No reino de Valthoria, onde montanhas flutuantes pairavam sobre mares de nuvens cor-de-rosa, vivia Lysandra, uma arqueira de vinte e quatro anos com cabelos prateados e olhos cor de âmbar. Ela residia numa casa de torre na periferia da vila de Aerthos, construída sobre raízes de árvores gigantes que perfuravam as nuvens, dividindo o espaço apenas com sua mãe, Seraphine, uma curandeira que passava dias em sua torre de ervas.
A vila de Aerthos era famosa por seus artesãos que trabalhavam com cristais mágicos, e Lysandra tinha acesso a objetos que mulheres de reinos distantes jamais sonhariam. Em seu quarto no alto da torre, escondida em baús trancados com runas, estava sua coleção particular: dildos esculpidos em cristal de mana, cada um mais exagerado que o anterior.
Havia o "Pilar do Amanhecer" — trinta centímetros de quartzo rosa, com nervuras que pulsavam com luz interna quando aquecido pelo toque. Lysandra começava suas manhãs com ele, deitada em sua cama de penas de grifo, abrindo as pernas para a luz dourada que entrava pelas janelas circulares. Ela introduzia a ponta na entrada úmida, gemendo baixinho para não acordar a mãe, e trabalhava-o em círculos, sentindo as veias mágicas vibrarem contra seu clitóris.
— sussurrava ela, empurrando mais, sentindo o estiramento delicioso de seus lábios internos rosados.
O quartzo deslizava fundo, vinte centímetros desaparecendo em sua boceta encharcada, enquanto ela massageava os seios com a mão livre, puxando os mamilos dourados até ficarem duros como pedras preciosas. Quando gozava, o cristal absorvia sua energia, brilhando mais intensamente, e ela o sentia pulsar em resposta, como se a pedra vivesse.
Mas seu favorito era o "Colosso de Obsidiana". Cinquenta centímetros de pedra vulcânica negra, lisa como seda, mas com a circunferência de um punho fechado. Lysandra só o usava em ocasiões especiais, quando a mãe saía para coletar ingredientes nas florestas flutuantes. Ela preparava-se com óleo de dragão (ironicamente), deitando-se sobre um tapete de pele de lobo das sombras, e tentava engolir aquela monstruosidade.
A primeira vez, conseguira apenas quinze centímetros. Agora, após meses de treino, ela conseguia trinta, sentindo-se rasgada e preenchida de formas que faziam seus olhos revirarem de prazer. A obsidiana aquecia conforme entrava, adaptando-se à temperatura de seu corpo, e as runas gravadas em sua superfície brilhavam, amplificando cada sensação.
— Mais fundo — rogava ela sozinha, suando, as coxas tremendo enquanto empurrava mais da pedra negra.
Fora de casa, nas florestas de cristais onde árvores transparentes refletiam arco-íris, Lysandra também encontrava prazer. Os druidas locais criavam plantas que serviam como brinquedos naturais. Havia a "Língua da Deusa", uma videira carnuda que crescia em espiral, com vinte centímetros de comprimento e textura de veias pulsantes. Lysandra a encontrava perto de cachoeiras mágicas, sentava-se nas pedras cobertas de musgo luminoso, e introduzia a planta viva em sua vagina molhada.
A videira respondia ao seu calor, movendo-se lentamente, girando dentro dela, massageando pontos que ela nem sabia que existiam. Ela gozava gritando, sem medo, pois as florestas de Valthoria absorviam os sons em cânticos de pássaros de fogo.
Havia também os "Dedos do Titã", cogumelos gigantes que cresciam em cavernas térmicas. Lysandra colhia os maiores, com cabeças do tamanho de maçãs e hastes grossas. Ela os usava em conjunto — um na vagina, outro no ânus, sentindo a pressão dupla esticá-la, fazendo-a sentir-se pequena e cheia simultaneamente.
Sua mãe, Seraphine, sabia. Às vezes, Lysandra encontrava objetos novos em sua cama — um dildo de madeira-viva que crescia conforme usado, ou um artefato élfico que vibrava com magia de vento. A mãe nunca falava diretamente, mas deixava poções de lubrificação permanentemente na prateleira do banheiro, e às vezes, Lysandra ouvia gemidos vindos da torre de ervas, imaginando que Seraphine também tinha seus próprios colossos de cristal.
Mas nada preparou Lysandra para o dia em que o céu escureceu.
Ela estava na floresta, nua como era costume entre as árvores sentientes, tentando introduzir uma nova descoberta — o "Corno do Unicórnio Negro", um objeto de trinta e cinco centímetros, espiralado, com pontos de prazer ao longo de toda a haste. Estava de quatro sobre uma pedra plana, empurrando o objeto para dentro, gemendo, quando uma sombra cobriu o sol.
O bater de asas era como trovão. Lysandra ergueu os olhos, vendo algo que nenhum humano deveria ver de perto. Obsidian, o último dragão da linhagem das Sombras Lunares, pousava na clareira. Seu corpo era do tamanho de uma casa, escamas negras como a pele da noite, olhos dourados que brilhavam com inteligência antiga.
E entre suas pernas traseiras, pendia um membro que fazia seus brinquedos de cristal parecerem palitos.
Lysandra não fugiu. Ela congelou, ainda com o chifre do unicórnio metade para fora de sua vagina, sentindo o cheiro do dragão — enxofre, magia, testosterona pura concentrada. O animal a farejou, seus olhos fixando-se na fonte de feromônios femininos que impregnava o ar.
— Pequena humana — a voz ressoou em sua mente, telepatia antiga. — Você brinca com sombras, mas conhece a verdadeira escuridão?
Lysandra não respondeu. Seu corpo respondeu por ela. Ela se virou, ainda de quatro, retirando o brinquedo de cristal, oferecendo-se. Sua boceta estava vermelha, inchada, escorrendo de excitação. Ela sabia que era impossível. Que aquilo a mataria. Mas queria. Deusas dos céus, como queria.
O dragão aproximou-se, o membro deslizando no chão de musgo, deixando um rastro de líquido translúcido que fazia as plantas brotarem instantaneamente. Quando a ponta tocou as costas de Lysandra, ela gritou — não de medo, mas de reconhecimento. A glande era do tamanho de sua cabeça, roxa e brilhante, com espinhos retráteis que ela sabia, instintivamente, que se abririam dentro dela.
— Por favor — ela gemeu, falando em linguagem antiga que jamais aprendera. — Me fenda. Me quebre. Me faça sua.
Obsidian rosnou, um som de aprovação. Ele empurrou.
O primeiro centímetro entrou, e Lysandra viu estrelas. Não metáforas — ela realmente viu constelações dançando em sua visão. Sua vagina, treinada pelos maiores brinquedos de cristal de Valthoria, esticou-se, rasgou-se levemente, sangrando gotas rubras que o dragão lambeu com sua língua bifurcada do tamanho de seu braço.
— Mais — ela gritou, as unhas cavando a pedra. — Tudo. Eu aguento. Eu fui feita para isso.
O dragão empurrou mais vinte centímetros. A barriga de Lysandra se distendeu visivelmente, mostrando o contorno daquela pica impossível. Ela chorava, ria, se masturbava com os dedos em seu clitóris inchado. Quando Obsidian recuou e empurrou novamente, cinquenta centímetros desapareceram dentro dela, e ela sentiu a ponta tocando algo profundo, seu coração, sua alma.
— Você é minha — projetou o dragão, estabelecendo um ritmo.
Cada estocada fazia Lysandra deslizar na pedra, seus seios balançando, bicos arranhando o musgo. O dragão segurava sua cintura com garras cuidadosas, não cortando, apenas guiando, usando-a como uma boneca de carne.
Seu membro era quente, quente como magma, e Lysandra sentia cada veia, cada escama minúscula na superfície, cada pulsação de seu coração bestial.
Quando ela gozou, foi diferente de tudo. Um orgasmo contínuo, uma onda que não parava, fazendo-a contrair violentamente ao redor da invasão, massageando o dragão involuntariamente. Obsidian rosnou, aprovando, e acelerou, transformando-se em uma máquina de prazer, suas asas batendo criando furacões que derrubavam árvores de cristal.
— Vou encher você — prometeu ele. — Marcá-la. Minha pequena humana insaciável.
O gozo do dragão durou minutos. Litros de sêmen quente, brilhante como estrelas, inundaram Lysandra, saindo por seus lábios, escorrendo pelas coxas, formando uma poça que fazia flores negras brotarem instantaneamente. Quando ele finalmente recuou, saindo com um som de vácuo, Lysandra desabou, sua vagina aberta em um "O" perfeito, bêbada de porra de dragão.
Obsidian lambeu seu rosto, carinhoso.
— Você voltará para minha caverna — ordenou. — Será minha companheira. Sua mãe também é bem-vinda. Dragões precisam de cuidado... e vocês precisam ser preenchidas.
Lysandra sorriu, sem forças, tocando a barriga ainda distendida.
— Sim — ela sussurrou. — Sim, meu lorde das sombras.
Naquela noite, quando Seraphine encontrou a filha sendo carregada pelas garras do dragão até a torre, não gritou. Ela apenas sorriu, pegou sua própria coleção de brinquedos de cristal, e seguiu voo, pronta para conhecer seu novo... lar.