A fábrica da SybianX ficava em um galpão industrial moderno nos arredores da cidade. De fora, parecia qualquer outra indústria de eletrônicos: paredes brancas, logo discreto na fachada e um estacionamento limpo. Por dentro, porém, era um laboratório de prazer.
Corredores amplos, iluminados por luzes brancas e frias. Salas de montagem onde técnicos montavam as bases pretas e robustas das máquinas. Prateleiras com dezenas de acessórios: capas de silicone de vários tamanhos e texturas, controles remotos, suportes de altura regulável. E, no centro de tudo, a sala de testes.
Era ali que as candidatas seriam avaliadas.
Naquela manhã, cinco mulheres chegaram para a entrevista de emprego. Todas tinham entre 22 e 28 anos. Nenhuma sabia exatamente o que iria testar. O anúncio só dizia: “Precisamos de mulheres para testar novos produtos eróticos de alta performance. Remuneração alta. Confidencialidade total.”
A recepcionista as levou até a sala de demonstração. No meio do ambiente havia cinco Sybians alinhadas, pretas, brilhantes, com o assento largo e o encaixe central já equipado com um pênis de silicone grosso e veiaçado de 22 centímetros, ereto e apontando para cima.
As candidatas pararam na porta.
— Isso… é o produto? — perguntou a primeira, uma morena de cabelo cacheado, olhos arregalados.
A supervisora, uma mulher de 35 anos de jaleco branco, sorriu.
— Sim. Vocês vão testar o modelo de lançamento. A ideia é que a máquina faça o trabalho sozinha. Vocês só precisam sentar, ajustar a altura e ligar. Depois a gente coleta os dados de vibração, velocidade e reação do corpo.
As cinco se entreolharam. Nenhuma esperava que fosse tão… grande.
A supervisora apontou para as máquinas.
— Podem se despir da cintura pra baixo. Calcinha também. Depois sentem com cuidado. O pênis de silicone é rígido, mas tem flexibilidade na base. Ajustem a altura até ficar confortável… ou até onde conseguirem.
Uma das candidatas, uma loira de corpo atlético, deu um risinho nervoso.
— Parece maior ao vivo do que nas fotos…
Outra, uma ruiva de curvas generosas, mordeu o lábio.
— E a gente tem que… engolir ele todo?
— O ideal é descer até a base — respondeu a supervisora, já com o tablet na mão. — Mas cada corpo é diferente. Vamos ver até onde vocês aguentam.
As mulheres começaram a tirar as calças e as calcinhas. O silêncio da sala foi quebrado apenas pelo som de tecidos caindo no chão. Uma a uma, elas se aproximaram das máquinas.
A morena de cabelo cacheado foi a primeira a subir. Segurou o pênis de silicone com as duas mãos, posicionou a ponta na entrada da boceta e começou a descer. O silicone grosso abriu os lábios dela com dificuldade. Ela soltou um gemido baixo, as sobrancelhas franzidas.
— Ai… é grosso pra caralho…
A supervisora anotou algo.
— Continue. Devagar.
A morena desceu mais. Centímetro por centímetro o pênis sumia dentro dela. Quando chegou na metade, ela parou, respirando fundo, as coxas tremendo.
— Não sabia que era tão grande assim…
Ao lado, a loira já estava tentando. O pênis de silicone esticava a boceta dela de um jeito visível. Os lábios rosados se abriam ao redor da base, brilhando de lubrificação natural. Ela desceu até quase a base, soltando um gemido mais alto.
— Porra… tá abrindo tudo…
A ruiva demorou mais. Segurou o pênis, passou a ponta nos lábios molhados algumas vezes, engolindo seco, e só então começou a descer. O silicone grosso entrou devagar, forçando a entrada. Quando ela chegou perto da base, os olhos se fecharam e um fio de saliva escorreu pelo canto da boca.
nunca sentei em nada tão grosso…
As outras duas candidatas também já estavam montadas. Cinco bocetas esticadas ao redor de cinco paus de silicone rígidos. Algumas ainda não tinham conseguido descer até o fim. Outras já estavam sentadas por completo, o assento da máquina pressionando as nádegas, o pênis engolido até a base.
A supervisora andou entre elas, observando cada detalhe.
— Agora liguem no nível 1. Só vibração baixa. Quero ver a reação inicial.
Uma a uma, as mulheres apertaram o botão no controle. As máquinas começaram a vibrar com um zumbido baixo e profundo. Os corpos das candidatas tremeram. Gemidos soltos ecoaram pela sala. Algumas apertaram os seios por cima da blusa. Outras seguraram o assento com força, os dedos brancos.
A morena de cabelo cacheado rebolou devagar, tentando se acostumar com o volume dentro dela.
— Tá… tá bem fundo…
A loira já estava com o rosto corado, a respiração acelerada.
— Dá pra sentir cada veia…
A supervisora sorriu, satisfeita, e anotou mais algumas coisas no tablet.
— Perfeito. Agora vamos subir pro nível 3. E lembrem: o objetivo é testar o limite. Quero ver até onde cada uma de vocês aguenta antes de gozar.
As máquinas aumentaram a vibração. O zumbido ficou mais forte. As cinco mulheres começaram a gemer mais alto, os corpos se movendo sozinhos sobre os paus de silicone grossos que elas não imaginavam que fossem tão grandes.
A fábrica de Sybian acabava de começar o primeiro dia de testes oficiais.
A sala de testes ficou mais silenciosa depois que duas candidatas pediram para parar. Elas não aguentaram o volume e saíram com as pernas trêmulas, o rosto vermelho de vergonha. Sobreviveram apenas três.
A morena de cabelo cacheado, a loira atlética e a ruiva de curvas generosas.
A supervisora bateu palmas uma vez, satisfeita.
— Vocês três passaram da primeira fase. Agora vamos pro nível real.
Ela acenou para o fundo da sala. Dois homens de jaleco branco se aproximaram. Eram os supervisores técnicos. Um alto e magro, outro mais largo de ombros. Os dois carregavam pastas e olhavam sem nenhum constrangimento para as xoxotas ainda abertas e molhadas das três mulheres.
— Eles vão observar de perto a reação dos tecidos e a coloração — explicou a supervisora. — Fiquem à vontade.
Os homens se posicionaram bem na frente das três Sybians. Os olhos desceram direto para as bocetas. A morena engoliu seco. A loira desviou o olhar por um segundo. A ruiva mordeu o lábio inferior, a carinha já com um medinho visível.
A supervisora apontou para três máquinas diferentes, maiores e mais robustas, alinhadas no canto da sala.
— Esses são os modelos avançados. Grossura monstro. O primeiro tem 26 centímetros de comprimento e 7 de diâmetro. O segundo é ainda mais grosso. E o terceiro… — ela fez uma pausa — é o modelo duplo. Dois paus de silicone. Um para a buceta e outro para o cu. Ao mesmo tempo.
As três candidatas se entreolharam. A carinha de cada uma mudou. Os olhos se arregalaram. Um medinho claro apareceu no rosto delas.
A supervisora pegou um frasco grande de gel transparente e espesso.
— Usem bastante. Esse gel é especial, bem escorregadio, mas não tira a sensação de volume. Passem na boceta, no cu e no silicone.
A morena foi a primeira a se aproximar da máquina de 26 cm. O pênis de silicone era absurdo: preto, veiaçado, grosso demais. Ela despejou o gel generosamente, passando a mão inteira no pau artificial até ele ficar brilhando. Depois passou o gel nos lábios da própria xoxota, que já estava vermelha e inchada do teste anterior. Os supervisores homens se aproximaram mais, observando cada detalhe da boceta dela se abrindo enquanto ela tentava encaixar a ponta.
— Devagar — murmurou um deles, anotando algo.
A morena desceu. O silicone grosso abriu os lábios vermelhos com dificuldade. A carinha dela se contorceu, um medinho claro nos olhos. Ela soltou um gemido baixo, as sobrancelhas franzidas.
— Ai… é muito mais grosso…
Ao lado, a loira já estava na máquina ainda maior. O pênis de silicone tinha quase a grossura de um antebraço fino. Ela passou o gel com as duas mãos, a respiração acelerada, a carinha com medo e tesão misturados. Quando começou a descer, a xoxota dela se esticou de um jeito visível, os lábios ficando vermelhos e brilhantes. Um dos supervisores se agachou na frente dela, observando de perto como a boceta engolia o volume monstro.
— Coloração intensa — comentou ele para a supervisora, que anotava no tablet. — Hiperemia acentuada.
A ruiva ficou com o modelo duplo.
Ela parou na frente da máquina e engoliu seco. Dois paus de silicone saíam do assento: um mais grosso na frente, outro um pouco mais fino atrás, ambos brilhando. A carinha dela era a mais assustada das três.
— Eu… nunca fiz anal — confessou, a voz baixa.
A supervisora se aproximou, passando o gel no pênis de trás com calma.
— Então vai ser a primeira vez. O gel ajuda. Mas vai doer no começo. Respira fundo.
A ruiva passou o gel na boceta e, com a mão trêmula, no cuzinho. Os dois supervisores homens ficaram bem perto, olhando fixos. Ela posicionou primeiro o da frente na xoxota e desceu um pouco. Depois tentou encaixar o de trás no cuzinho. A ponta pressionou o buraquinho virgem. A carinha dela se fechou de medo.
— Ai… não vai caber…
— Empurra devagar — orientou a supervisora, já anotando. — Respira.
A ruiva desceu mais. O pênis da frente abriu a boceta vermelha. O de trás forçou a entrada do cu. Uma lágrima de esforço apareceu no canto do olho dela. A boca se abriu num gemido abafado de dor. Os supervisores observavam cada milímetro: a xoxota se esticando, o cuzinho resistindo e depois cedendo, os dois orifícios ficando vermelhos e brilhantes de gel e excitação.
— Modelo duplo aceito com dificuldade inicial — murmurou a supervisora, digitando rápido. — Candidata sem experiência anal prévia.
As três estavam montadas. Xoxotas vermelhas, esticadas ao máximo. A da ruiva ainda tremia em volta dos dois paus. Os homens supervisores andavam de um lado para o outro, olhando de perto, comentando baixinho a coloração, a lubrificação natural, o quanto cada boceta estava inchada.
A supervisora levantou o tablet.
— Agora ligamos no nível 2. Vibração média. Quero ver a reação das três.
O zumbido preencheu a sala. As três mulheres soltaram gemidos diferentes. A morena com o rosto contorcido de prazer e esforço. A loira com a boca aberta, os olhos semicerrados. A ruiva com a carinha mais assustada, uma lágrima escorrendo, mas sem pedir para parar.
Os supervisores homens não tiravam os olhos das xoxotas vermelhas se contraindo em volta dos silicones monstros.
A supervisora anotava tudo, satisfeita.
— Continuem. Ainda temos os níveis mais altos para testar.
A supervisora bateu palmas de novo, um sorriso satisfeito no rosto.
— Vocês três aguentaram os modelos de teste. Agora vamos colocar vocês na prática de verdade.
Ela apontou para uma porta lateral que dava para um escritório contíguo, separado apenas por um vidro fosco.
— Essa é a novidade que vamos lançar no mercado: a Sybian Chair. Parece uma cadeira de escritório comum. Encosto alto, apoio de braço, rodinhas, tudo normal. Mas por baixo do assento tem o mecanismo completo. O pênis de silicone fica escondido e sobe só quando a gente ativa pelo controle discreto. Vocês vão trabalhar três horas seguidas no escritório ao lado. Ninguém vai notar. Nem os funcionários que passam no corredor.
As três candidatas se entreolharam. A carinha de cada uma já misturava nervoso e tesão.
A supervisora as levou até as três cadeiras pretas, aparentemente comuns. Só quando elas se aproximaram viram o detalhe: no centro do assento havia uma abertura circular e, ali dentro, o mesmo tipo de pênis monstro de silicone, grosso, veiaçado, brilhando com gel fresco. O da morena tinha 26 cm. O da loira, ainda mais grosso. O da ruiva era o modelo duplo, com os dois paus já lubrificados.
— Sentem. Engulam tudo. Depois a gente liga no modo “escritório” — vibração baixa e constante, só o suficiente para manter vocês molhadas e concentradas. Três horas de trabalho real. Relatórios, e-mails, planilhas. Se aguentarem sem gozar alto ou levantar, estão contratadas.
As três tiraram as calças e as calcinhas de novo. A morena foi a primeira a se posicionar. Segurou o pau de silicone grosso, alinhou na boceta já vermelha e desceu devagar. O volume monstro abriu ela de novo. A carinha dela se contorceu, os olhos semicerrados, a boca entreaberta num gemido abafado. Quando o assento encostou nas nádegas, o pênis estava completamente atolado.
A loira desceu com mais dificuldade. O silicone era tão grosso que os lábios da xoxota dela ficaram esticados e brilhantes. A carinha dela era de esforço puro: sobrancelhas franzidas, um fio de suor na testa, a respiração curta.
A ruiva demorou mais. Primeiro engoliu o da frente com a boceta. Depois teve que forçar o de trás no cuzinho ainda sensível. A carinha dela era a mais assustada: olhos arregalados, uma lágrima de tensão escorrendo, a boca aberta num “ai” silencioso. Quando finalmente sentou por completo, os dois paus sumidos dentro dela, o corpo inteiro tremeu.
A supervisora acionou o controle discreto.
— Modo escritório ativado. Vibração nível 1. Agora trabalhem.
As três abriram os notebooks que estavam sobre a mesa. Começaram a digitar relatórios, responder e-mails, preencher planilhas. Por fora, pareciam funcionárias comuns. Por dentro, cada uma tinha um monstro de silicone atolado, vibrando sem parar.
A carinha delas mudava a cada minuto.
A morena mordia o lábio inferior, os olhos vidrados na tela, as coxas se contraindo de vez em quando.
A loira respirava pela boca, o rosto levemente corado, um fio de suor escorrendo pelo pescoço.
A ruiva era a que mais sofria: a carinha dela ficava tensa, as sobrancelhas franzidas, de vez em quando ela fechava os olhos com força e soltava um gemido baixinho pelo nariz.
Três horas se passaram daquele jeito.
Elas digitavam, respondiam mensagens, faziam chamadas curtas com a voz controlada. O tempo todo o silicone grosso vibrava lá dentro, mantendo as xoxotas vermelhas, inchadas e escorrendo. De vez em quando uma delas precisava parar de digitar por alguns segundos, segurando a beirada da mesa, a carinha contorcida de prazer contido.
No meio da terceira hora, a porta do escritório se abriu. Uma estagiária da empresa, uma menina de 23 anos, cabelo preso e óculos, entrou trazendo pastas. Ela ia entregar os documentos quando o olhar dela desceu sem querer para o espaço entre as pernas das três candidatas.
O assento das cadeiras estava ligeiramente erguido. Dá para ver, por baixo, a base dos paus de silicone grossos sendo engolidos até o fim. A xoxota da morena estava visível, vermelha, brilhante, se contraindo em volta do volume. A da loira ainda mais esticada. A da ruiva tinha os dois orifícios ocupados.
A estagiária parou no meio do caminho. Os olhos se arregalaram atrás dos óculos. Ela engoliu seco, o rosto ficando vermelho.
— Isso… é o novo modelo? — perguntou baixinho, a voz falhando.
A supervisora, que observava tudo pelo vidro, entrou na sala.
— Sim. Estão testando o protótipo da Sybian Chair. Três horas já.
A estagiária não conseguiu desviar o olhar. Ficou fixa no tamanho monstro que as três estavam engolindo enquanto trabalhavam. A carinha dela misturava choque e curiosidade intensa.
— Eu… posso ajudar no teste também? — perguntou de repente, a voz baixa, quase sem conseguir acreditar no que estava falando. — Eu sou estagiária da empresa… e… eu quero experimentar. Nunca vi nada tão grande assim.
As três candidatas viraram o rosto para ela. A morena ainda com a boca entreaberta de prazer contido. A loira com o rosto suado. A ruiva com a carinha cansada e excitada ao mesmo tempo.
A supervisora olhou a estagiária de cima a baixo e sorriu.
— Tem uma quarta cadeira no depósito. Modelo monstro simples, 28 centímetros. Se aguentar sentar e trabalhar uma hora sem levantar, a gente coloca você no programa de testes também.
A estagiária engoliu seco, os olhos ainda presos nas xoxotas vermelhas e abertas das três mulheres.
— Eu aguento.
A supervisora foi até o depósito e voltou empurrando a quarta cadeira. Parecia igual às outras: preta, comum, de escritório. Só que por baixo do assento o pênis de silicone era absurdo.
Quarenta e oito centímetros.
Grosso, preto, veiaçado, brilhando com uma camada generosa de gel. Parecia um monstro de verdade. Os dois técnicos homens que estavam na sala abriram a boca ao mesmo tempo.
— Isso não vai caber em ninguém — murmurou um deles.
A estagiária, loira linda, cabelo preso num rabo de cavalo baixo, óculos de armação fina e rosto delicado, parou na frente da cadeira. Ela engoliu seco. Nunca tinha sentado em nada. Só tinha se tocado com os dedos e, no máximo, com o cabo de uma escova de cabelo. Nunca tinha usado dildo, nunca tinha sentido volume de verdade.
A carinha dela já estava com medo.
— É… grande demais — ela sussurrou, a voz falhando.
A supervisora passou mais gel no silicone monstro de 48 cm e depois passou os dedos na boceta virgem da estagiária, espalhando o líquido frio e escorregadio.
— Respira fundo. Vai devagar. Se doer demais a gente para.
A loira tirou a calça e a calcinha com as mãos trêmulas. A xoxotinha dela era rosada, fechadinha, quase sem pelos. Ela subiu na cadeira, segurou o pau de silicone absurdo com as duas mãos e posicionou a ponta grossa entre os lábios. Só a cabeça já parecia grande demais.
Ela desceu um centímetro.
A boca se abriu num gemido de dor e susto. A carinha dela se contorceu toda: sobrancelhas franzidas, olhos apertados, um medinho claro estampado no rosto.
— Ai… ai... minha xoxota
Desceu mais um pouco. Os lábios rosados se esticaram ao máximo em volta da glande monstra. Um fio de gel escorreu pela base. Os técnicos se aproximaram, incrédulos, olhando de perto.
— Não vai… não tem como — disse um deles.
Mas a estagiária continuou. Centímetro por centímetro. A cada avanço a carinha dela ficava mais assustada, uma lágrima de esforço escorrendo pelo canto do olho, a boca aberta num “ai” contínuo e abafado. A bocetinha ia engolindo o silicone absurdo, ficando vermelha e brilhante, se esticando de um jeito que parecia impossível.
Vinte centímetros.
Trinta.
Quarenta.
Os técnicos não acreditavam no que estavam vendo. O pau de 48 cm estava sumindo dentro daquela xoxotinha inexperiente. A barriga da loira tremeu. As coxas tremeram. Quando o assento finalmente encostou nas nádegas dela, o silicone monstro tinha sido engolido por completo.
Silêncio absoluto na sala.
Um dos técnicos passou a mão no rosto, boquiaberto.
— Caralho… sumiu. Sumiu tudo.
A estagiária estava com a carinha destruída de medo e prazer misturados. Os olhos marejados, a boca entreaberta, a respiração curta e irregular. Uma lágrima escorria devagar. Ela não conseguia falar. Só conseguia sentir o volume absurdo latejando lá dentro, preenchendo cada milímetro, pressionando lugares que ela nem sabia que existiam.
A supervisora, impressionada, anotou rápido no tablet.
— Estagiária inexperiente. Zero experiência com penetração prévia. Modelo de 48 cm engolido por completo. Reação: dor intensa inicial, mas aguentou.
A loira soltou um gemido baixo, a voz embargada:
— Tá… tá tudo dentro… eu… eu não sabia que ia ser assim…
A supervisora acionou o controle discreto da cadeira.
— Modo escritório. Vibração nível 1. Agora trabalha. Uma hora. Se aguentar, está dentro do programa.
A estagiária abriu o notebook com as mãos ainda trêmulas. Começou a digitar, o rosto vermelho, os olhos vidrados, a carinha de medinho permanente. A cada vibração baixa o silicone monstro de 48 cm se mexia lá dentro, e ela precisava morder o lábio com força para não gemer alto.
As outras três candidatas olhavam de lado, impressionadas, cada uma ainda com o próprio monstro atolado.
Os técnicos não tiravam os olhos da xoxota da estagiária, vermelha, esticada ao limite, engolindo aqueles 48 centímetros que ninguém acreditava que fossem caber.
E ela aguentava.
Trabalhando.
Com medo.
E com o pau monstro completamente sumido dentro dela.
A estagiária continuava digitando, mas os dedos já tremiam sobre o teclado. Os 48 cm de silicone monstro estavam completamente atolados dentro dela, vibrando baixo, sem parar. A xoxotinha rosada e agora vermelha de tão esticada se contraía em volta da base, brilhando de gel e do próprio suco. A cada vibração o corpo dela reagia: um tremor nas coxas, um suspiro contido, a carinha de princesa suada e corada.
Os dois técnicos não conseguiam desviar o olhar. Ficavam agachados na frente da cadeira, vendo de perto aquele volume absurdo sumido dentro da lindinha safada que, contra todas as expectativas, estava aguentando.
— Ela é uma putinha resistente — murmurou um deles. — Nunca vi uma inexperiente engolir 48 cm assim.
A supervisora se aproximou por trás da cadeira, segurando outro dildo de silicone. Esse tinha 30 cm, grosso, preto, já encharcado de gel.
— Levanta um pouquinho o quadril, loirinha — ordenou, a voz calma. — Vamos ver se esse cuzinho virgem também aguenta.
A estagiária engoliu seco, a carinha imediatamente tomada de medinho. Ela parou de digitar, colocou as mãos no apoio da cadeira e levantou o bumbum alguns centímetros. O pau de 48 cm deslizou parcialmente para fora, brilhando, as veias do silicone marcadas. A supervisora posicionou a ponta do dildo de 30 cm no cuzinho apertado e rosado da menina.
— Respira fundo.
Empurrou.
A ponta penetrou com dificuldade. A estagiária soltou um gemido agudo e abafado, o corpo inteiro se contorcendo. A carinha dela se fechou de dor e susto, uma lágrima escorrendo devagar pela bochecha branca. O cuzinho se abria aos poucos, resistindo, depois cedendo centímetro por centímetro.
— Aiiii… dói… dói pra caralho…
— Continua descendo — mandou a supervisora. — Bem devagar.
A loira começou a descer de novo. O pau de 48 cm voltava a sumir na boceta enquanto o de 30 cm forçava entrada no cu. Os dois volumes monstro entravam ao mesmo tempo. O corpo dela se remexia sem parar, o quadril tremendo, as coxas se abrindo e fechando. Suor escorria pela testa, pelo pescoço, entre os seios. A pele branca brilhava.
Quando finalmente sentou por completo de novo, os dois silicones estavam completamente atolados. A cadeira por baixo já estava molhada, um fio transparente e grosso escorrendo pelo assento e pingando no chão.
Dois monstros engolidos por uma princesa de pele branca, carinha suada, olhos marejados e boca entreaberta.
A supervisora acionou a vibração dos dois ao mesmo tempo.
A estagiária se remexeu com força, um gemido mais alto escapando. O corpo dela não parava quieto. Rebolava sem conseguir controlar, a cadeira rangendo levemente, o líquido escorrendo cada vez mais.
Um dos técnicos correu até o corredor e voltou minutos depois com o gerente da fábrica. Um homem de 40 anos, terno social, expressão séria. Ele parou na frente da cadeira e ficou olhando em silêncio.
A loira tentava digitar de novo, mas os dedos escorregavam. A carinha dela era um misto de vergonha, dor e tesão puro. Suava tanto que o cabelo colava na testa. A cadeira estava encharcada. Os dois paus monstro latejavam dentro dela, um na boceta e outro no cu, sem dar trégua.
O gerente passou a língua nos lábios, impressionado.
— Ela está aguentando os dois?
— Está — respondeu a supervisora, anotando. — Inexperiente total. Nunca tinha feito anal. Engoliu 48 na frente e 30 atrás. A cadeira já está um lago.
O gerente se aproximou mais, observando de perto a xoxota e o cuzinho vermelhos e esticados da estagiária.
— Continua o teste. Quero ver quanto tempo essa lindinha safada aguenta com os dois monstros atolados.
A loira soltou outro gemido abafado, o corpo se remexendo sem parar sobre a cadeira molhada, a carinha de princesa destruída de prazer e esforço, aguentando o que ninguém acreditava que ela fosse aguentar.