O prédio da prefeitura era um palácio barroco de mármore branco, escadarias amplas, colunas coríntias. No segundo andar, um corredor de tapetes persas vermelhos levava a portas de carvalho maciço com maçanetas de ouro.
Adriana bateu três vezes.
— Entrem — a voz de Don Rodrigo reverberou através da madeira.
O gabinete era vasto, iluminado por janelas de arco que davam para o mar azul-turquesa. Livros antigos encadernados em couro ocupavam estantes do chão ao teto. No centro, uma mesa de mogno imponente, papeis espalhados, tinteiro de prata.
Mas foi no canto que os olhos de Gretchen fixaram-se, paralisados.
Uma cama. Não uma cama de escritório, mas uma cama real, de dossel, com cortinas de seda vermelha parcialmente abertas. E sobre ela, Don Rodrigo estava sentado em uma poltrona de couro, completamente nu.
Seu corpo era uma montanha de músculos, a pele bronzeada brilhando de óleo de amêndoas. Seu peito largo subia e descia calmamente, a barriga trincada, as coxas grossas como troncos de árvore.
E entre elas...
Gretchen soltou um som entre grito e gemido.
O pênis de Don Rodrigo estava ereto, apontando para o teto gesso ornamentado como uma torre de marfim rosado. Era monstruoso, desproporcional, uma anomalia da natureza que desafiava a anatomia humana. Quarenta e cinco centímetros de comprimento, sim, mas também a grossura de uma garrafa de vinho pequena. As veias azuis pulsavam visivelmente sob a pele esticada, a glande enorme, brilhante, escorrendo um líquido translúcido que descia pelo eixo em fios grossos, molhando os pelos pubianos negros e cacheados.
— Adriana — o prefeito sorriu, dentes brancos contra a barba. — E a brasileira. Gretchen, é?
As duas primas avançaram, os passos silenciosos no tapete. Gretchen não conseguia desviar os olhos daquela coluna de carne. Seus joelhos tremiam. Ela sentia a própria lubrificação escorrer pelas coxas, uma linha visível de excitação traçando caminho até seus joelhos.
— Vejam só — Don Rodrigo apontou para a perna esquerda de Gretchen, onde um fio de fluido translúcido brilhava à luz do sol. — A novata já está molhada. Gosta do que vê, pequena?
— Eu... não sei... — Gretchen gaguejou, o rosto em chamas.
— Ela é virgem de pau grande, Excelência — Adriana explicou, sua voz rouca de excitação. — No Brasil, os homens são... menores. Ela nunca viu algo assim.
— Então será uma honra inaugural — Don Rodrigo estendeu a mão, imensa, os dedos grossos. — Venham. Ambas. Quero sentir essas rachas lindas que inspecionei hoje de manhã.
Adriana foi primeiro, confiante, sua vulva exposta brilhando de úmidos. Ela se ajoelhou entre as pernas abertas do prefeito, suas mãos não conseguindo fechar em volta daquela circunferência.
— Já sentou nisso tudo, prima? — Gretchen sussurrou, ainda parada, paralisada de medo e desejo.
— Três vezes — Adriana olhou por cima do ombro, os olhos vidrados. — A primeira, chorei. A segunda, gritei. A terceira... gozei cinco vezes seguidas sem ele nem mover direito.
— Sua mãe? — Gretchen perguntou, a voz trêmula.
— Quase todas as mulheres da minha família — Adriana confirmou, lambendo os lábios. — É uma tradição. A bênção do prefeito. Minha avó, aos sessenta, ainda fala de como ele a rasgou no aniversário da cidade. Diz que foi o melhor presente.
Gretchen finalmente se moveu, aproximando-se da cama. O cheiro era avassalador — testosterona, suor masculino, o aroma pesado de sexo. Ela se ajoelhou ao lado de Adriana, suas duas vulvas expostas, suas rachas verticais abertas e úmidas, oferecidas ao homem gigante.
— Lindas — Don Rodrigo murmurou, suas mãos enormes descendo para tocar ambas simultaneamente. Seus dedos grossos separaram os lábios de Adriana, mergulhando na umidade quente, depois deslizaram para Gretchen, explorando sua entrada estreita, seus lábios internos proeminentes. — Tão diferentes. A espanhola, rosada e compacta. A brasileira, escura, carnuda, profunda.
Ele puxou Adriana para cima dele, posicionando-a de frente, suas costas contra seu peito enorme. Com uma mão, ele guiou sua própria glande monstruosa até a entrada de Adriana.
— Lembre-se de relaxar, minha campeã — ele sussurrou no ouvido dela.
Adriana gritou quando ele começou a entrar.
O som era animal, gutural, de dor e êxtase misturados. Sua vagina, experiente mas ainda apertada, se estirava impossivelmente, os lábios externos se abrindo, se moldando em volta daquela circunferência inumana. Ela segurou suas próprias pernas, puxando os joelhos até o peito, abrindo-se completamente, oferecendo-se como sacrifício.
— Mais... mais... — ela gemia, lágrimas escorrendo. — Rasga... rasga tudo...
Don Rodrigo empurrou, seus músculos abdominais se contraindo. Centímetro por centímetro, a carne cedia, se adaptava. Adriana gritou quando ele atingiu o fundo, seus quarenta e cinco centíros completamente enterrados, sua barriga estendida visivelmente pela protuberância interna.
— Ahn! Aaiiii! Estou……. esta rasgando!
— ela gritou, mas seu rosto era de êxtase absoluto.
Gretchen observava, hipnotizada, uma mão entre suas próprias pernas, esfregando seu clitóris freneticamente. Ela viu o pau saindo, coberto de sangue e fluidos, e entrando de novo, o som úmido de carne sendo fodida violentamente ecoando no gabinete.
Foi então que a porta lateral se abriu.
Helga entrou sem bater.
A secretária era uma visão nórdica — cabelos platinados até a cintura, olhos azuis de gelo, corpo alto e esguio. E completamente nua, conforme o código de vestimenta de Vallecita. Sua vulva era diferente, os lábios internos proeminentes, escuros, pendendo como pétalas de orquídea, e entre eles, o clitóris... enorme, do tamanho de um polegar pequeno, ereto, vermelho, pulsando visivelmente.
— Excelência — Helga falou com sotaque suíço, carregando uma bandeja de prata. — Trouxe os suplementos.
— Ótima hora — Don Rodrigo grunhiu, ainda socando Adriana, que gemia sem parar, seus olhos revirados de prazer. — Prepare a brasileira. Ela precisa de... expansão.
Helga se aproximou de Gretchen, seus seios pequenos e rosados balançando. Ela se ajoelhou entre as pernas da brasileira, seu hálito quente acariciando a vulva exposta.
— Não tenha medo — Helga sussurrou, sua língua saindo, longa, rosada, circulando o clitóris de Gretchen. — Eu vou abrir você. Vamos fazer você caber o monstro.
Gretchen gemeu quando a língua suíça mergulhou em sua vagina, habilidosa, profunda. Helga sabia exatamente onde tocar, seus dedos finos entrando junto com a língua, massageando, esticando. A bandeja de prata continha brinquedos — dildos de borracha preta, crescentes em tamanho, plugs anais de metal com bases de cristal, um cinto de couro com um consolo duplo de silicone roxo.
— Vire-se — Helga ordenou, sua voz autoritária. — De quatro. O prefeito adora o cu apertado. E usa muito gel.
Gretchen obedeceu, tremendo, apoiando-se nos cotovelos na cama de seda. Ela sentiu o gel frio sendo espremido entre suas nádegas, dedos habilidosos massageando seu ânus, entrando, saindo, abrindo. Um plug de metal foi inserido, pequeno primeiro, depois trocado por um maior, e outro maior ainda, até que ela estivesse aberta, escorrendo gel transparente pelas coxas.
— Boa garota — Helga elogiou, lambendo os lábios.
Adriana foi retirada do pau monstruoso, gemendo, sua vagina aberta, escorrendo fluidos, vermelha, pulsante. Ela caiu de lado na cama, ofegante, incapaz de fechar as pernas.
— Sua vez, brasileira — Don Rodrigo rosnou, sua ereção ainda dura como pedra, brilhando de fluids, veias saltadas. — Venha sentar no trono do prefeito.
Gretchen foi posicionada, sua vagina nunca havia sido tão molhada, tão pronta. Ela sentiu a glande imensa pressionando sua entrada, e então...
O grito que ela soltou ecoou pelas colinas de Vallecita.
Era dor, sim, uma dor avassaladora de ser rasgada, de ser dividida em dois. Mas também era algo mais, uma sensação de plenitude absoluta, de ser completamente preenchida, de cada centímetro de sua vagina ser tocado, pressionado, esticado.
— Ahn! Não cabe! Não cabe! — ela gritou, mas Don Rodrigo segurava seus quadris, puxando-a para baixo, forçando-a a aceitar mais, mais, até que ela sentiu a glande pressionando seu colo, seus quarenta e cinco centímetros completamente enterrados, sua barriga visivelmente arredondada pela pressão interna.
— Cabe sim, pequena — ele grunhiu, começando a mover-se. — Sempre cabe. O corpo feminino é maravilhoso. Adapta-se. Aceita. Ama.
Ele começou a socar, movimentos longos, retirando quase tudo e entrando de novo, fazendo Gretchen ver estrelas. Ao mesmo tempo, ele puxou o plug do ânus dela, substituindo-o por um dedo, depois dois, três, preparando-a.
— Helga — ele ordenou. — O strapon. Quero ver você foder a boca dela enquanto eu tomo o cu.
A secretária suíça já estava com o cinto de couro apertado em seus quadros esguios, o consolo roxo de vinte centímetros apontando para frente. Ela se posicionou na frente de Gretchen, que estava de quatro, sendo fodida violentamente por trás.
— Abra — Helga ordenou, tocando a glande roxa nos lábios de Gretchen.
A brasileira abriu a boca, e o silicone entrou, preenchendo sua garganta. Ela estava sendo penetrada dos dois lados, completamente cheia, um pau monstruoso em sua vagina, outro em sua boca, enquanto Don Rodrigo introduzia seus dedos grossos em seu ânus, preparando-a para o próximo ato.
— Agora — ele grunhiu, retirando-se da vagina de Gretchen com um som úmido, sua ereção brilhando de fluids. — O cu. O que todas as cidadãs de Vallecita oferecem ao prefeito.
Ele lubrificou-se com mais gel, uma quantidade generosa, e posicionou-se na entrada apertada de Gretchen. Ela gemeu ao redor do strapon de Helga, seus olhos arregalados de medo e excitação.
— Relaxa, pequena — ele sussurrou, empurrando.
A dor foi diferente, mais intensa, mais profunda. Gretchen sentiu-se sendo rasgada de verdade, sua carne cedendo, se abrindo para aquela invasão impossível. Don Rodrigo entrava devagar, centímetro por centímetro, seus músculos tensos de esforço, seu rosto de êxtase absoluto.
— Tão apertado... tão quente... — ele gemeu, finalmente enterrado completamente no ânus de Gretchen, suas bolas pesadas batendo em suas coxas.
Ele começou a foder com força, movimentos brutais, profundos, fazendo Gretchen ser empurrada para frente e para trás entre ele e Helga. A secretária retirou o strapon da boca da brasileira, seu próprio clitóris enorme pulsando de excitação.
— Agora — Helga sussurrou, deitando-se de costas na cama, abrindo as pernas. — Quero que você me chupe enquanto ele te fode. E depois... vou gozar na sua boca. Tudo. Você vai engolir cada gota do meu squirt.
Gretchen mergulhou entre as pernas de Helga, sua língua encontrando aquele clitóris gigante, chupando, lambendo, enquanto Don Rodrigo destruía seu ânus com golpes profundos, seus quarenta e cinco centímetros entrando e saindo, o som de pele batendo em pele ecoando como trovão.
— Estou gozando! — Adriana gritou do canto, onde ela se masturbava freneticamente, observando a cena. — Estou gozando vendo você ser fodida, Gretchen!
— Eu também... eu também... — Helga gemeu, seu corpo se arqueando, as coxas tremendo. — Engula... engula tudo...
O squirt explodiu da vagina de Helga, um jato poderoso, líquido claro e quente, atingindo a boca de Gretchen, inundando-a. A brasileira engasgou, mas engoliu, o gosto salgado e doce enchendo sua boca, escorrendo pelo queixo, enquanto ela continuava a chupar o clitóris pulsante.
— Agora eu! — Don Rodrigo rugiu, retirando-se do ânus de Gretchen, girando-a de costas. — Abra a boca! Todas! Quero ver suas línguas!
As três mulheres se ajoelharam diante dele, bocas abertas, línguas para fora. Don Rodrigo masturbou-se violentamente, seus quarenta e cinco centímetros pulsando, as veias saltadas, até que explodiu.
O jato de sêmen foi enorme, copioso, atingindo primeiro Adriana, cobrindo seu rosto, depois Gretchen, enchendo sua boca com o gosto salgado e quente, finalmente Helga, que recebeu o restante em seus seios. Ele continuava gozando, mais e mais, como uma fonte, até que as três estivessem cobertas de branco, escorrendo, lambendo umas das outras, beijando-se, misturando os fluidos.
— Bem-vinda a Vallecita, Gretchen Stuart — Don Rodrigo ofegou, caindo de costas na cama, seu pau ainda semi-ereto, imenso, descansando em sua barriga trincada. — Você agora é oficialmente... uma cidadã completa.
Gretchen, ofegante, o ânus ardendo, a vagina pulsante, o rosto coberto de sêmen e squirt, sorriu. A vergonha tinha ido embora. Só restava a glória de ter sido tomada pelo monstro, de ter sido aceita, de ter sido... de Vallecita.
Ela se deitou entre as duas mulheres, três vulvas expostas brilhando de fluidos, três rachas verticais abertas e satisfeitas, enquanto o sol da tarde entrava pelas janelas, banhando o gabinete do prefeito safado.