putaria familiar na croacia

Na pitoresca vila de Marinovic, aninhada entre colinas cobertas de oliveiras e o brilho azul-turquesa do Mar Adriático, vivia a família Kovac. O pai, Ante, um homem alto de barba por fazer e ombros largos de trabalhar nos campos de lavanda. A mãe, Marija, uma mulher de curvas generosas e cabelos negros que caíam como uma cachoeira pelas costas. E as duas filhas: Ana, de dezenove anos, com seios firmes e pele cor de mel, e Lena, dezoito anos, ruiva como o pôr do sol dálmata, com um corpo escultural que fazia os olhos se voltarem.

A vila de Marinovic era pequena, apenas quarenta e duas casas de pedra, mas guardava segredos que vinham de séculos. Aqui, longe dos olhos do mundo moderno que corria frenético em Zagreb ou Dubrovnik, os habitantes mantinham tradições antigas. Tradições de corpos livres, de amor sem vergonha, de famílias que se conheciam na intimidade mais profunda.

A casa dos Kovac tinha paredes grossas de pedra que mantinham o frescor durante o verão escaldante. No interior, porém, nunca havia barreiras. Desde que Ana e Lena completaram dezoito anos, adotaram-se os costumes antigos da vila: em casa, todos ficavam completamente nus. A pele respirava livre, sem o confinamento artificial de tecidos.

— Bom dia, minhas flores — sussurrava Marija todas as manhãs, entrando no quarto das filhas.

As duas moças dormiam em camas separadas, mas sempre acabavam se enroscando uma na outra durante a noite. Marija trazia consigo o "pepino da manhã", como carinhosamente chamavam: um dildo de cerâmica artesanal, feito por um oleiro da vila, com vinte centímetros de comprimento e textura suave como a pele de pêssego.

Ana acordava primeiro, sempre de barriga para baixo, nádegas redondas expostas à luz dourada que entrava pelas janelas de madeira. María aproximava-se devagar, sentando na beira da cama. Sem pressa, passava a mão pelas costas da filha, descendo pela coluna até o vale entre as nádegas.

— Mãe... — gemia Ana, ainda sonolenta, abrindo as pernas involuntariamente.

O dildo encontrava a entrada úmida de Ana primeiro. Marija trabalhava com jeito, girando a ponta na entrada, massageando os lábios internos rosados, antes de empurrar com calma. Ana erguia o quadril, recebendo o objeto com um suspiro profundo. Marija movia-o em círculos, depois em bombeios lentos, enquanto com a outra mão acariciava o clitóris da filha, já inchado de desejo matinal.

— Goza para a mamãe, minha linda — incentivava Marija, inclinando-se para lamber as costas de Ana.

Ana contraiu-se, gemendo alto, sem preocupação com os vizinhos – todos na vila sabiam que os sons de prazer eram benção. Marija sentia o gozo da filha escorrer pela cerâmica, e só então retirava-o, brilhante e molhado.

Lena já observava, apoiada nos cotovelos, seios pendentes com mamilos endurecidos. Ela abria as pernas sem ser pedida, mostrando a boceta vermelha e brilhante, já excitada de ver a irmã ser servida.

— Minha ruivinha — sussurrava Marija, mudando de cama.

Com Lena, era diferente. Ela gostava de ser beijada primeiro. Marija deitava-se entre as pernas da filha, jogando as coxas por cima dos ombros, e mergulhava a língua naquele sabor salgado do mar e de mulher. Lena puxava os cabelos da mãe, arquejando, enquanto Marija chupava o clitóris com dedicação, fazendo movimentos de oito com a língua, depois penetrando com ela, enquanto enfiava o dildo já lubrificado pelo gozo da irmã.

— Oh, mãe, sim, aí, aí! — gritava Lena, batendo na cama.

Marija trabalhava aquela boceta como se fosse um instrumento musical, alternando entre chupões fortes no clitóris e lambidas longas desde o cu até o monte de vênus. Quando sentia Lena tremer, aproximar-se do limite, aumentava o ritmo do dildo, enfiando fundo, enquanto sugava o clitóris com força.

Lena gozava explosivamente, jorrando na boca da mãe, que engolia com prazer, lambendo os lábios depois, satisfeita.

— Agora vocês estão prontas para o dia — dizia Marija, levantando-se, os seios balançando, o próprio sexo brilhando de excitação não saciada.

Ante observava da porta, já nu também, seu pênis ereto apontando como uma lança. Ele cumprimentava as filhas com beijos na boca, demorados, enquanto elas ainda recuperavam o fôlego.

— Minhas princesas estão lindas hoje — dizia ele, passando as mãos pelos seios de Ana, depois de Lena.

Ante tinha o direito e o dever de todas as noites, ou quando a esposa precisava de descanso. Algumas madrugadas, era ele quem fazia o trabalho de acordar as filhas. Entrava no quarto silenciosamente, deitava-se entre as pernas de uma delas e chupava aquela boceta vermelha, tão característica das mulheres do norte da Croácia, com lábios internos proeminentes e cor de rosa escuro.

Ana era a preferida para as manhãs do pai. Ela gostava de acordar com a língua dele entre suas pernas. Ante lambia devagar, como se estivesse saboreando mel, depois introduzia um dedo no ânus da filha, enquanto chupava o clitóris. O "pepino" entrava em ação então, molhado na boca dele primeiro, depois deslizando na vagina apertada, enquanto o dedo trabalhava o cu em ritmo circular.

— Pai, mais fundo, por favor — suplicava Ana, e ele obedecia, sentindo a filha apertar em volta do dildo e do dedo.

Lena preferia quando o pai transava com ela de verdade. Às vezes, depois do café da manhã, nas horas em que o sol ainda não queimava, Ante levava Lena para o celeiro. Deitava-a sobre fardos de feno, abria as pernas robustas da filha, e enfiava seu pênis grosso naquela boceta molhada.

— Você é tão apertada, minha filha — gemia Ante, movendo o quadril.

Lena envolvia as pernas na cintura do pai, recebendo cada estocada com gemidos altos. Ante, porém, nunca esquecia das tradições: enquanto transava, enfiava um dedo no cu de Lena, ou às vezes o "pepino" junto, criando uma dupla penetração que fazia a filha enlouquecer.

— Vou gozar, pai, estou gozando! — gritava Lena, e ele sentia as contrações puxando seu pênis para dentro.

Ante gozava dentro dela, ou às vezes nas costas, ou na boca – dependia do humor. O importante era que o sêmen ficasse na família, como dizia o costume antigo.

Marija, por sua vez, tinha o dever de treinar as filhas para servirem. Na vila de Marinovic, as mulheres eram educadas desde cedo para dar prazer. Marija ensinava Ana e Lena a se masturbarem uma para a outra, a usarem a língua em cada centímetro do corpo feminino.

— O clitóris da sua irmã é um presente — explicava Marija, segurando o rosto de Ana contra a boceta de Lena. — Trate-o com reverência.

Ana aprendia rápido. Ela chupava a irmã por horas, às vezes, enquanto Lena lia ou simplesmente contemplava o teto. Era comum encontrá-las na sala, uma deitada no sofá com as pernas abertas, a outra entre suas coxas, lambendo preguiçosamente, enquanto Marija preparava o almoço na cozinha, também nua, observando com orgulho.

— Minhas filhas aprendem bem — dizia ela, masturbando-se com os dedos enquanto cozinhava.

Quando não estavam praticando sexo familiar, Ana e Lena brincavam como irmãs normais. Corriam pelos campos de lavanda, nadavam nuas na enseada privada da família, riam e contavam segredos. Mas sempre havia a tensão sexual, o toque casual que durava demais, o olhar que queimava.

À noite, a família se reunia na grande cama do casal. Quatro corpos entrelaçados. Marija chupava Ante enquanto ele dedava as duas filhas simultaneamente. Ana e Lena se beijavam, trocando o gosto dos gozos um do outro. Às vezes, Ante transava com Marija enquanto as filhas observavam, masturbando-se uma para a outra, ou então ele alternava entre as três bocetas disponíveis, nunca deixando nenhuma insatisfeita.

— A tradição tem que ser seguida
— dizia Antes, gozando no rosto de Marija, enquanto as filhas lambiam o sêmen derramado.

Quando chegava o outono e era preciso ir à escola secundária em Split, as meninas enfrentavam o choque. Fora da vila, tinham que vestir roupas, esconder os seios, fingir que não sabiam o que era um orgasmo. Mas em casa, nos fins de semana, voltavam ao paraíso de pele contra pele.
— Eu odeio essas calças — reclamava Lena, tirando os jeans assim que cruzava o limite da vila, ficando completamente nua antes mesmo de chegar à porta.
Fim

— Calma, minha filha — dizia Marija, recebendo-a com o "pepino" já na mão. — Em breve você estará em casa de novo.

E assim era a vida na vila de Marinovic. Uma família feliz, unida não apenas por laços de sangue, mas por fluidos compartilhados, por orgasmos dados e recebidos, pela tradição sagrada de amar sem limites. As filhas cresciam sabendo que seus corpos eram templos para serem adorados pela família, que seu prazer era dever e direito, que o amor mais puro era aquele que se demonstrava entre as pernas, na boca, no cu, em cada centímetro de pele exposta ao sol da Dalmácia.

Ana trouxe uma amiga da universidade para visitar a vila. A jovem, chocada no início, acabou sendo iniciada nos costumes, deitada na cama dos Kovac, enquanto Marija lhe mostrava as delícias do "pepino da manhã", e Ante lhe ensinava que o norte da Croácia tinha as bocetas mais deliciosas do mundo.

A tradição continuaria. As filhas de Marinovic sempre seriam treinadas para servir e amar. E o sol continuaria a brilhar sobre aquela vila onde ninguém usava roupa, e todos usavam uns aos outros para o prazer mais puro e selvagem que a natureza permitia.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


274314 - O rei e suas filhas no reino da putaria - Categoria: Incesto - Votos: 0
274312 - putaria de uma familia nas montanhas - Categoria: Incesto - Votos: 1
274311 - pai amoroso com a filha - Categoria: Incesto - Votos: 1
274310 - A Última dragão trepador da guerreira - Categoria: Fantasias - Votos: 1
273869 - O óculos que vê através da roupa, e ele usa na sua família - Categoria: Incesto - Votos: 5
273829 - Eu e minha amiga com meu pai - Categoria: Incesto - Votos: 5
273826 - Testando sybian enormes em bucetas das funcionarias numa fábrica - Categoria: Masturbação - Votos: 6
273825 - o pai vendo a filha e esposa usando micro bikini e depois a filha sendo fodida pelo entregador - Categoria: Incesto - Votos: 4
273824 - Visita de indias do xingu numa empresa da cidade. Elas estavam todas de micro tanga - Categoria: Masturbação - Votos: 5
273815 - patrao safado compra dildos para as funcionarias - Categoria: Masturbação - Votos: 2
273813 - Irmas na siririca numa casa só de mulheres - Categoria: Incesto - Votos: 4
273811 - Pai fabrica um fucking machine de madeira para a filha - Categoria: Incesto - Votos: 1
273592 - Tradicao numa cidade europeia de andar peladas e serem fudidas pelo prefeito tarado - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2
273571 - A loja que vende plantas exóticas com dildos - Categoria: Masturbação - Votos: 1
273570 - Pais leva a filha para a especialista sexual para ensinar ela a ser uma putinha - Categoria: Incesto - Votos: 2
273569 - Filha ensina a mae a usar micro calcinha e a gozar em publico - Categoria: Incesto - Votos: 3
273568 - Minha filha e eu numa festa a fantasia de urso na escola - Categoria: Incesto - Votos: 1
273335 - O presente do pai uma ball dildo, e a cabeceira da cama para masturbar - Categoria: Masturbação - Votos: 2
273333 - Uma Lição do pai para fazer a filha gozar - Categoria: Incesto - Votos: 3
273332 - Trabalho com fio dental na xoxota e dildo o dia todo - Categoria: Masturbação - Votos: 4
273331 - Fabrica de sofás eróticos com dildos do papai e a filha foi conhecer - Categoria: Masturbação - Votos: 2
273330 - Lindas funcionarias loiras fodem com atletas enormes no vestiário - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2
273329 - Pai e filha em apuros num hotel - Categoria: Incesto - Votos: 4
273328 - familia amantes de pepinos - Categoria: Incesto - Votos: 1
273226 - A mania de usar micro calcinha e dildo em publico - Categoria: Masturbação - Votos: 3
273225 - Bike dildo das amigas - Categoria: Masturbação - Votos: 3
273224 - As putarias de Adriana com seus dildos - Categoria: Incesto - Votos: 3
273223 - Papai descobriu meu brinquedinhos - Categoria: Incesto - Votos: 2
273149 - Minha família naturista e incestuosa - Categoria: Incesto - Votos: 6
273084 - Treinamento sexual das índias na aldeia - Categoria: Masturbação - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil doidapordildo
doidapordildo

Nome do conto:
putaria familiar na croacia

Codigo do conto:
274317

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
10/10/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0