Minha filha e eu numa festa a fantasia de urso na escola



era uma final de semana normal la em casa, pois a gente sempre gostamos de brincar com nossa filha, pois ela adora sexo e putaria

na escola teria uma festa a fantasia e minha filha estava ansiosa com esse evento pois todas as colegas da escola estaria usando

com isso devo eu achei que ela deveria ter uma roupa para a festa da escova bem legal

a gente tem uma liberdade la em casa, e ela esta na fase de aprender mais coisa novas sobre a masturbar e ao incesto, pois eu e a mae dela ensinamos que dentro de casa pode.

nois já ensinamos ela masturbar com objectos, fazer a siririca nela a vontade a hora que ela quiser, onde ela achar melhor.

Outra coisa que somos é naturista e andamos todos pelados em casa e só colocamos roupa quando saimos de casa

em relacao a festa na escola a minha fantasia para eu usar com minha filha na festa vai ser de um urso com o filhote sendo carregado na frente pelo pai

já planejei tudo e contei para minha esposa e filha como seria

só que quero ficar atolado com ela o tempo todo, pois vai ficar escondido pela fantasia que estaremos usando

no dia da festa

chegamos no estacionamento da escola e claro que não poderia ir de casa com a fantasia

A festa já estava em pleno vapor quando atravessei o portão da universidade. A fantasia de urso pesava um pouco, mas o calor intenso vinha principalmente de dentro — da minha filha Ana, que estava impalada em mim, seus gemidos abafados pelo tecido felpudo da fantasia de filhote que vestia.
— Pai, está tão fundo — ela sussurrou no meu ouvido, seu hálito quente contrastando com o ar fresco da noite.
Segurei firme na cintura dela, ajustando o cinto especial que eu havia fabricado para distribuir o peso. O traje de urso tinha uma abertura estratégica na frente, e a fantasia de filhote tinha uma abertura correspondente. Quando Ana subira em mim no estacionamento, eu havia entrado nela completamente, meus 35 centímetros de pau duro — potencializados pelo viagra que tomara duas horas antes — preenchendo cada centímetro da minha filha.
— Segura firme, meu amor — respondi, minha voz saindo abafada pela máscara de urso. — Vamos circular um pouco.
Caminhamos lentamente pelo pátio iluminado por luzes coloridas. Cada passo fazia Ana balançar levemente, e cada balanço fazia meu pau massagear pontos profundos dentro dela. Ela gemia baixinho, disfarçando os sons como se fossem os grunhidos de um filhote de urso brincando.
— que fantasia fofa! — exclamou uma colega de classe de Ana, vestida de pirata.
— Obrigada! — Ana respondeu, sua voz trêmula enquanto eu dava uma pequena estocada por baixo da fantasia. — Meu pai... ah... fez especialmente para nós.
A pirata sorriu, desconhecedora de que, naquele exato momento, eu estava profundamente enterrado na minha filha, sentindo sua umidade escorrer por mim a cada movimento sutil.
Continuamos andando, passando por grupos de estudantes fantasiados. Havia super-heróis, monstros, princesas e criaturas de todos os tipos. O tema da festa era "Criaturas da Noite", e nossa fantasia de urso pai e filhote até que se encaixava bem, embora ninguém soubesse o quão literal era a "conexão" entre os dois ursos.
— Pai, estou quase gozando — Ana avisou, mordendo meu pescoço por baixo da máscara.
— Segura, filha — sussurrei. — Temos a noite toda pela frente.
Entramos no prédio principal, onde a festa se concentrava. A música eletrônica vibrava nas paredes, e a pista de dança estava lotada de corpos se movendo. Ana apertou as pernas ao redor da minha cintura, e eu senti suas paredes internas apertarem meu pau em resposta à música.
— Vamos dançar? — ela perguntou, um tom provocador em sua voz.
— Você está louca? — ri, mas já estava movendo os quadris ao som da batida.
Começamos a dançar, ou melhor, eu dancei enquanto Ana rebolava em cima de mim, impalada. Cada movimento meu era transmitido diretamente para dentro dela. A fantasia escondia perfeitamente nossa conexão — parecia apenas que eu carregava minha filha nos braços, uma cena tocante de proteção paterna, quando na verdade estávamos transando silenciosamente no meio da multidão.
— Olha só, que família linda! — gritou alguém sobre a música.
Acenei com a cabeça, continuando a mover os quadris em círculos lentos. Ana jogou a cabeça para trás, seus gemidos abafados pela máscara de urso filhote. Ela estava delirando de prazer, suas unhas cravando nas minhas costas por baixo da fantasia.
De repente, senti um tapa na minha costa. Virei-me e encontrei Mariana, minha amiga de longa data do curso de engenharia, vestida de vampira sensual.
— Carlos? É você aí dentro dessa coisa? — ela perguntou, rindo.
— Oi, Mari! — respondi, tentando manter a voz natural apesar de Ana contrair violentamente ao meu redor em um mini-orgasmo. — Fantasia de urso, gostou?
— Adorei! — Mariana se aproximou, examinando o traje. — E essa é a Ana, né? Cresceu tanto!
Ela acariciou a cabeça da fantasia de filhote, e Ana respondeu com um gemido abafado que soou como um grunhido de urso.
— Ela está bem? — Mariana perguntou, confusa.
— Sim, sim! — respondi rapidamente, dando uma estocada mais forte para castigar Ana por fazer barulho. — É o calor dentro da fantasia. Estamos indo pegar água.
— Posso ir com vocês? Estou morrendo de sede.
Claro. Agora teríamos uma testemunha. Caminhamos em direção ao bar, cada passo fazendo Ana gemer baixinho. Mariana caminhava ao meu lado, falando sobre o trabalho de conclusão de curso, completamente alheia ao fato de que eu estava transando com minha filha a menos de um metro de distância.
— Então, você e a Patricia estão bem? — Mariana perguntou, referindo-se à minha esposa.
— Ótimos! — respondi, sentindo Ana apertar minha cintura com as pernas, indicando que estava próxima de outro orgasmo. — Ela adorou a ideia da fantasia. Família unida, sabe como é.
— Que lindo! — Mariana sorriu, mas então franziu a testa. — Espera, tem algo estranho...
Meu coração parou. Ela havia percebido? Olhei para baixo, mas a fantasia parecia intacta. Nenhuma abertura visível, nenhum movimento óbvio.
— O quê? — perguntei, tentando parecer casual.
— Você está... tremendo? — ela disse, inclinando a cabeça.
Ana estava tendo outro orgasmo silencioso, suas contrações ritmadas massageando meu pau de forma deliciosa. Eu estava suando, segurando para não gozar dentro dela naquele exato momento.
— É o calor! — expliquei. — Essa fantasia é muito quente.
Mariana olhou para mim, depois para a fantasia de filhote, depois de volta para mim. Seus olhos se estreitaram por um segundo, e então ela sorriu — um sorriso torto, conhecedor.
— Claro. O calor — ela disse, e então piscou para mim.
Meu estômago revirou. Ela sabia. Ou desconfiava. Mas em vez de denunciar ou ficar chocada, ela apenas sorriu e se virou para pegar sua bebida.
— Aproveitem a festa, Carlos. E cuide bem do seu... filhote — ela disse, com ênfase na última palavra.
Assim que Mariana se afastou, Ana se virou para mim, ainda impalada.
— Ela sabe — sussurrou Ana.
— Não importa — respondi, sentindo o viagra mantendo meu pau duro como rocha. — Vamos aproveitar.
Saímos do prédio principal e fomos para uma área mais isolada do campus, um jardim com arbustos altos e bancos escondidos. Encontrei um canto escuro e nos sentamos — ou melhor, eu me sentei no banco com Ana ainda em cima de mim, o que fez meu pau entrar ainda mais fundo nela.
— Ahhh, pai! — ela gemeu, finalmente podendo falar mais alto.
— Gosta, filha? — perguntei, movendo os quadris para cima, socando profundamente.
— Gosto! Gosto tanto! — ela respondeu, removendo a máscara de urso para poder respirar.
Seu rosto estava vermelho, seus olhos brilhando de excitação. Removi minha própria máscara e a beijei profundamente, nossas línguas dançando enquanto eu continuava a foder ela lentamente, profundamente.
— Ninguém nunca vai saber — sussurrei entre beijos. — Que você está aqui, impalada no pau do seu pai, no meio da festa da faculdade.
— É tão perverso — ela gemeu. — Tão errado... mas tão bom.
— Sua mãe adorou a ideia — continuei, lembrando como Patricia havia nos ajudado a planejar. — Ela quer fotos depois.
— Eu a amo — Ana suspirou. — Amo vocês dois. Nossa família é tão... especial.
Especial era uma palavra suave. Nós éramos uma família de naturistas, de exploradores sexuais, sem limites entre nós. Desde que Ana completasse 18 anos, os três havíamos desenvolvido uma dinâmica única, onde o prazer era compartilhado livremente.
— Vamos nos mover mais rápido — sugeri, olhando ao redor para garantir que estávamos sozinhos.
Ana concordou, e comecei a levantar e abaixar ela em meu colo, usando o cinto de apoio para facilitar o movimento. Meu pau deslizava quase completamente para fora e depois entrava de volta, batendo no fundo dela a cada descida.
— Sim, sim, sim! — Ana repetia, mordendo o próprio lábio para não gritar.
A fricção estava me levando ao limite. O viagra garantia que eu permaneceria duro por horas, mas a tensão acumulada precisava ser liberada. Senti as bolas contraírem, pressionando contra a base do meu pau.
— Vou gozar, filha — avisei. — Vou encher você toda.
— Goza, pai! Goza dentro! — ela implorou. — Quero sentir você me enchendo!
Aumentei o ritmo, levantando e abaixando Ana mais rápido, nossos corpos fazendo sons úmidos de encontro. O prazer subiu pela minha espinha, explodindo em minha cabeça enquanto eu liberava jorro após jorro de sêmen quente dentro da minha filha.
— Ahhhh! — gemi, segurando ela firmemente contra mim.
— Estou gozando também! — Ana gritou, seu corpo convulsionando em meus braços.
Seu terceiro — ou quarto? — orgasmo da noite apertou meu pau, sugando cada gota que eu tinha. Ficamos ali, ofegantes, suados, conectados de forma proibida e deliciosa.
— Nós somos tão ruins — Ana riu, recuperando o fôlego.
— Os piores — concordei, beijando seu pescoço.
Ficamos abraçados por alguns minutos, meu pau ainda duro dentro dela graças ao viagra. A festa continuava ao fundo, a música ecoando, as risadas das pessoas soando distantes.
— Deveríamos voltar? — Ana perguntou.
— Ainda não — respondi. — Quero ficar mais um pouco assim. Conectado em você.
— E se alguém vier?
— Deixe vir. Temos a fantasia.
Ela riu, apertando-se contra mim. Meu sêmen já escorria dela, molhando minhas coxas, mas não nos importávamos. Éramos uma família livre, sem vergonha, sem limites.
— Amanhã, quando contarmos para a mãe, ela vai querer ouvir cada detalhe — Ana disse.
— Cada detalhe — confirmei. — E talvez ela queira fazer a próxima festa com a gente.
— Uma fantasia de ursa? — Ana perguntou, animada.
— Por que não? — ri. — A família que se veste junta, permanece junta.
Ana deitou a cabeça no meu ombro, ainda impalada em meu pau semi-ereto. Olhamos para as estrelas acima, ouvindo a festa distante, sabendo que tínhamos um segredo delicioso, perverso e completamente nosso.
— Te amo, pai — ela sussurrou.
— Te amo, filha — respondi. — Agora vamos limpar essa bagunça e voltar para a festa. Ainda tem muita noite pela frente.
Levantamos com cuidado, e eu finalmente saí dela, meu pau brilhando sob a luz da lua, ainda duro e pronto para mais. Ana ajustou a fantasia de filhote, e eu a minha de urso.
Prontos, voltamos para a festa, de mãos dadas, uma família perfeitamente normal por fora, e completamente devassa por dentro.
E assim seguimos, para mais uma noite de prazer, liberdade e amor sem limites.
Voltamos para o salão principal, a música ainda pulsando forte, as luzes coloridas dançando sobre as multidões. Ana estava mais corada do que nunca, meu sêmen ainda quente dentro dela, escorrendo lentamente enquanto caminhávamos. A fantasia de filhote escondia perfeitamente nossa sujeira secreta.
Foi quando avistamos Mariana novamente. Ela se aproximou com um copo na mão, mas seus olhos estavam vidrados, pupilas dilatadas de excitação. Havia algo diferente nela — uma tensão no corpo, uma respiração mais acelerada.
— Voltaram — ela disse, sua voz mais rouca do que antes. — Adoro a coragem de vocês. Sério.
Ana inclinou a cabeça para o lado, estudando a amiga. Mesmo através da máscara de urso, eu podia sentir o olhar perspicaz da minha filha.
— Você está se masturbando, né, amiga? — Ana perguntou diretamente, sua voz saindo abafada mas audível pela proximidade. — Aqui na festa. Pensando na gente fodendo escondido.
Mariana engoliu em seco, seu rosto corando intensamente. Ela não negou. Em vez disso, deu um passo mais perto, sua mão livre desaparecendo sob a saia do vestido de vampira.
— Nada disso — ela mentiu, mas seus olhos brilhavam. — Estou com inveja de vocês, só isso. Muita inveja.
— Inveja de quê? — perguntei, movendo os quadris sutilmente, fazendo Ana suspirar baixinho.
— De poderem ser tão livres — Mariana sussurrou. — Meu pai nunca seria assim. Safado. Gostoso. Sem limites.
Estávamos conversando quando uma mulher mais velha se aproximou. Era a mãe de uma colega de Ana, uma mulher elegante de quarenta e poucos anos vestida de rainha de copas. Ela sorriu para nós, completamente alheia à situação.
— Que fantasia mais linda! — ela exclamou, olhando para nossos trajes de urso. — O conceito de pai carregando o filhote é tão... tocante.
— Obrigado — respondi, sentindo Ana apertar as pernas ao meu redor em resposta à proximidade da estranha. — É uma tradição familiar.
— E sua filha está bem? — a mulher perguntou, inclinando-se para olhar mais de perto para Ana. — O rosto dela está tão vermelho. Está com febre?
Meu coração acelerou. Ana estava vermelha mesmo — vermelha de ser fodida profundamente, vermelha do sexto orgasmo que estava construindo dentro dela naquele exato momento. Eu podia sentir seu corpo tremer, suas paredes apertando meu pau em ondas ritmadas.
— É o calor da fantasia — Ana respondeu, sua voz trêmula. — Estou ótima. Nunca estive melhor.
— Tem certeza? — a mãe da colega perguntou, preocupada. — Posso chamar um médico?
— Não! — Ana respondeu rápido demais. — Quero dizer, não precisa. Estou apenas... empolgada com a festa.
A mulher sorriu, ainda desconfiada, mas aceitou a explicação. Ela se sentou no banco ao nosso lado, começando a conversar sobre o clube de teatro da universidade. Enquanto ela falava, eu comecei a mover Ana sutilmente, levantando e abaixando meu corpo, fazendo minha filha subir e descer em meu pau sob a fantasia.
— E então decidimos fazer uma peça sobre famílias modernas — a mulher continuava, alheia ao fato de que Ana estava sendo fodida a menos de um metro de distância.
Ana segurava firmemente em mim, seus gemidos abafados pela máscara de urso. Eu movia os quadris lentamente, profundamente, batendo no fundo dela a cada descida. O sexto orgasmo estava próximo — eu podia sentir pelas contrações mais intensas, pelo suor que escorria pelo pescoço dela.
— Acho que vou... — Ana começou a dizer, mas eu a interrompi com um movimento mais forte.
— Vai sim, filha — sussurrei, tão baixo que apenas ela podia ouvir. — Goza para o papai. Goza na frente dessa mulher sem ela saber.
— Ahhhh! — Ana gemeu, seu corpo inteiro se contraindo.
O orgasmo a atingiu como uma onda. Ela se contorceu em meus braços, sua boceta apertando meu pau em espasmos violentos. Eu continuei movendo-a lentamente, prolongando seu prazer, sentindo sua umidade aumentar, escorrendo por entre nós.
— Está tudo bem? — a mãe da colega perguntou, notando o movimento.
— Cócegas! — eu respondi rapidamente. — A fantasia está fazendo cócegas nela.
— Que divertido — a mulher riu, finalmente se levantando. — Bem, vou encontrar minha filha. Divirtam-se!
Assim que ela se afastou, Mariana se aproximou novamente. Seus olhos estavam arregalados, ela havia visto tudo — ou quase. Sem dizer uma palavra, ela se sentou ao meu lado, sua mão desaparecendo sob minha fantasia de urso.
— Vocês são loucos — ela sussurrou, sua mão encontrando minha cintura, descendo até onde meu pau ainda estava enterrado em Ana.
— Você não faz ideia — respondi.
Mariana moveu a mão mais para baixo, seus dedos deslizando pelas costas de Ana até alcançar suas nádegas. Ela sentiu a pele quente da minha filha, e então seus dedos encontraram a base do meu pau, ainda molhado dos fluidos de Ana.
— Meu Deus — Mariana ofegou. — Está realmente... dentro dela. O tempo todo.
— O tempo todo — confirmei.
— E está duro como pedra — ela continuou, seus dedos envolvendo o eixo onde ele entrava em Ana.
— Viagra — expliquei. — Vou ficar assim por horas.
Mariana mordeu o lábio inferior, seus olhos brilhando de excitação. Ela moveu a mão mais para cima, sentindo a pele lisa da bunda de Ana, e então, para minha surpresa, ela levou a mão à própria bunda, sob o vestido de vampira.
— Estou tão molhada — ela confessou. — E tão excitada que vou fazer algo louco.
Antes que eu pudesse perguntar, Mariana virou-se de costas ligeiramente para nós, sua mão ainda sob o vestido. Vi seus olhos arregalarem, seus lábios se abrirem em um "O" silencioso. Ela havia enfiado dois dedos no próprio cu, masturbando-se analmente enquanto sentia meu pau atolado na minha filha.
— Você é doida — Ana disse, observando a amiga através da máscara.
— Sou sim — Mariana concordou, seus dedos se movendo em ritmo circular. — Doida de tesão. Doida de inveja. Doida para fazer parte disso.
A pista estava relativamente escura naquele canto, a música alta o suficiente para abafar nossos sons. Mariana se aproximou mais, sua mão livre agora voltando para minha fantasia. Ela encontrou minhas bolas, pesadas e cheias, e começou a massageá-las suavemente.
— Tão cheias — ela sussurrou. — Quanto tempo desde a última vez?
— Uma hora — respondi. — Mas vou gozar de novo em breve.
— Quero sentir — ela pediu. — Quando você gozar dentro dela, quero sentir suas bolas contraírem.
Ana gemeu em concordância, apertando-se em mim. — Deixa ela, pai. Deixa ela participar.
Mariana aumentou o ritmo, seus dedos anal se movendo mais rápido, sua outra mão alternando entre massagear minhas bolas e sentir meu pau entrando e saindo de Ana. Ela era ousada, sem vergonha, completamente entregue ao momento.
— Vou gozar — avisei, sentindo a pressão subir pela base da minha coluna.
— Goza! — Ana implorou. — Enche minha boceta de novo, pai!
— Deixa eu sentir — Mariana pediu, pressionando seus dedos contra minhas bolas.
Eu explodi. Meu corpo inteiro se contraiu enquanto eu liberava jorro após jorro de sêmen quente dentro de Ana. Mariana sentiu cada contração, cada pulso, suas bolas apertando levemente em sincronia com meus espasmos.
— Ahhh, está gozando! — ela ofegou. — Estou sentindo! Meu Deus, que tesão!
Ana também gozou, seu sétimo orgasmo da noite, sua boceta sugando meu pau, puxando cada gota de mim. Ficamos os três ali, ofegantes, conectados por toques secretos sob a fantasia, enquanto a festa continuava ao nosso redor completamente alheia.
— Precisamos ir — eu disse finalmente, recuperando o fôlego. — Não aguento mais ficar em pé.
— Posso ir com vocês? — Mariana perguntou, seus dedos ainda dentro dela mesma. — Por favor. Quero ver mais. Quero participar da... putaria familiar.
Ana e eu trocamos olhares. Então minha filha assentiu.
— Vem — ela disse. — Mas tem que aguentar o clima da nossa casa.
— Aguento qualquer coisa — Mariana prometeu.
Levantamos com cuidado, ajustando as fantasias. Eu ainda estava duro, ainda dentro de Ana, e assim permaneceria. Caminhamos em direção à saída, os três juntos, Mariana colada em nós como se fosse parte da fantasia.
No estacionamento, a situação ficou mais complicada. Precisávamos chegar ao carro, mas eu não podia tirar Ana de cima de mim sem expor tudo. A solução foi simples: continuei carregando minha filha, meu pau ainda enterrado nela, enquanto caminhávamos entre os carros estacionados.
— O carro é ali — apontei.
Chegamos ao veículo e abri a porta traseira. Com cuidado, entrei no banco de trás, ainda com Ana em cima de mim. Mariana entrou pelo outro lado, seus olhos brilhando de excitação.
— Continua — ela pediu. — Não parem por minha causa.
— Não íamos parar — Ana respondeu, começando a mover os quadris lentamente.
O carro balançava suavemente enquanto Ana cavalgava meu pau no banco de trás. Mariana observava, fascinada, uma mão entre as pernas, a outra tocando as nádegas de Ana, sentindo o movimento, a conexão, a sujeira deliciosa.
— Vai, Ana! — Mariana incentivava. — Fode seu pai gostoso!
Ana aumentou o ritmo, o carro balançando mais forte. Eu segurava sua cintura, guiando seus movimentos, sentindo meu pau deslizar profundamente a cada descida. Mariana não aguentou mais — ela se inclinou e beijou Ana profundamente, suas línguas dançando enquanto minha filha continuava a trepar em mim.
— Chegamos — eu avisei, vendo nossa casa se aproxim pela janela.
Entramos na garagem e estacionamos. Saímos do carro, eu ainda carregando Ana, ainda conectados. Mariana nos seguiu, ofegante, desesperada por mais.
Dentro de casa, Patricia — minha esposa e mãe de Ana — nos esperava no hall de entrada. Ela estava nua, como sempre, um sorriso de conhecimento em seus lábios.
— Trouxeram uma amiga? — ela perguntou, observando Mariana.
— Ela quer participar — Ana respondeu, finalmente removendo a máscara de urso, seu rosto vermelho e brilhante de suor e sexo.
— Então tirem essas fantasias — Patricia ordenou. — Quero ver o estrago.
Com cuidado, removi Ana de mim, meu pau saindo dela com um som úmido. A fantasia de filhote foi removida, e então a minha. Ficamos todos nus no hall de entrada, a luz da lua entrando pelas janelas.
E então vimos a cena: da boceta de Ana escorria uma quantidade absurda de sêmen. Meu sêmen, acumulado de duas ejaculações profundas, agora escorria por suas coxas, pingando no chão de mármore.
— Meu Deus — Mariana ofegou, caindo de joelhos. — Isso é... magnífico.
Ela se aproximou de Ana, seus dedos tocando o fluido que escorria, espalhando-o, sentindo a textura. Então, para surpresa de todos, ela levou os dedos à boca, provando o gosto da nossa mistura.
— Doce — ela murmurou. — E salgado. Perfeito.
Patricia se aproximou, examinando a filha. — Seis vezes? — ela perguntou, experiente.
— Sete — Ana corrigiu, sorrindo.
— Impressionante — Patricia riu. — E você, amiga? Quantas vezes gozou na festa?
— Perdi as contas — Mariana admitiu. — Mas quero gozar mais. Quero aprender com vocês. Quero fazer parte dessa família, mesmo que seja só por uma noite.
Patricia olhou para mim, depois para Ana. Nós três trocamos um olhar de entendimento. Então minha esposa sorriu e estendeu a mão para Mariana.
— Bem-vinda à família — ela disse. — Por uma noite, ou para sempre, se aguentar nosso jeito de viver.
Mariana pegou a mão de Patricia, lágrimas de emoção em seus olhos. — Aguento — ela prometeu. — Aguentarei qualquer coisa.
E assim, naquela noite, nossa família cresceu por algumas horas. Na sala de estar, todos nus, todos livres, continuamos a festa que começara na universidade. Mariana aprendeu o que significava ser verdadeiramente livre, verdadeiramente devasso, verdadeiramente amado sem limites.
E quando o sol nasceu, e ela finalmente foi embora, sabíamos que algo havia mudado. Não éramos mais três. Éramos três que haviam compartilhado seu segredo mais precioso — e estavam prontos para compartilhar de novo, quando a próxima festa chegasse.



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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha filha e eu numa festa a fantasia de urso na escola

Codigo do conto:
273568

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/09/2026

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