No alto das montanhas da Calábria, escondida entre encostas cobertas de oliveiras antigas e pinheiros, existia uma vila chamada Kastoria. Tinha pouco mais de três mil moradores. As casas de pedra clara se aglomeravam em ruas estreitas e íngremes, e o ar sempre cheirava a tomilho, lenha queimada e terra molhada. A maioria das famílias dali descendia, segundo a tradição oral, de gregos que se estabeleceram na região ainda nos tempos coloniais. Guardavam costumes antigos com um zelo quase religioso. As famílias mais tradicionais seguian à risca as regras dos mais velhos: as mulheres não saíam de casa vestidas como as da cidade, a nudez dentro do lar era natural e esperada, e o corpo das filhas pertencia, de certa forma, ao olhar e ao toque dos pais enquanto permanecessem sob o teto da casa. A família Rossi era uma das mais antigas. O pai, Antonio, tinha cinquenta e dois anos, ombros largos, mãos calejadas de trabalhar a terra e os vinhedos. A mãe, Elena, era uma mulher ainda bela, de cabelos castanhos presos sempre em coque baixo. Tinham duas filhas. A mais nova, Sofia, de vinte e um anos, era loira de nascença, pele clara, seios firmes, cintura estreita e um traseiro cheio, redondo, que se movia com um balanço natural quando ela andava. O pai exigia que ela se depilasse por completo. A xoxota dela ficava sempre lisa, rosada, com lábios externos suaves e um grelo um pouco mais proeminente que o normal, sempre um pouco inchado pela manhã. A rotina começava antes do sol nascer de verdade. Sofia dormia nua. Sempre. Nada de calcinha, nada de camisola. O lençol fino cobria apenas até a cintura na maior parte das noites. Quando acordava, o corpo ainda quente da cama, ela se levantava sem pressa. Às vezes vestia o longo vestido de seda transparente que as mulheres da vila usavam pela manhã — um tecido fino, quase como gaze, que deixava ver o contorno dos seios, o escuro dos mamilos e a linha da fenda entre as pernas. Outras vezes saía do quarto completamente nua. O pai gostava mais assim. O banho era o primeiro ritual. No fundo da casa, numa sala de pedra com janelas estreitas, havia uma banheira escavada no chão, como um pequeno poço raso. A água vinha aquecida de uma caldeira a lenha. Ficava fumegante. Sofia descia os degraus de pedra e entrava. A água quente subia até a cintura. Elena quase sempre a acompanhava. A mãe se ajoelhava na beira da banheira, arregaçar as mangas da blusa e pegava o sabão de azeite e ervas. Começava pelos ombros, descendo pelas costas com movimentos lentos e firmes. Depois os seios. As mãos da mãe passavam por baixo, levantando um pouco cada um, esfregando os mamilos até ficarem endurecidos. Sofia fechava os olhos e deixava a cabeça cair para trás. Elena descia mais. As mãos entravam na água, separavam as coxas da filha com delicadeza e começavam a lavar a xoxota. Os dedos deslizavam entre os lábios, abrindo-os com cuidado, esfregando o grelo em círculos lentos, depois descendo até a entrada. Não era um toque apressado. Era metódico. A mãe lavava por dentro também, dois dedos entrando devagar, girando, limpando. Sofia abria um pouco mais as pernas e soltava um suspiro baixo. Elena então pedia que ela se virasse de costas, apoiando as mãos na borda de pedra. As mãos da mãe subiam pela bunda, separando as nádegas, esfregando o sabão no cuzinho, entrando um pouco com a ponta do dedo só para limpar. Depois um beijo rápido no ombro da filha, às vezes um beijo mais demorado no pescoço. Quando o banho terminava, Sofia saía pingando. Elena a enxugava com um pano de linho grosso, prestando atenção especial entre as pernas e na bunda. Em seguida vinha o óleo. Um óleo de oliva misturado com essência de lavanda e um pouco de mel. A mãe espalhava pelo corpo inteiro da filha: seios, barriga, coxas, bunda. Quando chegava na xoxota, passava o óleo com dois dedos, abrindo os lábios e deixando o grelo brilhante e escorregadio. Sofia ficava com a pele luminosa, cheirando a azeite e flor. Nua ou apenas com o vestido transparente, ela caminhava pela casa. Os pés descalços no chão de pedra fria. O traseiro balançava. A xoxota depilada, rosada, com o grelo um pouco saliente, ficava visível a cada passo quando o tecido se abria ou quando ela estava completamente descoberta. Antonio quase sempre estava na sala ou na cozinha, tomando o primeiro café. Ele observava tudo em silêncio. Os olhos percorriam o corpo da filha sem disfarce. Quando ela passava perto, ele estendia a mão. Alisava a bunda com a palma aberta, apertando um pouco a carne macia. Depois a mão descia pela parte de trás da coxa, subia de novo, e os dedos encontravam a fenda. Ele enfiava dois dedos devagar, bem devagar, sentindo o calor e a umidade que já começava a aparecer. Sofia parava, abria um pouco as pernas e deixava. Os dedos entravam até a segunda falange, giravam, saíam e entravam de novo. O pai fazia isso todo santo dia. Às vezes beijava o ombro dela enquanto os dedos trabalhavam. Outras vezes só observava o próprio movimento dentro da filha, o grelo inchado contra a base dos dedos. Quando retirava a mão, os dedos vinham brilhantes. Ele limpava na própria calça ou, às vezes, levava à boca. Depois vinha a mesa. O café da manhã era servido cedo. Pão caseiro, queijo, azeitonas, mel, café forte. A mesa era longa, de madeira escura. Antonio sentava-se na cabeceira. Quando Sofia se aproximava, ele já estava com o pau duro, tirado para fora da calça. Grosso, veias marcadas, a cabeça avermelhada e brilhante de pré-gozo. Ele não precisava falar. Sofia sabia. Levantava o vestido transparente (ou simplesmente se posicionava nua), abria as pernas e se abaixava. A xoxota ainda oleada e um pouco molhada do toque anterior descia sobre a cabeça do pau. Ela se encaixava devagar. O pau entrava centímetro por centímetro, abrindo-a, preenchendo-a. Quando estava completamente sentada, com o traseiro apoiado nas coxas do pai, ela soltava um gemido baixo, quase um suspiro. Antonio colocava uma mão na cintura dela, a outra continuava comendo o pão como se nada estivesse acontecendo. A família inteira estava na mesa. Elena servia o café. A irmã mais velha comia em silêncio. Ninguém comentava. Era assim. Sofia ficava ali, empalada, o pau do pai profundamente dentro dela, quente e pulsando. Ela se mexia muito pouco. Apenas pequenos movimentos de quadril, o suficiente para sentir o volume dentro de si, para o grelo roçar na base do pau. Conversavam sobre o dia: a colheita das azeitonas, o tempo, a visita de um primo que viria no fim de semana. Sofia respondia com a voz um pouco mais baixa, as bochechas coradas. De vez em quando o pai apertava a nádega dela por baixo da mesa ou passava o polegar pelo grelo exposto. Ela mordia o lábio inferior e continuava comendo o pão com mel. Às vezes Antonio gozava durante o café. Não avisava. O pau apenas começava a latejar mais forte dentro dela, e de repente jatos quentes enchiam a xoxota. Sofia fechava os olhos por um segundo, sentindo o calor se espalhar, e continuava sentada até ele amolecer um pouco. Só então se levantava, o gozo escorrendo pela parte interna da coxa. Ela não limpava. Deixava secar no ar enquanto ajudava a mãe a recolher a mesa. O mesmo acontecia no almoço e no jantar, se o pai quisesse. E ele quase sempre queria. Sofia passava boa parte das refeições com o pau do pai enterrado nela, conversando normalmente, gemendo só quando ele fazia um movimento mais fundo ou quando o grelo era pressionado com mais força. O sexo era lento, quase estático. Não havia estocadas fortes. Era a presença constante, o preenchimento, o calor, o cheiro de sexo misturado ao de comida caseira. À noite, quando a casa já estava quieta, às vezes Antonio a chamava de novo. Sofia ia nua até o quarto dos pais ou ele ia até o dela. Deitava-se de lado, de costas para ele, e ele entrava por trás, ainda com a mesma calma. Ficavam assim por um tempo longo, o pau se movendo só o suficiente para não amolecer, enquanto ele beijava a nuca dela e falava baixo sobre o dia seguinte. Na vila de Kastoria, aquilo não era segredo entre as famílias tradicionais. Era apenas a maneira antiga de manter o corpo das filhas ligado à casa, à autoridade do pai, à continuidade do sangue. Sofia acordava todas as manhãs sabendo exatamente o que a esperava: o banho com a mãe, os dedos do pai, e depois a mesa, com o pau duro apontado para cima, esperando que ela se sentasse e ficasse ali, cheia, enquanto o resto da família comia e conversava como se o mundo lá fora fosse completamente diferente. Depois que Antonio gozava dentro dela durante o café, a rotina não terminava ali. Ele puxava Sofia pela cintura e a fazia se ajoelhar entre as pernas dele, ainda com o pau semi-duro e escorrendo. — Limpa — ordenava, voz baixa, sem pressa. Sofia abria a boca e passava a língua pela cabeça inchada, lambendo o próprio gozo misturado ao dele. O gosto era salgado, espesso, quente. Ela sugava com cuidado, limpando cada gota que ainda pingava. Depois descia até as bolas, que ficavam molhadas e pesadas. A língua dela percorria a pele enrugada, chupava uma, depois a outra, enquanto o pai passava a mão nos cabelos loiros dela e observava. Às vezes ele ainda escorria um pouco mais e ela engolia tudo sem reclamar. Só quando estava limpo ele se levantava, ajeitava a calça e saía para o trabalho braçal nos vinhedos e olivais. Sofia ficava sozinha na casa grande de pedra. O dia inteiro era um ciclo lento de desejo. Ela andava nua ou só com a saia transparente de seda, os seios livres, a xoxota ainda úmida e sensível. Gostava de se masturbar. Gostava muito. Especialmente com os pepinos grossos que a mãe cultivava na horta dos fundos. Escolhia um bem grosso, de casca escura e firme, lavava, passava um pouco do óleo de oliva e se sentava na cadeira da cozinha com as pernas abertas. Enfiava devagar, sentindo a grossura abrir os lábios já rosados e inchados do uso diário. Gemia baixo, o corpo balançando, o grelo esfregado contra a própria mão enquanto o pepino entrava e saía com um som molhado. Às vezes squirtava de novo, a água quente escorrendo pela cadeira de madeira. Depois tirava o pepino brilhante, lambia, e recomeçava. Passava horas assim, num ciclo vicioso de tesão, o corpo sempre pronto, a xoxota sempre vermelhinha e molhada. Naquela vila, as filhas das famílias tradicionais viviam exatamente assim. Um ciclo contínuo de sexo. Se aparecesse alguém — um amigo do pai, um mercador, um parente distante —, a regra era clara: oferecia-se a xoxotinha da filha. O pai mandava chamar a menina, mandava ela sentar na pica do visitante. Era hospitalidade antiga, sangue grego misturado com a terra da Calábria. Ninguém questionava. Naquele dia chegou um mercador. Chamava-se Giorgio. Amigo antigo de Antonio, homem de uns quarenta e poucos anos, corpo forte de quem carregava caixas o dia inteiro. Trouxe tecidos, azeite especial, queijos e algumas ferramentas. Entrou na sala principal, cumprimentou Elena com um beijo no rosto e sentou-se à mesa. Antonio, que tinha voltado um pouco mais cedo, sorriu de lado. — Chama a Sofia — disse para a mulher. Elena foi até o fundo da casa. Minutos depois Sofia apareceu. Vestia só a saia longa de seda transparente, tão fina que se via tudo: o contorno dos seios pesados, os mamilos escuros e duros, a curva da barriga, e mais abaixo a xoxota lisa, rosada, ainda brilhando da masturbação da manhã. Os cabelos loiros soltos caíam pelas costas. Parecia uma princesa rústica, linda demais para aquela casa de pedra. Giorgio engoliu em seco. Antonio riu baixo. — Tira a pica, amigo. Pode tirar. O mercador não hesitou. Abriu a calça e puxou para fora um pau enorme. Quarenta centímetros, grosso como o pulso de um homem, veias grossas saltando, a cabeça já avermelhada e brilhante. Antonio assobiou. — É grande, né, amigo… mas tudo bem. Ela aguenta. Sofia ficou parada no meio da sala, as pernas um pouco abertas. Giorgio olhou direto para a xoxota dela. Lisa, completamente depilada, os lábios externos inchados e avermelhados do uso diário, o grelo proeminente e úmido. Um fio fino de porra ainda escorria pela parte interna da coxa — resto do gozo do pai daquela manhã, misturado com o squirt da masturbação. A fenda brilhava. Ele engoliu de novo. Antonio deu um tapinha na bunda da filha. — Senta. Devagar. Sofia se aproximou. Levantou a saia transparente até a cintura, revelando tudo. Abriu as pernas e se posicionou sobre o pau enorme. A cabeça grossa tocou os lábios já molhados. Ela desceu um pouco. A boca da xoxota se abriu com dificuldade, esticando ao redor da grossura absurda. Um gemido baixo saiu da garganta dela. Continuou descendo, centímetro por centímetro. O pau era grande demais para uma mulher que só fazia sexo casual com o pai. Abria-a de um jeito profundo, dolorido e gostoso ao mesmo tempo. Quando chegou na metade, teve que parar, respirando fundo, as coxas tremendo. Giorgio segurou os quadris dela com as mãos grandes. — Continua, menina… — murmurou o pai, voz rouca. — Vai até o fim. Sofia desceu mais. O pau entrou quase inteiro, esticando as paredes internas, pressionando pontos que o pai nunca alcançava. Quando finalmente sentou por completo, o traseiro apoiado nas coxas grossas do mercador, ela soltou um gemido longo e trêmulo. Estava completamente empalada. A barriga parecia um pouco inchada pela penetração profunda. O grelo roçava na base grossa do pau. Começou a se mover. Lento. Rustico. O corpo balançava para cima e para baixo com o ritmo de quem já sabia se entregar. O pau saía até a cabeça e voltava entrando fundo, abrindo-a de novo a cada descida. Sons molhados enchiam a sala. A xoxota dela fazia barulho cada vez que engolia a grossura. Giorgio gemía baixo, os olhos fixos no ponto onde o pau sumia dentro dela. Antonio observava de pé, ao lado, a mão dentro da própria calça, acariciando o pau que já endurecia de novo. — Que xoxota apertada… — resmungou o mercador. — Tá quente pra caralho. Sofia só gemia, a boca entreaberta, os seios balançando a cada movimento. Depois de alguns minutos, Giorgio pediu água. Elena trouxe um jarro. Ele estendeu a mão. Sofia, ainda empalada, levantou o corpo um pouco para ele conseguir alcançar o jarro sem se mexer demais. Levantou só o suficiente para a cabeça do pau ficar quase saindo. Na hora de descer de novo, o ângulo mudou. A cabeça grossa escorregou para trás, pressionou o cuzinho apertado e, antes que ela pudesse corrigir, entrou. Sofia soltou um grito curto, surpreso, os olhos se arregalando. O pau enorme abriu o cu dela de uma vez só, a resistência cedendo sob a pressão e a lubrificação natural que escorria da xoxota. Entrou vários centímetros antes que ela conseguisse parar. A dor veio aguda, queimando, misturada com uma sensação de estar sendo aberta de um jeito que nunca tinha experimentado. — Ai… espera… — sussurrou, a voz trêmula. Mas Giorgio, já com o pau latejando dentro do cu apertadíssimo, segurou os quadris dela com força. — Fica quieta… já entrou. Antonio deu um passo mais perto, os olhos brilhando. — Foi sem querer… mas agora aguenta. Desce devagar nesse pau filha. Sofia respirou fundo, as unhas cravadas nas coxas do mercador. Desceu mais um pouco. O pau grosso foi entrando no cu centímetro por centímetro, esticando o anel apertado até ficar branco de tão aberto. Quando sentou por completo de novo, agora com o pau inteiro enterrado no cuzinho, ela estava tremendo. Lágrimas escorriam pelo canto dos olhos, mas o grelo continuava duro e a xoxota pingava no chão. Giorgio começou a se mover por baixo dela. Estocadas curtas e profundas. O pau saía só um pouco e voltava enterrando tudo no cu virgem. Sofia gemia alto agora, a dor se misturando com um prazer estranho e intenso. O pai se aproximou, puxou o pau para fora da calça e enfiou na boca dela. Sofia chupou instintivamente, os olhos marejados, enquanto era fodia no cu pela primeira vez. A sala cheirava a sexo, azeite e suor. Elena observava de canto, sem interromper. O mercador gozou primeiro, jatos quentes enchendo o cu da menina. Sofia sentiu o calor se espalhar lá dentro e gozou também, a xoxota contraindo no vazio, squirtando no chão de pedra. Antonio gozou na boca dela segundos depois. Quando finalmente se levantou, o pau enorme saiu do cu dela com um som molhado. Um fio de porra escorreu pelo cuzinho aberto e desceu pela coxa. Sofia ficou em pé, as pernas bambas, a saia transparente ainda erguida na cintura, o corpo inteiro suado e brilhante. Antonio passou a mão na bunda dela, sentindo o cu ainda aberto e molhado. — Agora vai se lavar filha. Sofia acenou com a cabeça, ainda ofegante, e saiu cambaleando em direção à banheira de pedra. O ciclo continuava. Naquela vila, sempre continuava.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.