Camila entrou na sala e o ar pesou. Vários alunos adultos já nus, corpos expostos todos pelados. Ela despiu a blusa, depois o sutiã, e os seios pequenos arrepiaram. Sentiu o olhar de Valentina. A professora espalhou dildos de vários tamanhos sobre as mesas. Valentina deslizou a saia pelos quadris largos, nua, e roçou o ombro de Camila ao passar. Segurou o dildo de silicone azul. Estendeu-o: "Vamos começar por você." Valentina não esperou resposta. Empurrou Camila contra a mesa fria e tomou sua boca, a língua invadindo sem pedir licença, as mãos apertando os seios pequenos até os mamilos endurecerem entre os dedos. Camila gemeu contra os lábios dela, mordendo o inferior, e deixou as pernas se abrirem por conta própria. A boca de Valentina desceu pelo pescoço, pelo osso do peito, e se acomodou entre as coxas magras. A língua deslizou pela fenda molhada de Camila, separando os lábios, lambendo o clitóris em círculos lentos até as pernas dela tremerem sobre a mesa. Camila arqueou as costas, os dedos cravados na madeira. Depois abaixou a cabeça entre as coxas largas de Valentina, sugou os lábios vaginais inchados e sentiu o líquido escorrer pelo queixo. Em resposta, Valentina segurou o dildo de silicone azul e o empurrou devagar para dentro de Camila, bombeando com o quadril enquanto a fodia com a boca ainda colada nela. Camila gemia alto, o som ecoando entre os outros corpos nus que observavam. Foi quando Rafael se aproximou, o pênis grosso semirígido, um plug anal preto na mão, os punhos cerrados. — Posso entrar na dupla? — perguntou, a voz direta. Os olhos dele tocaram os de Camila. Ela respirou fundo e acenou com a cabeça. O aceno bastou. Valentina se moveu para trás de Camila, os seios cheios pressionados contra as costas magras, e despejou lubrificante gelado direto na fenda apertada. Os dedos dela deslizaram pelo ânus, massageando o anel tenso em círculos pacientes, enquanto Camila mordia o lábio inferior com força e prendia a respiração. O plug anal de metal brilhou na luz fraca antes de Valentina apoiar a ponta fria contra a entrada. Empurrou com firmeza, sem pausa para recuar. A esfera entrou apertada, esticando o músculo até Camila arquear as costas e soltar um gemido agudo que atravessou a sala inteira. Valentina prendeu o plug no lugar e lambeu a nuca suada de Camila. Rafael já estava de joelhos sobre a mesa, a glande grossa e roxa apoiada na entrada vaginal molhada. Camila sentiu o calor do corpo dele, o peso dos ombros largos, e fechou os olhos quando ele empurrou de uma vez. O pênis entrou até a base em uma estocada única, abrindo a vagina apertada, arrancando um grito que saiu quebrado da garganta dela. Valentina segurou os quadris magros e puxou o dildo de silicone azul da mesa, empurrando-o de imediato na própria vagina, bombeando rápido, sem cerimônia. Desceu a boca sobre os mamilos de Camila e sugou com fome, os lábios estalando a cada puxada. Rafael metia duro, rápido, os quadris batendo nas coxas abertas, as bolas pesadas acertando a base do plug anal a cada estocada. O som de carne molhada se misturava aos gemidos das outras duplas ao redor, à respiração ofegante de Valentina, ao estalo seco do dildo entrando e saindo dela. Camila virou a cabeça e mordeu o ombro de Valentina sem pensar, os dentes marcando a pele, o gosto de sal e suor na boca. O orgasmo veio rasgando, bruto, sem aviso — a vagina contraiu em espasmos violentos ao redor do pênis, o corpo inteiro arqueado, um grito gutural escapando entre os dentes ainda cravados no ombro. Rafael retirou o pênis com um gemido baixo, os punhos cerrados, e jorrou jatos grossos de sêmen quente sobre a barriga magra, o líquido escorrendo até afundar no umbigo. Valentina soltou o dildo azul encharcado, jogou-o sobre a mesa, e puxou o rosto de Camila para um beijo de boca aberta, ofegante, as línguas molhadas se encontrando sobre os corpos pegajosos de suor e fluidos. Os três corpos desmoronam sobre a mesa, ofegantes, enquanto o sêmen de Rafael ainda brilha na pele de Camila. Camila escorregou da mesa, as pernas moles, e sentou-se no chão frio entre as coxas abertas de Valentina. A morena passou os dedos pela base do plug anal e puxou devagar, a esfera saindo com um som molhado que fez Camila suspirar aliviada, o corpo inteiro relaxando. Valentina depositou o plug ao lado, sem pressa, e beijou a nuca suada de Camila. Rafael voltou com toalhas úmidas e os três se limparam em silêncio cúmplice, passando o pano sobre barrigas, coxas e entrepernas sem cerimônia. Camila encostou a cabeça no ombro de Valentina, os corpos nus ainda colados pelo suor, o cheiro da aula impregnando a pele. O sol baixo das janelas altas dourava os três corpos largados no chão. Camila levantou o rosto, encontrou os olhos escuros de Valentina e sorriu sem vergonha pela primeira vez, os lábios ainda inchados, o sorriso tranquilo. Segurou a mão da morena e sussurrou: — Próxima aula, eu quero te ter sozinha. — Próxima aula, quero te ter sozinha… mas ainda com o plug dentro, indo pra tua casa. Valentina ainda segurava a mão de Camila quando sorriu, os olhos escuros brilhando sob a luz dourada das janelas altas. — Então é isso que você quer, é? Ir pra minha casa com o plug dentro, sentindo cada buraco da rua? Camila assentiu, o corpo magro ainda trêmulo de excitação, e deixou que a morena a guiasse até a mesa. Valentina empurrou os dildos espalhados para o lado e sentou Camila na beirada da madeira fria, abrindo as pernas magras com as mãos firmes. Beijou-a devagar, a língua invadindo a boca enquanto os dedos buscavam a bolsa de brinquedos. O metal brilhou entre os dedos morenos, um plug maior, pesado, com a esfera reluzente. Valentina lambia o pescoço suado de Camila enquanto espalmava os dedos nas nádegas magras, afastando-as sem pressa. O metal frio encostou no ânus apertado e Camila arfou contra a boca da morena. — Relaxa pra mim, deixa entrar devagar. A esfera forçou a entrada, resistindo, e Camila soltou um gemido agudo involuntário quando o esfíncter cedeu e engoliu o metal, o ânus se apertando ao redor da base fria. Valentina empurrou até a pele encostar na base, o plug assentado fundo no reto, e beijou os lábios inchados de Camila enquanto ela gemia. A boceta de Camila gotejou um líquido transparente que escorreu sobre a madeira da mesa, formando uma poça pequena que brilhava na luz baixa. O preenchimento apertava por dentro, o metal parecia esfregar contra a parede vaginal a cada respiração. — Agora você. Camila escorregou da mesa, as pernas moles, e girou Valentina de costas. Separou as nádegas largas e morenas, os polegares abrindo a pele suada, e pressionou o segundo plug contra o ânus escuro. Valentina deixou escapar um suspiro rouco quando o músculo cedeu e engoliu a esfera de metal, os fluidos escorrendo pela parte interna das coxas grossas. Camila observou a base assentar no corpo da professora, o ânus apertado ao redor do metal, e sentiu orgulho. Vestiram-se sem calcinha, Camila apenas a saia curta e a blusa fina, Valentina o vestido leve, os plugs firmes dentro de si a cada movimento. Ao dar cada passo rumo à porta, Camila contraía o esfíncter ao redor do metal, a esfera esfregando contra a parede vaginal e fazendo-a prender a respiração. Saíram da sala em silêncio cúmplice, os passos alterados, os corpos quentes sob a luz do fim de tarde. Valentina abriu a porta do carro para Camila, que entrou devagar, sentindo o plug preenchendo o reto enquanto se acomodava no banco. A morena ligou o motor e olhou para ela, os olhos escuros acesos, antes de arrancar rumo à sua casa. O carro parou diante da casa de Valentina e Camila ficou imóvel no banco, as mãos apertadas contra as coxas magras. O plug de metal continuava alojado fundo no reto, pesado, quente, esfregando contra a parede vaginal a cada respiração. Ela levou uma mão trêmula até a maçaneta, respirou fundo e saiu do carro devagar, sentindo a esfera deslocar-se dentro de si ao levantar o corpo. O metal raspou por dentro, tocou um ponto fundo, e Camila prendeu o ar, apertando os dentes. Ficou parada na calçada com as pernas levemente afastadas, a saia curta subindo um centímetro quando ela endireitou as costas. O vento do fim de tarde encostou na pele nua por baixo da blusa fina e ela estremeceu. Olhou para a casa de Valentina, para a porta escura e as janelas fechadas, e o pavor tomou conta do peito. A imagem do pai surgiu sem aviso, ele ali dentro, parado no hall, os olhos percorrendo o corpo dela, descobrindo a ausência de calcinha, o metal escondido, a umidade escorrendo. Camila apertou as coxas magras uma contra a outra, o suor descendo pela parte interna das pernas, e a boceta pulsou em resposta ao medo e ao plug. — Valentina.. Ela sussurrou, a voz entrecortada, as pernas tremendo. — Tenho medo. Medo de ser pega pelo meu pai. Ele pode estar aqui dentro. Vai me ver assim. Vai ver o que eu tenho dentro de mim. Valentina contornou o carro, os quadris largos se movendo com segurança, e segurou a mão de Camila. Os olhos escuros estavam calmos, firmes. — Ninguém está aqui. Ninguém vai te ver. Vem comigo. Ela puxou Camila para dentro da casa, fechando a porta atrás delas com um clique seco. A escuridão do hall engoliu as duas. — Aqui você está segura. Ninguém te toca. Ninguém te vê. Camila encostou-se na porta fechada, o corpo tremendo, e o esfíncter contraiu-se involuntariamente ao redor do plug. A esfera de metal pareceu afundar mais, esfregando contra a parede vaginal, e ela deixou escapar um gemido abafado, curto, vergonhoso. Valentina a abraçou por trás, os seios cheios pressionando as costas magras por cima do vestido leve. O calor do corpo moreno envolveu Camila. — Respira comigo. A mão de Valentina deslizou por baixo da saia curta, subiu pela coxa magra e encontrou a base do plug anal. Pressionou levemente contra o ânus, estabilizando o metal dentro de Camila, mantendo-o firme enquanto o esfíncter pulsava apertado. Camila deixou a cabeça cair para trás, contra o ombro da professora, e um fio de lubrificação transparente escorreu pela parte interna da coxa, lento, morno. Ficaram ali no escuro do hall, a porta trancada atrás delas, a mão de Valentina segurando a base do plug por baixo da saia, as duas respirando juntas no silêncio.
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