Visita de indias do xingu numa empresa da cidade. Elas estavam todas de micro tanga

O elevador abriu no 12º andar e o corredor da empresa inteiro parou.
Três indias do Xingu entraram juntas, convidadas para uma demonstração cultural de tradições. Adriana, que trabalhava no marketing, nunca tinha visto nada parecido de perto. As três mulheres andavam eretas, peitos nus, corpos pintados com jenipapo, e na parte de baixo… só uma tirinha finíssima de algodão cru, enfiada bem no meio da xoxota, sumindo entre os lábios e saindo atrás, quase invisível.
O silêncio foi imediato.
Homens e mulheres do escritório ficaram parados olhando. Não dava para disfarçar: a tirinha era tão fina e tão enfiada que deixava a buceta quase toda exposta. E o que mais chamava atenção era o tamanho. As três tinham uma testa de buceta enorme, grossa, carnuda, os lábios externos bem desenvolvidos, escuros e proeminentes, que se moviam a cada passo. A tirinha sumia no meio daquela fenda larga, esticando a pele rosada por baixo.
Adriana engoliu em seco. Nunca tinha visto uma xoxota daquele jeito. Ficou curiosa demais.
Durante a apresentação, as três falaram das pinturas, dos cantos, das danças. Quando terminou, Adriana se aproximou, ainda vermelha.
— Desculpa… — murmurou baixo.
— Essa… tirinha. Não dói o grelo?
Fica o tempo todo enfiada assim?
A mais velha das três, de nome Yara, sorriu sem constrangimento. A voz era calma, sotaque marcado.
— Não dói. A gente usa desde mais cedo. Passa muito gel de planta. Todo dia. Deixa a xoxota molhada, aberta, acostumada. A tirinha entra fácil e fica no lugar.
A segunda, mais nova, complementou, apontando para a própria buceta:
— Olha. É fina mesmo. Andar o dia inteiro deixa ela inchada, rosada. A tirinha esfrega e fica tudo quente.
Adriana não conseguiu disfarçar o olhar. As três perceberam e trocaram um olhar entre si. Yara fez um gesto discreto.
— Vem. A gente mostra direito.
Elas se afastaram para um canto do corredor, perto da sala de reuniões vazia. Ninguém mais estava por perto naquele momento. Yara puxou a tirinha fina de algodão com dois dedos. O tecido saiu devagar, molhado, e a buceta dela se abriu sozinha: enorme, carnuda, toda rosada e brilhante de tanto andar e de tanto gel. Os lábios externos eram largos, a fenda profunda, a entrada já um pouco aberta. A pele ao redor estava avermelhada, quente.
A segunda e a terceira fizeram o mesmo. Três xoxotas enormes, escuras por fora e rosadas por dentro, ainda marcadas pelo formato da tirinha, o gel natural escorrendo um pouco.
— Passa o gel toda manhã — explicou Yara, passando dois dedos entre os próprios lábios e puxando o fio transparente. — Deixa molhada ne, fácil de enfiar qualquer coisa. A tirinha é só pra lembrar que a gente anda livre.
Adriana estava ofegante só de olhar. A própria calcinha já estava molhada.
— Eu… posso experimentar elas?
— perguntou, a voz baixa. — Quero sentir como é.
Yara acenou. Tirou a tirinha dela, ainda quente e úmida, e entregou. Adriana, de mãos tremendo, abaixou a calça social e a calcinha. A xoxota dela apareceu: branca, completamente depilada, lisa, os lábios finos e rosados, bem diferente das três.
Ela passou o dedo na própria entrada, sentindo o quanto já estava molhada, e posicionou a tirinha fina. Empurrou devagar. O algodão sumiu entre os lábios depilados, esticando um pouco a pele clara. Adriana gemeu baixinho quando sentiu o tecido roçar o clitóris e entrar mais fundo. A sensação era estranha, apertada, quente.
Yara se aproximou e passou um pouco do gel delas na buceta de Adriana, esfregando com dois dedos até deixar tudo escorregadio e brilhante.
— Agora anda um pouco — mandou.
Adriana deu alguns passos no corredor vazio. A tirinha se movia dentro dela a cada passo, esfregando, puxando, deixando a xoxota depilada latejar. As três indias observavam, sem pressa, vendo a diferença: a buceta branca e lisa de Adriana contrastando com as delas, enormes, carnudas e rosadas.
— Fica bom — disse Yara, sorrindo. — Mas a sua é pequena. A nossa já está acostumada a ficar aberta o dia inteiro.
Adriana só conseguiu acenar, o rosto vermelho, a tirinha ainda enfiada, a buceta branca brilhando de gel e de tesão.
As três colocaram as próprias tiras de volta, o tecido sumindo de novo entre aquelas fendas enormes e rosadas, e voltaram para o elevador como se nada tivesse acontecido.
Adriana ficou ali, ainda com a tirinha dentro, a calça social puxada às pressas, a xoxota depilada latejando e molhada.
Adriana passou o resto da manhã com a tirinha fina enfiada. Cada passo no escritório fazia o algodão esfregar no clitóris e entre os lábios depilados. A calça social apertava, o gel que as indias tinham passado ainda brilhava, e a buceta dela ficava cada vez mais molhada. Ela mal conseguia se concentrar nas reuniões. Só pensava na sensação e nas três xoxotas enormes e rosadas que tinha visto de perto.
Na hora do almoço, ela se aproximou de Yara e das outras duas.
— Vamos almoçar fora? Eu mostro um pouco da cidade pra vocês.
As três aceitaram. No elevador, Adriana olhou e as tirinha delas estavam ainda molhadas, só para confirmar que ainda estavam enfiadas. e Estavam. As bucetas carnudas e rosadas se abriram um pouco quando o tecido saiu e voltou, já molhadas de tanto andar.
No restaurante, as quatro se sentaram. Adriana sentia a tirinha se mexer a cada movimento na cadeira. Yara, do outro lado da mesa, sorria sabendo exatamente o que ela estava sentindo. Depois do almoço, Adriana as levou para caminhar pelo centro. Todas com as tirinhas enfiadas. As indias andavam normalmente, as testas de buceta enormes se movendo sob a fina tira de algodão. Adriana andava com as pernas um pouco abertas, a xoxota depilada latejando.
À tarde ela as levou a um clube com piscina e sauna privativa só para mulheres. Comprou três dildos grossos numa sex shop no caminho — um para cada uma — e um cinto de strapon. Na cabine da sauna, as quatro se despiram.
As indias tiraram as tirinhas; as bucetas enormes, rosadas e brilhantes de gel e suor apareceram de novo. Adriana tirou a dela também, a xoxota branca e depilada contrastando.
Elas entraram na piscina primeiro. Depois foram para a sauna. O calor era forte. Yara se sentou de pernas abertas e mostrou o grelo: grosso, escuro, proeminente, já inchado. Adriana não resistiu. Ajoelhou-se entre as coxas dela e chupou. O sabor era salgado e quente. Yara gemeu baixo, segurando a cabeça de Adriana, enquanto as outras duas se beijavam e passavam os dildos umas nas outras.
Adriana chupou o grelo de Yara até ela gozar na boca dela. Depois foi a vez das outras. Os grelos das três eram lindos: grossos, sensíveis, fáceis de lamber. Elas se revezaram, chupando, enfíando os dildos, o gel escorrendo no banco de madeira quente. Adriana colocou o strapon, lubrificou o dildo grosso e fodeu Yara primeiro, de quatro, vendo a buceta enorme engolir o silicone. Depois fodeu as outras duas. As indias gemiam alto, as testas de buceta se abrindo e fechando em volta do dildo a cada estocada.
Quando saíram da sauna, todas molhadas e ofegantes, Adriana as levou para um motel perto. O quarto era simples, com cama grande. Assim que a porta fechou, as quatro se jogaram na cama. As indias se beijavam e se chupavam sem pressa, os grelos grossos sendo lambidos e chupados. Adriana ficava no meio, chupando uma, sendo chupada por outra, enfíando dildos e sendo fodida com o strapon. Yara colocou o cinto e fodeu Adriana de frente, olhando a xoxota branca e depilada se abrir em volta do dildo enquanto as outras duas chupavam os seios e o grelo dela.
Passaram horas se chupando, se fodendo, trocando de posição. As bucetas das indias, enormes e rosadas, ficavam ainda mais abertas e brilhantes. A de Adriana, lisa e clara, latejava de tanto ser usada. Gozaram várias vezes, o quarto cheirando a sexo e gel.
No dia seguinte, as quatro saíram juntas para a rua. Todas com as tirinhas finas enfiadas de novo. As indias andavam normalmente, as suas buceta enormes se movendo sob o algodão. Adriana andava ao lado, a própria tirinha esfregando a cada passo. Mulheres que passavam na calçada olhavam, arregalavam os olhos e não acreditavam. Algumas paravam no meio da calçada, bocas abertas, vendo aquelas xoxotas carnudas quase expostas sob a tira fina, e a de Adriana, mais discreta, mas ainda visível pelo volume e pelo jeito que ela andava.
Yara só sorria, sem se importar.
— Agora você também anda como a gente — murmurou para Adriana, enquanto uma mulher do outro lado da rua ficava parada, olhando sem conseguir disfarçar.
Adriana só apertou as coxas, sentindo a tirinha molhada se mexer, e continuou andando.
A filha de Adriana chegou de surpresa no final da tarde.
Ela entrou na sala da mãe sem bater. A porta estava entreaberta. O que viu fez ela parar no meio do caminho.
Adriana estava sentada na beira da mesa, pernas abertas, a tirinha fina de algodão ainda enfiada na xoxota depilada e branca. Yara e as outras duas indias estavam ao redor dela. Uma ajoelhava entre as coxas de Adriana, lambendo o grelo, outra já tinha o strapon afivelado e o dildo grosso brilhando de gel. As bucetas das três indias estavam expostas, enormes, rosadas, os grelos grossos e inchados à mostra.
A filha — Sofia, 22 anos — fechou a porta atrás de si sem fazer barulho. Os olhos arregalados, a respiração presa.
Adriana viu a filha e congelou por um segundo. Depois, em vez de se cobrir, apenas segurou a cabeça de Yara contra a própria buceta e falou baixo:
— Entra. Fecha a porta direito.
Sofia obedeceu. Ficou parada olhando. Yara tirou a boca da xoxota de Adriana e se virou, mostrando a testa de buceta enorme, o grelo grosso e escuro ainda molhado de saliva.
— Essa é minha filha — disse Adriana, a voz rouca. — Ela chegou na hora certa.
Sofia engoliu em seco. A própria calcinha já estava úmida só de ver a cena. As indias se aproximaram dela sem pressa. Yara passou a mão pela coxa de Sofia e perguntou:
— Quer participar?
Sofia acenou com a cabeça. Tirou a blusa e a calça. Quando ficou só de calcinha, tirou também. A xoxota dela era rosada, depilada, com o grelo já aparentando. Mas o que chamou atenção das indias foi o que ela tirou da bolsa: dois plugs anais de tamanhos diferentes, um médio e um grosso, ambos com base larga e brilhantes de silicone.
— Eu gosto desses — murmurou Sofia, meio envergonhada. — Uso quase todo dia.
As três indias ficaram doidas. Yara pegou o plug mais grosso, examinou, passou o dedo na base e olhou para Sofia com os olhos brilhando.
— Enfia. Quero ver.
Sofia se virou, apoiou as mãos na mesa, abriu as nádegas e enfiou o plug grosso devagar. O silicone sumiu, a base ficou apertada entre as nádegas. Ela gemeu baixo. As indias se aglomeraram, tocando, puxando levemente a base, vendo a entrada se abrir e fechar em volta do plug.
Adriana se aproximou por trás da filha, passou a mão pela xoxota dela e falou:
— Agora chupa a Yara. Ela gosta do grelo bem lambido.
Sofia se ajoelhou entre as coxas de Yara. A buceta enorme e rosada estava bem na sua frente, o grelo grosso e escuro latejando. Sofia não sabia bem como chupar. Passou a língua devagar, insegura, lambendo só a ponta. Yara segurou a cabeça dela e guiou:
— Mais fundo. Chupa ele inteiro. Usa a língua embaixo também.
Sofia obedeceu. Abriu a boca, engoliu o grelo grosso, chupou com mais força, sentindo o gosto e a textura. Yara gemeu alto, rebolando contra o rosto dela. As outras duas indias se ajoelharam ao lado, uma chupando o peito de Sofia, a outra puxando e empurrando o plug no cu dela enquanto Adriana colocava o strapon.
Adriana lubrificou o dildo e se posicionou atrás da filha. Empurrou devagar. Sofia gemeu com a boca ainda cheia do grelo de Yara quando o silicone grosso abriu a xoxota dela. Adriana fodeu a filha com movimentos longos e fundos, enquanto Sofia tentava chupar melhor o grelo enorme, ainda inexperiente, babando, engasgando de leve, mas sem parar.
As indias se revezavam. Uma sentava no rosto de Sofia, a buceta greluda e rosada cobrindo a boca dela. Outra se ajoelhava para chupar o grelo de Sofia enquanto o strapon da mãe entrava e saía. O plug no cu de Sofia era puxado e empurrado o tempo todo, deixando as indias cada vez mais excitadas com a visão.
Sofia gozou primeiro, o corpo tremendo, o plug ainda enterrado, a boca molhada de saliva e do gosto das bucetas das indias. Yara gozou logo depois, segurando a cabeça de Sofia contra o grelo grosso. Adriana continuou fodendo a filha até gozar também, o dildo ainda dentro.
Quando pararam, as quatro estavam suadas, ofegantes, as tirinhas e os dildos espalhados pela sala. Sofia ainda com o plug no cu, a xoxota latejando, o rosto molhado.
Yara pegou o segundo plug da bolsa de Sofia, o médio, e sorriu:
— Esse a gente leva. Amanhã você ensina a gente a usar na rua também.
Sofia só conseguiu acenar, ainda sem fôlego, enquanto a mãe passava a mão pelo cabelo dela com um sorriso safado.
Elas saíram juntas da empresa no final da tarde.
Adriana, Sofia e as três indias desceram pelo elevador de serviço para evitar olhares. Sofia andava com as pernas um pouco abertas: o plug grosso ainda enterrado no cu e a tirinha fina de algodão enfiada na xoxota depilada. Cada passo fazia o plug se mexer e a tirinha esfregar o grelo. O rosto dela estava vermelho, mas ela não tirou nada.
Na calçada, as indias voltaram a colocar as próprias tirinhas. As testas de buceta enormes e rosadas se moviam sob o algodão fino a cada passo. Algumas garotas que passavam na rua pararam no meio da calçada. Olharam, arregalaram os olhos, boquiabertas. Uma delas cobriu a boca com a mão, outra puxou a amiga pelo braço e apontou sem disfarçar. Nenhuma acreditava no que estava vendo: aquelas xoxotas carnudas quase expostas, o volume, o jeito que a tirinha sumia no meio.
Yara só sorriu e continuou andando.
Foram todas para a casa de Adriana. Assim que a porta fechou, as roupas começaram a cair. As indias tiraram as tirinhas; as bucetas enormes, rosadas e brilhantes apareceram de novo. Sofia tirou a calça e mostrou o plug ainda enterrado, a base apertada entre as nádegas. Adriana já estava só de blusa, a xoxota depilada à mostra.
Na sala, se espalharam pelo sofá e pelo chão. Yara se ajoelhou entre as coxas de Sofia e chupou o grelo dela com vontade, enquanto puxava e empurrava o plug. Sofia gemeu alto, as mãos nos cabelos da índia. As outras duas indias se beijavam e se chupavam no chão: uma deitada de pernas abertas, a outra lambendo o grelo grosso e escuro com a língua larga, o barulho molhado enchendo a sala.
Adriana pegou o strapon, afivelou e lubrificou o dildo grosso. Posicionou atrás de Yara, que ainda chupava Sofia, e enfiou de uma vez. Yara gemeu contra a buceta de Sofia enquanto era fodida. Adriana metia fundo, vendo a buceta enorme da índia engolir o silicone.
Depois trouxeram o dildo duplo. Yara e a segunda índia se ajoelharam de frente uma para a outra, encaixaram as pontas nas bucetas rosadas e começaram a se empurrar. O silicone sumia e aparecia entre as duas xoxotas carnudas, os grelos se roçando. Sofia ficou olhando, ofegante, até Adriana puxar a filha para o meio.
— Agora a gente também — disse a mãe.
Adriana e Sofia se posicionaram da mesma forma. Encaixaram o dildo duplo nas duas xoxotas depiladas e começaram a se foder, mãe e filha, se empurrando, se beijando, os grelos se tocando a cada movimento. As indias pararam para assistir, os olhos brilhando, antes de voltar a se chupar.
No meio da bagunça, Yara sumiu na cozinha e voltou com dois pepinos grandes e firmes. Lubrificou os dois e entregou um para a outra índia. As duas se deitaram de frente, encaixaram os pepinos nas bucetas enormes e começaram a se foder com eles, empurrando fundo, os vegetais sumindo entre os lábios rosados e carnudos. O barulho era molhado e obsceno. Sofia não aguentou: tirou o dildo duplo, pegou um dos pepinos e se ajoelhou entre a mãe e Yara, chupando o grelo de uma enquanto enfíava o pepino na outra.
Adriana colocou o strapon de novo e fodeu a filha de quatro, enquanto Sofia chupava o grelo grosso de Yara. As outras duas indias continuavam se empurrando com o pepino duplo, gozando alto, as bucetas se abrindo e fechando em volta do vegetal.
Passaram a noite inteira assim: chupadas longas nos grelos grossos das indias, strapon entrando e saindo, dildo duplo entre mãe e filha, pepinos sendo usados até ficarem brilhantes de gel e de porra. Sofia gozou várias vezes com o plug ainda no cu e a boca cheia de grelo. As indias gozaram em cima do rosto dela, das coxas, do peito. Adriana fodeu as quatro, uma atrás da outra, até não aguentar mais.
Quando finalmente pararam, estavam todas espalhadas pela sala, suadas, ofegantes, as bucetas latejando e bem abertas. As tirinhas e os plugs jogados no chão. Yara, ainda ofegante, olhou para Sofia e sorriu:
— Amanhã a gente anda de novo na rua. Com tudo isso dentro.
Sofia só conseguiu acenar, o corpo mole, a xoxota e o cu ainda pulando.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Visita de indias do xingu numa empresa da cidade. Elas estavam todas de micro tanga

Codigo do conto:
273824

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
03/10/2026

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