O verão chegara de forma avassaladora aquela ano, com temperaturas que beiravam os quarenta graus desde as primeiras horas da manhã.
Na casa dos Ferreira, a nudez não era apenas uma escolha — era um estilo de vida. Carlos, o pai, adotara o nudismo anos atrás, e sua esposa e filha seguiam o mesmo princípio.
Porém, Carlos enfrentava um problema particular: aos cinquenta anos, mantinha uma vigorosidade sexual que exigia auxílio químico, e os comprimidos azuis tornaram-se parte de sua rotina diária.
O viagra transformara-se em uma necessidade quase constante. Carlos estava sempre nu em casa, seu corpo ainda atlético exibindo-se sem pudor, e seu pênis... seu pênis parecia ter vida própria.
Ereto na maior parte do tempo, ele balançava pesadamente entre suas pernas, uma massa de carne escura e grossa que media pouco mais de 20 centímetros quando em repouso, mas que, excitado, alcançava trinta e cinco centímetros de puro volume, com uma circunferência que exigiria as duas mãos de uma mulher para segurá-lo completamente.
Naquela tarde específica, o calor era insuportável. Carlos caminhava pelo corredor de madeira, completamente despido, seu membro erecto apontando para cima em um ângulo de quarenta e cinco graus, a glande exposta e brilhante, vênulas saltadas ao longo do corpo grosso e vascularizado.
Ele fora procurar sua filha, Júlia, uma jovem de 20 anos que estudava para os vestibulares.
Júlia estava em seu quarto, deitada de bunda pra cima e linda como sempre na cama, e um livro de física aberto sobre o rosto enquanto ela lia.
Ela também estava nua, como sempre fazia em casa
— seu corpo jovem e esguio exposto ao ventilador de teto que girava preguiçosamente.
Seus seios pequenos eram firmes, com mamilos cor-de-rosa que endureciam ocasionalmente com a brisa, e entre suas pernas, sua intimidade estava visível, os lábios externos suaves e uma fina camada de pelos escuros cobrindo o monte.
Carlos parou na porta, prestes a chamar pela filha, quando seu pé direito encontrou um obstáculo inesperado
— um sapato de salto que Júlia deixara no meio do caminho na manhã anterior. O tempo pareceu desacelerar. O pé de Carlos escorregou, seu corpo pesado perdendo o equilíbrio, e caindo no ar tentando agarrar algo, qualquer coisa.
Ele tropeçou para frente, direção da cama, seu corpo inclinando-se em uma queda descontrolada.
— oopa !
— exclamou Carlos, tentando se recuperar.
Mas era tarde demais. Sua queda o projetou exatamente em direção à filha, e no momento em que ele tentou apoiar as mãos na cama para amortecer o impacto, seu pênis — erecto, duro como pedra, apontando rigidamente para frente
— alinhou-se perfeitamente com a entrada vaginal de Júlia. A gravidade fez o resto.
A cabeça bulbosa e enorme do pênis de Carlos forçou-se contra os lábios de Júlia, e antes que qualquer um dos dois pudesse reagir, o peso do pai fez com que ele entrasse.
— Pai!
— gritou Júlia, seus olhos arregalando-se por cima do livro, e ele caiu nas sua costa e o pinto socou todo nela
A expressão dela era de puro susto, boca aberta em um "O" perfeito, olhos verdes amplos como pratos.
Ela sentiu a invasão imediata
— aquela coisa gigantesca abrindo-a, esticando-a, preenchendo-a de formas que seu jovem corpo nunca experimentara.
O calor, a grossura, a pressão insistente.
Carlos, por sua vez, congelou no lugar, seu rosto contorcido em uma máscara de choque e prazer involuntário. Ele estava parcialmente apoiado sobre os cotovelos, seu peito ofegante a centímetros do de sua filha, e seu pênis... seu pênis estava enterrado na vagina dela, profundamente, completamente, até a base onde os pelos pubianos dele encontravam os dela.
— Júlia... aii... eu…
— gaguejou Carlos, tentando processar a situação.
— Pai, tira... tira fora…
— ofegou Júlia, mas sua voz não tinha convicção. Havia algo em seus olhos, uma curiosidade misturada com o pânico.
Carlos tentou se levantar, mas seu pé escorregou novamente no chão de madeira, fazendo-o perder o equilíbrio e empurrar-se ainda mais fundo na filha.
Júlia soltou um gemido agudo, suas costas arqueando-se da cama.
— Não... não se move
— pediu Carlos, sua voz rouca.
— Se eu me mover agora... eu não sei se consigo controlar...
Ele estava tremendo, o suor escorrendo de sua testa, pingando sobre o rosto da filha. A situação era absurda — ali estava ele, nu, de pau duro, atolado na própria filha, e o pior de tudo: ele estava excitado.
O aperto quente e úmido de Júlia ao redor de seu pênis era insuportavelmente prazeroso, e seu corpo traía-o, querendo mais, querendo bombar.
Júlia estava sem jeito, extremamente sem jeito. Ela podia sentir cada veia do pai pulsando dentro dela, cada centímetro daquela imensidão que a rasgava suavemente. Ela tentou não se mover, mas o desconforto, a novidade da sensação, fez com que seus quadris se contorcessem involuntariamente, ajustando-se à invasão.
— Filha, por favor... para de mexer
— suplicou Carlos, seus olhos fechados de tensão. — Você está... está muito apertada... se você mexer eu vou...
Mas Júlia não conseguia ficar parada. Era muito grande, muito intenso, e seu corpo jovem reagia de formas que ela não controlava. Ela moveu os quadris novamente, desta vez para o lado, tentando aliviar a pressão, mas isso apenas fez Carlos deslizar para dentro e para fora alguns centímetros.
O gemido que escapou da garganta de Carlos foi animal, profundo, involuntário.
— Pai…
— sussurrou Júlia, olhando para ele com uma expressão que misturava susto e algo mais escuro, mais antigo.
— Está... está entrando mais fundo...
E estava. Cada movimento involuntário de Júlia fazia Carlos perder o controle gradualmente.
Ele tentava manter a compostura, tentava pensar em algo, qualquer coisa, para não transformar aquele acidente em algo mais profano, mas seu pênis tinha vontade própria, e a carne quente da filha era um paraíso úmido que exigia ser explorado.
— Eu não consigo…
— murmurou Carlos, seus quadris começando a se mover em pequenos impulsos, quase imperceptíveis. — Júlia, me perdoe...
Ele começou a socar de leve, movimentos curtos e hesitantes, como se seu corpo estivesse testando os limites da moralidade. Mas cada impulso o levava mais fundo, e cada retirada fazia Júlia gemer em uma cadência que não era de dor.
— Ah... pai... isso é... — Júlia não conseguia completar a frase. Seus olhos estavam vidrados, sua boca entreaberta, respiração ofegante.
A carinha dela era uma obra de arte de confusão e êxtase. As bochechas coradas, o lábio inferior mordido entre os dentes, o olhar perdido de susto e seu próprio pai a penetrava lentamente.
Carlos observava aquela expressão, e algo nele quebrava — a barreira do pai desaparecia, substituída pelo homem faminto que precisava daquela sensação.
— Você está tão molhada, filha
— observou Carlos, surpreso, sua voz rouca de desejo. — Tão molhada para o papai...
— É... é você... é tão grande…
— gemeu Júlia, seus quadris agora se movendo em sincronia com os do pai, encontrando seu ritmo. — Pai, não para... por favor, não para...
Carlos perdeu totalmente o controle. O que começara como um acidente transformara-se em algo voluntário, necessário. Ele começou a bombear com mais força, seus impulsos longos e profundos, fazendo a cama ranger. O som úmido de suas peles se encontrando enchia o quarto, misturado aos gemidos de Júlia.
— Toma, filha... toma o pau do papai — grunhiu Carlos, perdido no prazer. — Toma essa pica grossa toda...
— Sim, pai... sim! — gritou Júlia, suas pernas envolvendo involuntariamente a cintura do pai, puxando-o mais fundo. — Mais forte... me fode mais forte!
A cama batia contra a parede, o ritmo aumentando, Carlos e Júlia perdidos em um redemoinho de prazer proibido. O pênis enorme do pai desaparecia completamente dentro da filha a cada impulso, só para reaparecer brilhante de umidade, e então afundar novamente.
— Vou gozar, filha... vou encher sua xoxotinha — avisou Carlos, seus movimentos tornando-se desesperados, descontrolados.
— Goza, pai! Goza dentro! — implorou Júlia, sentindo sua própria onda se aproximar. — Me enche de porra!
Com um rugido gutural, Carlos empurrou fundo, seu corpo se curvando sobre o da filha, e soltou jorro após jorro de sêmen quente e denso dentro de Júlia. A sensação da ejaculação paterna fez a jovem explodir em seu próprio orgasmo, sua vagina contraída em espasmos violentos ao redor do pênis que ainda pulsava dentro dela.
Eles ficaram assim, ofegantes, suados, conectados pelo prazer e pelo tabu, enquanto o ventilador de teto continuava a girar, indiferente à cena de depravação que acabara de testemunhar.
HISTÓRIA 2: A Ajuda na Cozinha
A cozinha da casa dos Ferreira era espaçosa, com bancadas de mármore branco e armários de madeira clara que contrastavam com o calor escaldante do dia lá fora. O termômetro na parede marcava trinta e oito graus, e o ar-condicionado quebrado há dias não ajudava em nada. Como sempre, a família optara pela nudez completa — era a forma mais lógica de lidar com o calor insuportável.
Carlos estava particularmente afetado pelas altas temperaturas. Seu uso constante de viagra para manter sua libido em check — ou talvez alimentá-la
— fazia com que seu corpo operasse em um estado de excitação semi-permanente. Seu pênis, uma ferramenta impressionante que flertava com os trinta e cinco centímetros quando completamente erecto, estava hoje em seu auge.
Grosso como o punho de um homem adulto, com veias grossas serpenteando ao longo do eixo escuro, ele apontava rigidamente para cima, quase tocando seu abdômen, a cabeça glandular do tamanho de uma pequena maçã, escura e brilhante.
Ele caminhava pela cozinha, tentando ignorar a ereção dolorosa, quando viu sua filha Júlia tentando alcançar algo. A jovem estava na frente da despensa, completamente nua como o resto da família, seu corpo jovem e flexível esticando-se para pegar um ingrediente na prateleira mais baixa, quase no nível do chão.
— Pai, você pode me ajudar? — chamou Júlia, olhando por cima do ombro. — Preciso pegar o açúcar, mas está lá embaixo e eu não consigo alcançar sem me abaixar muito.
Carlos aproximou-se, seu pênis balançando pesadamente com cada passo. — Claro, filha. Deixa eu ver.
Júlia se abaixou, apoiando as mãos nos joelhos, curvando-se para frente para alcançar o pacote de açúcar que estava empurrado para o fundo da prateleira baixa. Sua posição fez com que suas nádegas se separassem levemente, revelando sua intimidade
— os lábios vulvares rosados, brilhantes com uma umidade natural que o calor e a nudez constante pareciam exacerbar.
Carlos posicionou-se atrás dela, tentando alcançar por cima, mas a prateleira estava realmente muito baixa. Ele precisava se inclinar, posicionar seu corpo mais próximo ao da filha. Foi quando aconteceu.
Ao se abaixar para ajudar, Carlos perdeu o equilíbrio momentaneamente. Seu pé direito escorregou no piso de cerâmica liso, e seu corpo pesado inclinou-se para frente. Seu pênis, erecto e apontando para cima, alinhou-se perfeitamente com a entrada vaginal de Júlia, e quando ele tentou se recuperar do desequilíbrio, seu peso fez o resto.
A cabeça enorme e arredondada de seu pênis pressionou contra os lábios de Júlia, e antes que Carlos pudesse parar, a gravidade e o impulso de recuperação fizeram com que ele entrasse.
— Ahh! — gritou Júlia, seu corpo se enrijecendo instantaneamente.
Ela sentiu a invasão imediata — aquela coisa monstruosa forçando-se em seu canal, abrindo-a, dilatando-a em uma velocidade que não dava tempo para seu corpo se ajustar. Era muito grosso, muito grande, muito intenso.
— Pai! Pai, está entrando! — exclamou Júlia, suas mãos agarrando a borda da prateleira, os nós dos dedos brancos de tensão.
Carlos congelou, seu rosto contorcido em uma expressão de choque absoluto. Ele estava parcialmente curvado sobre a filha, uma mão ainda tentando alcançar o açúcar, a outra agarrando o ombro de Júlia para se equilibrar, e seu pênis... seu pênis estava desaparecendo lentamente dentro da vagina da filha, centímetro por centímetro, a carne cedendo, se moldando ao redor da invasão.
— não consigo... Júlia... eu…
— Carlos estava sem palavras, sem fôlego.
Ele tentou se afastar, mas seu pé continuava escorregando, e cada tentativa de recuo apenas o fazia perder mais o equilíbrio, empurrando-o mais fundo na filha. Júlia gemia a cada micro-movimento, sentindo-se sendo preenchida como nunca antes, aquela grossura impossível esticando suas paredes internas.
— Não... não mexe, pai
— pediu Júlia, sua voz trêmula, ofegante. — Está... está muito fundo... se você mexer...
Ela não terminou a frase. Carlos estava atolado até a base, seus pelos pubianos encostando nos lábios externos de Júlia, seu saco pesado pendendo contra suas coxas. Ele podia sentir o calor interno da filha, o aperto quase doloroso de seus músculos vaginais tentando se ajustar àquela circunferência inédita.
— Eu não consigo sair... — murmurou Carlos, tentando se levantar sem sucesso. — Se eu me mover, vou... vou te machucar...
Eles ficaram naquela posição impossível, pai e filha conectados na cozinha, ambos nus, ambos ofegantes. A carinha de Júlia era de puro susto — olhos arregalados, boca entreaberta, bochechas coradas de vergonha e excitação confusas.
Ela olhava por cima do ombro para o pai, tentando processar a sensação de estar completamente cheia, completamente possuída por aquela massa de carne paterna.
— Pai... está... está enorme dentro de mim — sussurrou ela, sua voz falhando. — Sinto cada... cada veia...
Carlos gemeu baixinho, involuntariamente. O aperto da filha era insuportavelmente bom, e seu corpo traía-o, querendo bombar, querendo explorar aquela carne quente e úmida. — Júlia... me perdoe... eu não queria...
Foi quando a mãe entrou na cozinha.
Helena parou na entrada, seus olhos arregalando-se ao ver a cena. Seu marido curvado sobre a filha, ambos nus, e a posição óbvia de penetração
— ela podia ver a base do pênis grosso de Carlos desaparecendo entre as nádegas de Júlia, o saco dele pendendo visivelmente contra as coxas da jovem.
— Carlos? Júlia? — exclamou Helena, deixando cair a bolsa que carregava.
— Mãe! — gritou Júlia, a vergonha misturando-se com o pânico. — A gente... a gente tropeçou!
Helena aproximou-se, seus olhos avaliando a situação. Ela notou a tensão nos corpos de ambos, a forma como Carlos estava paralisado, tentando não se mover, e a forma como Júlia estava imóvel, recebendo aquela invasão.
— Calma... calma, os dois — disse Helena, sua voz surpreendentemente serena. — Carlos, não tenta sair de repente. Você está muito... — ela olhou para onde eles estavam unidos — ...atolado. Até o saco, amor.
Carlos gemeu, a observação da esposa apenas aumentando sua excitação. Ele estava realmente completamente enterrado, cada centímetro dos trinta e cinco de seu pênis envolvido pelo calor apertado da filha.
— Helena... eu não sei o que fazer... — confessou Carlos, o suor escorrendo de seu rosto. — Estou... estou preso nela...
Júlia moveu-se levemente, ajustando o peso dos joelhos no chão de cerâmica, e o movimento fez Carlos deslizar alguns centímetros para fora, para dentro novamente. Ambos gemeram em uníssono.
— Não se mexe, filha! — advertiu Carlos, seus dedos cravando no ombro de Júlia. — Se você se mexer, eu vou... vou perder o controle...
Mas Júlia não conseguia ficar parada. A posição, a sensação, a presença da mãe observando — tudo criava uma excitação confusa e intensa. Ela moveu os quadris novamente, desta vez de propósito, em círculos lentos, sentindo o pai dentro dela, sentindo cada textura, cada veia pulsante.
— Ah, to quase gozando…
— gemeu Carlos, seus olhos fechando-se de prazer. — Júlia, para... por favor...
— Não consigo, pai... — sussurrou Júlia, olhando para ele com aqueles olhos de susto que gradualmente se transformavam em algo mais obsceno. — Está... está bom demais...
Ela começou a mover-se ritmicamente, pequenos empurrões para trás, encontrando o pênis do pai, recebendo-o mais fundo a cada vez.
Carlos tentou resistir, tentou manter a compostura, mas seu corpo tinha vontade própria. Seus quadris começaram a responder, movimentos curtos e profundos que encontravam o ritmo da filha.
— Carlos... — chamou Helena, observando fascinada. — Vocês estão...
— Ele está me fodendo, mãe — sussurrou Júlia, a frase saindo de seus lábios em um tom de reverência. — O pau do papai está me fodendo...
Carlos perdeu completamente o controle. O que era para ser um acidente, uma situação embaraçosa, transformou-se em algo voluntário e urgente. Ele começou a bombear com força, seus impulsos longos e profundos, fazendo Júlia gemer alto na cozinha.
— Toma, filha... toma essa pica toda — grunhiu ele, perdido no prazer. — Toma essa pica grossa do papai...
— Sim, papai... fode sua filha... fode essa xoxota apertada! — gritou Júlia, perdida no êxtase.
Helena observava, uma mão deslizando entre suas próprias pernas, massageando-se enquanto assistia ao marido e à filha. A cena era proibida, absurda, e incrivelmente excitante.
— Goza, Carlos... goza na sua filha — incentivou Helena, sua voz rouca. — Enche ela de porra enquanto eu assisto.
Com um rugido final, Carlos empurrou fundo, seu corpo convulsionando, e jorrou seu sêmen quente e denso dentro de Júlia, enchendo-a completamente. A sensação da ejaculação fez a jovem explodir em orgasmo, sua vagina pulsando ao redor do pênis que ainda lançava jatos de fluido paterno.
Eles colapsaram juntos no chão da cozinha, ofegantes, conectados, enquanto Helena sorria acima deles, já planejando como participar da próxima vez.
HISTÓRIA 3: A Queda no Aniversário
A festa de aniversário de Helena fora um sucesso. Amigos próximos, familiares, risadas e música preencheram a sala de estar durante a tarde, mas agora, no início da noite, os convidados já haviam ido embora, deixando apenas a família nuclear
— Carlos, Helena e Júlia — para aproveitar o restante da noite.
Como era tradição na casa dos Ferreira, e especialmente em dias quentes como aquele, todos estavam nus. Carlos, particularmente alegre por causa do aniversário da esposa e talvez por ter tomado sua dose diária de viagra, estava sentado no sofá de couro preto, uma taça de vinho na mão, o sorriso largo no rosto.
Seu pênis, aquela ferramenta impressionante que desafiava as estatísticas médicas com seus trinta e cinco centímetros de comprimento e uma grossura que exigia duas mãos para ser segurada, estava erecto e apontando para cima, descansando contra seu abdômen, a cabeça glandular escura e brilhante quase tocando seu umbigo.
Júlia estava na sala também, sua alegria juvenil contagiante enquanto ela dançava com a mãe, ambas rindo e girando ao som da música que ainda tocava baixinho no sistema de som.
A jovem, aos 20 anos, possuía uma doçura natural que contrastava com a nudez ousada — seus movimentos eram graciosos, seus seios pequenos balançando suavemente, e entre suas pernas, sua intimidade estava visivelmente úmida, uma condição que seu corpo jovem parecia manter constantemente, especialmente quando excitada pela música e pela atmosfera festiva.
— Vamos dançar mais uma, mãe! — exclamou Júlia, pegando a mão de Helena.
As duas começaram a girar novamente, movimentos descontrolados e felizes. Júlia, em seu entusiasmo, não notou o cabo do tapete persa que estava levemente levantado na beirada da área da sala de estar. Seu pé direito encontrou o obstáculo, e o tempo pareceu desacelerar.
— Ai! — exclamou Júlia, perdendo o equilíbrio.
Ela tropeçou para trás, braços flailing, tentando agarrar algo, qualquer coisa, para não cair. Mas a gravidade era implacável. Seu corpo inclinou-se para trás, diretamente em direção ao sofá onde Carlos estava sentado, rindo ainda do momento anterior.
A queda foi precisa, quase impossível em sua precisão. Júlia caiu sentada no colo do pai, mas não no colo propriamente dito
— ela caiu exatamente sobre o pênis erecto de Carlos, que apontava rigidamente para cima. A posição, a umidade natural da filha, a abertura perfeita — tudo conspirou para que, no momento em que suas nádegas encontraram o colo do pai, o pênis enorme de Carlos penetrasse completamente sua vagina.
— aiiiii
— gritou Júlia, seus olhos arregalando-se, sua boca abrindo-se em um círculo perfeito de susto.
Ela sentiu a invasão imediata e total — aquela massa de carne quente e dura subindo dentro dela, preenchendo-a completamente em um único movimento, esticando-a, rasgando-a suavemente em uma sensação que misturava dor, choque e algo mais profundo, mais primitivo.
O pênis do pai desapareceu inteiramente dentro dela, trinta e cinco centímetros de puro volume deslizando em seu canal até que ela estivesse sentada completamente sobre seu colo, conectada a ele de forma indivisível.
Carlos, por sua vez, deixou cair a taça de vinho, o líquido vermelho espirrando sobre o carpete, seu rosto contorcido em uma máscara de choque absoluto. Seus olhos encontraram os da filha, ambos arregalados, ambos sem fôlego.
— Júlia... espera, espera..
— gaguejou Carlos, suas mãos levantando-se automaticamente para segurar a cintura da filha, tentando ajudá-la a se levantar.
Mas Júlia estava paralisada, seu corpo rígido de susto e sensação. Ela podia sentir cada centímetro do pai dentro dela, cada veia pulsante, cada batimento cardíaco dele transmitido através daquela conexão íntima.
O pênis de Carlos estava tão fundo que ela podia sentir a pressão contra seu colo uterino, um ponto de prazer intenso que ela nem sabia que existia.
— Pai... está... está tudo dentro, entro ate a base
— sussurrou Júlia, sua voz falhando, seus olhos ainda arregalados em sua carinha de susto e admiração.
— Sinto... sinto você na minha barriga...
Carlos tentou se levantar, tentou ajudar a filha a sair de cima dele, mas o sofá de couro era escorregadio, e cada movimento apenas fazia Júlia deslizar levemente para cima e para baixo em seu pênis, criando uma fricção involuntária que fazia ambos gemerem.
— Não... não se mexe, filha
— pediu Carlos, sua voz rouca de tensão. — Se você se mexer, eu... eu não vou conseguir controlar...
Júlia estava sem jeito, extremamente sem jeito, mas também curiosa.
A sensação era avassaladora, mas não dolorosa — pelo contrário, havia uma plenitude, uma sensação de estar completamente preenchida que fazia seu corpo reagem de formas inesperadas.
Ela sentiu sua vagina pulsar involuntariamente ao redor do pênis do pai, os músculos internos massageando aquela invasão estranha e familiar.
— Pai... eu estou tão molhada
— confessou Júlia, corando, olhando para ele com aquela carinha de inocência corrompida.
— Acho que... acho que por isso entrou tão fácil...
Carlos gemeu, a observação da filha apenas alimentando sua excitação. Ele podia sentir a umidade dela, o calor, o aperto perfeito de seus músculos jovens.
Seu pênis pulsava dentro da filha, respondendo ao estímulo, querendo mais, querendo bombar.
— Júlia... nós precisamos…
— ele tentou falar, mas Júlia moveu os quadris levemente, ajustando-se, e o movimento fez Carlos perder o fôlego completamente.
— Desculpa, pai... estou tentando... tentando levantar
— mentiu Júlia, ou talvez não mentisse completamente, mas seu corpo traía suas intenções.
Ela moveu-se novamente, desta vez de propósito, levantando-se alguns centímetros apenas para descer de novo, recebendo o pênis do pai em um movimento que imitava a cavalgada. Ambos gemeram em uníssono, os olhos se encontrando em um momento de compreensão mútua — aquilo estava além de um acidente agora.
— Filha... isso é... isso é errado
— murmurou Carlos, mas suas mãos já não tentavam mais ajudá-la a sair. Em vez disso, seguravam seus quadris, guiando-a, sentindo-a.
— Mas está tão bom, pai…
— sussurrou Júlia, mordendo o lábio inferior, sua carinha de susto gradualmente se transformando em uma expressão de desejo.
— é tão grande... me enche toda...
Ela começou a mover-se ritmicamente, levantando e descendo em seu colo, o pênis de Carlos deslizando dentro e fora dela, brilhante de umidade, desaparecendo e reaparecendo em uma dança proibida.
O som úmido de suas peles se encontrando enchia a sala, misturado aos gemidos contidos de ambos.
— Toma, filha... toma essa pica do papai
— grunhiu Carlos, perdendo completamente a batalha contra sua moralidade. — Toma essa pica grossa toda...
— Sim, papai... sim! — gritou Júlia, seus movimentos tornando-se mais rápidos, mais desesperados. — Me fode, papai! Fode sua filha!
Carlos segurou seus quadris com força e começou a empurrar de baixo para cima, encontrando o ritmo da filha, penetrando-a profundamente a cada impulso. A cena era absurda — pai e filha no sofá da sala, nus, conectados pelo sexo mais proibido, enquanto restos da festa de aniversário ainda estavam espalhados pela mesa de café.
— Vou gozar, filha... vou encher essa xoxotinha apertada — avisou Carlos, seus movimentos tornando-se descontrolados, desesperados.
— Goza, papai! Goza dentro da sua filha! — implorou Júlia, sentindo sua própria onda se aproximar. — Me enche de porra, papai!
Com um rugido que ecoou pela sala, Carlos empurrou fundo, seu corpo se arqueando, e soltou jorro após jorro de sêmen quente e denso dentro de Júlia.
A quantidade era impressionante, enchendo-a completamente, escorrendo para fora ao redor da base de seu pênis ainda enterrado.
A sensação da ejaculação paterna fez Júlia explodir em seu próprio orgasmo, sua vagina contraída em espasmos violentos, massageando o pênis do pai enquanto ele continuava a jorrar dentro dela.
Eles ficaram ali, ofegantes, suados, conectados pelo prazer e pelo tabu, Júlia ainda sentada no colo do pai, o pênis de Carlos ainda pulsando dentro dela, enquanto a noite caía sobre a casa e o aniversário de Helena ganhava uma celebração inesperada e profana.