respiração ofegante. Helena observava do canto, hipnotizada, as mãos agarrando as bordas da cadeira.
— Ela está gostando — Helena sussurrou, incrédula. — Olha, Marcos. Olha como ela se contorce. Nossa filha... nossa filhinha está gemendo de prazer.
E era verdade. Os gemidos de Carla haviam mudado de vergonhosos para luxuriosos. Ela movia o quadril, encontrando o ritmo, empurrando o vibrador mais fundo a cada estocada. Marcos filmava em close absoluto, vendo seus lábios se esticarem ao redor do brinquedo, o brilho escorregadio do gel misturado com seus fluidos.
— Agora... agora o plug — Marcos disse, trocando de cartão de memória. — Ele quer ver o... o outro buraco.
Carla arregalou os olhos.
— Pai, não. Nunca fiz isso.
— É o que ele quer, filha. O bônus extra... é para isso. Para o plug grosso.
Helena levantou-se e aproximou-se, ainda em transe.
— Deixa eu ajudar — ela disse, a voz estranhamente calma. — Eu... eu seguro ela aberta. Você filma, Marcos. Filma bem de perto.
A mãe segurou as nádegas da filha, separando-as, expondo o pequeno anel rosado do ânus de Carla. Marcos posicionou a câmera a centímetros de distância, vendo cada ruga, cada textura daquela abertura proibida.
— Vai devagar — Helena instruiu, enquanto Carla posicionava a ponta do plug negro e grosso. — Muito devagar. Respira, meu amor.
Carla empurrou. O anel de músculos resistiu, depois cedeu. A ponta do plug entrou, e ela soltou um grito abafado, uma mistura de dor e prazer intenso.
— Isso, meu amor. Vai empurrando. Relaxe — Helena continuava instruindo, sua própria respiração acelerada.
Centímetro por centímetro, os quinze centímetros do plug desapareceram no corpo de Carla. Quando finalmente estava completamente inserido, a base redonda assentando-se entre suas nádegas, ela estava ofegante, suada, seus cabelos loiros grudados na testa.
— Agora... agora os dois juntos — Marcos disse, ajustando o foco.
— Ele quer ver você cheia. Os dois buracos.
Carla pegou o vibrador menor novamente e o introduziu na vagina, agora apertada pelo plug anal. O efeito foi imediato. Seus olhos rolaram para trás, e ela soltou um gemido alto, descontrolado.
— está vendo isso, Marcos?
— Helena exclamou.
— Olha como ela está. Olha o grelinho dela pulsando. Está quase gozando!
Era verdade. O clitóris de Carla estava inchado, pulsante, quase vibrando de tanta excitação. Marcos aproximou a câmera ao máximo, capturando cada detalhe: a carne rosada e brilhante, o pequeno botão ereto, os fluidos escorrendo para a mesa abaixo.
— Goza, filha — Helena sussurrou, quase para si mesma. — Goza para a câmera. Mostra para o seu patrão o que ele está pagando.
Carla não precisou de mais incentivo. Com os dois brinquedos enfiados profundamente, ela se contorceu, arqueou as costas até que apenas a cabeça e os calcanhares tocavam a mesa, e soltou um grito de prazer que ecoou pela casa. Seu corpo convulsionou, suas paredes internas apertaram-se em espasmos rítmicos, e um jato de fluido claro escorreu de sua vagina, molhando a mesa.
Marcos filmou cada segundo, cada contração, cada gota. Sua visão estava embaçada, seu coração batendo nos ouvidos. Ele estava vendo sua filha ter o orgasmo mais intenso de sua vida, a poucos centímetros de seu rosto.
— Agora... agora tira — ele disse, a voz áspera. — Devagar. Mostra.
Carla, ofegante, corada, os olhos vidrados de prazer, removeu primeiro o vibrador, depois, com mais cuidado, o plug. Sua carne se fechou lentamente, ainda pulsando, ainda molhada, ainda querendo.
— Perfeito — Marcos disse, finalmente desligando a câmera. — Perfeito.
A sala ficou em silêncio, exceto pela respiração pesada dos três. Carla deitada nua na mesa de jantar, brilhando de suor e fluidos. Helena de pé ao lado, as mãos ainda tremendo. Marcos sentado no chão, a câmera no colo, tentando processar o que acabara de acontecer.
— E agora? — Carla perguntou finalmente, a voz sonolenta, satisfeita.
— Agora... — Marcos olhou para a câmera, depois para a filha. — Agora eu levo isso para o patrão. E espero que seja o suficiente.
Helena ajudou a filha a levantar, enrolando-a em um cobertor.
— Você foi incrível, meu amor — ela disse, beijando a testa de Carla. — Tão corajosa. Tão... tão linda.
Marcos olhou para as duas mulheres de sua vida, uma ainda tremendo de excitação residual, a outra com os olhos brilhando de uma emoção que ele não conseguia identificar. E soube que, não importava o que acontecesse, aquela noite havia mudado tudo para sempre.
A câmera guardava os segredos. A mesa guardava as manchas. E seus corações guardavam um desejo recém-despertado que nenhum deles estava pronto para nomear.
Marcos segurava o pen drive como se fosse uma granada prestes a explodir. O prédio da empresa parecia diferente àquela hora da noite, sombrio e ameaçador. Ele foi direto para a sala de projeções no subsolo, onde Ricardo havia instruído que aconteceria a "avaliação".
Ao entrar, encontrou não apenas o CEO, mas outros dois homens de terno, e mais surpreendente: seu colega de linha de montagem, Jorge, um homem de cinquenta anos com cabelos grisalhos e expressão derrotada. Ao lado de Jorge, sentada em uma cadeira, estava uma jovem morena de cabelos cacheados e olhos amendoados, aparentando pouco mais de vinte anos.
— Ah, Marcos! — Ricardo exclamou, gesticulando para que se aproximasse. — Perfeita pontualidade. E este deve ser o material da Carla, não é? Excelente. Sentem-se, vocês dois. E vocês, meninas, podem esperar no corredor. Temos que... avaliar o conteúdo primeiro.
Carla trocou um olhar nervoso com a outra garota enquanto saíam. A morena usava um vestido curto azul que realçava suas curvas generosas, e Marcos notou que ela também carregava uma expressão de apreensão misturada com resignação.
— Esta é a Fernanda
— Jorge sussurrou para Marcos enquanto os homens preparavam o equipamento.
— Minha filha. Doutoranda em biologia. Nunca imaginei que a veria... que veríamos...
— Silêncio — Ricardo cortou, pegando o controle remoto. — Vamos começar pelo material do Marcos. Projeto na tela.
A sala escureceu e a imagem apareceu em alta definição na parede. Marcos sentiu o rosto queimar quando viu sua própria filha nua, deitada na mesa de jantar de sua casa, abrindo as pernas para a câmera. Os três empresários se inclinaram para frente, interessados.
— Ótima iluminação — um dos homens comentou, ajustando os óculos. — E a garota tem um corpo espetacular. Olhem essa pele, essa inocência.
— E olhem como ela se abre — Ricardo disse, pausando a imagem no momento em que Carla introduzia o vibrador gigante.
— Sem hesitação. Natural. Isso é ouro.
O vídeo continuou, mostrando Carla em todos os ângulos, usando os brinquedos, gemendo, tendo seu orgasmo intenso. Marcos queria desaparecer no chão, mas ao mesmo tempo sentiu um estranho orgulho ao ver os homens babando por sua filha.
— Aprovadíssima — Ricardo declarou quando o vídeo terminou. — Agora vamos ver o material do Jorge.
O vídeo de Fernanda era diferente, mais tímido, mas igualmente explícito. A morena aparecia em seu quarto, com uma calcinha fio dental preta que mal cobria nada, uma G-string que consistia em uma única tirinha de tecido. Ela se tocava hesitantemente, depois usava os brinquedos com uma expressão de surpresa em cada nova sensação.
— Interessante — Ricardo comentou. — Ela tem uma cara de santinha, mas olhem como ela aceita o plug. Sem reclamar. Isso é valioso.
Quando ambos os vídeos terminaram, Ricardo trocou olhares com seus sócios e sorriu.
— Parabéns a ambos. Suas filhas foram selecionadas para a próxima fase. E essa fase... — ele fez uma pausa dramática. — Será um filme completo. Produção profissional. Cenas lésbicas, cenas de incesto, homens maduros com as garotas. Tudo em 4K, com roteiro, direção, iluminação de estúdio. O orçamento é alto, e o retorno será milionário.
— Incesto? — Marcos perguntou, a voz trêmula. — Quer dizer... nós?
— Exatamente — Ricardo confirmou. — Vocês, pais, com suas filhas. Cenas explícitas, hardcore. Sexo real, não simulado. O mercado está faminto por conteúdo genuíno, por famílias reais transando. E vocês dois... vocês têm algo especial. A química está lá, vimos nos vídeos. A vergonha, o desejo reprimido, o tabu.
— E as meninas? — Jorge perguntou. — Elas aceitariam?
— Aceitam — uma voz feminina respondeu da porta.
Carla e Fernanda entraram na sala. Os rostos das duas jovens estavam corados, mas havia uma determinação em seus olhos.
— Nós conversamos no corredor — Carla disse, olhando para o chão, depois levantando o rosto. — Se isso for garantir o futuro das nossas famílias... nós fazemos. Tudo.
— Tudo? — Ricardo levantou uma sobrancelha.
— Tudo — Fernanda confirmou, sua voz mais firme do que seu corpo sugeria. — Cenas lésbicas, cenas com nossos pais... o que for necessário.
— Perfeito! — Ricardo bateu palmas. — Então vamos começar. A primeira cena será amanhã, na casa de vocês, Marcos. Cena lésbica entre as garotas. Precisamos de um ambiente doméstico, íntimo. E vocês, pais, e as esposas, serão a plateia. Queremos capturar a reação real, a vergonha, o choque, o desejo reprimido.
Na tarde seguinte, a casa de Marcos foi transformada em um estúdio improvisado. Luzes, câmeras, microfones. Helena e a esposa de Jorge, uma mulher chamada Sônia de cabelos curtos e expressão nervosa, estavam sentadas no sofá, bebendo vinho para acalmar os nervos.
Carla e Fernanda estavam no quarto se preparando. Quando emergiram, ambas usavam apenas lingerie provocante.
Carla em renda branca, Fernanda naquela calcinha fio dental preta que havia chamado atenção no vídeo.
— Sônia sussurrou, olhando para a filha.
— Eu não sabia que ela usava essas coisas. Uma tirinha dessas... mal cobre nada.
— E olha a sua filha
— Helena respondeu, indicando Carla.
— Renda transparente. Nossas filhas... nossas filhas são mulheres que não tem vegonha
— Posições, garotas! — o diretor chamou.
— E vocês, pais, sentem-se ali. Queremos vocês no quadro, reagindo. Mães também. Isso aumenta o valor de produção.
Marcos e Jorge sentaram-se em cadeiras posicionadas estrategicamente, tendo visão perfeita da cena. As câmeras começaram a rodar.
Carla e Fernanda ficaram frente a frente, ambas visivelmente sem jeito.
— Nunca fiz isso — Fernanda admitiu, a voz baixa. — Nunca... nunca toquei em outra mulher assim.
— Eu também não — Carla respondeu. — Mas vamos aprender. Juntas.
Elas se aproximaram timidamente. Primeiro, as mãos se encontraram, dedos entrelaçando-se. Depois, os rostos se aproximaram, e os lábios se tocaram em um beijo hesitante, que rapidamente se tornou mais profundo, mais urgente.
— Isso, meninas — o diretor instruía. — Agora as mãos. Toquem uma na outra. Descubram os corpos.
Carla colocou as mãos nos seios de Fernanda, massageando-os através do tecido fino. Fernanda gemeu e retribuiu, seus dedos deslizando pela cintura fina de Carla, descendo até sua calcinha.
— Tiram as calcinhas — o diretor ordenou. — Lentamente. Queremos ver tudo.
As duas jovens se despiram completamente, ficando nua uma diante da outra. Seus corpos eram diferentes e complementares: Carla esbelta e pálida, Fernanda mais curvilínea e morena.
— Agora na cama — o diretor continuou. — 69. Chupem uma a outra. E usem os brinquedos.
Temos um strap-on de quarenta centímetros que precisamos ver em ação.
As garotas deitaram na cama em posição 69, cada uma com o rosto entre as pernas da outra. Marcos podia ver perfeitamente a cena: a língua de Carla saindo para lamber a vulva rosada de Fernanda, enquanto Fernanda fazia o mesmo, seu rosto enterrado no sexo loiro de Carla.
— Jorge olhou, ajustando-se na cadeira.
— Minha filha... minha filha está chupando outra garota.
— E a minha está sendo chupada — Marcos respondeu, a voz rouca. — Olha, Jorge. Olha como elas gostam.
E era verdade. Os gemidos das duas garotas preenchiam o quarto, misturando-se em uma sinfonia de prazer. Elas se chupavam com fome, com desespero, línguas trabalhando clitóris, dedos entrando em vaginas molhadas.
— Agora o strap-on — o diretor instruiu. — Fernanda, vista isso. Carla, de quatro. Queremos ver você enfiando nela. Tudo. Os quarenta centímetros.
Fernanda prendeu o enorme brinquedo em sua cintura, parecendo estranhamente poderosa com aquele membro negro e imenso protendendo de seu corpo feminino. Carla posicionou-se de quatro, as nádegas abertas, oferecendo-se.
— Vai devagar — Carla pediu, olhando por cima do ombro. — É muito grande.
— Vou tentar — Fernanda respondeu, posicionando a ponta na entrada de Carla.
A câmera se aproximou em close enquanto Fernanda empurrava. O brinquedo desaparecia centímetro por centímetro no corpo de Carla, que gemia e se contorcia, suas paredes se esticando para acomodar a invasão.
— Mais — o diretor ordenou.
— Tudo. Até o fim.
Fernanda empurrou até que a base do strap-on encostou nas nádegas de Carla. Todas as quarenta centímetros estavam enterradas profundamente. Carla gritou, não de dor, mas de prazer intenso, suas unhas arranhando os lençóis.
— Agora fode ela — o diretor continuou. — E Carla, usa o plug no seu cu. Queremos você cheia dos dois lados.
Com uma mão trêmula, Carla pegou um plug anal grande e começou a trabalhá-lo em si mesma enquanto Fernanda a penetrava com o strap-on. A visão era obscena, maravilhosa: a filha de Marcos sendo duplamente preenchida, gemendo como uma louca, enquanto a filha de Jorge a fodia sem piedade.
— Agora troca — o diretor disse. — Carla veste o strap-on. Fernanda de quatro.
Elas inverteram as posições. Agora era Carla, com seu corpo esbelto e pequeno, empurrando o brinquedo gigante na Fernanda. A morena aceitou tudo, sua vagina se abrindo para receber, seus seios balançando a cada estocada.
— Dedos no cu — o diretor instruiu. — Enquanto fode. Queremos ver dedos entrando no ânus.
Carla obedientemente enfiou dois dedos no ânus de Fernanda enquanto a penetrava com o strap-on. Fernanda gritou, seu orgasmo chegando rápido e violento, suas paredes apertando-se ao redor do brinquedo.
— Não goza ainda! — o diretor advertiu. — Queremos vocês gozando juntas. Na cara dos pais. Pais, se aproximem. Queremos seus rostos no quadro quando elas gozarem.
Marcos e Jorge se ajoelharam ao lado da cama, seus rostos a centímetros dos corpos contorcidos das filhas. As câmeras focavam nos rostos dos pais, capturando cada expressão de choque, desejo e vergonha.
— Agora! — o diretor gritou. — Gozem! Juntas! Na cara deles!
Carla e Fernanda se reposicionaram rapidamente, sentando-se na cama com as pernas abertas, os sexos expostos. Elas se esfregaram freneticamente, dedos circulando clitóris, até que ambas começaram a convulsionar simultaneamente.
— Ahhhh! — Carla gritou, seu corpo arqueando enquanto fluidos escorriam de sua vagina.
— Fernanda gemeu, tendo seu próprio orgasmo, seus fluidos jorrando.
E então aconteceu o que o diretor queria: as duas garotas gozaram literalmente na cara dos pais. Jatos de fluido claro atingiram os rostos de Marcos e Jorge, cobrindo suas bocas, seus olhos, suas barbas. Os homens não se moveram, paralisados, enquanto o gozo de suas filhas escorria por seus rostos.
— Corta! — o diretor exclamou, satisfeito. — Perfeito! Isso é ouro puro! As expressões de vocês... incríveis!
Marcos limpou o rosto com a mão, ainda atordoado. O gosto do fluido de sua filha estava em seus lábios. Ele olhou para Jorge, que tinha uma expressão igualmente chocada e excitada.
— E agora? — Helena perguntou do sofá, sua voz estranhamente rouca.
— O que vem depois?
— Agora — Ricardo entrou na sala, sorrindo.
— Agora vem a cena principal. A cena de incesto.
Pais e filhas. Criamos uma historinha: vocês chegam em casa e as pegam se masturbando.
Têm que puni-las. Com sexo. Na mesma cena, trocando de parceiras. E depois... anal. Tudo em 4K.
— Nós... nós vamos transar com elas mesmo?
— Marcos perguntou, a boca seca.
— Exatamente. E vocês vão adorar.
Olhem para elas. Olhem como elas estão prontas.
Carla e Fernanda estavam deitadas na cama, ofegantes, os corpos brilhando de suor e fluidos, os olhos brilhando de excitação. Elas se olharam, depois olharam para os pais.
— A gente topa
— Carla disse, olhando diretamente para Marcos.
— Se o papai topar.
— Eu…
— Marcos hesitou.
— Eu topo
— Jorge disse de repente, a voz firme. — Porra, depois do que acabei de ver... eu topo. Minha filha é a coisa mais linda que existe. E eu quero... eu quero sentir ela.
— Então é isso — Ricardo disse. — Preparação de cinco minutos. Depois... ação.
As mães foram posicionadas em cadeiras especiais, tendo visão privilegiada. O diretor explicou o roteiro: os pais "chegariam" em casa, surpreenderiam as filhas, haveria uma "discussão" que se transformaria em sexo. Primeiro cada pai com sua filha, depois troca, depois anal.
— Ação! — o diretor gritou.
Marcos entrou no quarto, fazendo seu papel. Lá estava Carla, nua, se tocando, fingindo surpresa ao ver o pai.
— Papai! — ela exclamou, teatralmente. — Não é o que parece!
— É exatamente o que parece — Marcos respondeu, seguindo o roteiro, mas sentindo que a vergonha estava dando lugar a algo mais intenso. — Você tem sido uma garota muito má. E garotas más precisam ser punidas.
Ele se aproximou da cama. Carla o olhou com olhos grandes, cheios de um desejo que não era fingimento.
— Me pune, papai — ela sussurrou. — Me pune como eu mereço.
Marcos se despiu rapidamente, seu corpo maduro expondo-se. Seu pênis estava duro, pulsando, maior do que se lembrava de ter estado em anos. Ele subiu na cama e posicionou-se entre as pernas da filha.
— Você tem certeza? — ele perguntou, quebrando o personagem por um segundo, genuinamente preocupado.
— Tenho — Carla respondeu, também fora do personagem. — Eu quero, papai. Eu te amo. Quero sentir você dentro de mim.
Marcos empurrou. Sua filha era incrivelmente apertada, molhada, quente. Ele deslizou para dentro dela em um movimento contínuo, até estar completamente enterrado. Carla gemeu, suas pernas envolvendo a cintura do pai, puxando-o mais fundo.
— Isso, papai. Fode sua filha. Fode sua filha safada.
Ao lado, Jorge estava fazendo o mesmo com Fernanda. A morena gemia alto, suas unhas arranhando as costas do pai enquanto ele a penetrava com força.
— Troca! — o diretor ordenou. — Agora!
Marcos se retirou de Carla, seu pênis brilhando dos fluidos da filha. Ele se moveu para Fernanda, enquanto Jorge se aproximava de Carla.
— Oi — Fernanda sussurrou para Marcos, sorrindo timidamente. — Sou a filha do seu amigo.
— Você é linda — Marcos respondeu, sincero.
Ele a penetrou. Fernanda era diferente, mais apertada, sua vagina se moldando ao redor dele de forma diferente. Ela gemeu, seus olhos rolando para trás.
- seu pai é grande
— ela disse para Carla, que estava sendo fodida por Jorge.
— O seu também
— Carla respondeu, ofegante.
— Ah, Jorge, isso. Fode sua amiguinha.
A cena continuou, os dois casais transando na mesma cama, os sons de pele batendo em pele preenchendo o quarto. As mães assistiam, hipnotizadas.
— Nunca nem fizemos isso — Helena sussurrou para Sônia, observando Marcos chupar os seios de Fernanda. — Eles estão indo tão fundo.
— E olha as nossas filhas — Sônia respondeu, uma mão inconscientemente descendo para entre suas pernas. — Elas estão amando. Olha como elas gemem.
— Anal agora! — o diretor gritou.
— Queremos anal. Preparativos!
Marcos se retirou de Fernanda, ofegante. Seu pênis estava vermelho, pulsante, coberto de fluidos. Ele olhou para Carla, que estava de quatro, as nádegas abertas, oferecendo-se.
— O cu da sua filha
— o diretor instruiu. — Fode o cu dela. E Jorge, o cu da Fernanda. Queremos DP alternada. Troquem!
Marcos posicionou-se atrás de Carla. Ele lubrificou seu pênis e a entrada da filha com bastante gel, depois pressionou a ponta contra seu ânus apertado.
— Respira, meu amor
— ele sussurrou. — Vai doer um pouco no começo.
— Vai, papai. Eu aguento. Quero sentir tudo.
Ele empurrou. A resistência cedeu, e ele entrou no ânus da filha, sentindo aquela pressão quente e seca diferente da vagina. Carla gritou, uma mistura de dor e prazer, mas pediu mais.
— Mais fundo, papai. Tudo!
Marcos empurrou até a base, completamente enterrado no cu da filha. Ao lado, Jorge fazia o mesmo com Fernanda. As duas garotas estavam de quatro, lado a lado, sendo fodidas analmente pelos próprios pais.
— Agora troca! — o diretor ordenou.
— Marcos no cu da Fernanda, Jorge no da Carla!
Eles trocaram. Marcos penetrou Fernanda analmente, sentindo como ela era diferente, mais apertada ainda. Jorge gemeu ao entrar na filha de Marcos, exclamando sobre como ela era quente.
— 69 entre as garotas! — o diretor continuou. — Enquanto os pais fodem elas! Queremos ver elas se chupando enquanto são fodidas!
Carla e Fernanda se reposicionaram em 69 novamente, mas desta vez enquanto Marcos penetrava Fernanda por trás e Jorge penetrava Carla. As garotas se chupavam, seus rostos enterrados um no outro, enquanto os pais as possuíam analmente.
— Gozem! — o diretor gritou. — Gozem juntos! Na cara delas! Queremos ver tudo em 4K!
Marcos sentiu o orgasmo se aproximando, uma onda imparável. Ele se retirou de Fernanda e se moveu para a frente, onde Carla o esperava de boca aberta. Jorge fez o mesmo do outro lado.
— Agora! — o diretor gritou.
Marcos gozou. Jatos de sêmen quente jorraram de seu pênis, atingindo o rosto de Carla, seus cabelos loiros, seus seios. Ela abriu a boca, tentando pegar algum, engolindo o gosto do pai. Ao lado, Jorge gozava na cara de Fernanda, cobrindo-a de sêmen.
— Mais! — Carla pediu, lambendo os lábios cobertos de gozo. — Mais, papai. Eu quero mais.
— Você ouviu a garota — Ricardo disse do canto. — Dê mais para ela. Esta é apenas a primeira cena. Temos muito mais a filmar.
Marcos olhou para a filha, coberta de seu sêmen, ainda querendo mais, e soube que aquela noite seria apenas o começo de uma nova era para sua família. Uma era de putaria, incesto e amor sem limites.
As câmeras continuavam a gravar em 4K, capturando cada gota, cada expressão, cada momento de tabu transformado em prazer absoluto.