Lyria foi transferida das cavernas dos ogros para as masmorras do reino oriental três semanas depois. Os guardas humanos que a receberam não puderam acreditar no que viam: uma elfa pálida, andando com dificuldade, suas coxas marcadas por dedos enormes e seu andar alterado permanentemente pela constante dilatação. Ela foi levada através de corredores de pedra escura, até uma seção isolada onde os prisioneiros mais perigosos eram mantidos.
"Estes são os orcs exilados," explicou o carcereiro, um homem barrigudo com olhares libidinosos. "Foram presos não por violência, mas por... incompatibilidade anatômica. Suas espécies possuem membros que nenhuma fêmea orc comum pode receber. São condenados à solidão eterna, exceto quando conseguimos... acomodá-los."
Lyria ouviu os primeiros grunhidos antes mesmo de ver as celas. Gemidos de frustração, batidas contra as grades, respirações pesadas. Quando o carcereiro abriu a primeira porta de ferro, ela soltou um suspiro involuntário.
Havia cinco deles. Orcs maiores que qualquer um que ela já vira. Seus primos Thrak, Grom e Durg eram altos, mas estes eram titãs. Cada um media mais de dois metros e vinte, com ombros largos como portas e músculos que pareciam pedras vivas. Mas o que a fez tremer foram os membros expostos, pois eles não usavam roupas nas celas.
O primeiro, um orc chamado Grumsh, estava acorrentado na parede. Seu pênis flácido descansava entre suas pernas como uma cobra adormecida, mas mesmo assim media quase sessenta centímetros. Quando ele a viu, a coisa começou a crescer. A transformação foi hipnótica - a carne escura inchou, as veias saltaram, e em segundos ele ergueu uma ereção de um metro e cinquenta de comprimento, com a circunferência de seu próprio punho elfo. A cabeça era uma bola escura e lisa, do tamanho de um punho fechado, já brilhando com pré-ejaculado.
"Estes são seus encarregados agora," disse o carcereiro, abrindo a cela. "Você alimenta, limpa, e... satisfaz. É a única coisa que os mantém calmos."
Lyria entrou na cela trêmula. O cheiro era avassalador - suor masculino, testosterona concentrada, e o odor acre de sêmen acumulado. Grumsh puxou suas correntes, tentando alcançá-la, seus olhos vermelhos brilhando de necessidade reprimida por anos.
O primeiro banho foi na manhã seguinte. Lyria foi instruída a limpar cada um deles completamente, e ela sabia que "completamente" incluía tudo.
Ela começou com Grumsh. Ele foi desacorrentado e levado a uma área de pedra com um buraco no centro para a água escoar. Lyria removeu sua própria túnica - não havia sentido em vestir algo que seria destruído - e ficou nua, sua pele pálida brilhando na luz fraca das tochas.
Grumsh sentou-se em um banco de pedra, suas dimensões fazendo-o parecer um trono para um gigante. Seu pênis, mesmo parcialmente mole, ainda media quase um metro, descansando pesado entre suas coxas grossas. Lyria pegou a esponja e o balde de água quente.
Ela começou pelos ombros, esfregando a pele verde-acinzentada, sentindo a textura áspera das cicatrizes de batalha. Seu toque era suave, quase reverente. Ela desceu pelo peito largo, pelos músculos abdominais definidos, até chegar às coxas.
Foi então que ela teve que se aproximar de seu verdadeiro trabalho.
Os testículos de Grumsh eram monumentos de carne. Cada um era do tamanho de um melão pequeno, pesados e cobertos de uma pele rugosa e escura. Ela os levantou com as duas mãos, sentindo o peso incrível, e começou a lavá-los cuidadosamente. Eles estavam quentes, pulsando com vida, e ela sabia que continham litros de sêmen acumulado.
"Limpo," ela sussurrou, mas sabia que não tinha terminado.
O eixo de Grumsh estava semi-ereto agora, e ela precisava lavá-lo também. Lyria usou ambas as mãos para segurar a base, sua circunferência fazendo seus dedos mal se encontrarem. Ela esfregou a esponja ao longo de toda a extensão, vendo-o crescer completamente sob seu toque. Quando chegou à cabeça bulbosa, usou a ponta dos dedos para limpar o líquido translúcido que escorria abundantemente.
Grumsh rosnou de prazer, suas presas brancas brilhando. Quando ela terminou, ele a agarrou pelo cabelo prateado e guiou sua boca até a ponta. Lyria abriu os lábios o máximo que pôde, mas mal conseguia cobrir a glande. Ela chupou o que podia, sentindo o gosto salgado e forte, enquanto suas mãos trabalhavam nos quarenta centímetros restantes que não cabiam em sua boca.
O segundo orc, um chamado Thokk, era ainda maior. Quando ereto, seu membro alcançava um metro e sessenta, com uma curva para cima que prometia atingir lugares impossíveis. Lyria o lavou da mesma forma, nua e submissa, sentindo seu próprio desejo crescer apesar do medo.
Ela se ajoelhou para lavar suas bolas, e Thokk aproveitou para esfregar seu eixo no rosto dela. A pele era quente, áspera, e cheirava a masculinidade pura. Lyria lambeu a base enquanto lavava, ouvindo-o grunhir aprovação.
O terceiro, Krull, tinha o maior diâmetro de todos - sua circunferência era quase igual à de seu pescoço fino. O quarto, Zug, tinha um membro coberto de pequenas saliências que prometiam sensações intensas. O quinto, Drazh, era o mais alto e seu pênis, embora "apenas" um metro e quarenta, era tão pesado que ficava completamente horizontal quando ereto, apontando como uma lança.
Na primeira noite, eles a tomaram.
Grumsh foi primeiro. Ele a deitou sobre uma pilha de peles de lobo no chão da cela, suas correntes permitindo apenas movimentos limitados, mas suficientes para seu propósito. Ele posicionou Lyria de costas, suas pernas abertas, e olhou para sua vagina ainda dilatada pelos ogros.
Ele guiou a cabeça monstruosa até sua entrada. Lyria já estava molhada - seu corpo a trairia sempre - mas mesmo assim a penetração foi um desafio. Ele empurrou lentamente, e ela viu sua barriga se projetar imediatamente, o formato da cabeça criando uma saliência visível em sua pele plana.
"Por favor," ela gemeu, não sabendo se pedia para parar ou continuar.
Grumsh avançou. Cada centímetro era uma conquista. Lyria gritava, suas unhas cravando-se nas peles abaixo dela, enquanto ele desaparecia dentro dela. Quando ele tinha um metro dentro, sua barriga parecia grávida de cinco meses, o volume do pau criando uma protuberância obscene. Ele puxou para trás, e ela viu o contorno se mover sob sua pele, quase alcançando seu estômago.
Ele começou a foder com movimentos lentos e profundos. A cada estocada, Lyria sentia-se sendo rearranjada por dentro, seus órgãos sendo empurrados para dar espaço àquela lança de carne. Ele segurava sua cintura com mãos enormes e a puxava contra si, forçando mais centímetros.
Quando ele estava completamente enterrado - um metro e cinquenta de carne orc dentro de sua pequena forma elfica - sua barriga estava distendida, o formato do pênis visível como se estivesse prestes a rasgar sua pele pálida. Ele a segurou ali, imóvel, sentindo-a se apertar ao redor dele em espasmos involuntários.
Então ele a virou.
De quatro, Lyria ofereceu seu ânus, já usado pelos ogros mas ainda apertado. Grumsh não hesitou. Ele empurrou contra seu cu, e o gel que os ogros usaram ainda tinha efeitos residuais de elasticidade. Ele entrou, mais fácil que na vagina, mas ainda assim um desafio. Seu ânus se abriu, se dilatou, e ele desapareceu em seu corpo pelo lado oposto.
Lyria gritou, sua boca aberta em um "O" perfeito, enquanto sentia o pau subindo por dentro dela, empurrando suas paredes internas, criando uma pressão no fundo de sua barriga. Quando ele estava completamente dentro, ela podia sentir a cabeça empurrando contra sua parede vaginal do outro lado, separada apenas por uma fina camada de tecido.
Ele começou a mover-se, e Lyria perdeu o controle. Ela gozou violentamente, seu corpo convulsionando, e um jato de fluido claro saiu de sua vagina, molhando as coxas de Grumsh. Ele riu, um som profundo e gutural, e continuou a foder seu cu com movimentos circulares.
Quando ele finalmente gozou, ela sentiu o calor inundá-la. Litros de sêmen, acumulados por meses de abstinência, encheram seu intestino grosso. Quando ele retirou, o líquido branco e espesso escorreu de seu ânus aberto, pingando no chão de pedra.
Thokk quis experimentar algo diferente. Ele a colocou de costas na beirada da cela, sua cabeça pendendo para fora, e se ajoelhou sobre seu rosto. Seu pênis, um metro e sessenta de comprimento, desceu em linha reta em direção à sua boca aberta.
Lyria olhou para cima, vendo aquela imensidão de carne escura descendo sobre ela. A cabeça entrou em sua boca, esticando seus lábios até o limite, e continuou descendo. Ela sentiu-o em sua garganta, sentiu o gosto de sal e musgo, e então sentiu-o empurrando mais fundo.
Thokk não forçava - ele deixava o peso de seu membro fazer o trabalho. A gravidade puxava, e centímetro por centímetro ele desaparecia em sua boca. Lyria podia ver sua própria barriga se mover, o contorno da cabeça passando por seu esôfago, descendo em direção a seu estômago. Ele estava literalmente enfiando seu pau tão fundo que quase saía em seu abdômen.
Quando ele tinha um metro e vinte dentro de sua boca e garganta, Lyria gozou novamente. A sensação de estar completamente cheia, de ser usada como um receptáculo vivo, a excitava profundamente. Ela squirtou, um jato forte que atingiu o peito de Thokk, e ele riu, apreciando sua reação.
Ele puxou para trás, deixando-a respirar, e então Krull a tomou pela vagina enquanto Thokk ainda ocupava sua boca. A dupla penetração a esticou entre dois pontos, seus corpos criando uma pressão interna que fazia Lyria ver estrelas. Eles encontraram um ritmo, um saindo enquanto o outro entrava, e ela era apenas um objeto entre eles, uma conexão de carne.
Quando ambos gozaram, Lyria estava inundada por dentro. Sua barriga parecia grávida de gêmeos, distendida pelo volume de sêmen e pelos dois membros ainda pulsando dentro dela. Quando eles retiraram, ela desabou, mas Zug já estava esperando.
Os meses seguintes foram um borrão de prazer e dor. Lyria desenvolveu uma rotina: acordava, limpava as celas nua, dava banho nos cinco orcs, os alimentava com suas próprias mãos, e então servia como receptáculo para suas necessidades.
Ela aprendeu a receber dois de uma vez na mesma abertura - Krull e Drazh conseguiam entrar juntos em sua vagina, esticando-a até limites que ela não sabia que existiam. Sua barriga se projetava obscenamente quando isso acontecia, o volume de dois metros e noventa de carne orc criando uma saliência que parecia uma gravidez avançada de trigêmeos.
Ela aprendeu a beber deles - Thokk gostava de gozar em sua boca enquanto ela estava de cabeça para baixo, deixando o sêmen escorrer por sua garganta diretamente para seu estômago. Ela aprendeu a apreciar o gosto, a textura, a sensação de estar sendo nutrida por sua semente.
Ela aprendeu a squirtar sob demanda. Os orcs adoravam quando ela gozava, adoravam o jato de fluido que saía dela, e eles competiam para ver quem podia fazê-la perder o controle mais rápido. Eles bebiam dela, colocavam suas bocas largas em sua vulva e sugavam enquanto ela convulsionava, bebendo seu squirt como se fosse néctar.
Ela aprendeu a dormir impalada - Grumsh gostava de mantê-la em seu colo durante a noite, seu pau enterrado profundamente em seu ânus, eles dormindo como casados, conectados pela carne. Ela acordava com ele movendo-se lentamente dentro dela, uma foda suave e matinal que durava horas.
No sexto mês, algo mudou. Lyria olhou para si mesma no espelho de água que usava para se limpar. Seu corpo estava diferente. Sua cintura, antes esguia, agora tinha curvas mais pronunciadas - não de gordura, mas de músculos desenvolvidos para acomodar seus amantes. Sua vagina, antes uma fenda delicada, agora podia se abrir em um "O" escuro e profundo, capaz de receber o punho de um orc sem dor. Seu ânus, antes rosado e apertado, era agora um anel escurecido e permanentemente dilatado, que se abria com um toque.
Ela não sentia mais dor, apenas prazer. Quando Krull a penetrava analmente, seu metro e sessenta desaparecendo em seu corpo, ela sentia apenas extase. Ela podia ver o contorno se movendo sob sua pele, podia sentir a cabeça empurrando contra suas costelas internas, e isso a fazia gozar instantaneamente.
Ela se tornou uma especialista em dupla penetração. Podia receber Zug e Drazh ao mesmo tempo - um em sua vagina, um em seu ânus - e sentir seus membros deslizando um contra o outro através da fina parede que os separava. Eles a moviam entre si, levantando-a, girando-a, usando seu corpo pequeno como um brinquedo entre dois titãs.
Quando eles gozavam, ela squirtava em sincronia. O jato de fluido claro misturava-se com o sêmen branco que escorria de suas duas aberturas, criando uma poça embaixo dela que os orcs às vezes lambiam, competindo para ver quem podia limpá-la mais completamente com a língua.
No nono mês, os carcereiros notaram a mudança. Lyria andava diferente - não mais com dor, mas com uma graciosidade nova, uma confiança. Ela havia se adaptado completamente. Os orcs estavam mais calmos, satisfeitos, e havia menos violência nas celas.
O carcereiro chefe aproximou-se dela uma manhã enquanto ela dava banho em Thokk, nua como sempre, esfregando seu eixo de um metro e sessenta com movimentos casuais, quase automáticos.
"Seus pais enviaram uma mensagem," ele disse. "Eles querem que você volte. Dizem que reconsideraram o exílio."
Lyria parou. Olhou para Thokk, que a observava com olhos inteligentes e famintos. Olhou para Grumsh, que masturbava-se lentamente na cela ao lado, esperando sua vez. Olhou para seu próprio corpo, marcado, mudado, adaptado.
"Eles querem que eu volte para casa?" ela perguntou, sua voz rouca de meses de gritos.
"Sim. Dizem que há um elfo nobre disposto a se casar, apesar de sua... reputação."
Lyria riu. O som era estranho, gutural, não era uma risada de elfa delicada. Ela olhou para as mãos que seguravam o pau de Thokk, mãos que agora sabiam como acomodar tal imensidão. Ela olhou para sua barriga, ainda plana, mas capaz de se projetar em formas obscenas quando cheia.
"Digam a eles," ela disse, voltando a esfregar Thokk, sentindo-o crescer em suas mãos, "que eu encontrei meu lugar."
sou puta de orc.
Ela se ajoelhou e levou a cabeça de Thokk à boca, abrindo-se para recebê-lo. Os carcereiros assistiram, chocados, enquanto ela engolia mais e mais, sua garganta se abrindo, seu corpo aceitando o impossível.
Quando ela tinha um metro dentro, sua barriga se projetava, e ela olhou para o carcereiro com olhos verdes brilhantes de desafio.
Ela era a esposa dos orcs agora. Não por força, mas por escolha. Eles a haviam mudado, moldado, feito dela algo que não existia antes - uma elfa capaz de receber montanhas de carne e pedir por mais.
Quando Thokk gozou diretamente em seu estômago, ela sentiu o calor familiar, reconfortante. Ela se levantou, limpou a boca, e voltou para seu trabalho.
"Digam aos meus pais," ela repetiu, pegando o balde de água para lavar Krull, "que Lyria está em casa."
E ela sorriu, uma expressão de pura satisfação, enquanto começava a massagear as bolas do próximo orc, sabendo que a noite traria mais horas de penetração brutal, mais esticamento, mais squirt, mais sêmen - e ela não trocaria isso por nada no mundo.
Sua terra natal parecia agora um lugar pequeno, limitado. Aqui, nas celas, ela era uma deusa, uma receptora de divindades de carne, e ela finalmente havia encontrado onde pertencia - entre gigantes, sendo usada completamente, vivendo no limite entre dor e prazer, nunca satisfeita, sempre pronta para mais.
O carcereiro saiu, chocado, e Lyria ouviu as correntes serem removidas. Hoje era o aniversário de seu primeiro ano nas masmorras, e os orcs tinham planos especiais. Todos os cinco.
Sua vida nunca seria a mesma. E ela era grata por isso.