O presente do pai uma ball dildo, e a cabeceira da cama para masturbar



O sol da tarde entrava pelas cortinas do quarto quando Marcus subiu as escadas carregando a caixa discreta. Suas filhas, Júlia e Larissa, estavam deitadas na cama queen-size que dividiam desde pequenas — agora ambas com vinte e poucos anos, loiras de cabelos longos e corpos atléticos que herdaram da mãe.
— Tenho um presente para vocês — ele disse, colocando a caixa sobre o edredom.
As duas se sentaram, curiosas. Júlia, a mais velha por dois anos, abriu a caixa primeiro. Seus olhos azuis se arregalaram.
Era uma bola de exercício, mas não qualquer uma. No topo, fixado firmemente na borracha rosa, estava um dildo. Não um brinquedo comum — era monstruoso, trinta e oito centímetros de silicone negro com veias realistas, a glande do tamanho de um punho fechado, o eixo tão grosso que Júlia não conseguia circundá-lo com uma mão.
— Isso é... — Larissa começou, a voz falhando.
— Para os exercícios de vocês — Marcus explicou, sentando-se na cadeira de balanço do canto. — Vocês têm aquela... característica. O risco alto, os lábios proeminentes. Quando estão de pé, é impossível não notar. Bottomless, como dizem. Isso vai ajudar a tonificar.
Ele não estava errado. As duas irmãs tinham uma anatomia rara e notável. Em pé, sem roupa, a fenda de suas vulvas começava mais alta do que o normal, quase na altura do púbis, criando um "risco" vertical pronunciado que descia entre os lábios grandes e carnudos. Era uma característica que chamava atenção mesmo de calças jeans justas — uma sombra, uma proeminência que sugeria volume mesmo sob tecidos.
— É muito grosso — Júlia disse, tocando o dildo com um dedo hesitante. — Não vai entrar.
— É para isso que eu estou aqui — Marcus respondeu, a voz firme. — Para mostrar o treinamento. Vocês vão aprender devagar. Sentando-se, controlando o ritmo. É um processo.
Larissa trocou olhares com a irmã. Havia hesitação ali, mas também curiosidade — e algo mais, algo que elas não admitiriam em voz alta. A excitação perversa da situação, a proximidade do pai, o tamanho ridículo daquele objeto.
— As duas? — Larissa perguntou, a voz mais fina que o normal.
— As duas —
ele confirmou.
— Júlia primeiro. Roupas de baixo para fora. Quero ver o risco enquanto vocês se preparam.
Elas obedeceram. As calcinhas pequenas foram tiradas
— ambas vestiam tangas mínimas, quase inexistentes — e quando se viraram,   a fenda de ambas criava uma linha vertical escura que começava quase duas centímetros acima do que seria considerado normal, descendo entre os lábios grandes que se pressionavam um contra o outro, criando aquela sombra profunda e tentadora.
— Vejam como são lindas essas bucetas
— Marcus comentou, aproximando-se. Ele não tocava, mas seus olhos avaliavam. — Isso significa que xoxotinhas delas está mais perto da cara dele, mas também significa que precisam de mais estímulo para se sentirem mais gostosas. Por isso o tamanho enorme.
Júlia foi a primeira. Ela se posicionou sobre a bola, as pernas abertas, o dildo apontando para cima como uma torre negra. A ponta tocou seus lábios — e ela estava molhada, mais molhada do que esperava, o fluido brilhante escorrendo pelo silicone.
— Devagar — Marcus instruiu. — Muito devagar. Sinta cada centímetro.
Ela começou a descer. A glande, enorme e arredondada, pressionou contra a entrada. Era impossível — ela sentiu a carne ceder, esticar, resistir. O tamanho era absurdo, a circunferência maior do que qualquer coisa que ela havia experimentado.
— Não vai — ela gemeu, as pernas tremendo.
— Relaxa — Marcus disse, as mãos em seus ombros, guiando-a. — Deixa o peso fazer o trabalho. Não force. Só... desça.
Ela obedeceu. Centímetro por centímetro, o silicone negro desapareceu dentro dela. A visão era obscena — os lábios grandes de Júlia se abrindo, se esticando, engolindo aquela coisa impossível.
O risco alto de sua vulva parecia se dividir ainda mais, se tornando um "O" de carne rosada ao redor do eixo negro.
— credo — Larissa sussurrou, assistindo. Ela estava tocando-se sem perceber, os dedos pressionando contra a própria fenda através da calcinha.
Júlia continuava descendo. Dez centímetros, quinze, vinte. Ela estava ofegante, o rosto vermelho, os olhos marejados. A plenitude era indescritível — ela sentia cada veia do silicone, cada curva, pressionando contra suas paredes internas.
— Mais — Marcus ordenou.
— Tudo. Até a base.
— Não consigo — Júlia choramingou.
— Consegue. Respira. Solta o ar.
Ela soltou o ar, e o peso do corpo a levou mais fundo. Vinte e cinco centímetros, trinta. O dildo pressionava contra algo profundo, um ponto que fazia suas pernas cederem completamente. Ela desabou sobre a bola, o silicone desaparecendo quase por completo, apenas a base grossa visível entre seus lábios, esticando-os ao redor.
— Sentou filha, viu
— Marcus avaliou, a voz rouca.
— Agora movimenta. Circulos. Senta e levanta. Deixa ele foder você devagar.
Júlia moveu os quadris. O movimento fez o dildo deslizar para dentro e fora, cada impulso criando uma sucção audível, o som obsceno de carne molhada sendo penetrada. Ela estava escorrendo agora, o fluido escorrendo pela bola, criando uma poça no chão.
— Sua vez — Marcus disse, virando-se para Larissa.
A irmã mais nova estava trêmula. Ela se aproximou, tirou a calcinha — estava encharcada, a mancha escura visível — e se posicionou sobre a bola, que agora estava lubrificada com o fluido de Júlia.
— Devagar — ela repetiu, como um mantra. — Devagar, devagar...
Ela começou a descer. O dildo, ainda brilhante com a excitação da irmã, tocou sua entrada. Ela era mais apertada — sentiu-se imediatamente, a resistência maior, o esticamento mais intenso.
— Ai, minha xota pai
— ela gemeu, as mãos voando para os seios, apertando-os através da camiseta.
— É muito grosso, pai. Muito grosso.
— Continua — ele disse, as mãos agora em seus quadris, guiando-a. — Você consegue. As duas têm a mesma buceta. Se ela conseguiu, você consegue.
Larissa descia. Cada centímetro era uma conquista, uma vitória sobre sua própria carne. Os lábios grandes se abriam, engolindo o silicone, o risco alto de sua vulva se transformando na mesma imagem obscena que a irmã — uma boca de carne rosada fechando-se ao redor do eixo negro.
— Esta fundo aiiii
— ela ofegou, parando a metade. — Não cabe mais.
— Cabe — Marcus insistiu.
— Mais cinco centímetros. Só mais cinco.
Ele empurrou levemente seus ombros. Larissa desceu mais, e então mais, até que trinta centímetros estavam dentro dela, a base quase tocando seus lábios, o volume do silicone pressionando contra suas paredes internas de um jeito que fazia visão escurecer.
— Agora as duas — Marcus disse, recuando para a cadeira. — Júlia, levanta. Larissa, fica sentada. Quero ver a comparação.
Júlia se levantou, o dildo saindo dela com um som de sucção alto e obsceno. Ela estava aberta, visivelmente aberta, os lábios vermelhos e inchados separados levemente mesmo sem nada dentro. O fluido escorria em filetes contínuos, pingando no chão.
Larissa ficou sentada, o dildo ainda completamente dentro dela, apenas a base visível. Ela movia os quadris em círculos lentos, os olhos revirados, gemendo baixinho a cada movimento.
— O treinamento — Marcus explicou, observando ambas — é diário. Meia hora pela manhã, meia hora à noite. Sentando, movimentando, sentindo-se cheias. Isso vai tonificar os músculos internos, vai fazer vocês sentirem mais, gozarem mais forte.
Ele se levantou, aproximando-se de Júlia. Seus olhos desceram para sua vulva exposta, ainda escorrendo, ainda pulsando.
— E quando vocês conseguirem sentar na base completamente — ele continuou, a voz baixa
— aí vamos para a próxima fase ok
As duas irmãs trocaram olhares, ofegantes, trêmulas, ainda impaladas naquela bola de exercício que nunca mais seria usada para exercícios comuns.
— Amanhã? — Júlia perguntou, a voz rouca.
— Amanhã — Marcus confirmou, recuando em direção à porta. — E tragam mais lubrificante. Vai ser necessário.
O sol já se punha quando o caminhão de entrega parou na entrada. Marcus supervisionou pessoalmente a descarga — uma cama de madeira escura, com cabeceira ornamentada que chegava quase ao teto. As colunas dos quatro cantos eram o que chamava atenção: grossas, esculpidas, com relevos que lembravam veias e curvas anatômicas.
Júlia e Larissa observavam da escada, ainda em suas roupas de treino — shorts curtos que revelavam as coxas vermelhas e inchadas da sessão da manhã. A ardência entre suas pernas era constante agora, uma lembrança viva dos trinta e oito centímetros que cada uma havia engolido.
— A cama nova — Marcus anunciou, quando os entregadores foram embora. — Para o quarto de vocês. Notem as colunas.
As duas se aproximaram. De perto, a semelhança era inconfundível. Cada uma das quatro colunas da cabeceira era, na verdade, um dildo gigantesco esculpido em madeira escura e polida. A base de cada um era grossa, fixada firmemente na estrutura, e eles subiam em espiral — não tão longos quanto os da bola, mas mais grossos, com nódulos e relevos que prometiam uma sensação completamente diferente.
— São... — Larissa engoliu em seco, sentindo a ardência aumentar só de olhar.
— Postes de treinamento noturno — Marcus completou. — A madeira é tratada, aquecida, lubrificada naturalmente com óleo de peroba. Vocês vão dormir impaladas neles. É o próximo nível.
A mãe, Elena, entrou no quarto nesse momento. Ela era uma mulher de cinquenta anos, ainda bela, com o mesmo cabelo loiro das filhas embora agora misturado com prata. Ela não parecia surpresa — apenas curiosa, seus olhos avaliando as colunas com um sorriso discreto.
— Finalmente chegou
— ela disse, a voz serena. — Eu ajudei a escolher o design. Os relevos são posicionados estrategicamente para estimular pontos específicos.
Júlia e Larissa trocaram olhares. A presença da mãe mudava algo — tornava a transgressão mais profunda, mais real. Elas estavam acostumadas com o pai, mas a mãe...
— A mãe vai assistir
— Marcus explicou, como se lesse seus pensamentos. — Ela tem experiência. Vai garantir que vocês façam corretamente. Sentem até a base. E sentam ele todo.
— Mas estamos ardidas — Júlia protestou, fraca.
— Da manhã...
— Elena interveio, aproximando-se e tocando o rosto da filha com carinho. — O óleo tem propriedades curativas. Vai queimar no início, sim, mas depois... vocês vão sentir melhor
Marcus ordenou.
— Júlia, a coluna da esquerda. Larissa, a direita. Roupas de baixo para fora. Quero ver os riscos enquanto vocês se preparam.
Elas obedeceram, trêmulas. As calcinhas caíram — Júlia estava tão vermelha e inchada que seus lábios pareciam duas vezes do tamanho normal, brilhantes com a excitação residual. Larissa estava no mesmo estado, a carne sensível ao toque do ar frio do quarto.
Em pé, de costas para as colunas da cama e elas suspiram
— Elena observava com interesse profissional, seus olhos comparando as duas.
— Júlia está mais aberta —
ela comentou. — O treinamento da manhã fez efeito. Larissa ainda está mais apertada. Vai doer mais.
— Então Larissa primeiro — Marcus decidiu.
— Para que Júlia veja o que é para fazer,
Larissa se posicionou. A coluna de madeira era quente ao toque — o óleo realmente a aquecia — e a ponta, arredondada mas não suave, pressionou contra sua entrada. Ela estava seca de nervosismo, e a fricção foi imediata.
— Lubrificante — Elena disse, estendendo um frasco. — Aplique generosamente. E não só na entrada — na coluna inteira. Você vai descer vinte centímetros pelo menos.
Larissa aplicou o gel, suas mãos tremendo. A madeira escura brilhou, as veias esculpidas agora slick e escorregadias. Quando ela se posicionou novamente, a ponta encontrou sua abertura.
— Devagar — Elena instruiu, sua voz firme mas gentil. — Muito devagar. Sinta cada relevo. Cada nódulo. Eles vão massagear por dentro.
Larissa começou a descer.
Sua expressão foi imediata — os olhos se arregalaram, a boca se abriu em um "O" silencioso, as sobrancelhas se juntaram em uma mistura de dor e choque. A madeira era mais grossa que o silicone da manhã, e os relevos —
— cada nódulo passava por sua entrada criando uma sensação de esticamento intermitente, como sendo penetrada por múltiplos objetos em sequência.
— Ahhh... — o gemido escapou, alto, involuntário.
— Continua — Marcus disse. — Cinco centímetros. Só cinco.
Ela desceu. O primeiro nódulo passou completamente, e ela sentiu a carne se fechar levemente atrás dele, apenas para ser esticada novamente pelo segundo. Seu rosto estava vermelho, o suor brilhando na testa, os dentes mordendo o lábio inferior.
— A cara dela — Elena comentou, fascinada.
— Olhe para a concentração. A luta. Ela quer parar, mas o corpo quer mais.
— Dez centímetros — Marcus ordenou.
Larissa desceu mais. Agora ela estava sentada na cama, as pernas abertas em um "V", a coluna desaparecendo dentro dela. O terceiro nódulo passou, e ela soltou um grito abafado, as mãos voando para segurar a cabeceira.
— Arde — ela choramingou.
— Arde muito, mãe.
— Eu sei — Elena respondeu, aproximando-se e tocando o rosto da filha, afastando o cabelo loiro molhado de suor. — Quando eu era jovez, seu pai me fez fazer o mesmo. A ardência passa. Vira calor. Vira prazer. Mais cinco centímetros.
Larissa desceu. Quinze centímetros agora, e ela estava cheia — mais cheia que de manhã, a pressão dos relevos contra suas paredes internas criando uma sensação de estar sendo massageada por dentro por múltiplos dedos grossos.
— Até a base
— Marcus disse. — Vinte centímetros. A madeira deve tocar seus lábios.
Larissa olhou para ele, seus olhos marejados, suplicantes. Mas ela também sentia — eles podiam ver em seu rosto, na forma como seus quadris começaram a mover-se involuntariamente, buscando mais fricção. A ardência havia se transformado em algo mais quente, mais líquido.
Ela desceu os últimos cinco centímetros.
O som foi único — um baque suave de carne encontrando madeira, o bumbum dela finalmente tocando a base da coluna. Ela estava completamente impalada, a madeira desaparecida dentro dela, apenas sua expressão de choque sexual puro revelando o que estava acontecendo por baixo.
— Sua vez — Elena disse, virando-se para Júlia.
A irmã mais velha estava visivelmente molhada — o espetáculo de Larissa a excitara além de qualquer vergonha. Ela se posicionou na coluna esquerda, e quando a madeira tocou sua entrada, ela já estava escorrendo, o gel natural misturando-se com o óleo da madeira.
— Mais fácil — ela murmurou, mas seu rosto contou outra história quando começou a descer.
A expressão de Júlia foi diferente — menos dor, mais êxtase imediato. Seus olhos reviraram, a boca se abriu em um sorriso de surpresa, os quadris descendo sem hesitação. Ela engoliu dez centímetros em um único movimento, parando apenas quando o segundo nódulo a pegou desprevenida.
— Oh, aiii uuuii — ela gemeu, a cabeça caindo para trás, o pescoço exposto.
— É tão... tão...
— Profundo? — Elena completou.
— Sim. Eu sei. Continue, filha. Até a base.
Júlia desceu mais rápido que a irmã. Quinze centímetros, dezoito, vinte. Ela encontrou a base com um impacto suave, e quando lá, ela não parou — começou a mover os quadris em círculos, sentindo cada relevo, cada curva da madeira dentro dela.
— Ela aprendem rápido
— Marcus comentou, satisfeito.
— Elena concordou, observando as duas filhas agora sentadas lado a lado, cada uma impalada em sua coluna, os rostos vermelhos, os olhos vidrados, as pernas abertas em "V" perfeitos.
— Agora — Marcus disse, recuando e sentando-se na cadeira de balanço — vocês ficam aí. Uma hora. A mãe vai supervisionar voces Impaladas.
Larissa gemeu, ainda ajustando-se à sensação de plenitude. Júlia já havia fechado os olhos, uma mão subindo até o seio, apertando-o através da camiseta.
Elena se sentou na cama entre elas, uma mão em cada joelho, mantendo as pernas abertas, garantindo que não houvesse trapaça, que a madeira permanecesse completamente dentro até que o treinamento estivesse completo.
— Minhas garotas
— ela sussurrou, orgulhosa de voces
A porta do quarto estava aberta — Elena havia deixado assim para monitorar as garotas de qualquer lugar da casa — quando Sofia entrou.
Ela tinha 20 anos, prima das duas pelo lado paterno, com cabelos loiros mais claros quase platinados e um corpo ainda em desenvolvimento, mais esguio, menos curvilíneo. Chegara de ônibus da cidade vizinha sem avisar, mochila ainda nos ombros, olhos curiosos procurando alguém em casa.
O que viu a fez parar na entrada.
Júlia e Larissa estavam na cama, mas não deitadas. Estavam sentadas, sim, mas em uma posição estranha — pernas abertas em "V", quadris fazendo movimentos circulares, rostos vermelhos, ofegantes. E entre suas pernas, Sofia só conseguia ver uma coisa: duas xoxotas completamente depiladas, brilhantes, inchadas, com os lábios grandes e proeminentes se abrindo e fechando em uma cadência ritmada.
— Oi? — Sofia disse, hesitante.
Nenhuma das irmãs respondeu imediatamente. Estavam longe demais, concentradas demais na sensação da madeira dentro delas. Mas então Júlia abriu os olhos — vidrados, pupils dilatadas — e viu a prima na porta.
— Sofia... — ela conseguiu, a voz rouca. — Não... não é o que parece...
Mas era exatamente o que parecia, e pior.
Sofia deu um passo mais perto, inocente, curiosa. Ela nunca tinha se masturbado
— e nunca vira outra mulher masturbar de perto, muito menos em uma situação como aquela. Seus olhos se fixaram nas xoxotas das primas, notando os detalhes que sua mente inocente não conseguia processar: a brilhosidade, o vermelho, a forma como os lábios se moviam...
— O que vocês estão fazendo?
— ela perguntou, a voz de susto.
Larissa abriu os olhos nesse momento, gemendo. — Treinando — ela conseguiu dizer.
— Mas você... você não deveria estar aqui...
Sofia deu outro passo. Agora ela estava ao lado da cama, olhando de cima para baixo. E então ela viu
— não só as xoxotas, mas o que estava abaixo delas. As bases das colunas de madeira, grossas, escuras, e o espaço vazio entre as coxas das primas e a madeira...
— Tem algo... — Sofia começou, confusa.
Júlia riu — um som estranho, híbrido de nervosismo e êxtase.
— Quer ver?
Sem esperar resposta, Júlia começou a subir.
Foi lento, deliberado, cada centímetro da madeira escura sendo revelado enquanto ela levantava o corpo. Sofia viu a coluna aparecer
— primeiro a base lisa, depois os relevos, depois mais relevos, cada um brilhante com o fluido da prima. E então, quando Júlia estava quase no topo, o tamanho completo ficou evidente: vinte centímetros de madeira esculpida, tão grossa que os lábios de Júlia estavam esticados ao redor dela, carne rosada agarrando-se ao eixo escuro.
Sofia ofegou. — Isso está... dentro de você?
— sim
— Júlia confirmou, e então desceu de novo, devagar, deixando a prima ver cada centímetro desaparecendo. — Larissa, mostra a sua.
Larissa obedeceu, subindo também. A coluna dela saiu com um som de sucção audível, a madeira brilhando com o fluido viscoso. Sofia ficou boquiaberta, os olhos saltando entre as duas colunas, tentando processar o tamanho, a grossura, a forma como aquilo desaparecia dentro das primas.
— Por que? — Sofia perguntou, a voz quase um sussurro.
— Treinamento do papai
— Larissa repetiu, e então, vendo a curiosidade genuína no rosto da prima, ela acrescentou:
— Quer ver de perto tambem?
Sofia hesitou. Deveria ir embora, deveria correr, deveria esquecer o que via. Mas havia algo hipnótico na cena — as duas primas, bonitas, confiantes, impaladas naquela madeira monstruosa. Ela assentiu, timidamente.
— Sente aqui — Júlia indicou, batendo na cama entre elas. — De frente. A gente mostra como funciona.
Sofia sentou, as pernas cruzadas, a mochila ainda no colo. Ela estava na altura perfeita — olhos nivelados exatamente com as xoxotas das primas, que agora começavam a descer de novo nas colunas.
— Olha bem — Júlia instruiu, sua voz embriagada. — Olha como entra.
Ela desceu, e Sofia viu de perto — tão perto que podia sentir o calor, cheirar o aroma feminino intenso. Viu os lábios grandes se abrirem, se esticarem, engolirem a madeira. Viu a carne rosada desaparecer ao redor do eixo escuro. Viu o brilho do fluido, a forma como os músculos internos se contraíam.
— É... é grande — Sofia murmurou, incrédula.
— Muito grande — Larissa concordou, também descendo. — Mas cabe. Tudo cabe se você for devagar.
Sofia se inclinou mais para perto, agora de joelhos na cama, o rosto a centímetros das xoxotas das primas. Ela queria ver melhor, entender como aquilo era possível. Seus olhos seguiam cada movimento, cada descida, cada subida.
— Posso... tocar? — ela perguntou, inocente, sem entender a implicação.
— Toca — Júlia ofereceu, segurando a mão da prima e guiando-a para sua coxa. — Sente como a madeira está quente.
Sofia tocou. A madeira realmente estava quente, mas não tanto quanto a pele de Júlia — queimando, quase. E quando sua mão deslizou acidentalmente para mais perto, ela sentiu a umidade, o fluido escorrendo pelos dedos.
— Você está... muito molhada — Sofia observou, fascinada.
— Muito molhada — Júlia gemeu.
— E vai ficar pior. Olha bem. Bem de perto. Não fecha os olhos.
Sofia obedeceu, inclinando-se ainda mais, o rosto agora a centímetros da união entre Júlia e a madeira. Ela podia ver cada detalhe — os pelos pubianos inexistentes, a pele lisa e brilhante, os lábios se movendo, o fluido escorrendo.
Foi quando Júlia começou a gozar.
O squirt saiu sem aviso — um jato quente, claro, que atingiu o rosto de Sofia antes que ela pudesse recuar. Não era urina — era mais espesso, mais viscoso, com um chele doce e intenso. E não parou. Júlia contraiu-se ao redor da madeira, e outro jato veio, e outro, cada um molhando o rosto da prima inocente, escorrendo por seu queixo, pingando em sua camiseta.
— Sofia ficou olhando, mas não se afastou. Seus olhos estavam arregalados, o rosto brilhando com o fluido da prima, a boca levemente aberta em choque.
— Agora eu — Larissa avisou, e então ela também começou.
O squirt de Larissa foi diferente — menos jatos, mais um fluxo contínuo, quente, que escorreu sobre a madeira, sobre as coxas, sobre a mão de Sofia que ainda estava lá, paralisada. O fluido misturou-se com o de Júlia, criando uma poça no colchão, molhando o rosto, o cabelo, a camiseta da prima.
Sofia estava completamente coberta agora, o rosto brilhando, os olhos piscando através do fluido. Ela deveria estar enojada, deveria correr. Mas em vez disso, ela sentiu algo — uma pulsação entre suas próprias pernas, uma umidade que não era das primas.
— Eu... eu também quero — ela sussurrou, surpresa por suas próprias palavras.
Júlia e Larissa trocaram olhares, sorrindo através da névoa pós-orgasmo.
— A quarta coluna — Larissa disse, apontando para o canto vazio da cama. — Estava esperando por você.
Sofia olhou para a coluna restante — a madeira escura, os relevos, o tamanho intimidador. Ela engoliu em seco, sentindo o fluido das primas escorrendo por seu pescoço, pingando em seu colo.
— É... é muito grande — ela disse, a voz tremendo.
— É — Júlia concordou, puxando a prima pela mão, guiando-a em direção à coluna vazia. — Mas a gente ensina. Devagar. Bem devagar.
E enquanto Sofia se posicionava, tremendo, inocente, pronta para perder aquela inocência de uma vez por todas, Júlia e Larissa se aproximaram, uma de cada lado, prontas para guiar cada centímetro daquela jornada.
A porta do quarto ainda estava aberta. E Elena, passando pelo corredor, sorriu para si mesma, ouvindo os gemidos começarem de novo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O presente do pai uma ball dildo, e a cabeceira da cama para masturbar

Codigo do conto:
273335

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
27/09/2026

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