Papai descobriu meu brinquedinhos



Fui verificar os filhos da minha esposa para ter certeza de que estavam dormindo e aconchegados durante a noite. Larissa era uma jovem de vinte e um anos, uma garota exhibitionista que adorava chamar atenção, e minha esposa era tolerante com ela na maior parte do tempo. Eu havia notado que ela estava ficando cada vez mais interessada por sexo e seu corpo estava se tornando irresistível de se observar, com curvas que desperatavam desejos inconfessáveis.
Abri a porta do quarto dela o suficiente para deixar a luz do corredor iluminar o ambiente escuro e tive um choque ao ver uma cena que me paralisou instantaneamente. Larissa estava deitada nua em cima das cobertas, completamente exposta, com um vibrador rosa enfiado profundamente em sua intimidade. A garota aparentemente dormia, mas sua respiração era ofegante, indicando que havia acabado de ter um orgasmo intenso.
Eu olhei, atordoado por alguns segundos, então voltei para o corredor e fechei a porta discretamente. Minha mente estava em branco, eu não estava pensando racionalmente, estava apenas fixado na imagem de minha enteada deitada nua na cama com um brinquedo sexual enterrado em sua xoxota molhada.
Esperei alguns minutos no corredor até que minha respiração normalizasse, então decidi olhar novamente. Desta vez, abri a porta bem devagar, sem fazer barulho. Larissa tinha cerca de vinte e um anos, um corpo escultural que desenvolvera plenamente. Suas coxas estavam levemente separadas, permitindo que eu visse sua vagina perfeitamente depilada de cima para baixo. O vibrador havia escorregado parcialmente para fora, e eu podia ver as dobras rosadas de sua boceta parecendo uma flor delicada e molhada se abrindo.
Os lábios internos, rosados e úmidos, espreitavam da fenda de sua xoxota, brilhando com seus próprios fluidos. O vibrador que ela usava era imenso, tinha uns vinte centímetros de comprimento e tinha o formato perfeito de uma ereção genuína, com veias realistas, cabeça bulbosa e até um par de bolas na base. O brinquedo era desproporcionalmente grande para sua vagina apertada, esticando seus lábios internos de forma obscena.
Fui dormir atordoado, com a imagem gravada na retina. Na manhã seguinte, quando ela levantou para tomar café, seu corpo parecia estar solto e leve, com uma aura de satisfação sexual que só mulheres que gozaram muito durante a noite possuem. Seus movimentos eram fluidos, seus olhos brilhavam com uma satisfação secreta. Fiquei o dia todo inteiro pensando nela e naquele objeto imenso socado em sua xoxota molhada e vermelha, imaginando quanto de sua porrinha escorreu durante a noite.
No final da tarde, quando ela voltou da faculdade, encontrei-a na cozinha.
— Oi, querida — cumprimentei, tentando manter a normalidade.
— Oi, pai — ela respondeu com uma voz doce, jogando a mochila sobre a mesa.
— Como foi na faculdade?
— Bem, cansativa — ela disse, esboçando um sorriso torto.
Nesta hora meu pau estava duro como pedra, a ponto de rasgar minha calça jeans. Minha mulher ainda não tinha chegado do trabalho e não tinha previsão de hora para chegar, pois tinha uma reunião importante. Pensei comigo mesmo que Larissa iria direto para o quarto usar seu vibrador novamente, mas desta vez eu estava determinado a observar mais de perto.
Ela comeu um sanduíche rapidamente e falou:
— Estou indo ler um pouco no meu quarto.
— Ok, querida — respondi, fingindo desinteresse.
Ela entrou no quarto e eu fiquei ali perto, no corredor, escutando atentamente. Quando ela entrou no quarto, notei que ela estava vestindo apenas uma calcinha fina e parecia estranhamente nervosa, olhando para os lados como se estivesse sendo observada. Sua postura estava rígida, os movimentos cautelosos.
De repente, ela tirou a calcinha de um puxão rápido e ficou completamente nua, e foi quando vi o absurdo: dentro dela, profundamente alojado em sua buceta, estava o vibrador gigante. Mas ela não tirou de dentro. Pelo contrário, ela apertou os musculos internos, segurando-o firmemente.
Meu coração disparou. Pensei atordoado: ela estava na rua o dia inteiro com aquele monstro atolado nela. Ela foi para a faculdade, andou de ônibus, sentou nas aulas, almoçou no bandejão, tudo com aquele dildo imenso enfiado em sua xoxota.
Olhei de novo e ela não tirou o brinquedo. Pelo contrário, ela caminhou até o espelho, observando seu próprio corpo nu, e então me chamou pelo nome:
— Pai? Pode vir aqui um minuto?
Entrei no quarto e ela já estava enrolada em uma toalha, mas seus olhos traíam preocupação.
— Está tudo bem, querida?
Ela abaixou a cabeça, corando intensamente, e me disse que tinha um problema sério.
— Que problema, amor?
Ela abriu a toalha lentamente e lá estava: o vibrador rosa gigante completamente entalado em sua xoxota, com apenas a base com as bolas para fora, o resto engolido por sua vagina apertada.
— Amor, que situação é essa?
— Está preso dentro de mim — ela confessou, com lágrimas nos olhos. — Não consigo tirar.
Respirei fundo e meu pau pulso na calça, duro e dolorido, rasgando o tecido da frente.
— Como aconteceu, querida?
Ela sentou na cama, abrindo as pernas timidamente, e explicou:
— Fui para faculdade hoje de manhã e achei que estava bem levar meu dildo novo. Queria me masturbar na sala de aula durante a aula chata de estatística, então resolvi enfiar ele em mim antes de sair de casa. Fiquei sentadinha na carteira, apertando ele com minha buceta, e estava masturbando muito escondida, pai. Gozi três vezes durante a aula, tive que morder meu lábio para não gemer alto.
Ela continuou, agora mais corada:
— Mas quando cheguei agora e tentei tirar, ele não quer sair. Ficou preso, sucionado por dentro. Tive que vir para casa de ônibus assim, com medo de alguém perceber. No caminho, um rapaz da minha turma ficou me olhando estranho, acho que notou o volume na minha calça jeans. Fiquei morrendo de vergonha, tremendo o caminho todo.
Quase gozei ali mesmo só de ouvir aquela confissão obscena, imaginando ela andando pelo campus com aquele monstro dentro de si, tentando disfarçar o prazer enquanto caminhava.
— Então deita aí e abre as pernas — instruí, minha voz rouca de tesão.
— Mas pai, você não vai olhar para minha xoxota, vai?
— Não vou olhar — menti, fazendo uma cara séria de concordância.
Ela deitou na cama e abriu as pernas lentamente, expondo sua intimidade completamente. Eu fingi que não olhava, mas meus olhos devoravam cada centímetro daquela visão gostosa. Sua xoxota estava vermelhinha, inchada de tanto uso, com os pelos pubianos ralos e bem aparados, formando um pequeno triângulo escuro acima de seus lábios.
— Querida, está fácil de tirar — analisei, tocando levemente a base do vibrador. — Só está com pressão de sucção dentro da sua xoxota, criou vácuo por causa do líquido.
Ela já respirou mais aliviada e disse:
— Então tira, por favor! Estou morrendo de medo de alguém ver assim. Imagina se minha mãe chega e me encontra com um dildo atolado?
Quando puxei o vibrador devagar, senti a resistência da sucção interna, e então ele saiu de uma vez, fazendo um som úmido e obsceno. Vi sua linda xoxota se abrir completamente, com pelos ralos e delicados, e saiu tanto líquido transparente de sua porrinha acumulada que molhou a toalha embaixo dela. Seus fluidos escorreram em fios grossos, brilhantes e pegajosos, evidenciando quantas vezes ela gozou durante o dia.
— Querida, já está feito — falei, segurando o brinquedo molhado na mão. — De agora em diante pode enfiar sim, mas com mais cuidado. Ficou entalado por causa do líquido preso dentro da xoxotinha sua. Gozou muito, minha filha. É normal.
Ela sorriu, aliviada, e disse:
— Que aventura, né? Nunca mais faço isso... ou talvez faça, mas com mais cuidado.
Mais tarde, depois que ela tomou banho, me encontrou na sala e me disse que gostou que eu ajudasse com isso, e que não sabia se sua mãe gostaria de saber que ela se masturba com objetos em público.
— Pai, eu aprendi isso com minha amiga da escola, a Fernanda — ela confessou. — Ela usa plug anal durante as aulas e me desafiou a usar algo maior. Foi mal ter te envolvido nisso.
Perguntei se ela vai fazer mais isso, enfiar coisas na xoxota em lugares públicos.
— Sim, quero fazer todos os dias — ela admitiu sem vergonha. — Vi que não tem problema se for discreto. A sensação de caminhar na rua, no shopping, na faculdade, com algo dentro de mim, é incrível. Ontem fui ao supermercado com um plug pequeno, hoje resolvi ousar mais. Amanhã quero tentar ir à academia com um vibrador menor, controlado por aplicativo.
— Toma cuidado e não fala para sua mãe, senão ela surta — alertei.
— Vou preparar ela e contar aos poucos dessas minhas aventuras — ela planejou.
Quando eu falei isso, ela me olhou profundamente nos olhos e disse com uma voz rouca:
— Eu preciso gozar todos os dias, pai. Sinto um formigamento insuportável na xoxota quando não me masturbo. É como uma necessidade física. E confesso que... gostei que você me viu. Gostei que você tirou o brinquedo de mim. Foi excitante.
Ela se aproximou, beijou minha bochecha de forma provocativa, e subiu para o quarto, deixando-me ali com o coração disparado e o desejo insaciável pulsando em minhas veias, sabendo que aquela seria apenas a primeira de muitas "aventuras" que compartilharíamos em segredo.

No outro dia ela agiu completamente normal, como se nada tivesse acontecido, e eu também mantive a compostura, mas o tesão acumulado do dia anterior me deixava completamente perturbado, com o pau duro a cada lembrança da visão dela com o brinquedo entalado.
Passei por ela cedo na cozinha, quando ela preparava o café, e ela sorriu de forma provocante, falando assim:
— Hoje tem, né?
— Claro, meu amor — respondi, aproximando-me por trás e sussurrando em seu ouvido. — Vai preparando o seu cuzinho que vai arder muito hoje.
Ela abaixou o short de malha rapidamente e lá estava: o dildo rosa já atoladinho nela novamente, com a base saltitante entre suas pernas. Eu pensei imediatamente: que putinha insaciável tenho em casa, uma vadia de vinte e um anos que não consegue ficar sem ter algo enfiado em sua xoxota.
— Estou preparando várias surpresas para você, pai — ela disse, puxando o short de volta. — Hoje vai ser um dia especial.
Às quatro horas da tarde ela chegou em casa. Minha esposa ainda não tinha voltado do trabalho, o que me deixou aliviado e excitado ao mesmo tempo. Quando ela entrou pela porta, meu coração disparou: ela estava usando um short de lycra tão apertado que socava profundamente em sua bundinha redonda e em sua xoxota, marcando cada dobra de sua intimidade de forma obscena. Fiquei louco de ver o volume na frente da calça, evidenciando que havia algo grande escondido ali dentro.
Ela caminhou pela sala rebolando propositadamente para mim, fazendo de conta que estava ocupada com serviços domésticos, arrumando livros e pegando objetos que não precisavam ser movidos. Cada movimento era uma provocação calculada, uma dança sexual silenciosa.
— Se prepara que vai ter muitas surpresas hoje — ela sussurrou, passando por mim e roçando seu corpo no meu.
Ela estava carregando uma sacola de uma sex shop famosa da cidade, e quando a abriu na minha frente, fiquei completamente louco de tesão. Dentro havia uma coleção impressionante: vibradores de vários tamanhos, desde pequenos bullets até monstros de vinte e cinco centímetros, plugs anais de diferentes espessuras, calcinhas que pareciam fios dentais minúsculos, géis lubrificantes aromáticos, e até um vibrador controlado por aplicativo de celular.
Meu pau estava tão duro que estava saindo para fora da calça, a cabeça roxa e pulsante escapando da cueca. Ela sentou no sofá bem devagar, mantendo contato visual comigo, com aquela carinha de safada que sabia exatamente o que estava fazendo. Tirou um dos seios pela blusa e começou a massagear o mamilo erecto, com os olhinhos bem fechados, gemendo baixinho.
Em seguida, tirou o short minúsculo, ficando apenas de calcinha. A calcinha estava completamente atolada em sua xoxota, enfiada entre os lábios, e escorria de tanto que estava molhada. Dava para ver o brilho úmido se espalhando pelo tecido fino, evidenciando sua excitação.
Fui na direção dela imediatamente, tirei o resto da roupa e comecei a chupá-la sem piedade. Sua carinha estava completamente vermelha, pois ela era branquinha de pele clara e qualquer excitação a deixava assim, corada e quente. Seu grelo era grande e proeminente, parecia uma flor delicada aberta, rosada, cheirosa e molhada. Quando percebi, já estava olhando e chupando aquela xoxota deliciosa por muito tempo, explorando cada dobra com minha língua, nem percebi o quanto seu cuzinho rosado era lindo e apertado, piscando convidativamente.
Tirei meu pinto para fora e ele estava duro demais, a pele esticada e brilhante, a cabeça roxa e pulsante. Ela olhava para a cabeça vermelha e imaginava aquele monstro dentro dela. A xotinha estava babando de tanto tesão, escorrendo fluidos transparentes que molhavam o sofá.
Comecei pela xoxota, coloquei apenas a cabeça primeiro, fui atolando bem devagar, sentindo sua vagina apertada se abrindo para receber meu pau grosso. Com a expressão de tesão em seu rosto, ela me olhando com olhos vidrados, foi demais. Ela queria que eu bombasse na xotinha dela imediatamente, e eu tive que me controlar, falando para ela que se não controlasse gozaria na hora, tamanha era a pressão na minha glande.
— Agora quero que faça anal — ela pediu, com voz rouca de desejo.
— Sua carinha de putinha já me faz descer tudo — respondi, puxando meu pau molhado de sua xoxota.
— Claro, minha filha, vou arrombar esse cuzinho hoje.
Nesta hora ela colocou a bundinha para cima, apoiando-se nos cotovelos, e seu cuzinho rosadinho ficou me chamando, contraído e limpo. Coloquei ela numa posição que ficaria mais fácil e confortável: de quatro no sofá, com o rosto enterrado na almofada para abafar os gemidos. Assim ela podia se segurar enquanto eu penetrava sua parte mais íntima.
Estava tão ansioso que esqueci completamente do lubrificante na pressa do momento.
— Querida, esqueci do creme para entrar mais fácil — confessei, já posicionado em sua entrada.
Ela sorriu por cima do ombro e disse:
— Ok, pode ir. Estou pronta para sentir tudo.
Minha pica estava a ponto de explodir, pulsando na mão. Coloquei na entradinha do cuzinho e ela suspirou profundamente, segurando a respiração.
— Tudo bem, amor? — perguntei, preocupado.
Ela balançou a cabeça concordando, mordendo o lábio inferior. Fui enfiando bem devagar, com receio de machucar aquele cuzinho virgem. Estava na metade da minha pica atolada naquele rabo durinho e redondo, e sua carinha olhando para trás, gemendo baixinho, me fazia ficar completamente louco, com vontade de atolar até o fim de uma vez só, mas sabendo que ela estava aquentando a penetração.
— Está tudo bem, posso ir até o fim? — perguntei, já tremendo de tesão.
— Sim — ela respondeu numa voz baixa e gostosa, cheia de submissão.
Atolei toda a piroca no cuzinho dela de uma vez, e ela rebolou nesta hora pela primeira vez, apertando-se em volta do meu pau. Quando comecei a socar e bombar naquele cuzinho rosadinho e quente, ela chorava de prazer, batia no sofá com as mãos, mordia a almofada para não gritar. Gozamos umas três vezes juntos, ela gemendo bonito demais na minha vara, enquanto eu enchia seu intestinho de porra quente.
Ficamos ali por um bom tempo, meu pau amolecendo dentro dela, mas as vezes endurecia novamente ao sentir sua carne quente ao redor de mim, e tínhamos que parar abruptamente quando ouvimos o carro da minha esposa chegando na garagem.
À noite, quando minha mulher estava sentada comigo assistindo TV, ela entrou na sala e sugeriu:
— Vamos comer uma pizza, amores?
— Ok, vamos sim. Eu tomei banho e podemos sair logo — respondi, tentando parecer normal.
Notei que ela usava uma calcinha de renda preta, toda atoladinha em sua xoxota, e dava para ver que estava escorrendo um tipo de gel transparente. Deve ser para não arder, pensei. Ela gosta de usar as calcinhas assim, atoladas e com lubrificante para manter a xoxotinha molhada o dia todo. Eu vi isso num filme pornô onde as mulheres andam o dia todo com elas atoladas na xoxota e, para não doer ou ressecar, colocam um gel especial para lubrificação constante.
Na pizzaria ela estava de short lycra curto e ficava mastigando os lábios da xaninha de forma provocativa, mordendo o lábio inferior e olhando para mim com olhar de cumplicidade. Eu gosto de exibir ela, e com isto ela rebolava na cadeira até não aguentar mais, e certamente deve ter gozado gostoso ali mesmo, na frente da mãe e dos outros clientes estranhos. Na cadeira ela rebolava discretamente, apertando as coxas, até gozar realmente, escondendo o rosto no cardápio enquanto tremia de prazer.
Naquela noite, quando chegamos em casa, eu fui para o quarto e estava sem sono, pois o dia foi cheio de emoções e agora meu pau estava ardendo novamente só de pensar nessas calcinhas fininhas atoladas nela. Pensei comigo mesmo: que doidura, essa garota é insaciável.
De madrugada, por volta das três da manhã, ela foi sorrateiramente até a cama do quarto onde eu dormia com a mãe dela. Pensei: que doida essa garota, arriscada demais. Ela chegou lá e cutucava meu braço, e eu fingia que não acordava, mantendo os olhos fechados. Nisso ela abriu meu short de pijama e pegou meu pau, que já estava meio duro de manhã, e começou a chupar ele ali mesmo, com minha esposa dormindo ao lado.
Ela começou a se mexer mais intensamente e pensei: fudeu, vai acordar a mãe. Ela deitou na cama ao lado da mãe e, de ladinho, eu soquei meu pau em sua xoxotinha molhada, entrando facilmente pela quantidade de lubrificante que ela já tinha.
— Você está louca? — disse sussurrando. — Sua mãe está aqui do lado!
Mas ela não ligou, apenas rebolava na minha vara silenciosamente. Eu não aguentei e peguei sua cintura, atolando tudo de uma vez, e fui mexendo para frente e para trás em movimentos curtos e silenciosos. Ela disse que ia gozar, pedindo para eu ir devagar. Obedeci, claro, estava na cama de minha esposa trepando e gozando muito escondido, enquanto minha mulher dormia profundamente ao lado.
De manhã cedo, minha esposa levantou e, para minha surpresa, falou que viu tudo o que fizemos durante a noite e que não tinha importância. Disse que se a filha estava feliz, ela também ficaria. Que alívio pensei, sentindo um peso enorme sair dos meus ombros.
Ela contou então que desconfiava do comportamento da filha há meses, pois já a tinha visto muitas vezes com vibradores espalhados pela casa, na cama, no banheiro, e notava o volume estranho em sua xoxota quando usava roupas justas. Com a autorização da minha esposa, eu fiquei mais aliviado e excitado ao mesmo tempo. Ela me contou que viu a filha muitas vezes se masturbando com pepinos, bananas, e até com o cabo de escovas de cabelo, e que depois, quando a filha comprou os dildos profissionais, ela ainda não tinha visto pessoalmente, mas sabia que existiam.
Agora, com a autorização explícita da minha esposa, nossa vida sexual se transformou completamente. Larissa começou a usar seus brinquedos sem pudor, e eu a ajudava a escolher qual usar a cada dia. Ela passou a andar pelo bairro com dildos enfiados, frequentar o clube da cidade com plugs anais, e até mostrar para suas amigas da faculdade seus brinquedos, contando que o pai dela autorizava e transava com ela regularmente, o que deixava suas amigas loucas de curiosidade e tesão.
Uma vez, ela foi ao clube de campo com um vestido curto e um dildo de dezoito centímetros atolado em sua xoxota, controlado por aplicativo. Eu ficava no bar, controlando as vibrações do meu celular, enquanto ela tentava jogar tênis com as amigas, segurando o prazer e as pernas trêmulas. Outra vez, ela foi ao shopping com um plug anal de tamanho médio, e a cada loja que entrava, ela me mandava mensagens dizendo como estava molhada.
Na faculdade, ela se tornou uma espécie de lenda entre as amigas. Mostrava seus brinquedos na mochila durante os intervalos, explicando que seu padrasto a incentivava a explorar seu corpo. Algumas amigas ficavam chocadas, outras curiosas, e algumas até pediam dicas de onde comprar os mesmos produtos. Ela adorava a atenção, e eu adorava saber que minha enteada de vinte e um anos era uma putinha bem resolvida, que levava meu pau e seus dildos para todos os lugares, sempre pronta para uma nova aventura sexual.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


273226 - A mania de usar micro calcinha e dildo em publico - Categoria: Masturbação - Votos: 0
273225 - Bike dildo das amigas - Categoria: Masturbação - Votos: 0
273224 - As putarias de Adriana com seus dildos - Categoria: Incesto - Votos: 0
273149 - Minha família naturista e incestuosa - Categoria: Incesto - Votos: 4
273084 - Treinamento sexual das índias na aldeia - Categoria: Masturbação - Votos: 2
273083 - Amor entre irmas sendo descoberta pelo padrasto - Categoria: Incesto - Votos: 1
273082 - O Resort naturista Surpresa para pai e filha - Categoria: Incesto - Votos: 6
273081 - A Família na putaria e as Águas Termais de Seul - Categoria: Incesto - Votos: 1
272951 - sala de aula com dildo - Categoria: Masturbação - Votos: 1
272950 - Chair dildo no shopping - Categoria: Masturbação - Votos: 2
272948 - Pai tem que trepar com a filha - O Preço do Emprego - Categoria: Incesto - Votos: 3
272947 - A Elfa puta Exilada - Categoria: Fantasias - Votos: 1
272946 - A Família da putaria de dildos num Circo - Categoria: Masturbação - Votos: 2
272945 - A garota que gosta de cabeceira da cama - Categoria: Masturbação - Votos: 0
272944 - Dildo em família – filha anda com dildo atolado - Categoria: Masturbação - Votos: 1
272943 - A Rotina na Garagem da filha e ela usando o cambio o carro - Categoria: Incesto - Votos: 1
272942 - Aula de medicina com dildos, machine, pra alunas aprenderem na pratica - Categoria: Incesto - Votos: 0
272941 - O treinamento de dildo da filha no consultorio e em casa - Categoria: Incesto - Votos: 0
272940 - Sentando num poste na rua - Categoria: Masturbação - Votos: 0
272939 - Tres historias de sexo sem querer de pai e filha - Categoria: Incesto - Votos: 0
272938 - A Lição Especial da Mamãe ensinando a filha a gozar e depois o pai termina o ensinamento - Categoria: Incesto - Votos: 0
272937 - Descobri uma caixa de dildos da minha filha - Categoria: Incesto - Votos: 1
272876 - O vendedor de dildo - Categoria: Masturbação - Votos: 1
272875 - A escola chinesa das alunas nuas - Categoria: Lésbicas - Votos: 1
272874 - A cadeira erótica - Categoria: Lésbicas - Votos: 1
272873 - A Entrega especial – máquina de sexo por engano - Categoria: Masturbação - Votos: 1
272872 - O Internato das garotas vadias - Categoria: Fetiches - Votos: 2
272870 - A Pegadinha da Mãe safada - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil doidapordildo
doidapordildo

Nome do conto:
Papai descobriu meu brinquedinhos

Codigo do conto:
273223

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/09/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0