Naquela noite, após um banho demorado, Stela saiu do banheiro envolta apenas em uma toalha. Seus cabelos escuros ainda gotejavam água. Ela caminhou até o quarto, sentindo algo estranho, uma pressão confortável dentro dela, mas não deu muita atenção. Foi só quando deitou na cama e abriu as pernas que percebeu.
— ela riu , olhando para baixo.
Um pepino grande, verde e firme, estava atolado profundamente em sua buceta. Ela nem se lembrava de tê-lo colocado lá. Deve ter sido durante o banho, quando a água quente a deixou relaxada e sonolenta. O vegetal estava completamente lubrificado por seus fluidos, brilhando sob a luz do abajur. Stela tocou na base do pepino, sentindo a textura áspera da casca contra seus lábios sensíveis.
Em vez de removê-lo imediatamente, ela começou a empurrá-lo para dentro e para fora, gemendo. A sensação da casca irregular massageando suas paredes internas era deliciosa. Ela gozou novamente, dessa vez com o pepino enterrado até o cabo, seu corpo tremendo de prazer.
A cozinha era o palco de muitas das aventuras de Stela. Dona Helena já havia se acostumado a encontrar a filha sentada nas cadeiras de forma peculiar. Stela tinha uma coleção de dildos que mantinha espalhados pela casa - um na cozinha, um na sala, um na garagem. Todos fixados firmemente nas cadeiras, apontando para cima como pequenas torres de prazer.
Ela adorava cabos de panela. A curvatura perfeita, a textura lisa do madeira ou do plástico, o tamanho variado. Stela já havia usado cabos de frigideira, de panela de pressão, de espátulas. Sua buceta, aquela boceta linda e vermelhinha, sempre faminta, engolia tudo o que ela oferecia.
Certa tarde, Júlia a encontrou na cozinha, sentada na cadeira de jantar, nua da cintura para baixo, com um cabo de vassoura grosso entrando e saindo de si com movimentos rápidos.
— Ainda está usando esse? — perguntou Júlia, divertida.
— É perfeito, irmã. Quer tentar?
Júlia riu, mas Stela notou o brilho de curiosidade nos olhos da irmã. Foi assim que começou a ideia.
O desafio foi proposto no sábado seguinte. As duas irmãs estavam sozinhas em casa, a mãe havia saído para fazer compras.
— Vamos ver quem consegue sentar mais fundo — desafiou Stela, espalhando sobre a mesa da cozinha uma variedade de vegetais e objetos.
Havia pepinos de diferentes tamanhos, alguns enormes, grossos e curvados. Cenouras longas e finas, mas resistentes. Abobrinhas italianas grossas e escuras. Um cabo de rolo de massa de madeira polida. A pega de um martelo com cabo de borracha.
— Regras simples — explicou Stela, tirando a saia e expondo sua buceta já molhada. — Temos que sentar até o talo. Sem trapaça. Quem conseguir mais objetos ganha.
Júlia, mais tímida mas igualmente excitada, tirou as calças. Sua buceta era mais fechada, os lábios internos rosados escondidos entre os externos.
Stela começou. Ela pegou o maior pepino, aquele que parecia quase um pepino japonês de tamanho industrial, e posicionou-se sobre ele na cadeira. Com um gemido profundo, ela desceu, sentindo a vegetação grossa se abrir caminho. Seus lábios se esticaram, vermelhos e brilhantes, engolindo o verde escuro. Ela desceu, desceu, até que nada mais estivesse visível. O pepino havia desaparecido completamente dentro dela, apenas suas bochechas encostando na cadeira.
— ofegou Stela.
Júlia tentou a cenoura. Era mais fácil no início, mas quando ela tentou sentar completamente, sua expressão mostrou desconforto.
— Relaxa, irmã — instruiu Stela, tocando-se enquanto observava. — Deixa entrar.
Júlia respirou fundo e empurrou, a cenoura deslizando até o fim. Ela gemeu, alto e livre.
A competição continuou. Stela sentou na abobrinha, enorme e escura, sentindo-se completamente atolada. Depois no cabo do rolo, madeira fria e dura. Júlia conseguiu uma cenoura grande e depois um pepino médio.
Quando Stela pegou o martelo, Júlia sabia que havia perdido. A pega de borracha era grossa, com relevos para melhor aderência. Stela lambeteu os lábios, posicionou-se, e sentou com força. A borracha entrou com um som úmido, preenchendo-a completamente. Ela rebolou na cadeira, sentindo cada centímetro, seus lábios vaginais vermelhos e inchados envolvendo a base.
— Três a dois — declarou Stela, vitoriosa, ainda sentada no martelo, gozando silenciosamente enquanto Júlia a observava com uma mistura de derrota e excitação.
— Você ganhou — admitiu Júlia. — Qual é a aposta?
Stela sorriu maliciosamente, levantando-se lentamente, o martelo saindo de sua buceta com um som de vácuo.
— Você sabe o que eu quero.
Júlia estava de joelhos no chão da cozinha. Stela sentara-se na borda da mesa, as pernas abertas, expondo sua buceta em toda a sua glória. Seus lábios internos eram grandes, carnudos, pendendo levemente, cor de rosa escuro e brilhante de excitação. A pele estava inchada, pulsando com o sangue da excitação.
— Chupa, irmã. Chupa tudo.
Júlia aproximou o rosto, hesitantemente no início. O cheiro era intenso, musk feminino puro. Ela deu uma lambida longa, da entrada até o clitóris, sentindo o gosto salgado-metálico de sua irmã.
— Isso, continua — gemeu Stela, segurando a cabeça de Júlia e puxando-a para mais perto.
Júlia mergulhou a língua entre os lábios grandes de Stela, explorando as dobras, chupando os lábios internos um de cada vez. Stela gemia alto, sem se importar com os vizinhos. Ela esfregava sua buceta no rosto da irmã, usando-a para seu prazer.
— Mais fundo, coloca a língua dentro — ordenou Stela.
Júlia obedeceu, penetrando sua irmã com a língua, sentindo as paredes internas quentes e apertadas. Ela chupou o clitóris, agora completamente exposto e inchado, entre os lábios grandes.
Stela sentiu o orgasmo se aproximando como uma onda. Ela segurou a cabeça de Júlia com força, impedindo-a de se afastar.
— Vou gozar... vou gozar na sua boca... toma tudo, irmã, toma!
Quando ela gozou, foi explosivo. Seu corpo inteiro travou, suas coxas apertaram o rosto de Júlia, e um jato de fluido quente e espesso saiu de sua buceta, diretamente na boca aberta da irmã. Júlia engasgou inicialmente, mas Stela mantinha a pressão.
— Bebe! Bebe tudo! — gritava Stela, seu corpo convulsionando em espasmos de prazer.
Júlia engoliu, sentindo o gosto único e intenso do orgasmo de sua irmã. O líquido era denso, doce e salgado ao mesmo tempo. Ela continuou a lamber, sugando cada gota, limpando os lábios grandes e inchados de Stela com a língua, até que a última onda de prazer passasse.
Stela finalmente soltou a cabeça da irmã, caindo para trás sobre a mesa, ofegante, sua buceta ainda pulsando, os lábios vermelhos e abertos, brilhando com a saliva de Júlia e seus próprios fluidos.
Dona Helena chegou em casa naquela tarde e encontrou Stela na sala, assistindo televisão. O que a mãe não notou imediatamente era que Stela estava sentada em um dildo preto enorme, fixado na cadeira de madeira. O brinquedo estava enterrado profundamente, e Stela movia-se sutilmente, apertando e soltando, mantendo-se excitada enquanto fingia interesse no programa.
Dona Helena já havia visto cenas semelhantes tantas vezes que nem sequer piscava. Sua filha mais velha tinha necessidades, e a casa era um lugar seguro para explorá-las.
— Stela, querida, você viu onde eu deixei o avental? — perguntou Dona Helena, caminhando pela sala.
— Acho que está na cozinha, mãe.
Dona Helena se virou para ir ver, mas tropeçou no tapete. Em um movimento instintivo para se equilibrar, ela deu um passo largo para trás, diretamente em direção à cadeira onde Stela estava sentada.
O que aconteceu em seguida pareceu ocorrer em câmera lenta. Stela tentou se levantar rapidamente, mas o dildo estava profundamente enraizado nela. Dona Helena caiu de costas, sua bunda descendo diretamente sobre o dildo que emergia entre as pernas de Stela.
O brinquedo, lubrificado pelos fluidos de Stela, escorregou facilmente. Dona Helena deu um gritinho de surpresa quando sentiu a penetração. O dildo, ainda parcialmente dentro de Stela, entrou na mãe com um movimento suave mas firme.
As duas ficaram paralisadas, olhando uma para a outra. Stela ainda estava sentada, o dildo agora conectando as duas, metade dentro da filha, metade dentro da mãe.
— Mãe, eu... — começou Stela.
Dona Helena, para surpresa de ambas, começou a rir. Era uma situação absurda, e ela era uma mulher prática.
— Bem — disse ela, tentando se levantar cuidadosamente, sentindo o dildo deslizar para fora de si —, pelo menos sei que você mantém seus brinquedos limpos.
Stela riu, aliviada, enquanto Dona Helena finalmente se desconectava do dildo, ajustando a saia.
— Só... talvez coloque um aviso na próxima vez, querida — sugeriu Dona Helena, saindo da sala com dignidade, embora Stela notasse um leve rubor em suas bochechas.
Stela ficou sozinha na sala, ainda sentada no dildo que agora tinha uma história ainda mais peculiar. Ela sorriu para si mesma e começou a se mover novamente, sentindo a dupla penetração que havia ocorrido momentos antes, imaginando a sensação de sua mãe, e gozou novamente, forte e silenciosamente, enquanto a televisão continuava a tocar.

