O dildo grosso entrava com dificuldade.
A filha tinha pouca experiência, e a grossura daquele silicone fazia o cuzinho dela se abrir devagar, centímetro por centímetro. Cada avanço arrancava um gemido abafado dela. A xoxota estava completamente exposta, melada, os lábios inchados e brilhantes, mas o foco agora era o volume que forçava a entrada atrás.
O vendedor permanecia agachado na frente da cadeira, uma mão segurando a base do mecanismo, a outra apoiada na coxa dela para manter a posição. Ele olhou para a mãe e falou em tom baixo, profissional:
— Esse aqui tem 35 centímetros e é bem mais grosso que o anterior. Você acha que ela vai aguentar até a base? Muita gente desiste no meio.
A mãe observava a filha com atenção, o controle ainda na mão.
— Ela aguenta. Continua.
A filha estava com o rosto vermelho, a boca entreaberta, as sobrancelhas franzidas numa expressão misturada de dor, vergonha e prazer. Os olhos marejados piscavam rápido toda vez que o dildo ganhava mais um pouco de profundidade. Um fio de saliva escorria pelo canto da boca dela. As mãos apertavam os braços da cadeira com tanta força que os nós dos dedos branquearam.
Foi nesse momento que a porta da cabine, que não tinha sido completamente fechada, deixou passar movimento do corredor dos fundos.
Duas mulheres que caminhavam pelo corredor de serviço pararam ao notar a cena. Um entregador que passava com uma caixa também desacelerou. Os três arregalaram os olhos.
A filha estava ali, completamente nua da cintura para baixo, pernas abertas na cadeira, o dildo grosso sendo empurrado lentamente para dentro do cu enquanto a xoxota pingava à vista de todos. O vendedor nem se incomodou. Continuou guiando a entrada com calma, como se fosse rotina.
O dildo avançou mais. A filha soltou um gemido mais alto, a cabeça jogada para trás, o pescoço tensionado. O prazer começou a aparecer com mais clareza no rosto dela: as pálpebras pesadas, a boca formando um “o” silencioso, as bochechas queimando. Quando a base grossa finalmente encostou nas nádegas, engolindo os 35 cm por completo, ela tremeu inteira. Um espasmo percorreu a barriga dela. O cuzinho ficou esticado ao máximo ao redor da base, pulsando.
As mulheres no corredor ainda olhavam, sem conseguir desviar o olhar. O entregador tinha a boca ligeiramente aberta. A mãe não se importou. Apenas passou a mão pelo cabelo da filha e falou baixo, quase orgulhosa:
— Isso. Até o fim.
O vendedor ativou o modo automático. O dildo grosso começou a subir e descer devagar, saindo quase por completo e voltando a enterrar os 35 cm com um som molhado e pesado. A filha gemia sem conseguir se calar, o rosto contorcido numa expressão de prazer sobrecarregado, enquanto as pessoas no corredor continuavam paradas, observando cada detalhe.
O vendedor desligou o mecanismo por um momento e olhou para a mãe.
— Quer tentar o duplo?
Ele abriu outra gaveta e tirou um dildo especial: dois eixos unidos na base. Um mais grosso e longo para o cu, o outro um pouco mais fino para a xoxota. Os dois saíam juntos do mesmo suporte, feitos para penetrar os dois buracos ao mesmo tempo.
A filha, ainda ofegante, com o cuzinho latejando pelo dildo anterior, arregalou os olhos quando viu o objeto.
— Espera… os dois juntos? — a voz saiu embargada. — Mãe, eu nunca fiz anal de verdade antes… só aquele de agora. Nunca tinha colocado nada no cu até hoje.
O vendedor parou por um segundo. A expressão dele mudou. Os olhos escureceram de tesão puro ao ouvir aquilo. Uma mulher adulta, na frente da própria mãe, admitindo que o cuzinho ainda era praticamente virgem e que estava prestes a levar os dois ao mesmo tempo. Ele engoliu em seco, mas manteve a postura profissional… ou tentou.
— Nunca fez anal antes? — repetiu, a voz um pouco mais rouca. — Então vamos com bastante calma.
Ele lubrificou os dois eixos generosamente. Posicionou o mais grosso contra o cuzinho ainda avermelhado e semiaberto, e o outro alinhou com a entrada da xoxota melada. A filha prendeu a respiração. A mãe segurou a mão dela.
O vendedor começou a empurrar.
Primeiro a ponta do dildo anal pressionou o esfíncter. A filha soltou um gemido agudo, as sobrancelhas franzidas. O cuzinho resistiu um pouco, depois cedeu, engolindo a cabeça do silicone com dificuldade. O vendedor foi extremamente devagar, girando levemente o objeto para ajudar a entrada. Centímetro por centímetro, o dildo grosso foi sumindo dentro do cu dela. A cada pequeno avanço, a filha tremia, a boca aberta, um fio de saliva escorrendo.
— Ahh… tá grosso… — ela choramingou, os olhos marejados.
Enquanto o anal entrava, o segundo eixo já pressionava a boceta. Quando o vendedor empurrou mais um pouco, os dois começaram a deslizar juntos. A xoxota, já encharcada, engoliu o dildo com mais facilidade, mas a sensação dos dois preenchendo ao mesmo tempo fez a filha arquear as costas.
O vendedor não conseguia disfarçar o tesão. O volume na calça era visível. Ele respirava um pouco mais pesado enquanto observava o cuzinho virgem daquela mulher se abrir em volta do silicone grosso, engolindo devagar, até a base quase encostar. O dildo anal foi enterrado por completo. O da frente também. Os dois buracos dela estavam completamente preenchidos.
— Pronto… os dois estão dentro — ele disse, a voz baixa, claramente excitado com a cena.
A filha estava ofegante, o ventre levemente tenso, a expressão um misto de choque, vergonha e prazer intenso. Nunca tinha sentido nada parecido. Estar tão cheia, nos dois lugares, na frente da mãe e daquele homem que não tirava os olhos do ponto onde os dildos desapareciam dentro dela.
A mãe passou a mão pelo cabelo da filha e falou baixo:
— Agora liga no automático.
O vendedor acionou o mecanismo. Os dois dildos começaram a se mover juntos, subindo e descendo em ritmo lento e sincronizado. O grosso saía quase por completo do cu e voltava a enterrar fundo; o da frente fazia o mesmo na xoxota. O som molhado dos dois buracos sendo fodidos ao mesmo tempo encheu a cabine.
A filha gemia sem conseguir se controlar, as unhas cravadas no braço da cadeira, enquanto o vendedor permanecia agachado na frente, observando cada detalhe com tesão mal disfarçado.
O vendedor parou o mecanismo por um instante. Abriu um frasco de gel anestésico suave e outro de lubrificante grosso, transparente. Passou os dois generosamente nos eixos do dildo duplo e também diretamente nos dois buracos da filha. Os dedos dele deslizaram pela vulva encharcada e depois pressionaram o gel gelado contra o ânus já avermelhado. Ela estremeceu com o contato.
Foi nesse momento que a porta da cabine se abriu de novo.
O gerente da loja entrou, um homem mais velho, de expressão séria. Tinha ouvido falar que havia uma cliente aguentando o modelo duplo pela primeira vez e veio ver pessoalmente.
— Então é essa a moça? — perguntou, parando na frente da cadeira. Os olhos dele desceram imediatamente para onde os dois dildos estavam apenas parcialmente enfiados. — Nunca fez anal e já está no duplo? Interessante.
A filha estava com o rosto em chamas. A mãe, ao lado, não disse nada. Em vez disso, deslizou a própria mão para baixo, por dentro da calça, e começou a se tocar abertamente, os dedos circulando o clitóris enquanto observava a filha. O som molhado dos dedos dela se misturou ao ambiente.
O vendedor acenou para o gerente e voltou a empurrar.
O dildo mais grosso pressiona o ânus com firmeza. O esfíncter, ainda apertado pela pouca experiência, cedeu devagar. A pele ao redor clareou com a tensão enquanto o silicone forçava a entrada. A filha arregalou os olhos, a boca se abrindo num gemido agudo e sem voz. As sobrancelhas se ergueram alto, a expressão de quem sente algo grande demais invadindo um lugar que quase nunca tinha sido tocado.
— Ahh… tá… abrindo… — ela conseguiu falar, a voz embargada.
O gerente se aproximou mais, observando de perto.
— Aguenta, moça. Respira fundo. Deixa ele entrar.
O vendedor empurrou mais um pouco. O ânus se esticou de forma visível, o anel muscular se abrindo em volta da grossura do dildo, a pele fina tensionada até quase ficar transparente na borda. Um pouco de lubrificante escorreu junto com a entrada forçada. Ao mesmo tempo, o segundo eixo avançava pela vulva. Os lábios da boceta se abriram em volta do silicone, a entrada rosada se dilatando, os tecidos internos sendo forçados a acomodar o volume. A fenda ficou completamente aberta, os lábios internos puxados para dentro a cada centímetro que o dildo ganhava.
A filha mantinha os olhos bem abertos, quase esbugalhados, as pupilas dilatadas. Cada pequeno avanço fazia ela prender a respiração. O queixo tremia. Quando o dildo anal finalmente passou a parte mais grossa e começou a deslizar mais fundo, um gemido longo e rouco saiu da garganta dela. O ânus estava completamente aberto agora, engolindo o silicone até a base. A vulva também tinha engolido o outro eixo por completo. Os dois buracos ficaram esticados ao máximo, as bordas brancas de tensão, o excesso de lubrificante escorrendo pelo assento da cadeira.
A mãe masturbava mais rápido, os dedos molhados, o olhar fixo no ponto onde a filha tinha sido completamente preenchida. O gerente observava em silêncio, claramente impressionado. O vendedor ainda segurava a base do dildo, sentindo o calor e a pressão dos dois buracos ao redor do silicone.
— Até a base — murmurou ele. — Os dois.
A filha estava ofegante, os olhos ainda arregalados, o corpo inteiro tremendo com a sensação de estar tão absurdamente aberta e cheia pela primeira vez.
O gerente se afastou por um momento e voltou carregando uma caixa preta. Abriu na frente das duas.
Lá dentro estava o dildo dragon.
Era longo, facilmente passando dos 30 cm, com uma textura escamada realista e, perto da base, um nó (knot) grosso e arredondado, bem mais largo que o resto do eixo. A grossura daquele nó era absurda, quase do tamanho de um punho fechado. O silicone tinha um brilho mate e pesava na mão.
O vendedor pegou o brinquedo e mostrou para a mãe.
— Esse é o dragon com knot. Muita gente não aguenta. O nó é a parte mais difícil. Depois que passa, trava lá dentro.
A filha olhou e imediatamente balançou a cabeça com força, os olhos arregalados. Fez sinal com as duas mãos, cruzando-as na frente do corpo.
— Não… isso não vai entrar. Nem na buceta. Olha o tamanho desse nó — a voz saiu quase em pânico.
Mesmo assim, a mãe ficou olhando o dildo com interesse. O gerente e o vendedor também. Havia um silêncio carregado na cabine.
— Quer tentar? — perguntou o gerente, já passando lubrificante grosso no dragon inteiro, demorando especialmente no nó.
A filha ainda balançava a cabeça, mas a mãe se aproximou, acariciou o cabelo dela e falou baixo:
— Vamos só tentar. Se doer demais a gente para.
O vendedor retirou o dildo duplo com um som molhado. A filha soltou um gemido quando os dois buracos ficaram vazios de repente, ainda abertos e latejando. O gerente posicionou a ponta do dragon na entrada da xoxota encharcada. O vendedor segurou uma das coxas dela aberta. A mãe segurou a outra e, com a mão livre, ajudou a separar os lábios da boceta.
A ponta começou a entrar com relativa facilidade por causa do quanto ela já estava molhada e aberta. Mas conforme o eixo ia avançando, a grossura aumentava. A filha prendeu a respiração, as sobrancelhas franzidas, a boca aberta.
— Devagar… — ela pediu, a voz embargada.
O gerente empurrou centímetro por centímetro. O silicone escamado deslizava para dentro da vulva, esticando as paredes. Quando a parte mais larga antes do nó chegou, a filha já estava gemendo alto, as unhas cravadas nos braços da cadeira. A mãe acariciava a barriga dela em círculos lentos, tentando acalmá-la.
Aí veio o nó.
O gerente parou com a parte mais grossa pressionando a entrada. A vulva da filha estava esticada ao máximo, os lábios puxados, a abertura rosada forçada a se abrir bem mais do que nunca. Ele empurrou com firmeza constante. A mãe ajudou segurando os lábios abertos. O vendedor pressionou levemente a base do dildo.
O nó começou a forçar a entrada. A pele ao redor clareou com a tensão. A filha soltou um gemido agudo, quase um choro, os olhos bem abertos, marejados. O queixo tremia.
— Ele não vai… ahh… não vai caber…
Mas o gerente continuou a pressão firme e controlada. De repente, com um movimento mais decidido, o nó passou. A vulva engoliu a parte mais grossa de uma vez só. Houve um som molhado e fundo. A filha arqueou as costas inteiras, um grito abafado saindo da garganta, as pernas tremendo violentamente.
O dildo dragon estava completamente dentro. O nó travado atrás da entrada, o resto do comprimento enterrado fundo. A barriga dela parecia levemente distendida. O cuzinho, ainda aberto e vazio, pulsava em solidariedade.
O gerente, o vendedor e a mãe ficaram olhando a cena em silêncio por alguns segundos. A filha respirava ofegante, os olhos ainda arregalados, a boca aberta, uma expressão de choque e prazer intenso misturados no rosto.
— Passou — murmurou o vendedor, a voz rouca de tesão.
A mãe passou o dedo em volta da base do dildo, sentindo o quanto a filha estava esticada, e sorriu baixo.
— Aguentou.
O gerente não perdeu tempo.
Com o dildo dragon já engolido até a base, ele começou a movimentar o monstro dentro da filha. Empurrava com força controlada, fazendo o nó grosso se mexer lá dentro, puxando quase até a saída e depois atolando tudo de novo de uma vez só. Cada estocada fazia a barriga dela tremer. O silicone escamado arrastava as paredes internas, e o nó, já passado, criava uma pressão absurda toda vez que era forçado contra a entrada de dentro para fora. A filha gemia alto, a voz embargada, as unhas cravadas no braço da cadeira, os olhos revirando de prazer e sobrecarga.
Foi exatamente nesse momento que a porta da cabine, que estava apenas encostada, se abriu com força.
Um grupo grande de senhoras entrou de uma vez. Era uma excursão de mulheres maduras que tinha se perdido no shopping a caminho de um museu. A guia na frente parou no meio do passo. Atrás dela, mais de uma dezena de senhoras foram entrando e parando em fila, os olhos se arregalando uma após a outra.
A cena que encontraram era impossível de processar de imediato:
Uma moça nua da cintura para baixo, sentada na cadeira especial, com um dildo enorme de textura de dragão completamente atolado dentro dela. O gerente ainda segurava a base e continuava enfiando com força, o nó grosso aparecendo e desaparecendo a cada movimento. A xoxota da moça estava escancarada, brilhando de lubrificante, os lábios esticados ao redor do silicone. Ao lado, a mãe da moça estava com a mão dentro da própria calça, se tocando abertamente enquanto observava.
As senhoras ficaram em choque absoluto.
Algumas levaram a mão à boca. Outras arregalaram os olhos sem conseguir piscar. Um silêncio pesado tomou conta da cabine por alguns segundos, quebrado apenas pelo som molhado e fundo do dildo monstro entrando e saindo.
O gerente olhou para elas, mas não parou. Continuou atolando o dragon com ritmo firme. A filha, mesmo com o rosto vermelho de vergonha, não conseguia impedir os gemidos. O prazer era forte demais. Cada vez que o nó era forçado para dentro, ela soltava um som agudo, as coxas tremendo.
Uma das senhoras mais à frente murmurou, quase sem voz:
— Meu Deus… ela está aguentando isso tudo?
Outra, de cabelos grisalhos, não conseguiu disfarçar o efeito que a cena estava causando. A mão dela deslizou por baixo da blusa e depois desceu até a saia. Em poucos segundos já estava se tocando por cima da calcinha, os dedos pressionando a xoxota enquanto os olhos permaneciam fixos no dildo que entrava e saía da moça. Logo ao lado, outra senhora fez o mesmo, respiração ofegante, as faces coradas. Uma terceira, mais ousada, enfiou a mão diretamente dentro da calça e começou a se masturbar de verdade, os dedos se movendo rápido enquanto observava o nó do dragon esticando a entrada daquela moça.
A mãe da filha notou o movimento das senhoras e sorriu de leve, sem parar de se tocar. O vendedor permanecia ao lado, claramente excitado com a audiência inesperada.
O gerente puxou o dildo quase até a ponta e depois enfiou tudo de novo com um único movimento fundo. O nó sumiu dentro da filha mais uma vez. Ela jogou a cabeça para trás, um gemido longo e rouco ecoando pela cabine, enquanto várias das senhoras assistiam sem desviar o olhar, algumas já com os dedos molhados e o respiração descompassada.
A excursão inteira tinha esquecido o museu.
Depois de mais alguns minutos intensos, o gerente finalmente desligou o mecanismo e puxou o dildo dragon para fora com cuidado. O nó saiu com um som molhado e pesado, deixando a xoxota da filha momentaneamente aberta e pulsando. Ela soltou um gemido baixo, o corpo inteiro mole, as pernas tremendo.
O vendedor trouxe toalhas úmidas e um frasco de gel calmante. Com movimentos práticos, limpou o excesso de lubrificante da coxa, da vulva e do cuzinho ainda avermelhado e semiaberto. Passou o gel generosamente nos dois buracos, fazendo massagens leves para aliviar o ardor. A filha estremecia a cada toque, sensível demais depois de tudo que tinha aguentado.
A mãe ajudou a vestir a filha. A calcinha foi puxada com cuidado, depois a calça. Mesmo vestida, dava para perceber que ela não estava normal. Quando tentou dar o primeiro passo, as pernas falharam um pouco. Cada movimento fazia a xoxota latejar, lembrando das socadas profundas e do nó grosso que tinha ficado atolado ali dentro por tanto tempo.
As senhoras da excursão ainda observavam em silêncio enquanto as duas se preparavam para sair. Algumas ainda tinham as faces coradas. A mãe agradeceu o gerente e o vendedor com um aceno discreto, pegou a filha pelo braço e as duas deixaram a cabine.
No corredor do shopping, a filha andava devagar, quase arrastando os pés. As pernas estavam moles. Cada passo mandava uma fisgada de ardor e prazer residual pela boceta castigada. O cuzinho também latejava, ainda sentindo a memória do volume que tinha aceitado. Ela segurava o braço da mãe com força, o rosto ainda quente de vergonha e exaustão.
— Anda mais devagar… por favor — pediu baixinho, a voz rouca.
A mãe apenas sorriu de lado, sustentando parte do peso da filha enquanto as duas se afastavam na direção da saída do shopping. O pai continuava sem saber de nada. E a filha, a cada passo lento e cuidadoso, ainda sentia o eco daquelas socadas profundas entre as pernas.