No castelo de Vespera, o Rei Alaric governava com punho de ferro e desejo insaciável. As regras eram claras e cruéis: toda mulher que servisse no castelo — criadas, damas de companhia, cozinheiras, lavadeiras — deveria permanecer completamente nua o tempo todo. Nenhum fio de tecido cobria peitos, bundas ou a fenda entre as pernas. As portas das salas comuns ficavam abertas. Qualquer guarda, nobre ou servo podia olhar à vontade para as vulvas expostas, os lábios rosados, as fendas lisas e bem cuidadas que o rei exigia que fossem depiladas todos os dias.
A Rainha Isolde, morena de pele dourada e seios fartos, não escapava. Em vez de ficar nua como as demais, o rei a vestia com um minúsculo conjunto de renda e crochê branco, tão fino que mal existia. A calcinha era um fio de renda bordado que entrava fundo entre os lábios da sua xota, escondendo quase nada. O tecido se enfiava na fenda úmida, marcando o formato dos lábios externos e deixando o clitóris parcialmente visível sob a trama aberta. O sutiã era só dois triângulos minúsculos de crochê que mal cobriam os mamilos escuros. Isolde odiava. Cada passo fazia o fio de renda esfregar o clitóris e entrar mais fundo, deixando-a constantemente molhada e exposta aos olhares dos homens da corte. Quando se sentava no trono ao lado do rei, a coisa piorava: o assento da rainha tinha um dildo de trinta centímetros de comprimento, grosso, veioso, fixado no centro. Isolde era obrigada a se sentar nele até o fundo, a peça invadindo seu cu e sua xota ao mesmo tempo por causa de um segundo protuberância mais curta. Ela se mexia o mínimo possível, mas o peso do próprio corpo a empurrava contra o brinquedo. Lábios rosados e inchados ficavam abertos em volta da base, visíveis para quem passasse na frente do trono. Isolde mordia o lábio, o rosto quente de vergonha, enquanto sentia o dildo pulsar dentro dela a cada respiração.
As duas filhas do rei, as princesas Lyra e Seraphine, loiras de cabelos longos e corpos esguios, tinham ordens ainda mais cruéis. Em certos dias — e o rei decidia quando — elas deviam ficar completamente nuas também. Nesses dias, o castelo inteiro via suas xoxinhas lisas, os lábios finos e rosados, a fenda fechada que se abria um pouco quando caminhavam. Lyra tinha dezoito anos, seios pequenos e firmes, mamilos cor-de-rosa. Seraphine, um ano mais nova, tinha a bunda mais redonda e a xota um pouco mais carnuda. As duas odiavam a exposição. Sentiam o olhar dos homens escorrendo por entre as pernas, fixando nos lábios, imaginando o sabor. Mas a ordem do pai era absoluta: elas deviam manter o corpo em estado constante de tesão. Todas as manhãs, uma criada especial as massageava com óleo quente, dedos esfregando clitóris e entrando devagar nas xotas até elas gemerem e molharem as coxas. Depois disso, o rei exigia que elas andassem com a fenda úmida e o clitóris inchado o dia inteiro. Se alguém reportasse que estavam “secas”, o castigo era pior.
Naquela tarde, o rei estava no salão do trono. Isolde sentada no dildo de trinta centímetros, a renda enfiada fundo, lábios abertos e brilhando de lubrificação. Lyra e Seraphine, nuas, de pé ao lado do trono, coxas juntas tentando esconder o pouco que podiam. O rei as olhou e ordenou:
— Abram as pernas. Quero ver.
As duas loiras obedeceram, envergonhadas. As xotinhas lisas se abriram um pouco. Lábios internos rosados, clitóris inchados de tanto estimulo forçado. Seraphine sentiu uma gota escorrer pela coxa. Odiava isso. Odiava que todos vissem.
A porta se abriu. A jovem que trazia o vinho do rei entrou. Já estava nua, como todas. Peitos médios, mamilos escuros, a xota depilada e rosada, lábios fechados. Ela carregava a jarra com as mãos, o que fazia os seios se mexerem a cada passo. O rei a observou com um sorriso safado.
— Aproxime-se. Mais perto.
Ela obedeceu, parando na frente do trono. O rei estendeu a mão e abriu os lábios da xota dela com dois dedos, examinando a fenda úmida.
— Já está molhada. Bom.
Sem mais palavras, ele a puxou para o colo. A garota soltou um gemido baixo quando sentiu o pau duro do rei pressionar contra a barriga. Ele a virou de costas para si, abriu as pernas dela sobre as suas e enfiou de uma vez. A xota da criada engoliu o pau grosso até o fundo. Ela gemeu alto, as mãos apertando as coxas do rei. Alaric a fodeu ali mesmo, na frente de todos. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem. A fenda se abria e fechava em volta do pau, os lábios esticados, o clitóris sendo esmagado a cada movimento. Isolde, no trono ao lado, sentia o dildo se mexer dentro dela a cada solavanco do assento. As princesas assistiam, obrigadas a manter as pernas abertas. Lyra sentia a própria xota latejar. Seraphine mordia o lábio, envergonhada e molhada.
O rei gozou dentro da criada, segurando os quadris dela com força enquanto jatos quentes enchiam a xota. Depois a empurrou para o chão.
— Limpe. Com a língua.
A garota, ainda ofegante, se ajoelhou e começou a lamber o pau sujo do próprio gozo e dos fluidos dela. O rei olhou para as filhas.
— Vocês duas. Venham aqui.
Lyra e Seraphine se aproximaram, corações batendo forte. O pai as fez ajoelhar ao lado da criada. Ordenou que lambessem também. As línguas loiras tocaram o pau ainda semi-duro, saboreando o gosto salgado. Depois ele as fez se virarem de quatro no chão do salão, bundas para cima, xotinhas expostas. Isolde assistia do trono, o dildo ainda enterrado nela, a renda enfiada, lábios abertos e vermelhos de vergonha e tesão forçado.
O rei escolheu Seraphine primeiro. Enfiou o pau na xota apertada da filha sem aviso. Ela gritou, as mãos cerradas no tapete. Ele fodeu a filha com força, olhando para a outra enquanto fazia isso.
— Lyra, masturbe-se. Quero ver você gozar enquanto eu fodo sua irmã.
Lyra, de quatro ao lado, levou a mão à própria xota e esfregou o clitóris inchado, gemendo baixinho, o rosto queimando de humilhação. O salão inteiro assistia. Criadas nuas paravam o que faziam para olhar. Guardas observavam as princesas sendo usadas. Isolde se mexia no dildo, o corpo traindo-a com ondas de prazer indesejado.
Quando Seraphine gozou, apertando o pau do pai, Alaric a tirou e enfiou em Lyra. A outra loira gemeu alto, a xota lisinha se abrindo para o pau grosso. Ele a fodeu até ela gozar também, as coxas tremendo, fluidos escorrendo pela pele clara.
No fim, o rei se sentou de novo no trono, satisfeito. Ordenou que as três — a criada e as duas filhas — ficassem de quatro na frente dele, bundas abertas, xotas usadas e brilhando de gozo. Isolde continuava empalada no dildo de trinta centímetros, a renda enfiada, os lábios da xota visíveis e inchados, o rosto corado de vergonha e desejo forçado.
Assim era o reino de Vespera sob o Rei Alaric. Todas as mulheres nuas ou semi-nuas, vulvas expostas, lábios abertos para qualquer olhar. A rainha empalada e enfiada. As filhas em constante tesão, usadas quando o pai desejava. E ninguém ousava desobedecer.
No grande salão de banquetes do castelo de Vespera, o dia da apresentação dos candidatos a noivo da Princesa Lyra havia chegado. O Rei Alaric ordenara que a festa fosse pública, aberta a todos os nobres, guardas e até às criadas nuas que serviam. O trono real ficava no fundo, a Rainha Isolde já empalada no dildo de trinta centímetros, a renda branca enfiada fundo entre os lábios da sua xota, o rosto corado de vergonha constante. As damas de companhia, todas nuas, circulavam com bandejas de vinho e óleo.
Lyra, a mais velha, tinha dezoito anos completos. Naquele dia o pai a vestira com um maiô de tiras pretas tão minúsculo que quase não existia. Duas tiras finíssimas subiam dos quadris e se cruzavam nos seios pequenos e firmes, mal cobrindo os mamilos rosados. A parte de baixo era um G-string de renda transparente que entrava fundo na fenda, separando os lábios externos e deixando o grelo completamente exposto. A xota dela estava vermelha e inchada de tanto estimulo forçado das manhãs anteriores. Os lábios internos, um pouco mais escuros, se abriam a cada passo, revelando a entrada úmida. Todos viam. Todos comentavam baixo. Lyra odiava. Odiava a forma como os olhos dos homens se fixavam entre suas pernas, odiava o ar frio tocando o clitóris descoberto, odiava ter que manter as coxas ligeiramente abertas por ordem do pai.
Os candidatos começaram a entrar. Italianos de cabelos escuros e sorrisos safados, angolanos de pele escura e corpos musculosos, americanos altos e largos de ombros, e outros de terras distantes. Cada um, ao chegar ao centro do salão, era obrigado a abrir as calças e mostrar o pau. A regra era clara: menos de trinta e cinco centímetros e nem entrava. Os guardas mediam com uma fita oficial diante de todos.
O primeiro italiano tirou um pau de trinta e oito centímetros, grosso e veioso. A plateia murmurou. Ele se aproximou de Lyra, que estava de pé no centro, pernas abertas o suficiente para a xota vermelha ficar à mostra. O homem passou a mão pelos lábios dela, abrindo-os, e comentou alto:
— Já está molhadinha. Bom.
Duas damas nuas se ajoelharam imediatamente ao lado da princesa. Uma chupou o grelo exposto com língua lenta e úmida, a outra lambia os lábios externos, mantendo a xota de Lyra sempre brilhante e aberta. Lyra tremia, o rosto queimando, tentando não gemer. Não estava interessada. Queria fugir. Mas as ordens do rei eram absolutas.
O italiano se posicionou atrás dela. Segurou os quadris finos e enfiou de uma vez. O pau de trinta e oito centímetros abriu a xota apertada da princesa até o fundo. Lyra soltou um grito abafado, as mãos apertando os ombros de uma das damas que continuava chupando o clitóris enquanto era fodida. O italiano a fodeu com estocadas profundas, o saco batendo na bunda dela, a fenda se esticando em volta do pau grosso. Todos assistiam. As criadas nuas paravam para olhar a xota da princesa engolindo aquele pau. Isolde, no trono, se mexia no dildo, a renda enfiada, os lábios abertos.
Depois veio um americano de quarenta e cinco centímetros. Quando tirou a peça, o salão inteiro silenciou por um segundo. O pau era longo, grosso na base e mais fino na ponta, com veias saltadas. Lyra olhou e sentiu o estômago revirar. As damas logo aplicaram mais saliva e um pouco de óleo na xota já vermelha e usada. O americano a deitou de costas numa mesa baixa no centro do salão, abriu as pernas dela ao máximo e enfiou. Lyra gritou de verdade dessa vez. O pau de quarenta e cinco centímetros empurrava fundo, distendendo as paredes internas, o grelo sendo esmagado contra a base a cada estocada. As damas continuavam lambendo em volta, uma chupando o clitóris inchado, outra passando a língua na junção onde o pau entrava e saía. Lyra gozou contra a vontade, o corpo traindo-a, a xota se contraindo em volta daquela barra enorme enquanto fluidos escorriam pela bunda.
O rei sorriu do trono.
— Agora o anal. Todos os candidatos devem provar os dois buracos.
Uma dama trouxe um pote de gel espesso e transparente. Passou os dedos entre as nádegas de Lyra, abrindo o cu apertado e esfregando o gel frio lá dentro. Lyra choramingava de vergonha, o rosto escondido no braço. O americano tirou o pau da xota e posicionou a cabeça no cu dela. Empurrou devagar. O anel se abriu com dificuldade, engolindo centímetro por centímetro. Quando ele chegou na metade, Lyra gritou de novo, as unhas cravadas na madeira da mesa. Ele fodeu o cu da princesa na frente de todos, o pau de quarenta e cinco centímetros entrando e saindo, o gel fazendo barulho molhado. As damas chupavam a xota vazia dela ao mesmo tempo, mantendo-a molhada e latejando.
O último a se apresentar foi o angolano. Alto, ombros largos, pele escura brilhando sob as tochas. Quando abriu as calças, o pau que saiu fez várias damas recuarem um passo. Cinquenta e cinco centímetros. Grosso como o pulso de um homem, com a cabeça larga e o corpo coberto de veias. O rei riu alto.
— Esse quase rasga. Perfeito.
Lyra olhou e sentiu pânico real. As damas passaram mais gel na xota e no cu dela, abrindo os dois buracos com dedos lubrificados. O angolano a colocou de quatro no meio do salão. Primeiro enfiou na xota. A entrada se esticou de forma obscena, os lábios vermelhos se abrindo ao máximo para acomodar aquela grossura. Lyra gritou, o corpo inteiro tremendo. Ele empurrou até o fundo, o pau de cinquenta e cinco centímetros fazendo um volume visível na barriga dela. Fodeu com força, cada estocada fazendo a princesa se arrastar para frente. As damas se revezavam chupando o grelo exposto e lambendo os lábios esticados em volta do pau.
Depois ele tirou e foi para o cu. Aplicaram mais gel. O angolano posicionou a cabeça larga no anel apertado e empurrou. Lyra uivou. O cu se abriu aos poucos, engolindo a cabeça, depois mais, e mais. Quando ele chegou na metade, ela estava chorando de dor e vergonha misturadas. Ele fodeu o cu dela com estocadas profundas e lentas, o pau quase inteiro entrando. A plateia assistia em silêncio, alguns homens já com as mãos nos próprios paus. As damas chupavam a xota da princesa sem parar, dedos entrando na fenda molhada, língua no grelo, mantendo-a sempre molhadinha e aberta.
Quando o angolano gozou, encheu o cu dela com jatos quentes e grossos. Tirou o pau e o sêmen escorreu logo, misturado com gel, descendo pela xota vermelha e usada. Lyra caiu de lado, pernas abertas, os dois buracos distendidos e brilhando, o G-string de tiras agora só um fio sujo empurrado de lado. O grelo ainda latejava, exposto, inchado.
O rei se levantou do trono, satisfeito.
— Ela aguenta. Qualquer um acima de trinta e cinco pode continuar.
As damas logo se ajoelharam de novo, lambendo a xota e o cu da princesa, limpando o excesso de gozo e gel, chupando até ela gemer de novo, obrigada a ficar molhada para o próximo. Isolde, no trono, se mexia no dildo de trinta centímetros, a renda enfiada, os lábios da própria xota abertos e úmidos de tanto ver.
Assim era a festa no reino de Vespera. Homens de todos os cantos mostrando dotes enormes. A princesa nuinha, o grelo exposto, a xota vermelha sendo aberta e fodida na frente de todos. Anal forçado, gel escorrendo, damas chupando sem parar. E o rei assistindo tudo com sorriso safado, enquanto a rainha continuava empalada e as outras mulheres do castelo circulavam nuas, vulvas à mostra, servindo a putaria sem fim.