Tradicao numa cidade europeia de andar peladas e serem fudidas pelo prefeito tarado



A brisa salgada do Mediterrâneo atravessava as ruas de estreitas de Vallecita del Mar, uma pitoresca vila costeira espanhola escondida entre falésias douradas e vinhedos centenários. Desde 1987, quando o movimento de liberação corporal transformou a cultura local, as mulheres da cidade abraçaram uma tradição única: a Liberdade Inferior, ou como os turistas discretamente chamavam, "o estilo Vallecita".
Naquela manhã de sábado, o sol já castigava as pedras do calçamento quando Gretchen Silva Stuart desceu do táxi, seus olhos castanhos arregalados de espanto. Aos vinte e oito anos, a brasileira de Curitiba nunca imaginara que a prima Adriana, que tanto lhe falara por cartas e videochamadas, vivesse num lugar tão... singular.
— Gretchen! — Adriana correu pela porta de ferro forjado da casa colonial, seus seios balançando livremente sob uma camisola branca de linho. E, conforme a tradição mandava, sua parte inferior estava completamente exposta.
A pele morena de Adriana contrastava com o branco do tecido, e entre suas pernas, a ausência de qualquer vestimenta revelava uma vulva de contornos elegantes, a pele rosada e úmida de suor pelo calor matinal. Gretchen sentiu o roho queimar instantaneamente.
— Prima... você está... — a voz falhou.
— Nu? — Adriana riu, beijando as duas bochechas de Gretchen. — Bem-vinda a Vallecita, querida. Aqui é assim. Venha, preciso te explicar tudo antes do almoço.
Dentro da casa fresca de paredes brancas, Adriana serviu sangria enquanto instruía a prima, que ainda usava jeans e calcinha.
— A tradição começou como protesto feminista — explicou Adriana, cruzando as pernas sem nenhum constrangimento, seus lábios íntimos visíveis e reluzentes. — Mas evoluiu para celebração da beleza feminina. Aqui, não escondemos o que Deus nos deu. É lei municipal: todas as mulheres residentes ou visitantes com mais de dezoito anos devem permanecer sem vestimenta na região pubiana enquanto estiverem nos limites da cidade.
Gretchen engoliu em seco, observando como Adriana parecia tão natural, tão livre. A vergonha inicial começava a misturar-se com uma curiosidade estranha, quente.
— Mas não se preocupe — Adriana sorriu, tocando a mão de Gretchen. — Em duas horas você nem nota mais. E... há benefícios.
— Benefícios?
— O Concurso da Racha Perfeita. Toda sexta-feira, o prefeito Don Rodrigo percorre a cidade avaliando as... qualidades estéticas das moradoras.
Gretchen arqueou uma sobrancelha.
— Don Rodrigo é... diferente — Adriana baixou a voz, conspiratória. — Dois metros e trinta de altura, construído como um touro de lidia. Ele tem olhos de águia para... anatomia feminina. E generoso com as premiações. O ano passado ganhei três mil euros por ter, segundo ele, "a coloração mais delicada de mucosa".
Gretchen riu, nervosa.
— Ele prefere as... rachas altas — continuou Adriana, descruzando as pernas e abrindo levemente os joelhos para mostrar sua própria anatomia. — Vê? A minha tem quatorze centímetros de comprimento vertical. Quanto mais alongada, mais elogiada. O ideal é acima de quinze. Dizem que as mulheres de Vallecita têm as maiores médias de... extensão labial da Europa. É nosso orgulho.
Gretchen sentiu um calor subindo pelo pescoço, mas também uma excitação inconfessável. A naturalidade de Adriana era contagiante.
— Vamos, prima. Vista-se adequadamente. Quero te apresentar a cidade.
Tremendo, Gretchen removeu as roupas inferiores. O ar fresco do mar beijou sua pele íntima pela primeira vez. Quando olhou no espelho do hall de entrada, viu sua camiseta rosa e, abaixo, sua vulva exposta, os lábios escuros e úmidos, a fenda vertical sombreada por pêlos negros cuidadosamente aparados.
— Linda — Adriana aprovou. — Você tem potencial. A cor é bonita, naturalmente avermelhada. Vamos ver a reação das pessoas.
As ruas de Vallecita eram um espetáculo de liberdade. Gretchen caminhava ao lado de Adriana, seus passos inseguros, consciente de cada brisa que acariciava sua nudez inferior. Mulheres de todas as idades passeavam assim: dona Conceição, aos setenta, com sua racha enrugada mas orgulhosamente exposta; as gêmeas adolescentes que serviam café na esquina, suas vulvas ainda rosadas e sem pelos; a farmacêutica alemã que se mudara para lá, exibindo uma extensão labial tão longa que balançava visivelmente quando ela andava.
— Vê aquela? — Adriana apontou discretamente para uma jovem de cabelos ruivos que caminhava em direção contrária. — Maria Inês. Detém o recorde: vinte e dois centímetros de extensão vertical. O prefeito a declarou Patrimônio Cultural Imaterial. Ganha pensão vitalícia só por... existir.
Gretchen não conseguia parar de olhar. A ruiva tinha de fato uma fenda imensa, os grandes lábios externos pendendo graciosamente, a cor carmim brilhando ao sol. Era hipnótico.
— E aqueles homens? — Gretchen indicou dois indivíduos de ternos impecáveis que se aproximavam com pranchetas.
— Os Inspetores da Medida Oficial — Adriana explicou. — Funcionários municipais. Toda mulher deve ser catalogada anualmente. Eles verificam comprimento, simetria, coloração, hidratação...
Os homens pararam diante de Gretchen, educados.
— Nova residente, senhorita? — perguntou o mais alto, tirando os óculos de sol.
— Visitante, primeira vez — Adriana respondeu por ela. — Minha prima do Brasil.
— Se permite — o inspetor ajoelhou-se discretamente na calçada, tirando uma régua especial de seu estojo.
Gretchen congelou, mas Adriana segurou sua mão.
— Relaxa. É protocolo.
A régua fria tocou sua pele mais íntima. Gretchen gemeu baixinho, não de dor, mas da intimidade chocante daquele gesto público.
— Onze centímetros — anunciou o inspetor, anotando. — Cor: púrpura-rosada, excelente tonalidade. Simetria: nove de dez. Hidratação: ótima. — Ele levantou, sorrindo. — Bem-vinda a Vallecita, senhorita. O prefeito vai adorar conhecê-la.
Continuaram caminhando até a praça central, onde uma estátua de bronze representava a fundadora do movimento: uma mulher de pernas abertas, vulva esculpida em detalhes realistas, recebendo as oferendas de flores das moradoras.
Foi então que o chão tremeu.
As conversações cessaram. As mulheres endireitaram os postos, algumas abrindo as pernas ligeiramente, outras passando as mãos sobre seus sexos expostos em gesto de apresentação.
Don Rodrigo emergiu entre as arcadas da prefeitura.
O homem era colossal. Dois metros e trinta de músculos que pareciam esculpidos em pedra calcária local. Seus ombros alargavam-se como as asas de um touro, e suas pernas, grossas como troncos de oliveiras, faziam o chão tremer a cada passo. Ele usava apenas calças de linho branco, o torso nu bronzeado, o rosto de feições duras escondido sob uma barba negra bem aparada.
Mas eram seus olhos que captivavam: escuros, famintos, avaliadores. Olhos que já viram milhares de vulvas e sabiam distinguir a mediocridade da excelência.
— Adriana Stuart — sua voz era trovão contido. — Como está nossa campeã de cor rosada?
— Excelentíssimo — Adriana curvou-se levemente, abrindo as pernas no ângulo perfeito de quarenta e cinco graus, exibindo sua racha de quatorze centímetros em toda a sua glória úmida.
O prefeito aproximou-se, seus olhos fixos na vulva da moça. Ele não tocava — nunca tocava sem permissão expressa — mas sua inspeção visual era tão intensa que parecia física.
— Manteve a hidratação. Notável. — Ele fez uma anotação mental. — Sexta-feira tem premiação especial. Está concorrendo.
— Obrigada, Excelência.
Então seus olhos encontraram Gretchen.
— E esta deusa tropical?
— Minha prima, Gretchen. Do Brasil. Primeira vez em Vallecita.
Don Rodrigo aproximou-se, sua sombra cobrindo Gretchen completamente. Ela teve que inclinar a cabeça para trás para encará-lo. O cheiro dele — âmbar, tabaco e sal marinho — envolveu-a.
— Novata — ele murmurou, seus olhos descendo devagar, devagar, até fixarem-se entre suas pernas. — Vire-se.
Gretchen obedeceu, girando sobre os calcanhares. Sentia o peso daquele olhar em suas nádegas, em sua vagina exposta.
— Volte.
Ela voltou. O prefeito estava ajoelhado, seu rosto nível com o ventre de Gretchen. Tão perto que ela sentia sua respiração quente em seus lábios íntimos.
— Interessante — ele murmurou, mais para si mesmo. — A coloração é excepcional. Vermelho-escuro de arousal natural. Os lábios internos são proeminentes, simétricos... — ele inalou profundamente. — E o aroma... selvagem. Não é mediterrâneo, é... amazônico.
Gretchen tremia, não de frio. A vergonha havia se transformado em algo líquido e quente em seu baixo-ventre.
— Quanto à extensão... — ele avaliou visualmente. — Doze, talvez treze centímetros. Promissora. Muito promissora.
Ele se levantou, imenso, dominador.
— Sexta-feira, senhorita Gretchen. Quero vê-la na cerimônia. Haverá medição oficial. Se seus números confirmarem minha estimativa... — ele sorriu, dentes brancos contra a barba negra. — Talvez tenhamos uma nova campeã de racha alta. Já imaginou? Uma brasileira detendo o recorde de Vallecita?
Gretchen não conseguia falar. Seu coração batia nos ouvidos, entre as pernas.
— E agora, se me permitem — Don Rodrigo afastou-se, seus olhos já buscando a próxima candidata, a próxima vulva a ser julgada, a próxima beleza íntima a ser catalogada na eterna busca pela perfeição de centímetros, pela glória da racha mais alta, pelo culto da feminilidade sem véus nem vergonhas.
Adriana segurou a mão trêmula de Gretchen.
— Viu? — sussurrou, orgulhosa. — Em Vallecita, nossa nudez é nossa coroa. E você, prima, nasceu para usar essa coroa.
Gretchen olhou para baixo, para sua própria vulva exposta ao sol espanhol, sentindo pela primeira vez não vergonha, mas poder. O poder de ser vista, julgada, desejada. O poder de ser livre.
E naquela tarde, quando finalmente se permitiu caminhar confiante pelas ruas de paralelepípedos, sentindo o olhar aprovador do prefeito gigante ainda queimando em sua pele, Gretchen soube que nunca mais usaria calcinha. Nem em Vallecita. Nem em lugar nenhum.
A tradição a havia conquistado. E ela estava pronta para ganhar seu primeiro prêmio.
O convite chegou na forma de um bilhete de papel grosso, selo de cera vermelha com o brasão da cidade — uma vulva estilizada sobre ondas do mar. As letras douradas eram curtas, diretas:
"Gabinete do Prefeito. 14h. Vestimenta: nenhuma abaixo da cintura. Presença obrigatória."
Gretchen sentiu o estômago revirar quando Adriana leu em voz alta, na varanda da casa colonial. O sol do meio-dia castigava as pedras da rua abaixo, e as duas primas estavam nuas da cintura para baixo, conforme mandava a tradição.
— Ele nunca convoca duas ao mesmo tempo — Adriana murmurou, os olhos escuros brilhando de excitação contida. — Gretchen, você não entende... isso é honra máxima. A cama do gabinete... só as eleitas.
— Ele é... enorme, não é? — a voz de Gretchen saiu trêmula. Ela tinha visto a protuberância nas calças de linho de Don Rodrigo durante a inspeção na praça, mas a realidade era diferente da imaginação.
— Quarenta e cinco centímetros — Adriana confirmou, tocando seus próprios lábios expostos, úmidos de antecipação. — E grosso. Como o punho de um homem. Minha mãe disse que quando ele a tomou pela primeira vez, aos dezenove, ela não andou direito por três dias. Mas diz também que nunca sentiu nada igual.
Gretchen engoliu seco, sentindo um calor líquido escorrer entre suas pernas, pingando na pedra quente da varanda.
— Estou... assustada, prima.
— Eu sei — Adriana segurou seu rosto, beijando sua testa. — Mas confie em mim. Dói, sim. Mas é uma dor que vira prazer. E a secretária Helga... ela sabe preparar.

O prédio da prefeitura era um palácio barroco de mármore branco, escadarias amplas, colunas coríntias. No segundo andar, um corredor de tapetes persas vermelhos levava a portas de carvalho maciço com maçanetas de ouro.
Adriana bateu três vezes.
— Entrem — a voz de Don Rodrigo reverberou através da madeira.
O gabinete era vasto, iluminado por janelas de arco que davam para o mar azul-turquesa. Livros antigos encadernados em couro ocupavam estantes do chão ao teto. No centro, uma mesa de mogno imponente, papeis espalhados, tinteiro de prata.
Mas foi no canto que os olhos de Gretchen fixaram-se, paralisados.
Uma cama. Não uma cama de escritório, mas uma cama real, de dossel, com cortinas de seda vermelha parcialmente abertas. E sobre ela, Don Rodrigo estava sentado em uma poltrona de couro, completamente nu.
Seu corpo era uma montanha de músculos, a pele bronzeada brilhando de óleo de amêndoas. Seu peito largo subia e descia calmamente, a barriga trincada, as coxas grossas como troncos de árvore.
E entre elas...
Gretchen soltou um som entre grito e gemido.
O pênis de Don Rodrigo estava ereto, apontando para o teto gesso ornamentado como uma torre de marfim rosado. Era monstruoso, desproporcional, uma anomalia da natureza que desafiava a anatomia humana. Quarenta e cinco centímetros de comprimento, sim, mas também a grossura de uma garrafa de vinho pequena. As veias azuis pulsavam visivelmente sob a pele esticada, a glande enorme, brilhante, escorrendo um líquido translúcido que descia pelo eixo em fios grossos, molhando os pelos pubianos negros e cacheados.
— Adriana — o prefeito sorriu, dentes brancos contra a barba. — E a brasileira. Gretchen, é?
As duas primas avançaram, os passos silenciosos no tapete. Gretchen não conseguia desviar os olhos daquela coluna de carne. Seus joelhos tremiam. Ela sentia a própria lubrificação escorrer pelas coxas, uma linha visível de excitação traçando caminho até seus joelhos.
— Vejam só — Don Rodrigo apontou para a perna esquerda de Gretchen, onde um fio de fluido translúcido brilhava à luz do sol. — A novata já está molhada. Gosta do que vê, pequena?
— Eu... não sei... — Gretchen gaguejou, o rosto em chamas.
— Ela é virgem de pau grande, Excelência — Adriana explicou, sua voz rouca de excitação. — No Brasil, os homens são... menores. Ela nunca viu algo assim.
— Então será uma honra inaugural — Don Rodrigo estendeu a mão, imensa, os dedos grossos. — Venham. Ambas. Quero sentir essas rachas lindas que inspecionei hoje de manhã.
Adriana foi primeiro, confiante, sua vulva exposta brilhando de úmidos. Ela se ajoelhou entre as pernas abertas do prefeito, suas mãos não conseguindo fechar em volta daquela circunferência.
— Já sentou nisso tudo, prima? — Gretchen sussurrou, ainda parada, paralisada de medo e desejo.
— Três vezes — Adriana olhou por cima do ombro, os olhos vidrados. — A primeira, chorei. A segunda, gritei. A terceira... gozei cinco vezes seguidas sem ele nem mover direito.
— Sua mãe? — Gretchen perguntou, a voz trêmula.
— Quase todas as mulheres da minha família — Adriana confirmou, lambendo os lábios. — É uma tradição. A bênção do prefeito. Minha avó, aos sessenta, ainda fala de como ele a rasgou no aniversário da cidade. Diz que foi o melhor presente.
Gretchen finalmente se moveu, aproximando-se da cama. O cheiro era avassalador — testosterona, suor masculino, o aroma pesado de sexo. Ela se ajoelhou ao lado de Adriana, suas duas vulvas expostas, suas rachas verticais abertas e úmidas, oferecidas ao homem gigante.
— Lindas — Don Rodrigo murmurou, suas mãos enormes descendo para tocar ambas simultaneamente. Seus dedos grossos separaram os lábios de Adriana, mergulhando na umidade quente, depois deslizaram para Gretchen, explorando sua entrada estreita, seus lábios internos proeminentes. — Tão diferentes. A espanhola, rosada e compacta. A brasileira, escura, carnuda, profunda.
Ele puxou Adriana para cima dele, posicionando-a de frente, suas costas contra seu peito enorme. Com uma mão, ele guiou sua própria glande monstruosa até a entrada de Adriana.
— Lembre-se de relaxar, minha campeã — ele sussurrou no ouvido dela.
Adriana gritou quando ele começou a entrar.
O som era animal, gutural, de dor e êxtase misturados. Sua vagina, experiente mas ainda apertada, se estirava impossivelmente, os lábios externos se abrindo, se moldando em volta daquela circunferência inumana. Ela segurou suas próprias pernas, puxando os joelhos até o peito, abrindo-se completamente, oferecendo-se como sacrifício.
— Mais... mais... — ela gemia, lágrimas escorrendo. — Rasga... rasga tudo...
Don Rodrigo empurrou, seus músculos abdominais se contraindo. Centímetro por centímetro, a carne cedia, se adaptava. Adriana gritou quando ele atingiu o fundo, seus quarenta e cinco centíros completamente enterrados, sua barriga estendida visivelmente pela protuberância interna.
— Ahn! Aaiiii!   Estou……. esta rasgando!
— ela gritou, mas seu rosto era de êxtase absoluto.
Gretchen observava, hipnotizada, uma mão entre suas próprias pernas, esfregando seu clitóris freneticamente. Ela viu o pau saindo, coberto de sangue e fluidos, e entrando de novo, o som úmido de carne sendo fodida violentamente ecoando no gabinete.
Foi então que a porta lateral se abriu.
Helga entrou sem bater.
A secretária era uma visão nórdica — cabelos platinados até a cintura, olhos azuis de gelo, corpo alto e esguio. E completamente nua, conforme o código de vestimenta de Vallecita. Sua vulva era diferente, os lábios internos proeminentes, escuros, pendendo como pétalas de orquídea, e entre eles, o clitóris... enorme, do tamanho de um polegar pequeno, ereto, vermelho, pulsando visivelmente.
— Excelência — Helga falou com sotaque suíço, carregando uma bandeja de prata. — Trouxe os suplementos.
— Ótima hora — Don Rodrigo grunhiu, ainda socando Adriana, que gemia sem parar, seus olhos revirados de prazer. — Prepare a brasileira. Ela precisa de... expansão.
Helga se aproximou de Gretchen, seus seios pequenos e rosados balançando. Ela se ajoelhou entre as pernas da brasileira, seu hálito quente acariciando a vulva exposta.
— Não tenha medo — Helga sussurrou, sua língua saindo, longa, rosada, circulando o clitóris de Gretchen. — Eu vou abrir você. Vamos fazer você caber o monstro.
Gretchen gemeu quando a língua suíça mergulhou em sua vagina, habilidosa, profunda. Helga sabia exatamente onde tocar, seus dedos finos entrando junto com a língua, massageando, esticando. A bandeja de prata continha brinquedos — dildos de borracha preta, crescentes em tamanho, plugs anais de metal com bases de cristal, um cinto de couro com um consolo duplo de silicone roxo.
— Vire-se — Helga ordenou, sua voz autoritária. — De quatro. O prefeito adora o cu apertado. E usa muito gel.
Gretchen obedeceu, tremendo, apoiando-se nos cotovelos na cama de seda. Ela sentiu o gel frio sendo espremido entre suas nádegas, dedos habilidosos massageando seu ânus, entrando, saindo, abrindo. Um plug de metal foi inserido, pequeno primeiro, depois trocado por um maior, e outro maior ainda, até que ela estivesse aberta, escorrendo gel transparente pelas coxas.
— Boa garota — Helga elogiou, lambendo os lábios.
Adriana foi retirada do pau monstruoso, gemendo, sua vagina aberta, escorrendo fluidos, vermelha, pulsante. Ela caiu de lado na cama, ofegante, incapaz de fechar as pernas.
— Sua vez, brasileira — Don Rodrigo rosnou, sua ereção ainda dura como pedra, brilhando de fluids, veias saltadas. — Venha sentar no trono do prefeito.
Gretchen foi posicionada, sua vagina nunca havia sido tão molhada, tão pronta. Ela sentiu a glande imensa pressionando sua entrada, e então...
O grito que ela soltou ecoou pelas colinas de Vallecita.
Era dor, sim, uma dor avassaladora de ser rasgada, de ser dividida em dois. Mas também era algo mais, uma sensação de plenitude absoluta, de ser completamente preenchida, de cada centímetro de sua vagina ser tocado, pressionado, esticado.
— Ahn! Não cabe! Não cabe! — ela gritou, mas Don Rodrigo segurava seus quadris, puxando-a para baixo, forçando-a a aceitar mais, mais, até que ela sentiu a glande pressionando seu colo, seus quarenta e cinco centímetros completamente enterrados, sua barriga visivelmente arredondada pela pressão interna.
— Cabe sim, pequena — ele grunhiu, começando a mover-se. — Sempre cabe. O corpo feminino é maravilhoso. Adapta-se. Aceita. Ama.
Ele começou a socar, movimentos longos, retirando quase tudo e entrando de novo, fazendo Gretchen ver estrelas. Ao mesmo tempo, ele puxou o plug do ânus dela, substituindo-o por um dedo, depois dois, três, preparando-a.
— Helga — ele ordenou. — O strapon. Quero ver você foder a boca dela enquanto eu tomo o cu.
A secretária suíça já estava com o cinto de couro apertado em seus quadros esguios, o consolo roxo de vinte centímetros apontando para frente. Ela se posicionou na frente de Gretchen, que estava de quatro, sendo fodida violentamente por trás.
— Abra — Helga ordenou, tocando a glande roxa nos lábios de Gretchen.
A brasileira abriu a boca, e o silicone entrou, preenchendo sua garganta. Ela estava sendo penetrada dos dois lados, completamente cheia, um pau monstruoso em sua vagina, outro em sua boca, enquanto Don Rodrigo introduzia seus dedos grossos em seu ânus, preparando-a para o próximo ato.
— Agora — ele grunhiu, retirando-se da vagina de Gretchen com um som úmido, sua ereção brilhando de fluids. — O cu. O que todas as cidadãs de Vallecita oferecem ao prefeito.
Ele lubrificou-se com mais gel, uma quantidade generosa, e posicionou-se na entrada apertada de Gretchen. Ela gemeu ao redor do strapon de Helga, seus olhos arregalados de medo e excitação.
— Relaxa, pequena — ele sussurrou, empurrando.
A dor foi diferente, mais intensa, mais profunda. Gretchen sentiu-se sendo rasgada de verdade, sua carne cedendo, se abrindo para aquela invasão impossível. Don Rodrigo entrava devagar, centímetro por centímetro, seus músculos tensos de esforço, seu rosto de êxtase absoluto.
— Tão apertado... tão quente... — ele gemeu, finalmente enterrado completamente no ânus de Gretchen, suas bolas pesadas batendo em suas coxas.
Ele começou a foder com força, movimentos brutais, profundos, fazendo Gretchen ser empurrada para frente e para trás entre ele e Helga. A secretária retirou o strapon da boca da brasileira, seu próprio clitóris enorme pulsando de excitação.
— Agora — Helga sussurrou, deitando-se de costas na cama, abrindo as pernas. — Quero que você me chupe enquanto ele te fode. E depois... vou gozar na sua boca. Tudo. Você vai engolir cada gota do meu squirt.
Gretchen mergulhou entre as pernas de Helga, sua língua encontrando aquele clitóris gigante, chupando, lambendo, enquanto Don Rodrigo destruía seu ânus com golpes profundos, seus quarenta e cinco centímetros entrando e saindo, o som de pele batendo em pele ecoando como trovão.
— Estou gozando! — Adriana gritou do canto, onde ela se masturbava freneticamente, observando a cena. — Estou gozando vendo você ser fodida, Gretchen!
— Eu também... eu também... — Helga gemeu, seu corpo se arqueando, as coxas tremendo. — Engula... engula tudo...
O squirt explodiu da vagina de Helga, um jato poderoso, líquido claro e quente, atingindo a boca de Gretchen, inundando-a. A brasileira engasgou, mas engoliu, o gosto salgado e doce enchendo sua boca, escorrendo pelo queixo, enquanto ela continuava a chupar o clitóris pulsante.
— Agora eu! — Don Rodrigo rugiu, retirando-se do ânus de Gretchen, girando-a de costas. — Abra a boca! Todas! Quero ver suas línguas!
As três mulheres se ajoelharam diante dele, bocas abertas, línguas para fora. Don Rodrigo masturbou-se violentamente, seus quarenta e cinco centímetros pulsando, as veias saltadas, até que explodiu.
O jato de sêmen foi enorme, copioso, atingindo primeiro Adriana, cobrindo seu rosto, depois Gretchen, enchendo sua boca com o gosto salgado e quente, finalmente Helga, que recebeu o restante em seus seios. Ele continuava gozando, mais e mais, como uma fonte, até que as três estivessem cobertas de branco, escorrendo, lambendo umas das outras, beijando-se, misturando os fluidos.
— Bem-vinda a Vallecita, Gretchen Stuart — Don Rodrigo ofegou, caindo de costas na cama, seu pau ainda semi-ereto, imenso, descansando em sua barriga trincada. — Você agora é oficialmente... uma cidadã completa.
Gretchen, ofegante, o ânus ardendo, a vagina pulsante, o rosto coberto de sêmen e squirt, sorriu. A vergonha tinha ido embora. Só restava a glória de ter sido tomada pelo monstro, de ter sido aceita, de ter sido... de Vallecita.
Ela se deitou entre as duas mulheres, três vulvas expostas brilhando de fluidos, três rachas verticais abertas e satisfeitas, enquanto o sol da tarde entrava pelas janelas, banhando o gabinete do prefeito safado.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tradicao numa cidade europeia de andar peladas e serem fudidas pelo prefeito tarado

Codigo do conto:
273592

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
30/09/2026

Quant.de Votos:
2

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