O vendedor de dildo



Rodrigo um vendedor estacionou sua van branca discreta na calçada da Rua das Acácias.
Ele ajustou o nó da gravata azul-clara e pegou sua maleta de couro marrom, repleta de amostras que fariam qualquer mulher rosar as bochechas de vergonha e excitação. Há três anos, Rodrigo havia descoberto seu talento especial: o dom de apresentar prazer em formato de silicone e latex, porta a porta, com um sorriso confiante e palavras que derretiam as inibições mais rígidas.
Ele caminhou pelo jardim bem cuidado da casa número 247, uma residência de classe média com paredes cor de creme e janelas de madeira escura.
Ele bateu três vezes na porta, e Passaram alguns segundos até que os passos leves de alguém se aproximaram do outro lado.
A porta se abriu lentamente, revelando uma jovem de aparência delicada, cabelos castanhos presos em um coque desgrenhado, olhos verdes curiosos por trás de óculos de armação fina.
Ela vestia um vestido simples de algodão azul-claro que chegava aos joelhos, transmitindo uma aura de inocência que contrastava fortemente com o que Rodrigo trazia em sua maleta.
— Boa tarde, senhorita — Rodrigo iniciou com seu sorriso mais cativante, exibindo dentes perfeitos.
— Meu nome é Rodrigo Silva e represento a empresa Prazer & Companhia. Estamos realizando uma promoção exclusiva de demonstração de produtos íntimos femininos, com descontos que chegam a quarenta por cento para clientes que aceitarem uma apresentação completa hoje mesmo.
A jovem, que se chamava Larissa, piscou confusa, segurando a maçaneta da porta com força.
— Produtos íntimos?
— ela repetiu, a voz suave e hesitante.
— Não entendi... vocês vendem... assim, na rua?
— Exatamente, senhorita! — Rodrigo respondeu com entusiasmo controlado. — Nossa empresa descobriu que muitas mulheres, especialmente donas de casa e profissionais independentes, sentem vergonha de entrar em lojas físicas ou comprar online.
Oferecemos a experiência personalizada, discreta, no conforto do lar. Posso entrar e mostrar nosso catálogo? Tenho certeza que a senhorita encontrará algo que mudará sua vida... íntima.
Larissa hesitou, mordendo o lábio inferior. Ela nunca havia ouvido falar de vendedores porta a porta para esse tipo de produto.
— Eu... não sei se... — ela começou.
— Por favor, senhorita — Rodrigo interrompeu gentilmente, já preparando seu gancho.
— Além dos descontos especiais, estou autorizado a oferecer uma unidade de brinde para quem permitir uma demonstração completa. Sua mãe está em casa? Talvez ela também se interesse...
— Ah! — ela exclamou, corando intensamente seu rosto meigo
— Não,   me chamo Larissa.
Minha mãe saiu para fazer compras no mercado, só deve voltar daqui a uma hora mais ou menos.
Rodrigo mantém a expressão impecável, mas seus olhos brilham de oportunidade.
— Perfeito, Larissa
— ele diz, usando o nome como se fossem velhos amigos. — Então posso apresentar tudo diretamente à senhorita. Posso entrar? Promoção que vou fazer é imperdível, válida apenas para hoje.
A hesitação de Larissa era palpável. Ela olhou para a rua vazia, depois para o sorriso confiante de Rodrigo.
Algo naquela situação absurda a intrigava, uma curiosidade que ela nunca admitiria em voz alta.
— Tudo bem — ela sussurrou, abrindo a porta mais amplamente.
— Mas só porque minha mãe demora mesmo...
Rodrigo entrou na casa, imediatamente avaliando o ambiente. Sala modesta, sofá de dois lugares coberto por um xadrez, televisão antiga, ambiente limpo e organizado.
Ele colocou a maleta sobre a mesa de centro, abrindo-a com um movimento teatral.
O conteúdo revelado fez Larissa dar um passo atrás, as bochechas em chamas.
Dildos de todos os tamanhos e cores, vibradores com controles remotos, plugs de diferentes formatos, todos ali, na sala de casa.
— credo
— Larissa sussurrou, levando as mãos ao rosto.
— Não tenha vergonha, Larissa
— Rodrigo disse suavemente, pegando um modelo preto de tamanho médio.
— Isso aqui é o Dildo Clássico Plus, vinte centímetros de puro prazer em silicone médico. Perfeito para iniciantes que querem explorar sem compromisso.
Ele continuou, mostrando cada peça com a precisão de um joalheiro apresentando diamantes.
— Aqui temos o Mini Delícia, apenas doze centímetros, ideal para quem quer discrição.
E este — ele pegou um modelo rosa com controle remoto — é o Vibrador Executivo, projetado especialmente para mulheres modernas que querem prazer enquanto trabalham.
Pode ser usado internamente por até oito horas, com controle via aplicativo no celular. Imagine ir ao trabalho, ao mercado, encontrar amigas, tudo enquanto recebe estímulos programados.
Larissa estava petrificada, mas seus olhos traíam uma curiosidade doida.
Ela nunca havia tocado em nada daqueles objetos, nunca havia se permitido pensar em tal coisa.
Sua experiência sexual limitava-se a alguns amores adolescentes desajeitados e uma siriricas tímida nas noites de insônia.
— Eu... nunca vi essas coisas de perto
— ela admitiu, a voz quase inaudível.
— E por isso mesmo precisa de uma demonstração adequada
— Rodrigo disse, aproximando-se. — Larissa, para que eu possa mostrar verdadeiramente como cada modelo funciona, preciso que você fique confortável. O ideal seria que removesse suas roupas, para que eu possa indicar exatamente onde cada produto atua e como deve ser posicionado. Ficando pelada é mais facil.
A sugestão foi tão direta que Larissa engasgou.
— Ficar... nua?
— ela repetiu, incrédula.
— É melhor para a demonstração
— Rodrigo mentiu com a naturalidade de quem havia transformado aquela frase em verdade através da repetição.
— Garanto total profissionalismo. Sou como um médico, mas em vez de curar, eu proporciono prazer. Além disso, com o desconto de quarenta por cento mais o brinde, você economizará mais de trezentos reais hoje.
A lógica comercial misturada àquela intimidade forçada criou uma neblina na mente de Larissa.
Ela olhou para a porta, pensando na mãe, depois para os objetos reluzentes.
Algo dentro dela, uma voz silenciada por anos de recato, sussurrou para que ela aceitasse.
— Só... só a blusa?
— ela negociou, já desabotoando o vestido.
— Vamos começar assim
— Rodrigo concordou, sabendo que o resto viria naturalmente.
Larissa removeu o vestido, ficando apenas de calcinha branca simples e sutiã.
Seu corpo era esguio, pele clara, seios pequenos e firmes. Ela cruzou os braços sobre o peito, tremendo ligeiramente.
— Deite-se no sofá, por favor
— Rodrigo instruiu, já selecionando seu primeiro produto.
Larissa obedeceu, deitando-se de costas, os olhos fixos no teto. Rodrigo ajoelhou-se ao lado do sofá, segurando o Mini Delícia.
— Vamos começar com algo suave
— ele murmurou, puxando delicadamente a calcinha para o lado.
— Relaxe, Larissa. Isso é apenas sobre você sentir prazer.
Quando a ponta do silicone tocou sua pele, Larissa arquejou. Era frio, liso, estranho.
Rodrigo começou a movimentá-lo em círculos lentos, explicando cada técnica em voz baixa, hipnótica.
Ele mostrou como o vibrador externo funcionava, como os diferentes níveis de intensidade alteravam a sensação.
— Agora vamos experimentar o Plus
— ele anunciou, trocando o pequeno pelo modelo maior.
Larissa gemeu quando ele introduziu lentamente, sua inexpêriencia evidente na tensão de seus músculos. Rodrigo trabalhou com paciência de artesão, girando, pressionando, encontrando os ângulos que faziam a jovem suspirar.
— Sente como preenche?
— ele perguntava, movendo o dildo em estocadas lentas. — Este é o modelo mais vendido, justamente porque atinge o ponto G com precisão cirúrgica.
Larissa não conseguia responder. Seus olhos estavam fechados, o rosto corado, as mãos agarrando as almofadas do sofá.
Ela nunca havia sentido algo assim, uma pressão constante, um calor crescente, algo que parecia rasgar suas barreiras internas de vergonha e transformá-las em ondas de sensação.
Rodrigo continuou a demonstração, trocando de produtos, mostrando o vibrador com controle remoto, explicando como poderia ser usado durante o dia.
Ele a colocou em diferentes posições: de lado, de quatro, sentada em sua poltrona. Em cada uma, ele introduzia, removia, variava os ângulos, sempre comentando sobre as vantagens de cada modelo.
— Você está indo muito bem, Larissa — ele elogiava, observando-a se contorcer lentamente para uma garota que nunca tinha sentido um dildo.
— Sua resposta corporal é excelente. Veja como seu corpo já pede mais.
Ela estava gozando, repetidamente, sem entender completamente o que acontecia.
Os orgasmos se sucediam com uma facilidade que a deixava confusa e exausta. Nunca soube que seu corpo podia reagir assim, que existiam pontos dentro dela que explodiam em prazer quando estimulados corretamente.
— Agora — Rodrigo disse, limpando o suor da testa, — vou mostrar algo que está revolucionando o mercado.
Os plugs anais. Está na moda entre as mulheres modernas usar durante o dia, no trabalho, enquanto fazem compras.
Proporciona uma sensação de preenchimento constante, uma excitação discreta que ninguém percebe, mas que você sente a cada passo.
Larissa abriu os olhos, confusa.
— No…...cu. Lá?
— ela perguntou, hesitante.
— Exatamente
— Rodrigo confirmou, já pegando um plug de tamanho médio com base lisa.
— E como você já está tão receptiva, é o momento perfeito para experimentar. Além disso, vou mostrar como é possível usar dois produtos simultaneamente, maximizando o prazer.
Ele posicionou Larissa de quatro, as mãos apoiadas no encosto do sofá e sua xoxotinha aberta e vermelha já com o uso dos produtos.
Ela estava completamente nua agora, ofegante, o cabelo solto caindo sobre os ombros. Rodrigo lubrificou cuidadosamente o plug, explicando cada movimento.
— Vou introduzir bem devagar
— ele avisou.
— Solte o ar, relaxe os músculos.
Quando a ponta entrou, Larissa gemeu baixo mas de surpresa com a sensação estranha e intensa.
Era diferente, mais apertado, uma pressão que parecia se comunicar diretamente com sua barriga. O vendedor trabalhou com calma, até que o plug estivesse completamente posicionado, a base brilhante entre suas nádegas.
— Agora, enquanto você sente esse preenchimento
— ele disse, pegando o dildo Plus novamente, — vamos adicionar estimulação frontal.
Ele introduziu o dildo na vagina, agora mais estreita devido à presença do plug. Larissa gritou alto, as pernas tremendo.
A sensação de dupla penetração era avassaladora, uma plenitude que ela nunca imaginou possível. Rodrigo movia ambos em ritmo alternado, criando uma fricção interna que fazia Larissa ver estrelas.
— Dois ao mesmo tempo — ele comentava, observando o corpo dela se contorcer. — Esta é a experiência completa, Larissa. Imagine trabalhar assim, cheia, constantemente lembrada do seu próprio prazer a cada movimento.
Larissa não conseguia formar palavras. Ela gemia, suspirava, às vezes choramingava de intensidade.
ele variava as posições, colocando-a deitada com as pernas abertas, depois de lado com uma perna levantada, depois sentada em seu colo enquanto ele controlava ambos os brinquedos. Ele era um maestro e ela seu instrumento, produzindo sinfonias de gemidos e arquejos.
Foi nesse momento, com Larissa sentada no colo de Rodrigo, o plug firmemente posicionado e o dildo sendo movimentado em estocadas profundas, que a porta da sala se abriu.
Dona Célia, mãe de Larissa, parou na entrada, as sacolas de supermercado caindo de suas mãos.
Ela tinha cinquenta e dois anos, cabelos grisalhos em um corte curto prático, corpo ainda firme de quem fazia ginástica regularmente.
Seus olhos arregalaram-se ao ver a cena: sua filha nua, impalada em brinquedos sexuais, sendo manipulada por um homem de terno.
— que isso larrisa!
— Dona Célia exclamou.
Larissa congelou, o rosto passando do vermelho ao pálido em segundos.
— Mãe!
— ela gritou, tentando se levantar, mas Rodrigo a segurou firmemente.
— Não se mova ainda larissa
— ele disse calmamente, como se estivesse instruindo sobre segurança em uma aula de yoga.
— Remover abruptamente pode causar desconforto.
Dona Célia avançou furiosa, mas Rodrigo levantou uma mão autoritária.
— Senhora, por favor, entenda. Sou representante autorizado realizando uma demonstração de produtos. Sua filha está completamente segura e, como pode ver, extremamente satisfeita com os resultados.
Aliás, se a senhora permitir, posso oferecer a mesma experiência com desconto especial de cinquenta por cento para clientes indicadas.
A proposta foi tão absurda que Dona Célia parou, boquiaberta. Ela olhou para a filha, que estava coberta de suor, ofegante, claramente no ápice de múltiplos orgasmos. Algo naquela imagem, naquele estado de nudez que ela não via em Larissa desde que era mais nova despreocupada, tocou uma corda em Dona Célia.
— Você está dizendo…
— ela começou, hesitante.
— Que posso demonstrar nossa linha completa para a senhora também — Rodrigo completou, já se levantando e ajustando a gravata.
— Inclusive temos modelos que podem interessar especificamente à senhora. Produtos para mulheres mais maduras, que entendem o que querem.
Larissa finalmente conseguiu se levantar, tremendo, os brinquedos ainda posicionados. Ela não sabia onde enfiar o rosto.
— Mãe, eu posso explicar...
— Não precisa, filha
— Dona Célia disse, surpreendendo a si mesma.
— Eu... eu nunca vi essas coisas. Nunca tive coragem de entrar numa loja dessas.
Sempre quis saber como era, mas...
Rodrigo sorriu, aquele sorriso que derretia inibições.
— Senhora Célia, por favor, sente-se. Vou mostrar nosso carro-chefe, o modelo que mudará completamente sua concepção de prazer pessoal.
Ele abriu a maleta novamente, revelando o que guardava no fundo.
Um dildo preto, imenso, grande e de 50 cm comprimento e 5 de diâmetro, com texturas realistas e base de sucção.
— O Monstro Realista, cinquenta centímetros de puro prazer
— Rodrigo anunciou com orgulho.
Larissa engasgou ao ver o tamanho daquele objeto.
Era grande demais, algo que parecia pertencer a outra espécie.
— Mãe, isso é enorme demais
— ela sussurrou, chocada.
Mas Dona Célia olhava para o objeto com uma expressão estranha, misto de medo e desafio.
Ela se sentou no sofá, ainda com a roupa ainda, e estendeu a mão hesitante para tocar o silicone.
— É macio — ela observou.
— Silicone medicinal, hipoalergênico — Rodrigo explicou. — E para a senhora, que claramente tem experiência de vida, recomendo começarmos com este.
A senhora tem a musculatura pélvica desenvolvida, o que facilitará significativamente.
Larissa observava, abismada, enquanto sua mãe, aquela mulher conservadora que sempre pregava recato e moderação, começava a remover a blusa.
A mae se despiu com uma determinação que surpreendia a si mesma, revelando um corpo que mantinha bem cuidado, seios firmes apesar da idade, barriga lisa , xota depilada e grelo lindo
— Eu quero tentar
— Dona Célia disse, a voz firme. — Quero saber como é. Toda minha vida me disseram para me comportar, para ser discreta. Nunca me permiti nada.
Hoje, vendo minha filha assim, percebi que perdi tanto tempo.
Rodrigo ajoelhou-se diante dela, preparando o Monstro Realista com quantidade generosa de lubrificante. Larissa sentou-se na poltrona oposta, ainda nua, incapaz de desviar o olhar.
— Vamos começar devagar — Rodrigo instruiu, posicionando a ponta.
Dona Célia se deitou, abrindo as pernas sem vergonha. Ela não era mais uma jovem tímida; era uma mulher que sabia o que desejava.
Quando Rodrigo começou a introduzir, ela gemeu profundamente, um som gostoso de uma pessoa madura.
— uuui — ela suspirou, sentindo a pressão intensa.
Larissa não podia acreditar.
Sua mãe estava aceitando aquele objeto impossível, sua vagina se abrindo para receber o silicone preto. Centímetro por centímetro, Rodrigo trabalhava, girando, pressionando, e Dona Célia recebia tudo, seus olhos fechados, o rosto contorcido em uma máscara de êxtase.
— Mais — Dona Célia pediu, ofegante.
— Quero sentir tudo.
Rodrigo obedeceu, introduzindo até que apenas a base permanecesse visível.
Dona Célia gritou, gemendo e mexendo o quadril ela não sabia que precisava.
Seu corpo se arqueou, as mãos agarrando os braços do sofá, os dedos dos pés se curvando.
— Agora veja isto
— Rodrigo disse, começando a mover o objeto em estocadas profundas e lentas.
Cada movimento arrancava gemidos de Dona Célia que pareciam não pertencer a aquela sala modesta. Ela se contorcia, pedia mais, aceitava quando Rodrigo a virou de quatro para mudar o ângulo.
O Monstro Realista desaparecia e reaparecia, brilhante de lubrificante, e Dona Célia recebia tudo com uma voracidade que fazia Larissa sentir uma nova onda de excitação apenas de assistir.
— Eu quero tentar também
— Larissa sussurrou, sem conseguer conter-se.
Rodrigo sorriu, retirando o objeto de Dona Célia, que gemeu de protesto, e se dirigindo à filha.
— Claro, Larissa. Agora que você viu que é possível, que o corpo se adapta ao prazer, vamos tentar algo mais... desafiador para você também.
Ele a posicionou ao lado da mãe, ambas de quatro, nádegas para cima. Rodrigo alternava entre elas, introduzindo o Monstro Realista em uma, depois na outra, comparando suas reações.
Dona Célia, experiente, recebia com profundidade; Larissa, ainda apertada, gemia de esticamento.
Ele adicionou vibradores, plugs, criando uma sinfonia de prazer que preenchia a sala.
— Duas gerações de prazer — Rodrigo comentava, movendo-se entre elas.
— A experiência e a juventude, ambas merecem ser celebradas.
Dona Célia e Larissa se olhavam por cima dos ombros, mãe e filha conectadas por aquela experiência transgressora.
Não havia vergonha mais, apenas a busca compartilhada por sensações. Quando Rodrigo colocou o Monstro Realista em Dona Célia e um vibrador grande tambem em Larissa, sincronizando os movimentos para que ambas atingissem o orgasmo juntas, mae e filha gozando.
Rodrigo vendeu três mil reais em produtos naquela tarde, incluindo dois Monstros Realistas, um para cada, e um estoque completo de acessórios.
Quando ele finalmente embalou sua maleta e se despediu, deixou duas mulheres transformadas, deitadas no sofá, exaustas, sorrindo, finalmente livres para explorar seus próprios corpos sem vergonha.
— Voltarei daqui a um mês para verificar a satisfação — ele prometeu na porta, ajustando a gravata.
— E trarei novidades do catálogo de verão.
Dona Célia acenou fracamente, ainda sentindo o grosso do silicone dentro dela.



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Ficha do conto

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Nome do conto:
O vendedor de dildo

Codigo do conto:
272876

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
22/09/2026

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