No outro dia ela agiu completamente normal, como se nada tivesse acontecido, e eu também mantive a compostura, mas o tesão acumulado do dia anterior me deixava completamente perturbado, com o pau duro a cada lembrança da visão dela com o brinquedo entalado.
Passei por ela cedo na cozinha, quando ela preparava o café, e ela sorriu de forma provocante, falando assim:
— Hoje tem, né?
— Claro, meu amor — respondi, aproximando-me por trás e sussurrando em seu ouvido. — Vai preparando o seu cuzinho que vai arder muito hoje.
Ela abaixou o short de malha rapidamente e lá estava: o dildo rosa já atoladinho nela novamente, com a base saltitante entre suas pernas. Eu pensei imediatamente: que putinha insaciável tenho em casa, uma vadia de vinte e um anos que não consegue ficar sem ter algo enfiado em sua xoxota.
— Estou preparando várias surpresas para você, pai — ela disse, puxando o short de volta. — Hoje vai ser um dia especial.
Às quatro horas da tarde ela chegou em casa. Minha esposa ainda não tinha voltado do trabalho, o que me deixou aliviado e excitado ao mesmo tempo. Quando ela entrou pela porta, meu coração disparou: ela estava usando um short de lycra tão apertado que socava profundamente em sua bundinha redonda e em sua xoxota, marcando cada dobra de sua intimidade de forma obscena. Fiquei louco de ver o volume na frente da calça, evidenciando que havia algo grande escondido ali dentro.
Ela caminhou pela sala rebolando propositadamente para mim, fazendo de conta que estava ocupada com serviços domésticos, arrumando livros e pegando objetos que não precisavam ser movidos. Cada movimento era uma provocação calculada, uma dança sexual silenciosa.
— Se prepara que vai ter muitas surpresas hoje — ela sussurrou, passando por mim e roçando seu corpo no meu.
Ela estava carregando uma sacola de uma sex shop famosa da cidade, e quando a abriu na minha frente, fiquei completamente louco de tesão. Dentro havia uma coleção impressionante: vibradores de vários tamanhos, desde pequenos bullets até monstros de vinte e cinco centímetros, plugs anais de diferentes espessuras, calcinhas que pareciam fios dentais minúsculos, géis lubrificantes aromáticos, e até um vibrador controlado por aplicativo de celular.
Meu pau estava tão duro que estava saindo para fora da calça, a cabeça roxa e pulsante escapando da cueca. Ela sentou no sofá bem devagar, mantendo contato visual comigo, com aquela carinha de safada que sabia exatamente o que estava fazendo. Tirou um dos seios pela blusa e começou a massagear o mamilo erecto, com os olhinhos bem fechados, gemendo baixinho.
Em seguida, tirou o short minúsculo, ficando apenas de calcinha. A calcinha estava completamente atolada em sua xoxota, enfiada entre os lábios, e escorria de tanto que estava molhada. Dava para ver o brilho úmido se espalhando pelo tecido fino, evidenciando sua excitação.
Fui na direção dela imediatamente, tirei o resto da roupa e comecei a chupá-la sem piedade. Sua carinha estava completamente vermelha, pois ela era branquinha de pele clara e qualquer excitação a deixava assim, corada e quente. Seu grelo era grande e proeminente, parecia uma flor delicada aberta, rosada, cheirosa e molhada. Quando percebi, já estava olhando e chupando aquela xoxota deliciosa por muito tempo, explorando cada dobra com minha língua, nem percebi o quanto seu cuzinho rosado era lindo e apertado, piscando convidativamente.
Tirei meu pinto para fora e ele estava duro demais, a pele esticada e brilhante, a cabeça roxa e pulsante. Ela olhava para a cabeça vermelha e imaginava aquele monstro dentro dela. A xotinha estava babando de tanto tesão, escorrendo fluidos transparentes que molhavam o sofá.
Comecei pela xoxota, coloquei apenas a cabeça primeiro, fui atolando bem devagar, sentindo sua vagina apertada se abrindo para receber meu pau grosso. Com a expressão de tesão em seu rosto, ela me olhando com olhos vidrados, foi demais. Ela queria que eu bombasse na xotinha dela imediatamente, e eu tive que me controlar, falando para ela que se não controlasse gozaria na hora, tamanha era a pressão na minha glande.
— Agora quero que faça anal — ela pediu, com voz rouca de desejo.
— Sua carinha de putinha já me faz descer tudo — respondi, puxando meu pau molhado de sua xoxota.
— Claro, minha filha, vou arrombar esse cuzinho hoje.
Nesta hora ela colocou a bundinha para cima, apoiando-se nos cotovelos, e seu cuzinho rosadinho ficou me chamando, contraído e limpo. Coloquei ela numa posição que ficaria mais fácil e confortável: de quatro no sofá, com o rosto enterrado na almofada para abafar os gemidos. Assim ela podia se segurar enquanto eu penetrava sua parte mais íntima.
Estava tão ansioso que esqueci completamente do lubrificante na pressa do momento.
— Querida, esqueci do creme para entrar mais fácil — confessei, já posicionado em sua entrada.
Ela sorriu por cima do ombro e disse:
— Ok, pode ir. Estou pronta para sentir tudo.
Minha pica estava a ponto de explodir, pulsando na mão. Coloquei na entradinha do cuzinho e ela suspirou profundamente, segurando a respiração.
— Tudo bem, amor? — perguntei, preocupado.
Ela balançou a cabeça concordando, mordendo o lábio inferior. Fui enfiando bem devagar, com receio de machucar aquele cuzinho virgem. Estava na metade da minha pica atolada naquele rabo durinho e redondo, e sua carinha olhando para trás, gemendo baixinho, me fazia ficar completamente louco, com vontade de atolar até o fim de uma vez só, mas sabendo que ela estava aquentando a penetração.
— Está tudo bem, posso ir até o fim? — perguntei, já tremendo de tesão.
— Sim — ela respondeu numa voz baixa e gostosa, cheia de submissão.
Atolei toda a piroca no cuzinho dela de uma vez, e ela rebolou nesta hora pela primeira vez, apertando-se em volta do meu pau. Quando comecei a socar e bombar naquele cuzinho rosadinho e quente, ela chorava de prazer, batia no sofá com as mãos, mordia a almofada para não gritar. Gozamos umas três vezes juntos, ela gemendo bonito demais na minha vara, enquanto eu enchia seu intestinho de porra quente.
Ficamos ali por um bom tempo, meu pau amolecendo dentro dela, mas as vezes endurecia novamente ao sentir sua carne quente ao redor de mim, e tínhamos que parar abruptamente quando ouvimos o carro da minha esposa chegando na garagem.
À noite, quando minha mulher estava sentada comigo assistindo TV, ela entrou na sala e sugeriu:
— Vamos comer uma pizza, amores?
— Ok, vamos sim. Eu tomei banho e podemos sair logo — respondi, tentando parecer normal.
Notei que ela usava uma calcinha de renda preta, toda atoladinha em sua xoxota, e dava para ver que estava escorrendo um tipo de gel transparente. Deve ser para não arder, pensei. Ela gosta de usar as calcinhas assim, atoladas e com lubrificante para manter a xoxotinha molhada o dia todo. Eu vi isso num filme pornô onde as mulheres andam o dia todo com elas atoladas na xoxota e, para não doer ou ressecar, colocam um gel especial para lubrificação constante.
Na pizzaria ela estava de short lycra curto e ficava mastigando os lábios da xaninha de forma provocativa, mordendo o lábio inferior e olhando para mim com olhar de cumplicidade. Eu gosto de exibir ela, e com isto ela rebolava na cadeira até não aguentar mais, e certamente deve ter gozado gostoso ali mesmo, na frente da mãe e dos outros clientes estranhos. Na cadeira ela rebolava discretamente, apertando as coxas, até gozar realmente, escondendo o rosto no cardápio enquanto tremia de prazer.
Naquela noite, quando chegamos em casa, eu fui para o quarto e estava sem sono, pois o dia foi cheio de emoções e agora meu pau estava ardendo novamente só de pensar nessas calcinhas fininhas atoladas nela. Pensei comigo mesmo: que doidura, essa garota é insaciável.
De madrugada, por volta das três da manhã, ela foi sorrateiramente até a cama do quarto onde eu dormia com a mãe dela. Pensei: que doida essa garota, arriscada demais. Ela chegou lá e cutucava meu braço, e eu fingia que não acordava, mantendo os olhos fechados. Nisso ela abriu meu short de pijama e pegou meu pau, que já estava meio duro de manhã, e começou a chupar ele ali mesmo, com minha esposa dormindo ao lado.
Ela começou a se mexer mais intensamente e pensei: fudeu, vai acordar a mãe. Ela deitou na cama ao lado da mãe e, de ladinho, eu soquei meu pau em sua xoxotinha molhada, entrando facilmente pela quantidade de lubrificante que ela já tinha.
— Você está louca? — disse sussurrando. — Sua mãe está aqui do lado!
Mas ela não ligou, apenas rebolava na minha vara silenciosamente. Eu não aguentei e peguei sua cintura, atolando tudo de uma vez, e fui mexendo para frente e para trás em movimentos curtos e silenciosos. Ela disse que ia gozar, pedindo para eu ir devagar. Obedeci, claro, estava na cama de minha esposa trepando e gozando muito escondido, enquanto minha mulher dormia profundamente ao lado.
De manhã cedo, minha esposa levantou e, para minha surpresa, falou que viu tudo o que fizemos durante a noite e que não tinha importância. Disse que se a filha estava feliz, ela também ficaria. Que alívio pensei, sentindo um peso enorme sair dos meus ombros.
Ela contou então que desconfiava do comportamento da filha há meses, pois já a tinha visto muitas vezes com vibradores espalhados pela casa, na cama, no banheiro, e notava o volume estranho em sua xoxota quando usava roupas justas. Com a autorização da minha esposa, eu fiquei mais aliviado e excitado ao mesmo tempo. Ela me contou que viu a filha muitas vezes se masturbando com pepinos, bananas, e até com o cabo de escovas de cabelo, e que depois, quando a filha comprou os dildos profissionais, ela ainda não tinha visto pessoalmente, mas sabia que existiam.
Agora, com a autorização explícita da minha esposa, nossa vida sexual se transformou completamente. Larissa começou a usar seus brinquedos sem pudor, e eu a ajudava a escolher qual usar a cada dia. Ela passou a andar pelo bairro com dildos enfiados, frequentar o clube da cidade com plugs anais, e até mostrar para suas amigas da faculdade seus brinquedos, contando que o pai dela autorizava e transava com ela regularmente, o que deixava suas amigas loucas de curiosidade e tesão.
Uma vez, ela foi ao clube de campo com um vestido curto e um dildo de dezoito centímetros atolado em sua xoxota, controlado por aplicativo. Eu ficava no bar, controlando as vibrações do meu celular, enquanto ela tentava jogar tênis com as amigas, segurando o prazer e as pernas trêmulas. Outra vez, ela foi ao shopping com um plug anal de tamanho médio, e a cada loja que entrava, ela me mandava mensagens dizendo como estava molhada.
Na faculdade, ela se tornou uma espécie de lenda entre as amigas. Mostrava seus brinquedos na mochila durante os intervalos, explicando que seu padrasto a incentivava a explorar seu corpo. Algumas amigas ficavam chocadas, outras curiosas, e algumas até pediam dicas de onde comprar os mesmos produtos. Ela adorava a atenção, e eu adorava saber que minha enteada de vinte e um anos era uma putinha bem resolvida, que levava meu pau e seus dildos para todos os lugares, sempre pronta para uma nova aventura sexual.