O pai tirou a sunga de uma vez só. O pau grosso e duro saltou pra fora, a cabeça já molhada de porra, latejando. Ele se posicionou entre as pernas abertas da filha, ainda com o pepino de 38 cm enterrado quase inteiro na xoxota vermelha e inchada dela.
A mãe segurou o pepino pela base e começou a puxar devagar.
— Tira com cuidado, amor… olha como ela tá escorrendo…
O pepino saiu molhado, brilhando de porra branca e do suco da filha. Um fio grosso escorreu logo em seguida, pingando no lençol. A bocetinha ficou aberta, os lábios vermelhos latejando, se contraindo no vazio.
O pai encostou a cabeça grossa do pau bem no meio daqueles lábios molhados. Passou devagar pra cima e pra baixo, sujando a cabeça inteira com o líquido branco que escorria sem parar.
— Olha isso, esposa… tá pingando… a xoxota da nossa filha tá se abrindo para a gente.
A filha gemeu alto, a carinha toda safadinha, olhando pro pai com os olhos semicerrados.
— Enfia, pai… enfia devagar… quero sentir cada centímetro…
Ele empurrou só a cabeça. A bocetinha se abriu com dificuldade, os lábios vermelhos se esticando em volta da glande grossa. Um novo fio grosso de porra escorreu logo, molhando o pau dele inteiro.
A mãe ficou de quatro ao lado, segurando uma perna da filha bem aberta e olhando de perto.
— Vai entrando… bem devagar… olha como ela tá engolindo… puta que pariu, tá escorrendo demais…
O pai empurrou mais um pouco. Centímetro por centímetro o pau grosso foi sumindo dentro da xoxota apertada da filha. Cada vez que ele avançava, um novo jato de líquido branco escorria pelas bolas dele, pingando no lençol. Os lábios vermelhos estavam tão inchados que quase engoliam a base do pau.
— Aiii… é grosso… tá me abrindo pai …
— a filha soltou, a voz embargada, rebolando pra tentar engolir mais.
A mãe passou o dedo nos lábios da filha, sentindo o pau do marido entrando.
— Continua, amor… enfia tudo devagar… quero ver essa putinha sendo aberta pelo pau do pai dela…
O pai empurrou até o fundo. O pau sumiu por completo. A barriga da filha tremeu e um jato mais forte de porra branca escorreu pela base, molhando as bolas e as coxas dela. Ele ficou parado lá dentro, sentindo a xoxota apertar e pulsar em volta.
— Tá toda dentro… — ele falou, a voz grossa. — Olha como ela tá escorrendo em volta do meu pau…
A filha só conseguia gemer e tremer, a carinha de safada completa, boca aberta, olhos revirados.
A mãe beijou a boca da filha e sussurrou:
— Goza nele… goza com o pau do papai bem fundo…
O pai começou a tirar bem devagar, quase saindo todo, só a cabeça ficando dentro, e depois entrou de novo, ainda mais devagar, sentindo cada centímetro sendo engolido. A cada estocada lenta, a xoxota da filha escorria mais, o líquido branco pingando sem parar.
— Nossa putinha… — a mãe murmurou, olhando fixa.
— Tá sendo fodida tão gostoso…
O cenario estava um caos de gemidos e barulho de pele. O pai metia devagar e fundo na filha, o pau sumindo inteiro a cada estocada, a xoxota dela escorrendo tanto que o líquido branco pingava no lençol sem parar. A mãe ficava de quatro ao lado, segurando a perna da filha aberta e lambendo o que escorria pela base do pau do marido.
Nessa hora ninguém tinha trancado a porta.
O entregador da marmita que eles tinham pedido empurrou a porta devagar, já chamando:
— Boa tarde, a marmita…
A frase morreu na boca.
Ele era um angolano enorme, quase 2 metros de altura, corpo largo, pele escura e brilhante de suor. A mão direita já estava dentro da calça, segurando a pica. Quando a porta abriu por completo, o pau dele saltou pra fora: 45 centímetros de carne preta, grossa, veias saltadas, a cabeça brilhando de porra. Era absurdo de grande, quase do tamanho do antebraço.
O pai parou no meio de uma estocada, o pau ainda enterrado fundo na filha. Os três viraram a cabeça ao mesmo tempo.
A filha abriu a boca, os olhos arregalados, a carinha de safada misturada com choque.
A mãe soltou um gemido baixo só de ver o tamanho.
— Olha o tamanho daquilo…
O pai sentiu o pau latejar ainda mais dentro da filha. Era exatamente o que ele sempre tinha sonhado: ver a filha sendo aberta por um pau daqueles.
O angolano ficou parado na porta, a pica de 45 cm na mão, masturbando devagar, os olhos pretos fixos na cena. Ele via a xoxota da filha toda aberta em volta do pau do pai, os lábios vermelhos e inchados, o líquido branco escorrendo. Via a mãe lambendo. Via os três nus, suados, gozando.
— Desculpa… — ele falou com sotaque pesado, a voz grave.
— A porta tava aberta… e eu ouvi os gemidos…
O pai tirou o pau devagar da filha. A bocetinha ficou aberta, pulsando, um fio grosso de porra escorrendo. Ele olhou pro angolano e depois pra filha.
— Entra… fecha a porta.
O angolano entrou, fechando a porta atrás de si. O pau de 45 cm balançava pesado a cada passo, quase batendo na própria coxa. Ele parou na beira da cama, olhando a filha de cima.
A mãe se aproximou, os olhos brilhando.
— Olha o tamanho, filha… olha o que o papai quer ver…
A filha engoliu seco, a xoxota ainda escorrendo, os lábios vermelhos se contraindo no vazio. Ela olhou pro pau enorme do angolano e depois pro pai.
— Pai… ele é muito grande…
O pai segurou a perna da filha bem aberta, mostrando a bocetinha molhada pro estranho.
— É exatamente o que eu quero ver. Quero ver você sendo fodida por essa pica. Quero ver ela te abrindo inteira.
O angolano subiu na cama, o corpo enorme cobrindo a filha. Ele passou a cabeça grossa do pau de 45 cm pelos lábios vermelhos da xoxota dela, sujando a glande com o líquido branco que ainda escorria. A diferença de tamanho era absurda. A cabeça sozinha já era quase do tamanho da bocetinha inteira dela.
A mãe segurou o pau do angolano com as duas mãos, mal conseguindo fechar os dedos em volta.
— é grosso demais… olha isso, marido…
O pai estava com o pau na mão, masturbando devagar, os olhos fixos.
— Enfia nela… bem devagar… quero ver tudo.
O angolano posicionou a cabeça e começou a empurrar. A xoxota da filha se abriu com esforço, os lábios vermelhos se esticando ao máximo em volta da glande preta e grossa. Ela soltou um gemido alto, a barriga contraindo, as unhas se cravando no lençol.
— Aiiii… tá… tá entrando… é muito grosso…
Centímetro por centímetro o pau de 45 cm foi sumindo. A cada avanço, a bocetinha escorria mais, o líquido branco molhando a base escura. O angolano gemia baixo, sentindo a xoxota apertada engolir ele aos poucos.
A mãe e o pai ficaram dos dois lados, olhando de perto, fascinados.
— Tá entrando… olha como ela tá abrindo… — a mãe sussurrou, a voz embargada de tesão.
— Continua… enfia mais… — o pai pediu, a mão apertando o próprio pau. — Quero ver essa putinha engolindo tudo.
O angolano empurrou mais fundo. Metade do pau de 45 cm já tinha sumido. A barriga da filha estava esticada, a carinha toda contorcida de prazer e dor gostosa, a boca aberta, os olhos revirados.
— Pai… mãe… tá… tá me abrindo toda…
O angolano parou por um segundo, deixando ela se acostumar, o pau latejando dentro dela, a xoxota escorrendo sem parar em volta da carne preta.
— Quer mais? — ele perguntou com o sotaque grave.
A filha só conseguiu acenar com a cabeça, a voz falhando:
— Mais… enfia mais…
O angolano tirou o pau de 45 cm devagar da xoxota da filha. A bocetinha ficou aberta, latejando, um fio grosso de porra branca escorrendo sem parar. Ele se ajoelhou atrás dela, o corpo enorme cobrindo a menina por completo. Parecia um monstro em cima dela: 2 metros de altura, ombros largos, o pau preto e veiaçado balançando pesado entre as pernas.
A mãe e o pai se posicionaram dos dois lados, segurando as nádegas da filha bem abertas.
— Agora no cuzinho… — o pai falou, a voz grossa de tesão. — Quero ver ela aguentando.
O angolano passou a cabeça grossa do pau de 45 cm no cuzinho apertado da filha, sujando o buraquinho com a porra que ainda escorria da xoxota. Ele empurrou só a ponta.
A filha soltou um grito abafado, o corpo inteiro tremendo.
— Aiiii… dói… dói pra caralho…
Uma lágrima escorreu do canto do olho dela, descendo pela bochecha. A carinha estava contorcida de dor, a boca aberta, a respiração curta. O cuzinho se abriu com esforço absurdo em volta da glande preta e grossa, os músculos apertando desesperados.
O angolano não parou. Foi empurrando centímetro por centímetro, bem devagar. O pau monstruoso foi sumindo dentro do cuzinho da filha, abrindo ela de um jeito que parecia impossível. A cada avanço, o corpo dela tremia mais, as unhas se cravando no lençol, outra lágrima escorrendo.
— Tá… tá entrando… ai meu cu…ai meu cu…..
— ela soluçou, a voz embargada de dor e prazer misturados.
A mãe passou a mão pelo cabelo da filha, a voz rouca:
— Aguenta, filha… olha como tá sumindo… nossa putinha tá aguentando um monstro…
O pai estava com o pau na mão, masturbando sem parar, os olhos fixos no cuzinho da filha sendo esticado ao máximo.
— Continua… enfia tudo… quero ver ela engolindo até o fim…
O angolano empurrou mais. Metade do pau de 45 cm já tinha sumido. A barriga da filha estava esticada, o cuzinho vermelho e brilhante, se contraindo desesperado em volta da carne preta. Ele continuou, ainda mais devagar, até que só as bolas pesadas ficaram pra fora. O pau inteiro estava enterrado no cuzinho dela.
A filha choramingou, a lágrima escorrendo sem parar, o corpo todo suado e tremendo.
— Tá… tá tudo dentro… dói… mas não tira…
O angolano começou a foder o cuzinho dela com estocadas longas e profundas. Cada vez que ele entrava até o fundo, o corpo da filha se contraía e um novo fio de porra escorria da xoxota vazia. Parecia mesmo um monstro em cima dela: o corpo enorme cobrindo a menina inteira, o pau grosso abrindo o cuzinho sem piedade.
A mãe e o pai ficaram admirando, hipnotizados.
— Olha ela aguentando… — a mãe sussurrou, a mão na própria boceta. — Nossa filha tá sendo arrombada por um pau de 45 cm…
— Continua fodendo ela… — o pai pediu, a voz rouca. — Fode esse cuzinho até gozar.
O angolano acelerou. As estocadas ficaram mais fortes, o pau sumindo e aparecendo, o cuzinho da filha fazendo barulho molhado a cada investida. Ela soluçava, a lágrima misturada com suor, a carinha de dor e prazer puro.
De repente o angolano gemeu fundo, o corpo inteiro tensionando.
— Vou gozar…
Ele tirou o pau de 45 cm do cuzinho da filha de uma vez. O buraquinho ficou aberto, latejando, um fio de porra escorrendo. Ele se ajoelhou na frente do rosto dela, a mão apertando a base do pau monstruoso.
— Abre a boca.
A filha abriu a boca obediente, a língua pra fora, os olhos ainda molhados de lágrima. O angolano masturbou duas, três vezes e gozou. Jatos grossos e quentes de porra branca saíram com força, enchendo a boca dela, escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos. Ele gozou tanto que a filha teve que engolir várias vezes pra não deixar vazar.
Ela bebeu tudo, engolindo devagar, a garganta se movendo, a língua limpando a cabeça do pau ainda latejando. Um pouco escorreu pelo canto da boca, mas ela passou o dedo e chupou também.
O pai e a mãe olharam a cena com os olhos brilhando.
— Isso… bebe tudo… — o pai murmurou. — Nossa putinha bebeu a porra do pau monstro…
A filha engoliu o último gole, a língua passando pelos lábios, ainda com a carinha suada e as lágrimas secando no rosto.
— Tava… tava gostoso… — ela sussurrou, a voz rouca.
fim
