A família Morales vivia em uma casa confortável nos subúrbios, composta por Roberto, um engeniero de 45 anos, sua esposa Carla, uma professora de 42, e sua filha única, Marina, uma jovem universitária de 22 anos que havia decidido morar em casa durante a faculdade. Marina era uma jovem exuberante, de cabelos negros longos e corpo curvilíneo que ela gostava de exibir, mas havia algo em sua comportamento recente que chamava atenção. Roberto notou primeiro. Era uma manhã de sábado quando Marina desceu para o café da manhã usando uma calça jeans apertada. Quando ela se virou para pegar o leite na geladeira, Roberto viu — um volume discreto mas inconfundível na frente da calça dela, entre as pernas. Não era a forma natural do corpo feminino, mas sim algo cilíndrico, rígido, pressionando contra o denim. Ele desviou o olhar, confuso, mas a imagem ficou gravada. Carla percebeu dias depois. Marina voltou da academia vestindo um short de compressão preto colado, e quando ela se alongou na cozinha, Carla viu o contorno perfeito de um objeto alisado na virilha da filha. Era pequeno, talvez quinze centímetros, mas a base mais larga criava um volume óbvio que o tecido fino não conseguia esconder. — Roberto — Carla chamou o marido naquela noite, enquanto Marina estava no quarto. — Você tem notado algo estranho na Marina? — Você quer dizer... o volume? — ele perguntou, constrangido. — Sim. Eu acho... eu acho que ela está usando algo. Algum brinquedo. Dentro dela. O tempo todo. Eles começaram a observar mais atentamente. No domingo seguinte, Marina foi almoçar com amigas vestindo um vestido leve de verão. Quando ela se sentou na cadeira, o tecido se moldou entre suas pernas, revelando a haste rígida que ela carregava consigo. Roberto engoliu seco ao notar que a forma parecia mais grossa que da última vez — ela havia trocado de brinquedo. — Marina, precisamos conversar — Carla disse uma noite, quando os três estavam na sala de estar. Marina sentou-se na poltrona oposta, cruzando as pernas. O volume estava lá novamente, visível sob a legging cinza de academia que ela usava. Desta vez, a base parecia ter um formato diferente — talvez um plug anal junto? — O que foi, mãe? — Marina perguntou inocentemente. — Filha, nós... nós temos notado que você anda usando algo — Roberto começou, massageando a nuca. — Na sua... região íntima. Constantemente. Marina corou imediatamente, o rubor subindo por seu pescoço. Ela olhou para baixo, percebendo que a forma do dildo estava evidente contra o tecido fino da legging. — Vocês... vocês notaram? — ela sussurrou. — Notamos, sim — Carla disse, tentando manter o tom maternal. — Marina, isso é saudável? Está usando isso o tempo todo? Dentro de você? Marina respirou fundo. Ela sabia que esse dia chegaria. Desabotoou a legging na cintura e puxou o tecido para baixo levemente, revelando a base de silicone rosa de um dildo médio que estava firmemente encaixado em sua vagina. — Eu amo usar — ela admitiu, olhando para os pais com uma mistura de vergonha e desafio. — Eu... eu gozo muito, muito mesmo. E eu preciso disso. O tempo todo. Me deixa excitada, me deixa pronta. É meu vício, meu prazer. Roberto e Carla trocaram olhares. Eles esperavam negação, não uma confissão tão honesta e erótica. — Mas isso não machuca? — Carla perguntou, genuinamente preocupada. — Andar com isso o dia todo? Para a faculdade? Para a academia? — No começo doía — Marina admitiu, movendo-se na cadeira e fazendo o dildo se mover visivelmente dentro dela. — Mas agora eu me acostumei. Eu uso lubrificante. E eu escolho os tamanhos certos para cada ocasião. — Cada ocasião? — Roberto repetiu, a voz mais rouca do que pretendia. — Sim, pai. Às vezes um pequeno, às vezes médio. Quando eu quero sentir mais... preenchida, eu uso os grandes. Após uma longa conversa, onde Marina explicou sua necessidade constante de estimulação, seus pais fizeram um acordo incomum. Ela poderia continuar seu hábito, desde que permitisse verificações de saúde — para garantir que não estava se machucando, que seus lábios não estavam inflamados, que sua vagina aguentava bem aquela invasão constante. Na sexta-feira seguinte, Marina se preparava para sair com amigos. Ela estava vestindo uma saia curta preta e uma blusa branca. Quando ela desceu as escadas, Roberto a interceptou na porta. — deixa eu ver, filha — ele disse, mantendo o tom clínico que haviam combinado. Marina suspirou, mas assentiu. Ela levantou a saia, revelando que usava uma calcinha pequena — o dildo de silicone roxo que estava enfiado nela, com a base em forma de coração visível entre suas pernas. Carla se aproximou, ajoelhando-se na frente da filha. Com dedos gentis, ela tocou os lábios externos de Marina, verificando se havia vermelhidão, se a pele estava intacta. Depois, ela segurou a base do dildo e puxou lentamente, observando a haste molhada sair centímetro por centímetro, vendo a carne da filha se abrindo para liberar o objeto. — Tudo parece bem filha — Carla disse, observando o brilho natural da excitação de Marina. — Mas está muito molhada, filha. Cuidado para não cair Você já gozou hoje? — Duas vezes — Marina admitiu, ofegante enquanto a mãe reintroduzia o dildo lentamente, verificando se entrava fácil. — Antes de levantar da cama. Roberto observava da porta, sentindo o coração acelerar ao ver a mãe manipular o brinquedo da filha, garantindo que estava bem posicionado, não muito fundo, não muito raso. — Pode ir — Carla disse finalmente, dando um tapinha na coxa da filha. — Mas volta cedo. Na outra semana quando Marina se preparava para uma festa de aniversário da tia. Desta vez, ela usava um vestido justo de veludo vermelho. Roberto a chamou no corredor. — Deixa eu ver o que você está usando hoje um grande filha — ele pediu, mantendo a voz baixa. Marina ergueu o vestido, revelando um plug anal de cristal brilhante e um dildo duplo que preenchia sua vagina — um modelo especial com duas hastes, uma para o canal vaginal e outra menor para estimular o colo do útero externamente. — credo, Marina — Roberto sussurrou, impressionado com o tamanho total. — Isso não é demais para uma festa de família? — Eu gosto de sentir cheia, pai — ela explicou, virando-se para mostrar como o plug fazia seu ânus brilhar. — E ninguém vai notar sob o vestido. — Vamos verificar — ele disse, e Marina assentiu. Ela se apoiou na parede enquanto o pai ajoelhava. Roberto puxou o dildo duplo devagar, vendo as duas hastes molhadas saírem juntas, observando a vagina da filha se contrair no vazio. Ele verificou visualmente, tocando levemente os lábios para sentir se estava firme, garantindo que não havia irritação. Depois ele empurrou o brinquedo de volta, ouvindo Marina suspirar quando encaixou no lugar. — O plug também — ele pediu. Marina se virou, apoiando as mãos na parede, arqueando as costas. Roberto segurou a base redonda do plug e girou levemente, sentindo a resistência, verificando que não estava muito apertado. Quando puxou, a ponta mais larga fez Marina gemer baixinho, e ele viu o anel muscular se abrir, aceitando a remoção. O plug saiu com um som suave, e Roberto notou que estava quente, molhado, usado. — Tudo bem — ele disse, reinserindo o plug com cuidado. — Pode ir. Mas se sentir desconforto, me liga. O hábito de pedir para ela mostrar o brinquedo do dia se tornou rotina. Na segunda-feira, durante o café da manhã: — Qual é o de hoje, filha? — Carla perguntou, servindo café. Marina sorriu, levantou-se e baixou a calça de moletom. Ela não usava calcinha, e um dildo realista de pele — escuro, grosso, com veias saltadas — estava firmemente alojado nela, as bolas de silicone pressionando contra seus lábios. — Escolhi o negro hoje — ela disse, dando um tapinha na base. — Me faz lembrar daquele professor de educação física. — Marina! — Carla exclamou, mas riu. — Ele é grande demais para você ir à universidade assim. — Eu aguento, mãe — ela disse, puxando a calça para cima e sentando-se, fazendo o dildo se mover dentro dela visivelmente. — Sinto ele a cada passo. Na quarta-feira, Roberto pediu: — Mostra pro papai hoje, filha. Marina estava no quintal, tomando sol. Ela levantou o biquíni por cima, revelando um dildo fino mas longo, de vinte centímetros, que criava uma saliência alongada em sua barriga baixa. — Este é o meu "profundo" — ela explicou, tocando a base que ficava logo acima de seu monte de vênus. — Ele bate no colo do útero quando eu ando. — Vai usar isso na praia? — Roberto perguntou, preocupado. — É discreto — ela disse, ajustando o biquíni. — Só fica essa barriguinha aqui, parece que estou com gases. Carla riu da descrição, mas pediu para verificar mesmo assim. No quintal, ajoelhada na grama, ela puxou o biquíni de lado e removeu o dildo longo, vendo a haste brilhar ao sol, coberta de lubrificante e excitação. Ela verificou a profundidade, tocando a entrada da filha, sentindo a elasticidade. — Cuidado ao sentar — Carla advertiu, reinserindo o brinquedo. — Eu sei, mãe — Marina gemeu levemente quando o dildo voltou ao lugar. — Obrigada Na festa de aniversário do avô, Marina usou seu maior brinquedo — um dildo de 35 centímetros e seis de diâmetro, em formato de cone, que a mantinha constantemente aberta. Ela usava um vestido longo e fluido, mas quando se movia, o volume na virilha era óbvio para quem prestava atenção. Durante a festa, no jardim da casa da tia, vários homens da família notaram. O tio Jorge, de 50 anos, viu quando Marina se abaixou para pegar uma bebida na cooler — o vestido colou entre suas pernas, revelando a forma perfeita do cone. Ele engoliu seco e desviou o olhar, mas notou. O primo distante, Lucas, de 30 anos, dançou com ela e sentiu a rigidez quando seus corpos se tocaram. Ele olhou para baixo, confuso, vendo o volume que não deveria estar ali, e Marina apenas sorriu, sabendo que ele havia percebido. Mas o mais constrangedor foi com as primas adolescentes. Júlia, de 20 anos, e Sofia, de 21, estavam sentadas no gramado quando Marina se juntou a elas, sentando-se de pernas cruzadas. O vestido subiu levemente, e o volume na virilha de Marina ficou visível — uma saliência redonda e dura que distorcia a linha natural do corpo feminino. — Marina — Júlia perguntou, inocente, apontando. — O que é aquela barriga aí embaixo? Você está com alguma coisa no bolso? Marina congelou por um segundo, mas Carla, que estava próxima, interveio suavemente. — É um protetor, Júlia — Carla explicou, improvisando. — Marina tem uma condição médica. Um suporte. — Parece estranho — Sofia disse, inclinando-se para olhar melhor, vendo a forma perfeita do dildo através do tecido fino. — Parece um... formato de pepino? Marina riu, nervosa, ajustando o vestido. — É algo médico mesmo, primas — ela disse. — Não se preocupem. Mas as meninas não eram totalmente ingênuas. Júlia, a mais curiosa, notou como Marina se movia — devagar, cuidadosa, como se carregasse algo pesado entre as pernas. E quando Marina se levantou para pegar bolo, Júlia viu a base do brinquedo pressionar contra o tecido quando ela se virou. — Ela tem alguma coisa aí — Júlia sussurrou para Sofia quando Marina saiu de alcance. — Não é médico. É... é algo de adulto. Eu vi minha mãe escondendo algo pareso no armário uma vez. Sofia corou, entendendo a implicação, e ambas olharam para Marina com olhos arregalados de mistura de choque e admiração. No final da festa, quando Marina voltou para casa com os pais, ela estava exausta. O dildo cone a mantivera aberta por seis horas, e ela havia gozado três vezes escondida no banheiro da tia. — Precisamos verificar — Roberto disse assim que entraram em casa. Marina assentiu, cansada. Ela levantou o vestido no meio da sala, revelando o brinquedo enorme, a base larga pressionada contra seus lábios inchados. Carla ajoelhou-se e puxou o dildo devagar, muito devagar, vendo a abertura da filha se esticar para liberar o cone. Quando saiu completamente, um som úmido ecoou, e Marina gemeu, sentindo o vazio repentino. — Está vermelha — Carla observou, tocando os lábios externos, agora inchados e sensíveis. — Mas não machucada. Você usou lubrificante suficiente? — Sim, mãe — Marina disse, esfregando a área. — Eu reapliquei no banheiro da tia. Roberto trouxe uma toalha quente, e Carla a colocou entre as pernas da filha, fazendo compressa. Depois, ela aplicou um creme hidratante, massageando suavemente, verificando a elasticidade que ainda permanecia mesmo sem o brinquedo. — Amanhã você descansa — Carla ordenou. — Nada de brinquedos. Deixa sua xoxota descansar. — Mas, mãe... — Sem mas. E para compensar, amanhã você vai mostrar para nós qual vai ser o próximo. Queremos aprovar o tamanho antes de você usar. Marina riu, subindo as escadas, ainda nua da cintura para baixo, sentindo o ar frio na carne exposta. — Tudo bem — ela disse, olhando por cima do ombro. — Mas escolham um grande. Eu não aguento os pequenos mais. Preciso sentir preenchida. Ela subiu as escadas cambaleante, deixando os pais na sala, trocando olhares de preocupação maternal misturada com fascínio perverso pelo hábito insaciável da filha. No dia seguinte à festa de família, o campainha tocou pela manhã. Marina atendeu a porta e encontrou suas primas Júlia e Sofia — ambas agora com 21 anos, universitárias que haviam crescidos juntas mas se afastaram durante a adolescência. As duas estavam na cidade para as férias e compartilhavam um apartamento próximo. — Marina, precisamos falar — Júlia disse, entrando na casa com Sofia atrás, ambas com expressões curiosas e nervosas. — Sobre o quê? — Marina perguntou, consciente do volume que ainda carregava sob o short de moletom — o dildo de 35 cm que havia colocado após o banho, sentindo-se ousada naquela manhã. — Ontem... na festa — Sofia começou, corando. — A gente viu... aquela coisa. A gente pesquisou na internet. É um dildo, não é? Você estava usando um dildo dentro de você o tempo todo? Marina sorriu, surpresa pela franqueza delas. Ela fechou a porta da entrada e cruzou os braços. — Sim. Eu uso constantemente. É meu vício, meu prazer. — A gente quer aprender — Júlia disse, os olhos brilhando de curiosidade juvenil misturada com desejo recém-descoberto. — A gente nunca... nunca fez nada assim. Somos inexperientes. Mas quando vimos você ontem, andando daquele jeito, parecendo tão... poderosa, tão cheia, a gente ficou obcecada em saber como é. Marina as observou. Júlia era morena, de cabelos curtos e corpo esguio, com um ar intelectual. Sofia era loira, mais curvilínea, com olhos azuis inocentes. Ambas eram lindas, virgens em termos de brinquedos, e claramente excitadas com a possibilidade de descoberta. — Vocês têm certeza? — Marina perguntou, levando-as para o sofá. — Não é para iniciantes. Especialmente o que eu uso. — A gente quer ver — Sofia sussurrou. — Queremos ver você. De perto. Como é. Marina hesitou por um momento, mas o brilho de curiosidade genuína nas primas a convenceu. Ela as levou para seu quarto no andar de cima, um espaço íntimo com luzes baixas e espelhos. Ela fechou a porta e trancou. — Tirem a roupa — Marina ordenou, removendo seu próprio moletom. — Se vocês querem aprender, precisam ver tudo. As primas se olharam, tímidas, mas obedeceram. Júlia tirou a blusa e a calça jeans, ficando apenas de calcinha branca simples. Sofia removeu o vestido verão, revelando um sutiã de renda rosa e calcinha combinando. Ambas estavam tensas, excitadas, vulneráveis. Marina tirou o moletom completamente, ficando nua. Entre suas pernas, a base larga de um dildo preto gigante estava visível — o modelo de 35 cm que ela havia mencionado, com a base em formato de ventosa que pressionava contra seus lábios. — Meu Deus — Júlia sussurrou, aproximando-se sem ser convidada. — Isso está... dentro de você? Agora? — Sim — Marina disse, sentando-se na beira da cama e abrindo as pernas. — Venham ver. De perto. As duas primas se ajoelharam no chão, nível com a intimidade de Marina. De perto, elas podiam ver o brilho do silicone, a forma como a base distendia levemente os lábios de Marina, a evidência de que aquela haste monstruosa estava enterrada profundamente em sua vagina. — É enorme — Sofia ofegou, tocando a própria barriga em empatia imaginária. — Como... como você consegue? — Prática — Marina explicou, tocando a base do dildo. — E muito gel. Sem gel, isso rasgaria qualquer uma. Mas com o tempo, seu corpo se adapta. Começa pequeno, vai aumentando. — A gente quer tentar — Júlia disse, olhando para Marina com olhos suplicantes. — Tem algum que a gente possa usar? Algum menor? Marina sorriu, levantando-se para abrir sua gaveta secreta. Ela retirou dois dildos — ambos de 20 cm, médios, realistas, mas nada comparados ao monstro que ela carregava. — Estes são para iniciantes — ela disse, entregando um para cada prima. — Mas mesmo assim, vocês vão sentir. Suas xoxotinhas são inexperientes, apertadas. Vão precisar de muito gel, muita paciência. — E se a gente gostar? — Sofia perguntou, segurando o brinquedo, sentindo o peso, a textura das veias. — E se a gente não conseguir parar? — Então vocês vão se tornar viciadas como eu — Marina riu, mas era um aviso sério. — Vão querer isso o tempo todo. Vão sentir falta quando não estiverem cheias. É um vício doce, mas vício. — Mostra primeiro — Júlia pediu, ajoelhando-se mais perto. — Tira o seu. A gente quer ver como sai. Como você tira algo tão grande. Marina assentiu. Ela se deitou na cama, abrindo as pernas amplamente para as primas terem visão perfeita. Ela posicionou as mãos na base do dildo de 35 cm e começou a puxar, muito devagar. — Vejam — ela instruiu, sua voz já ficando rouca. — Vejam como minha xoxota se abre. Centímetro por centímetro, a haste preta e brilhante emergiu. As primas assistiam, hipnotizadas, enquanto a carne de Marina se distendia, se abria, revelando o brilho interno molhado pelo gel. O som era úmido, suave, erótico. Quando a cabeça larga finalmente saiu, houve um estalo suave e Marina gemeu, sentindo o vazio repentino, sua vagina pulsando aberta, mostrando a profundidade rosada para as primas. — Uau — Sofia sussurrou, tocando os lábios de Marina sem permissão, sentindo a carne quente, a abertura que ainda se contraiam no vazio. — Ela fica... aberta assim? — Por um tempo — Marina ofegou, tocando-se, esfregando o clitóris. — Depois volta ao normal. Mas agora, está pronta para mais. Sempre pronta. Júlia não conseguia tirar os olhos. Ela segurava seu próprio dildo de 20 cm, comparando mentalmente, e engoliu em seco. — Nossos são menores, mas ainda parecem enormes — ela disse, nervosa. — Vão ser perfeitos — Marina assegurou, sentando-se. — Agora, tirem as calcinhas. Deitem-se na cama. Uma de cada vez. Vou ensinar vocês. Sofia foi primeira. Ela tirou a calcinha de renda rosa, revelando uma vagina completamente lisa, virgem de brinquedos, pequena e rosada. Ela se deitou, trêmula, segurando o dildo de 20 cm com as duas mãos. — Muito gel — Marina repetiu, pegando o tubo e aplicando generosamente no brinquedo e na entrada de Sofia. — E vocês precisam relaxar. Se tensionar, vai doer. Ela posicionou a ponta do dildo na entrada da prima. Sofia estava molhada — não de excitação plena, mas de nervosismo e curiosidade. Marina pressionou levemente. — Respira — ela instruiu. — Solta o ar. Quando empurrou pela primeira vez, Sofia gritou. Não de prazer — de dor, de estiramento intenso, de invasão. Seus olhos azuis se arregalaram, lágrimas surgiram imediatamente, e ela agarrou os lençóis com força. — Para! Para! — ela gritou. — Não — Marina disse firmemente, mas gentilmente. — É assim no começo. Vai arder. Vai sentir que está rasgando. Mas não está. É só o seu corpo aprendendo. Relaxa, Sofia. Relaxa. Ela esperou, mantendo a pressão constante mas não empurrando mais. Sofia ofegava, o rosto contorcido entre dor e algo mais — a curiosidade de saber o que viria depois. Depois de um minuto, ela assentiu. — Continua — ela sussurrou, as lágrimas escorrendo pelas têmporas. — Eu aguento. Eu quero saber. Marina empurrou mais. A haste desapareceu centímetro por centímetro. Sofia gemia, um som agudo e contínuo, suas pernas tremendo enquanto o dildo avançava. Quando metade estava dentro, Marina parou, verificando o rosto da prima. — Está indo — Marina encorajou. — Você está conseguindo. Sua xoxota está abrindo. Está linda. — Dói — Sofia choramingou, mas havia um brilho nos olhos agora, uma descoberta. — Mas é... é estranho. Quero mais. Marina empurrou até o fim. Quando a base tocou os lábios de Sofia, a prima soltou um grito abafado, arqueando as costas. Ela estava cheia, completamente cheia, seu ventre subindo visivelmente com a invasão. — Senta nele — Marina instruiu. — Movimenta. Sinta. Sofia tentou se mover, mas era desajeitada, inexperiente. Ela fazia movimentos curtos, desconfortáveis, não sabendo como usar o próprio corpo com o objeto dentro. Marina teve que guiá-la, segurando seus quadris, mostrando como usar os músculos para empurrar, como sentir o atrito. — Assim — Marina sussurrou, ajudando a prima a cavalgada. — Encontra seu ritmo. Deixa ele te foder. Depois de dez minutos, Sofia gozou. Foi um orgasmo confuso, cheio de gemidos e soluços, com ela ainda chorando levemente de tensão, mas o prazer era evidente. Quando acabou, Marina tirou o dildo devagar, e Sofia desabou, ofegante, suando, seu rosto infantil transformado em uma expressão de mulher satisfeita. — Agora você, Júlia — Marina disse, virando-se para a outra prima. Júlia estava pálida de expectativa. Ela tirou a calcinha, revelando uma vagina com poucos pelos escuros, pequena, apertada. Ela se deitou, já trêmula, e Marina repetiu o processo — muito gel, muita paciência, muita instrução. Quando Marina começou a empurrar o dildo em Júlia, a reação foi similar. Júlia mordeu o lábio até sangrar, suas mãos indo para o próprio rosto, cobrindo os olhos como se não pudesse acreditar no que estava sentindo. — É muito — ela gemeu. — É muito grande, Marina. Eu não vou aguentar. — Você aguenta — Marina insistiu, empurrando mais, vendo a haste desaparecer na prima. — Sua xoxota é forte. Ela quer isso. Sente como ela está puxando? Ela quer engolir tudo. Júlia quase chorou, mas não chorou. Ela era mais resistente, mais determinada. Quando o dildo estava completamente dentro, ela deixou escapar um gemido longo, profundo, animal. — Estou... estou tão cheia — ela ofegou, olhando para baixo, vendo a base pressionada contra ela. — Sinto cada centímetro. Sinto meu útero sendo tocado. Marina a ensinou a se mover, mas Júlia era desastrada, fazendo movimentos bruscos que causavam dor. Marina teve que segurar firmemente seus quadris, controlando o ritmo, mostrando como fazer movimentos circulares, como usar a pressão contra o clitóris. — Deixa eu fazer por você — Marina ofereceu, e Júlia assentiu, aliviada. Marina segurou a base do dildo e começou a bombear, devagar no início, depois mais rápido. Júlia gemia sem parar, suas pernas envolvendo os ombros de Marina, puxando-a mais perto. A expressão no rosto de Júlia era de pura possessão — ela estava sendo tomada, sendo usada, e estava descobrindo que amava isso. — Mais forte — Júlia pediu, sem vergonha agora. — Socar mais forte, prima. Me fode com isso. Marina obedeceu, empurrando o dildo com força, ouvindo o som úmido de cada estocada. Júlia gozou gritando, um som alto e desesperado, seu corpo se contorcendo no lençol, suas unhas arranhando os braços de Marina. Quando acabou, as três ficaram na cama, ofegantes. Sofia e Júlia ainda tinham os brinquedos parcialmente dentro delas, não querendo tirar, querendo prolongar a sensação. — Nós vamos viciar — Sofia disse, tocando a base do dildo em si mesma. — Eu já quero de novo. Quero um maior. Quero um como o seu, Marina. — Primeiro vocês precisam dominar estes — Marina riu, beijando a testa de cada uma. — Mas sim. Vocês vão viciar. Vão querer isso o tempo todo. Vão sentir falta quando não estiverem cheias. — Pode nos ensinar mais? — Júlia perguntou, olhando para Marina com adoração. — Todos os dias? Quando nossos pais não estiverem vendo? — Todos os dias — Marina prometeu, sentindo seu próprio despertar novamente, sentindo a necessidade de se preencher novamente. — Vou transformar vocês em putinhas experientes. Vou ensinar vocês a andarem com dildos o dia todo, a gozarem em público sem ninguém notar, a usarem plugs anais junto. As primas sorriram, já planejando, já sonhando, já sentindo o vício tomar conta. Elas tinham encontrado sua mentora, sua iniciadora, e jamais seriam as mesmas. — Agora — Marina disse, levantando-se para pegar seu dildo de 35 cm. — Vamos tomar banho juntas. E eu vou mostrar como uso o chuveiro também.
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