O consultório da Dra. Helena Costa era discreto, com paredes cor de lavanda e iluminação suave que prometia confidencialidade. Amanda, uma jovem de 22 anos com cabelos ruivos longos e corpo delicado, sentava-se no sofá de couro ao lado de sua mãe, Carla, uma mulher de 45 anos que parecia mais uma irmã grávida do que mãe de uma adulta. Ambas seguravam as mãos, nervosas. — Sejam bem-vindas — Dra. Helena disse, fechando a pasta e cruzando as pernas. Ela era uma mulher de 40 anos, cabelos curtos castanhos, óculos de armação grossa, e uma postura que misturava profissionalismo com uma curiosidade íntima. — O que as traz aqui hoje? Amanda respirou fundo. Sua voz saiu trêmula, mas determinada. — Eu sou viciada em masturbação. Mas não é... normal. Eu uso objetos. Grandes. Muito grandes. E eu preciso de ajuda, ou talvez não precise, mas minha mãe acha que sim. Carla apertou a mão da filha. — Ela passa horas no quarto — Carla explicou. — Dias inteiros. Não come direito, não estuda. Fica sentada em... na cabeceira da cama. Foi por isso que escolhi uma terapeuta especializada em sexualidade lésbica e masturbação. Acho que vocês podem entender melhor. Dra. Helena anotou algo, mas seus olhos brilharam de interesse genuíno. — Conte-me mais, Amanda. Qual exatamente é o objeto de sua... obsessão? Amanda corou, o vermelho subindo por seu pescoço pálido. — A cabeceira da minha cama. É antiga, de madeira maciça. Meu bisavô a fez. O poste principal... é cilíndrico. Grosso. Tem setenta e cinco centímetros de altura, e... e eu fico sentada nele. O tempo todo. A sala ficou em silêncio. Dra. Helena removeu os óculos, limpando as lentes para ganhar tempo, sentindo um calor inesperado subir por seu pescoço. — Setenta e cinco centímetros — a médica repetiu. — Isso é... profundo. Muito profundo. — É grosso também — Amanda continuou, ganhando confiança com a ausência de julgamento. — Tem quase oito centímetros de diâmetro. No começo, eu não conseguia sentar completamente. Minha mãe tinha que me ajudar. Carla assentiu, e Dra. Helena notou que as bochechas da mãe também estavam coradas. — Ela era pequena demais — Carla explicou. — Não alcançava a beirada da cama sozinha. Eu tinha que segurá-la pelos quadris, guiá-la, empurrá-la para baixo até que ela sentasse no poste. — E agora? — Dra. Helena perguntou, a voz mais rouca do que pretendia. — Agora eu sento sozinha — Amanda disse, orgulhosa. — Mas às vezes, quando quero ir mais fundo, mais rápido, minha mãe ainda me ajuda. Ela senta atrás de mim, no poste também, e usa o peso dela para empurrar eu para baixo. Nós duas sentadas, uma empurrando a outra, até eu não conseguir descer mais. Dra. Helena cruzou as pernas no sentido oposto, sentindo a umidade crescer em sua calcinha de renda. Ela nunca ouvira algo tão erótico em sua carreira. — Amanda, você disse que tem setenta e cinco centímetros. Isso é mais profundo que... que a anatomia normal. Como...? — Às vezes sai na minha boca — Amanda sussurrou, os olhos brilhando de excitação ao lembrar. — Quando eu relaxo completamente, quando minha mãe me empurra com todo o peso dela... eu sinto subindo, atravessando tudo. O estômago, o esôfago. Eu sinto a madeira na minha garganta. E se eu abrir a boca, se eu inclinar o pescoço... a ponta sai. Eu consigo ver ela saindo da minha boca enquanto estou sentada. Dra. Helena deixou a caneta cair. Ela estava ofegante, visivelmente excitada, e não se importava mais em esconder. — Você está me dizendo... que você fica impalada nesse poste, completamente, de modo que ele entra pela sua vagina e sai pela sua boca? Como uma... como pode? — Sim — Amanda confirmou, tocando o próprio colo, sentindo a excitação crescer ao relembrar. — É minha posição favorita. Eu fico ali por horas. Minha mãe me ajuda sempre, ele atravessando meu corpo inteiro. Quando eu estou fico só gozando, eu estou tão cheia, tão esticada, que eu gozo só de respirar. Carla complementou: — Ela fica linda assim. O ventre dela fica redondo, duro, você consegue ver o formato do poste através da pele. E quando ela goza, quando as contrações vem... é intensa. Ela grita, o corpo todo vibra em volta da madeira. É... é mágico. Dra. Helena levou alguns segundos para recuperar o fôlego. — Eu preciso ver isso — a médica disse finalmente. — Não aqui, obviamente. Mas eu preciso ver a cabeceira. Preciso entender as dimensões, a anatomia. Posso visitar sua casa? Amanhã? — Claro — Amanda disse, surpresa e lisonjeada com o interesse. — Minha mãe estará lá. E minha irmã mais nova, Letícia. Ela tem 20 anos, mas é muito inexperiente. Nunca fez nada assim. — No dia seguinte, Dra. Helena chegou à casa dos fundos de uma propriedade antiga. Carla a recebeu na porta, vestindo um robe de seda que deixava pouco à imaginação. Amanda estava no topo da escada, sorrindo, já vestindo apenas uma camisola fina. — Por favor, entre — Carla disse. — A cama é no quarto principal. Segunda porta à esquerda. Quando Dra. Helena entrou no quarto, seu mundo parou. A cama era imensa, antiga, de dossel pesado. Mas o que a fez engasgar foi a cabeceira. O poste central era monstruoso — uma coluna de madeira escura, polida pelo uso constante, esculpida com anéis decorativos que certamente serviam como marcas de profundidade. A base era larga, fixada firmemente no chão, e a ponta arredondada brilhava de um óleo especial que Carla explicou ser para proteger a madeira e facilitar a inserção. Credo garotas — Dra. Helena sussurrou, aproximando-se, tocando a madeira. — Isso é... é majestoso. E você consegue sentar nisso, Amanda? — Quer ver? — Amanda perguntou, já removendo a camisola, ficando completamente nua. Sem esperar resposta, Amanda subiu na cama. Ela era pequena, delicada, e Dra. Helena viu imediatamente o problema — a cama era alta, e Amanda realmente não alcançava o chão com os pés quando sentada na beirada. Carla se posicionou atrás da filha, segurando-a pelos quadris. — No começo, eu tinha que fazer isso — Carla explicou para Dra. Helena, enquanto guiava Amanda sobre a ponta arredondada do poste. — Segurar ela, alinhar, e empurrar. Amanda gemeu quando a madeira tocou sua entrada. Ela estava molhada — Dra. Helena podia ver o brilho — e a ponta começou a desaparecer. Carla empurrou suavemente, e Amanda desceu, centímetro por centímetro, a madeira desaparecendo em sua vagina. — Quando ela quer ir fundo — Carla explicou, ofegante com o esforço e a visão — eu as vezes sento também. E Carla, ainda de roupa de dormir subiu na cama atrás da filha. Ela se posicionou sobre o poste também, mas mais acima, de modo que quando ela sentasse, seu peso empurraria Amanda para baixo. Com um movimento gracioso, Carla sentou, e Dra. Helena viu Amanda ser empurrada abruptamente, o poste desaparecendo mais profundamente. — Assim — Carla gemeu, ajustando-se, sentindo o poste em sua própria vagina, acima de onde a filha estava sentada. — Agora nós duas estamos no poste. Eu no topo, ela embaixo. E eu uso meu peso para empurrá-la. Carla começou a se mover, saltando levemente, e cada movimento empurrava Amanda mais fundo. Dra. Helena viu o ventre de Amanda começar a arredondar, a madeira subindo, subindo, atravessando seu corpo. — Está indo para o estômago — Amanda ofegou, tocando o próprio abdômen, que agora mostrava uma saliência distinta. — Mais, mãe. Me empurra mais. Carla empurrou com mais força, e Amanda inclinou o pescoço para trás, abrindo a boca. Dra. Helena se aproximou, fascinada, e viu — a ponta do poste começou a emergir nos lábios de Amanda, saindo de sua boca, brilhante de saliva e fluidos. — Está saindo — Dra. Helena sussurrou, tocando os próprios seios, incapaz de conter-se. — você está completamente impalada. Amanda fechou os olhos, gozando naquele momento, com o poste atravessando-a completamente, saindo por sua boca, enquanto sua mãe se movia acima, também se masturbando se tocando Foi uma cena linda, de amor materno e sexualidade entrelaçados de forma tabu e sublime. Quando acabaram, Carla levantou, ajudando Amanda a sair devagar, o poste saindo de seu corpo com um som úmido e uma série de gemidos. Dra. Helena estava tremendo, excitada além de qualquer medida profissional. — Eu quero — uma voz pequena disse da porta. As três se viraram. Letícia, a irmã mais nova de 20 anos, estava lá, de pijama, olhos arregalados. Ela era mais baixa que Amanda, mais delicada, com um ar de inocência que contrastava com a cena que certamente havia espiado. — Letícia, você não pode, tem que treinar — Carla disse, severa mas sem convicção. — Eu quero tentar — Letícia insistiu, entrando no quarto. — Eu vi vocês. Eu quero sentir também. Me ensina, Amanda. Me ensina, mãe. Carla e Amanda trocaram olhares. Letícia era virgem, inexperiente, pequena. — Você não pode usar o poste — Carla disse firmemente. — É muito grande. Você se machucaria. Mas... podemos começar com outras coisas. Ela foi ao banheiro e voltou com uma escova de cabelo de cabo de madeira grosso, e um pepino grande da geladeira. Letícia engoliu em seco ao ver os objetos, mas assentiu, determinada. — Tira a roupa — Amanda instruiu, assumindo o papel de mentora. — Deite-se na cama. Vou te ensinar. Letícia tirou o pijama, revelando um corpo ainda em desenvolvimento, pequeno, vulnerável. Ela se deitou, e Amanda sentou-se entre suas pernas. — Muito gel — Amanda disse, aplicando generosamente no cabo da escova. — E você precisa relaxar. Você é pequena, apertada. Vai doer no começo. Quando Amanda começou a inserir a escova, Letícia gritou. Era uma dor aguda, de invasão em carne virgem. Mas Amanda foi gentil, devagar, empurrando centímetro por centímetro, explicando cada sensação. — Sente como arde? — Amanda perguntou. — Isso é você se abrindo. Isso é bom. Deixa arder. Quando a escova estava completamente dentro, Letícia estava chorando silenciosamente, mas havia um brilho em seus olhos — a descoberta. — Agora o pepino — Amanda disse, pegando o vegetal. — É maior. É mais grosso. Você vai sentir mais. O pepino era quase do tamanho do poste em escala reduzida, mas ainda imponente para a pequena Letícia. Amanda aplicou gel generoso e começou a empurrar. Letícia gemeu, agarrou os lençóis, e arqueou as costas. — É muito — ela choramingou. — É muito grande, Amanda. Eu vou rasgar. — Não vai — Amanda garantiu, empurrando mais, vendo a carne da irmã se abrir, aceitando o vegetal. — Você é forte. Sua xoxota quer isso. Sente como ela puxa? Ela está engolindo o pepino. Quando o pepino estava completamente enterrado em Letícia, a irmã mais nova gozou imediatamente, um orgasmo confuso e intenso que a fez gritar e chorar ao mesmo tempo. Amanda retirou o pepino devagar, e Letícia desabou, ofegante, transformada. — Eu quero mais — Letícia sussurrou. — Eu quero chegar ao poste um dia. Me ensinem. Todos os dias. Dra. Helena, que observava tudo, sabia que teria que voltar muitas vezes. Não como terapeuta, mas como aluna, como participante. Aquela família tinha segredos que ela queria aprender, práticas que ela queria dominar. — Eu posso ajudar no ensino — Dra. Helena ofereceu, e as três mulheres sorriram, sabendo que uma nova dinâmica havia nascido naquele quarto, naquela cama, naquele poste sagrado de setenta e cinco centímetros.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.