Eu e minha amiga com meu pai

A casa estava quieta. A irmã de Letícia — a Carol, 20 também, só uns meses mais velha — tinha voltado mais cedo do trabalho e encontrado as duas no sofá, já sem blusa, pernas abertas, se tocando sem pressa. Ela não fingiu surpresa. Encostou no batente da cozinha, cruzou os braços e observou.
— Vocês duas estão molhadas pra caralho e ainda tão com medo de usar o que tem em casa — disse, voz baixa, quase preguiçosa. — Para de só esfregar dedo. Vai na cozinha.
Letícia corou até o pescoço. Amanda, a amiga, tentou fechar as pernas, mas Carol já tinha visto tudo: a buceta raspada de Amanda brilhando, o clitóris inchado, o short de moletom de Letícia encharcado na costura.
— Vai, putinha. Os dois.
Na cozinha, Carol abriu a geladeira sem pressa. Tirou um pepino firme, comprido, a ponta ainda um pouco curva. Lavou na pia, secou com o pano de prato e girou na mão, mostrando o formato.
— Esse aqui. A ponta entra fácil se você deixar bem molhado. Não é pra enfiar tudo de uma vez, é pra esfregar primeiro no clitóris até ficar escorregadio e depois ir encaixando devagar. Entendeu ou precisa que eu demonstre na frente de vocês duas?
Amanda engoliu em seco. Letícia mordeu o lábio.
— A gente… a gente consegue — murmurou Letícia, já com a voz falhando.
— Consegue o caralho. Vocês duas gemem alto quando estão sozinhas e agora estão com vergonha porque a irmã está vendo. Sentem no chão. Agora.
Elas obedeceram. Carol jogou uma toalha no piso frio da cozinha e as duas se ajoelharam de frente uma pra outra. Carol entregou o pepino pra Amanda.
— Você primeiro. Abre essa buceta com os dois dedos e passa a ponta no clitóris. Devagar. Quero ver ela latejar.
Amanda obedeceu, as bochechas queimando. A ponta fria do pepino deslizou entre os lábios inchados, subiu até o clitóris e ficou ali, circulando. O gemido saiu baixo, vergonhoso. Letícia assistia com a mão já na própria buceta, dois dedos enterrados, o polegar no clitóris.
Carol se agachou atrás de Amanda, segurou o pulso dela e guiou o movimento.
— Mais pressão. Isso. Agora desce um pouco e encosta a ponta na entrada. Não enfia ainda. Só deixa ela pedindo.
Amanda rebolou sem querer. O pepino já estava brilhando de tanto tesão. Carol olhou pra Letícia.
— E você. Pega aquela colher de pau que está no escorredor. A parte mais grossa. Encosta no clitóris e esfrega como se fosse a língua de alguém. Quero ver você gozar primeiro, porque você é a mais safada das duas e ainda está fingindo recato.
Letícia pegou a colher. A madeira lisa, um pouco áspera na ponta arredondada, encostou no clitóris inchado e ela gemeu alto demais pra quem estava “com vergonha”. Carol riu baixo.
— Olha só. A putinha da minha irmã já está tremendo e a amiga dela ainda está só encostando o pepino. Amanda, enfia a ponta. Agora.
Amanda empurrou. A ponta do pepino abriu a entrada molhada com um som úmido. Ela arqueou as costas, as coxas tremendo. Carol segurou o queixo dela e fez ela olhar pra Letícia.
— Mostra pra ela como você está engolindo. Quica um pouco. Só a ponta. Isso. Suja ele todo.
Letícia não aguentou. Começou a esfregar a colher com mais força, os quadris se movendo sozinhos, a buceta fazendo barulho. Carol passou a mão no cabelo de Letícia e puxou de leve pra trás.
— Mais rápido. Você gosta de ser vista, não é? Então goza logo pra eu ver essa cara de puta que você faz.
Letícia gozou primeiro, as pernas se fechando em volta da colher, um gemido longo e quebrado. O tesão escorreu pela madeira e pingou no chão. Amanda, vendo aquilo, empurrou o pepino um pouco mais fundo e veio logo depois, o corpo inteiro tremendo, a boca aberta, sem conseguir disfarçar o gemido.
Carol ficou de pé, pegou o pepino da mão de Amanda — ainda quente e escorregadio — e mostrou pra as duas.
— Vocês duas acabaram de gozar na cozinha da minha casa, com vergonha e tudo. Da próxima vez não esperem eu mandar. Já sabem o que usar.
As duas ainda ofegavam no chão, coxas molhadas, o rosto vermelho de tesão e de constrangimento. Carol só lavou o pepino na pia, como se nada tivesse acontecido, e foi embora deixando as duas ali, encostadas uma na outra, ainda sentindo o gosto da ordem na pele.
Elas saíram da cozinha ainda com as pernas tremendo, o rosto quente, o riso nervoso escapando no corredor.
— Ela viu tudo — Amanda murmurou, cobrindo a boca com a mão, mas já rindo. — A sua irmã viu a gente gozar no chão.
Letícia puxou ela pelo pulso em direção ao quarto, os dois pepinos na outra mão e a berinjela enorme escondida debaixo do braço. Trinta e cinco centímetros. Grossa na base, a casca lisa e escura, a ponta ainda um pouco afilada.
— Fecha a porta — Letícia disse, já sentando na cama, as coxas ainda molhadas. — Agora que ela sabe, a gente pode brincar de verdade. Sem ficar com medo de barulho.
Amanda trancou e encostou as costas na porta, olhando o volume na mão da amiga.
— A gente nunca usou nada assim. Só dedo, vibrador pequeno… isso aí é do tamanho de um braço, Letícia.
— Por isso mesmo. Senta aqui.
Elas se jogaram na cama. Letícia abriu o notebook no colo, as pernas abertas, a buceta ainda brilhando. Digitou rápido: “eggplant insertion”, “berinjela na buceta”, “huge vegetable fuck”. Os vídeos começaram a aparecer. Mulheres sentando devagar, a berinjela sumindo centímetro por centímetro, a barriga marcando, gemidos longos. Amanda encostou o queixo no ombro dela, os dois assistindo em silêncio no começo.
— Olha o tanto que entra — Amanda sussurrou, a voz já diferente. — Ela tá quase até a base.
Letícia passou o dedo na tela, pausou num close da entrada esticada.
— A gente consegue. Só precisa de muito tesão e paciência. Igual a Carol falou com o pepino.
Amanda riu baixo, envergonhada de novo.
— Sua irmã é linda pra caralho, né? Aquela boca, aquele jeito de mandar… eu fiquei molhada só de ela falar.
— Eu sei. Sempre achei. Quando ela puxa o cabelo pra trás e fica séria, eu já sinto no clitóris. Agora para de falar dela e tira a calcinha.
As duas ficaram nuas na cama. Letícia passou o pepino no meio da buceta de Amanda, só a ponta, deixando escorregar no clitóris inchado. Amanda arqueou, gemendo.
— Competição — Letícia disse, os olhos brilhando. — Cada uma senta no pepino. Quem descer mais na base sem tirar, ganha. Depois a berinjela.
Amanda pegou o outro pepino, ajeitou no colchão, a ponta pra cima, e se posicionou em cima. Segurou a base com uma mão e foi descendo. A ponta abriu ela com um barulho molhado. Ela desceu uns oito centímetros, parou, respirou fundo, as coxas tremendo.
— Porra… tá grosso.
Letícia já estava no outro, rebolando devagar, descendo mais. O pepino sumiu quase até a metade. Ela olhou pra Amanda e sorriu safado.
— Tá perdendo, putinha. Desce mais.
Amanda empurrou o quadril. Mais uns centímetros. A base ainda aparecia bastante. Ela gemeu alto, a cabeça jogada pra trás.
— Não vai caber tudo.
— Não precisa caber tudo agora. Só mais um pouco. Olha o vídeo. Elas respiram e empurram.
Elas ficaram assim uns minutos, subindo e descendo, competindo de verdade. Letícia sempre um pouco mais fundo, o pepino já brilhando inteiro de tesão. Amanda, teimosa, rebolava com força, tentando alcançar. O quarto cheirava a sexo e pepino.
Quando as duas já estavam ofegantes, Letícia puxou a berinjela.
— Agora essa. A gente nunca usou nada tão grosso. Vou passar bastante no clitóris primeiro.
Ela esfregou a ponta da berinjela na buceta de Amanda, circular, molhando a casca. Amanda abriu as pernas o máximo que conseguiu, segurando os próprios joelhos.
— Devagar… é muito grosso.
Letícia encaixou só a ponta. A entrada esticou, ficou branca nas bordas. Amanda soltou um gemido longo, quase um choro de tesão. Letícia foi empurrando milímetro por milímetro, parando toda vez que Amanda tremia demais.
— Respira. Olha pra mim. Sua irmã ia adorar ver isso.
Amanda riu no meio do gemido, as bochechas vermelhas.
— Para de falar nela agora… senão eu gozo só de imaginar ela na porta de novo.
Letícia empurrou mais um pouco. Quase um terço já tinha sumido. Amanda estava completamente aberta, o clitóris latejando, a buceta agarrando a berinjela. Letícia começou a movimentar devagar, só pra frente e pra trás, sem tirar.
— Competição de verdade agora — ela sussurrou. — Quem aguentar mais tempo com ela dentro sem gozar.
Amanda já estava no limite. Os olhos marejados, a boca aberta, o corpo inteiro recusando e pedindo ao mesmo tempo. Letícia beijou o pescoço dela e continuou empurrando, bem devagar, sentindo cada centímetro que a amiga engolia.
Lá fora, o corredor continuava silêncio. Dentro do quarto, só o som molhado da berinjela entrando e os gemidos abafados das duas, ainda com vergonha, ainda rindo baixo entre uma descida e outra, já planejando o que fariam se a Carol resolvesse abrir a porta de novo.
Elas ficaram na cama um tempo longo, sem pressa nenhuma.
A berinjela já estava completamente dentro de Amanda. A base larga sumiu entre os lábios vermelhos e inchados, só o cabinho verde aparecendo. Letícia estava igual: a berinjela enterrada até o fim, a barriga levemente marcada, as coxas abertas, o corpo inteiro tremendo em ondas lentas. Os dois pepinos, já molhados e escorregadios, elas tinham enfiado depois, um em cada, só pra sentir o volume diferente, a ponta mais fina batendo fundo enquanto a berinjela esticava tudo.
Amanda rebolava devagar, quase sem tirar, só girando o quadril. Cada movimento fazia a berinjela se mexer lá dentro e o pepino esfregar o ponto que ela nem sabia que tinha. Letícia gemeu baixo, a cabeça jogada no travesseiro, as unhas cravadas no lençol.
— Não tira… deixa assim — ela pediu, a voz quebrada. — Tá tão fundo que eu sinto até a respiração.
Amanda obedeceu. Ficaram ali minutos inteiros, só se remexendo, gozando sem gritar. O primeiro orgasmo de Amanda veio longo, o corpo se contraindo em volta das duas verduras ao mesmo tempo, a buceta latejando forte, o tesão escorrendo pela base da berinjela e molhando o pepino. Letícia gozou logo depois, as pernas se fechando, o quadril subindo sozinho, um gemido abafado contra o ombro da amiga. Elas continuaram se mexendo mesmo depois, preguiçosas, molhadas, rindo baixo entre um tremor e outro.
Quando finalmente saíram da cama, as duas colocaram só a calcinha. Fina, de renda clara. Puxaram o tecido com força pra cima, enfiando o tecido no meio da buceta ainda aberta e vermelha. O pepino de cada uma ficou preso ali, a ponta verde aparecendo de leve na virilha quando elas andavam. A berinjela elas deixaram no quarto.
Foram até o quarto da Carol de mãos dadas, ainda rindo, ainda com vergonha, o passo curto porque qualquer movimento fazia o pepino se mexer lá dentro.
Carol estava em pé perto da cama, de shorts e camiseta larga, o cabelo preso. Quando viu as duas paradas na porta, ela arqueou uma sobrancelha.
— O que foi agora?
Letícia deu um passo à frente, a voz dengosa, quase infantil de tanto constrangimento.
— Carol… não conta pra mamãe, tá? A gente só… brincou um pouco.
Amanda encostou o ombro na amiga, as duas abraçadas, rindo baixo, as bochechas vermelhas.
Carol cruzou os braços e olhou de cima a baixo. As calcinhas estavam tão socadas que o tecido sumia entre os lábios inchados. A xoxota de cada uma aparecia nas laterais, vermelhinha, brilhante, ainda latejando. E no meio das pernas, bem na virilha, um pedacinho verde.
Ela deu dois passos, parou bem na frente delas e se abaixou um pouco.
A carinha dela mudou. Os olhos estreitaram, a boca se abriu só um pouco, o queixo levemente caído. Primeiro foi surpresa, depois um sorriso lento, quase incrédulo, as covinhas aparecendo. Ela inclinou a cabeça, o cabelo caindo na frente, e olhou de muito perto. O nariz quase encostando na barriga de Letícia.
— Isso é pepino — ela disse, a voz baixa. — Vocês duas estão com pepino atolado na buceta. Em pé. Na minha porta. De calcinha socada.
Amanda riu, nervoso, escondendo o rosto no pescoço de Letícia.
Carol passou o dedo de leve na lateral da calcinha de Amanda, puxando o tecido só o suficiente pra ver a base verde sumindo entre os lábios vermelhos e molhados. A xoxota estava aberta, inchada, o clitóris ainda saltado. Ela fez o mesmo com Letícia, olhando de tão perto que o hálito quente encostava na pele.
— Vocês parecem duas putinhas — ela murmurou, mas o tom não era bravo. Era quase carinhoso, quase rindo também. — Putinhas inexperientes. Nunca tinham enfiado nada grosso e agora estão andando pela casa com verdura dentro, a calcinha enfiada, pedindo pra eu não contar pra mamãe.
Letícia mordeu o lábio, os olhos baixos, mas o sorriso não sumia.
— A gente gozou tanto… ficou tudo molhado.
Carol ficou de pé de novo, ainda olhando as duas. A expressão dela era uma mistura de espanto e tesão contido: a boca entreaberta, as sobrancelhas levemente franzidas, as bochechas coradas. Ela passou a língua nos lábios sem perceber.
— Inexperientes pra caralho — repetiu, quase pra si mesma. — Mas corajosas. Fiquem aí. Não tira esses pepinos. Quero ver vocês andando assim de novo.
As duas riram abraçadas, o rosto escondido uma na outra, as pernas juntas, o verde ainda aparecendo entre as coxas. Carol ficou olhando mais um pouco, a carinha dela ainda com aquele ar de quem não acreditava no que estava vendo, mas também não queria parar de ver.
Carol ficou um tempo em silêncio, ainda na frente das duas, que se abraçavam na porta do quarto dela.
— Tá bom — ela disse por fim. — Podem brincar. Fiquem no quarto de Letícia. Dormem juntas se quiserem. Só não façam barulho o resto da noite.
Amanda e Letícia se olharam e sorriram ao mesmo tempo, aliviadas, ainda com vergonha no rosto.
— Sério? — Letícia apertou a mão da amiga.
— Sério. Vocês duas já passaram da fase de esconder tudo debaixo do travesseiro. Só usem cabeça.
Carol cruzou os braços de novo, mas o canto da boca subiu.
— Talvez eu conte pra mamãe.
As duas soltaram a risada juntas, baixo, encostadas uma na outra.
— Ela vai surtar — Amanda falou, escondendo o rosto no ombro de Letícia.
— Vai — Carol concordou. — Mas não hoje. Vai dormir.
Elas voltaram para o quarto, ainda rindo, fecharam a porta e se deitaram. Conversaram mais um pouco, já mais calmas, até pegarem no sono.
Mais tarde a mãe chegou do trabalho. Carol esperou ela deixar a bolsa na mesa e ir à cozinha beber água.
— Mãe.
A mulher se virou.
— O que foi?
Carol não enrolou.
— A Letícia e a Amanda estão… aprendendo a se masturbar. Juntas. Eu vi. Elas pediram pra eu não contar, mas achei melhor você saber.
A mãe parou com o copo no ar. Ficou alguns segundos só olhando a filha mais velha.
— Aprendendo — repetiu, a voz baixa. — As duas.
— É. Elas têm vinte anos. Não é o fim do mundo. Só achei que você ia preferir ouvir de mim do que descobrir sozinha.
A mãe apoiou as duas mãos na pia, respirou fundo. O rosto ficou preocupado, não bravo.
— Seu pai… ele vai ficar sem jeito. Ele não sabe falar dessas coisas. Ainda mais ela gostando assim, com outra menina.
— Eu sei. Por isso te contei primeiro.
A mãe assentiu, lenta, o olhar perdido um segundo no azulejo.
— Deixa. Amanhã de manhã a gente vê. Não acorda elas agora.
De manhã cedo as três estavam na cozinha quando o pai desceu. Letícia encostou na bancada, Amanda ao lado, as duas já vestidas. Carol ficou um pouco atrás.
Letícia foi quem falou, a voz firme demais pra quem ainda estava nervosa.
— Pai. A Amanda e eu… a gente se envolve. E a gente também… se toca. Juntas. A Carol já sabe. A mãe também.
O pai parou no meio da cozinha. Segurou a cadeira, soltou, passou a mão no cabelo. Abriu a boca, fechou. Olhou pra filha, pra Amanda, de novo pra filha. Não saiu frase nenhuma no começo.
— Vocês… — ele tentou, a voz saiu rouca. — Tão bem?
— A gente tá — Letícia respondeu.
Ele assentiu uma vez, desajeitado, o rosto um pouco vermelho, os olhos desviando pra janela.
— Tá. Tá bom. Eu… não sei o que falar agora.
Ficou aquele silêncio curto, pesado, até a mãe puxar a cadeira e mandar todo mundo sentar pro café, como se o assunto tivesse sido engolido junto com o constrangimento. O pai sentou, pegou a xícara e não comentou mais nada naquela manhã.
O pai chamou Letícia de volta pra cozinha quando as outras duas já tinham subido.
— Fica um pouco.
Ela parou perto da mesa, os braços cruzados, o olhar baixo.
— Pai…
— Você está aprendendo a se masturbar? — ele perguntou direto, a voz baixa, sem jeito também. — É isso que a Carol falou.
Letícia passou a língua nos lábios, as orelhas quentes.
— Tô. A Amanda ainda está lá em cima. A gente… usa as coisas juntas. Não fica bravo, tá? Eu não queria que você soubesse assim.
Ele apoiou as duas mãos na mesa.
— Que coisas.
Ela hesitou, depois respirou fundo.
— Pepino. E uma berinjela. Grande.
O pai piscou, devagar.
— Quão grande.
— Eu busco.
Letícia saiu do cômodo sem esperar resposta. No quarto, Amanda ainda estava deitada, coberta até a cintura. Letícia pegou a berinjela na cadeira — ainda com a casca um pouco brilhante — e os dois pepinos, e desceu de novo.
Na cozinha, a mãe e a Carol estavam encostadas no canto da bancada. Quando viram o que ela trazia na mão, as duas riram baixo, a mãe tapando a boca, Carol virando o rosto.
Letícia colocou os três em cima da mesa, na frente do pai. A berinjela de trinta e cinco centímetros ocupava quase o espaço entre as duas xícaras.
— Foi essa — ela disse, a voz falhando. — A gente nunca tinha usado nada assim. Entrou… quase inteira.
O pai olhou o tamanho sem pegar. A garganta dele subiu e desceu. Ficou um tempo calado, o maxilar tenso.
Passos no corredor. Amanda apareceu na porta da cozinha: short de lycra colado, top curto que deixava a barriga à mostra, o cabelo preso de qualquer jeito. Parou quando viu a berinjela na mesa e o pai olhando. O rosto dela ficou vermelho na hora.
— Bom dia — ela murmurou, a voz pequena, as mãos na barra do short.
Letícia foi até ela e encostou o ombro no dela, as duas lado a lado, envergonhadas.
O pai não falou nada. Só olhou de relance o short colado, depois a mesa de novo. A calça dele já marcava na frente, o volume evidente demais pra quem estava tentando ficar sério.
Do canto da cozinha a mãe encostou a boca no ouvido da Carol, sem tirar os olhos do marido:
— Ele está com tesão.
Carol acompanhou o olhar da mãe, viu a calça do pai e mordeu o lábio pra não rir alto. Letícia sentiu Amanda apertar os dedos nos dela, as duas paradas ali, o instrumento ainda em cima da mesa, o silêncio da cozinha pesando entre o constrangimento e o que ninguém nomeava em voz alta.
O pai puxou a cadeira, sentou e apontou as duas outras na frente dele.
— Mostra como usaram. Só a metade. Quero ver.
Letícia olhou pra Amanda, o rosto já quente.
— Pai…
— Sua mãe não importa agora. Somos uma família liberal. Senta.
As duas sentaram nas cadeiras, uma ao lado da outra, de frente pra ele. Letícia desceu o short até as coxas, a calcinha ainda no lugar. Amanda fez o mesmo, o lycra descendo devagar. Letícia falou baixo, quase só pra amiga:
— Algumas vezes ela já me viu nua. Mesmo assim eu fico com vergonha de fazer isso na frente dele.
Amanda só apertou a mão dela por um segundo.
Letícia puxou a calcinha pro lado, depois tirou de vez. Amanda também. As duas ficaram sentadas, pernas abertas o suficiente, a buceta à mostra. O pai olhou primeiro pra filha.
— Depiladinho, hein.
Letícia desviou o olhar, as orelhas vermelhas. Pegou o pepino, passou a ponta nos lábios já úmidos e encaixou. Entrou fácil até a metade. Ela segurou a base e ficou assim, sentada, o verde sumindo entre ela, a respiração curta.
Amanda pegou o outro. Fez o mesmo: ponta no clitóris, depois enfiou até o meio, bem devagar, um gemido baixo escapando. As duas rebolaram só um pouco na cadeira, o suficiente pra ele ver o movimento, a entrada agarrando, o tesão molhando a casca.
— Assim — Letícia disse, a voz falhando. — A gente desce até a metade e fica. Sem pressa.
O pai não falou mais nada por um momento. Só olhou as duas sentadas na frente dele, shorts nos tornozelos, pepinos pela metade, as coxas tremendo de leve. Amanda encostou a testa no ombro de Letícia, envergonhada, mas não tirou. Letícia segurou a base do pepino e desceu mais um milímetro, só pra ele ver entrar de novo, gostoso, molhado, as duas ali na cozinha, na frente dele, sem conseguir disfarçar o constrangimento nem o tesão.
s duas continuaram sentadas, o pepino pela metade, rebolando devagar na cadeira. Letícia estava vermelha até o peito, a boca aberta, os olhos marejados. Amanda gemeu contra o ombro dela, as coxas tremendo sem parar.
— Mais fundo — Letícia pediu, a voz quebrada. — Até a base.
Amanda empurrou o próprio pepino até sumir. A base encostou nela. Letícia fez o mesmo: desceu tudo, o verde desaparecendo, o quadril se levantando da cadeira. As duas ficaram assim, atoladas até o fim, se remexendo no meio da cozinha.
O gozo veio quase junto. Letícia arqueou, as mãos na beirada do assento, um gemido alto demais pra cozinha, o corpo inteiro vermelho, a buceta contraindo em volta do pepino. Amanda gozou logo depois, a cabeça jogada pra trás, as pernas se fechando e abrindo, o tesão escorrendo pela madeira da cadeira. Ficaram ofegantes, ainda sentadas, ainda com tudo dentro, o rosto queimando de vergonha e de tesão.
O pai desceu o zíper.
— Tira pra mim ver. Não. Tira o meu.
Letícia e Amanda olharam ao mesmo tempo. Ele puxou pra fora. O pau subiu reto, apontando pro alto: trinta e cinco centímetros, grosso demais, uns quinze de largura na base, a cabeça inchada, as veias marcadas. Do tamanho da berinjela, só que vivo, quente, latejando.
As duas pararam. A carinha de Letícia ficou aberta: olhos grandes, a boca entreaberta, um misto de susto e tesão que ela não conseguiu esconder. Amanda levou a mão à boca, as bochechas vermelhas, o olhar preso no volume.
Do canto, a mãe falou baixo pra Carol, sem tirar os olhos:
— Ele vai querer trepar com elas. Vamos ver se a sua irmã tem coragem de encarar esse caralho. Eu sofro pra fazer aquilo entrar.
Carol olhou o pai, depois a irmã. Letícia ainda estava com o pepino até a base, as pernas abertas, o rosto queimando. Amanda encostou a testa nela de novo, rindo nervoso, sem conseguir parar de olhar.
Letícia empurrou o pepino mais uma vez, até a base bater nela de novo, como se quisesse mostrar que aguentava — ou como se não soubesse o que fazer com as mãos. O pai ficou parado, o pau apontando pra cima, esperando o próximo movimento das duas.
O pai passou a mão no pau, ainda duro, apontando pra cima.
— Quem quer ser penetrada por um pau de verdade?
Os pepinos já estavam na mesa. As calcinhas das duas penduradas nos tornozelos. Letícia e Amanda estavam vermelhas até o pescoço, vergonha e tesão misturados no rosto. Nenhuma falou no primeiro segundo.
Amanda respirou fundo, olhou pra amiga e murmurou:
— Eu vou. Depois seu pai está aqui todo dia.
Letícia mordeu o lábio, os olhos marejados, mas não impediu.
O pai chegou perto da amiga aos poucos. Amanda ainda sentada, as pernas abertas, magra, a barriga tensa. Ele se posicionou entre as coxas dela, a cabeça do pau encostando na entrada molhada. Ela tremeu.
— Devagar — ele disse. — É grande demais. Você é magra. Se eu enfiar fundo demais, vai até onde não deve. Ou talvez você goste.
Amanda segurou a beirada da cadeira, a carinha contraída de medo e tesão. Ele empurrou só a cabeça. Ela soltou um gemido curto, agudo. Ele parou, deixou ela se acostumar, depois entrou mais um pouco, bem devagar, milímetro por milímetro.
Do canto da cozinha Letícia olhava sem piscar, as mãos no colo, a buceta ainda latejando, o rosto vermelho. A mãe estava ao lado da Carol. A mãe falou baixo, olhando o marido:
— Vai com calma, querido.
Ele obedeceu. Entrou mais um pouco. Amanda arqueou, magra demais em volta daquilo, a barriga marcando de leve. O pai segurou o quadril dela pra não ir fundo de uma vez.
— Fala se doer.
— Tá… grande — ela conseguiu, a voz falhando. — Mas pode… mais um pouco.
Letícia não desviava o olhar. Via a amiga recebendo o pai, via o pau grosso sumindo devagar, via a cara de Amanda oscilar entre medo e tesão. Carol cruzou os braços, a expressão tensa, acompanhando a mãe. A mãe não sorria agora; só observava, a voz ainda baixa:
— Devagar. Ela não está acostumada.
Ele empurrou mais um pouco e parou de novo, o pau pela metade, Amanda ofegante na cadeira, as pernas tremendo, Letícia parada na frente daquilo tudo, vermelha, sem saber se olhava pra amiga ou pro pai.
Letícia chegou perto. Viu o pau do pai sumir inteiro dentro de Amanda. A barriga da amiga, magra, marcou o volume; quando ele puxava, o volume sumia. Letícia ficou olhando aquele vai-e-vem e amou. Era gostoso demais de ver.
— Carol — ela chamou, a voz rouca. — Vem ver.
A irmã se aproximou. As três mulheres da família ficaram em volta da cadeira. A mãe cruzou os braços, o olhar firme, quase orgulhosa.
— Olha só — ela murmurou. — Apreciando a fudência da amiga.
Letícia enfiou a mão entre as próprias pernas e começou a se tocar ali mesmo. Carol fez o mesmo, mais devagar, as duas ficando molhadinhas enquanto assistiam. O som molhado da cozinha misturava com os gemidos de Amanda.
O pai, de repente, segurou o quadril dela com força e socou. Fundo, rápido, algumas estocadas duras. Amanda gritou, o corpo inteiro tremendo, entrou em transe: os olhos revirados, a boca aberta, gozando sem parar, um orgasmo atrás do outro, sem conseguir falar.
Ele tirou de dentro, ainda latejando, e gozou nos peitos dela. Jatos quentes no peito, no top puxado pra cima, escorrendo até a barriga. Amanda ofegava, o corpo mole na cadeira.
Letícia se abaixou. Passou o dedo no leite do pai que escorria no peito da amiga, levou à boca e experimentou. Salgado, quente. Ficou um segundo com o gosto na língua, olhando pra ele, o rosto vermelho, a mão ainda na própria buceta.
A mãe não desviou o olhar. Carol também não. Amanda ainda tremia, o volume sumido da barriga, o tesão do pai escorrendo nela, e Letícia de joelhos ao lado, com o gosto do pai na boca.

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Ficha do conto

Foto Perfil doidapordildo
doidapordildo

Nome do conto:
Eu e minha amiga com meu pai

Codigo do conto:
273829

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/10/2026

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