Aula de medicina com dildos, machine, pra alunas aprenderem na pratica



Acreditamos que a melhor maneira de agilizar seu conforto neste papel é começar pelos componentes mais difíceis do exame. Você vai aprender a se sentir confortável em estar desconfortável. Por isso, hoje, na sua primeira aula, você vai aprender os exames ginecológicos e de mama."
Um murmúrio desconfortável percorreu a sala de 80 alunos do terceiro ano da Faculdade de Medicina. Alguns cochichavam, outros ajustavam as canetas, e uma ou duas garotas da turma trocavam olhares cúmplices, como se soubessem exatamente o que estava por vir.
Vou começar com uma palestra de uma hora, revisando o básico. Depois, todos nos dividiremos em grupos menores designados para instrução prática.
O professor Adams, um homem de 55 anos com bigode grisalho e voz que parecia sempre em controle, sorriu com aquela calma cirúrgica que os alunos já conheciam. Ele pigarreou e começou.

Ele desenhou no quadro um círculo com sete pontos o famoso sete pontos" – mamilo central e seis em volta Os alunos rabiscavam freneticamente. Depois veio o exame ginecológico: "Introdução ao espéculo. O espéculo de Cusco é o padrão ouro – lâminas retráteis, trava, com ou sem luz. Abre-se 2 a 3 cm para expor a vagina, o colo do útero (cervical os) e o canal vaginal. Técnica: paciente deitada com pernas em estribos, espéculo lubrificado, introduzido com palma da mão na lateral do paciente (direção posterolateral), pressionando suavemente contra a parede vaginal anterior para evitar dor. Nunca use força. Para colposcopia, aplique ácido acético (5%) e aponte foco. Papanicolau: esfrega o colo com cotonete de madeira, depois sonda de Ayre."
Ele mostrou slides: espéculos abertos, colo rosado, fórnice vaginal visível. Os alunos anotaram "pressão firme, direção anterolateral, lubrificação abundante".
"Antigamente os alunos praticavam uns nos outros." Os olhos dos alunos se arregalaram. "Mas hoje em dia as coisas são mais civilizadas. Vocês vão conhecer seu primeiro de muitos pacientes simulados. Periodicamente, durante este currículo, você interage com atores e outras pessoas que nos ajudam retratando pacientes para você.
Você não pode aprender o exame ginecológico por meio de livros ou manequins, e não podemos liberar todos vocês para praticar em pacientes reais em nossas clínicas. Vocês serão organizados em grupos de cinco, com um instrutor do corpo docente e um paciente simulado. Vou te dar essas atribuições de quarto ao final da nossa palestra. Agora vamos começar."
Molly esperava na sala 124, uma sala de exame simulado sem janelas no porão da faculdade de medicina.
Ela era linda e tem 33 anos, morena de cabelos castanhos ondulados, corpo curvilíneo e seios naturais que, por hábito, sempre reagiam com curiosidade. Um amigo da faculdade de teatro a indicou para o programa simulado porque pagava bem – R$ 180 por sessão de 45 minutos – e ajudava a manter o aluguel fluindo entre papéis de stripper e locução. Nos últimos anos ela havia retratado quase todo tipo de paciente: grávidas, idosas com prolapso, adolescentes com sangramento, até uma senhora com menopausa que chorou durante o Papanicolau. Hoje era seu primeiro dia como "paciente simulado" para exame ginecológico completo, e ela estava nervosa pra caralho.
Ela se perguntou quem seriam seus cinco alunos. Algum seria bonito? Seria excitada, ou tudo seria clínico demais, com o cérebro dividido em outra parte do cérebro? Ela pensou em quanto tempo fazia desde que estivera com um homem. Seria a primeira vez que alguém colocaria a mão nela ali, na vagina, em meses? "Tranquila, Molly", murmurou para si mesma. "É só um trabalho."
Uma batida na porta. Professor Adams espiou a cabeça. "Olá, Molly. Vejo que você ainda está completamente vestida. Por favor, despeça-se e vista um avental de um dos armários à sua frente. Vamos te dar um minuto, e depois estarei com os alunos." Ele começou a se retirar, mas voltou. "Por favor, tire tudo, minha querida."
Molly obedeceu sem reclamar. Primeiro os sapatos, depois as meias. O jeans desceu pelas coxas grossas e macias. A camisa preta foi dobrada com cuidado. Ela vestiu o avental clínico azul-claro, amarrando os cordões atrás da nuca e depois entre os seios. O tecido barato roçou os mamilos, que, por natureza, endureceram instantaneamente. Ela olhou para baixo e viu os bicos rígidos marcando o tecido. Os alunos entraram um a um.
"Molly!" Adams apertou sua mão. "Conheça os alunos. Alunos, conheçam a Molly." Acenos tímidos. "Molly, presumo que você já saiba o procedimento." Ela assentiu, sem graça. "Pode deitar na mesa de exame e vamos começar."
A mesa foi ajustada para reclinada a 45 graus, pés em estribos com pedais ajustáveis. Os cinco alunos – três homens e duas mulheres – circularam a mesa como lobos.
"Primeiro os seios," anunciou Adams. Ele segurou o pulso direito de Molly e levantou o braço sobre a cabeça. A mão esquerda soltou a amarração do avental e puxou o tecido para baixo, expondo completamente o seio direito. Os cinco alunos pararam para olhar. Molly sentiu o ar frio na pele nua. O mamilo direito ficou rígido, apontando para cima.
"Usem o método do relógio," disse Adams. "Primeiro no mamilo, depois em círculos, depois em linhas radiais. Observem a axila direita." Ele ergueu o seio esquerdo também, expondo os dois seios ao mesmo tempo. Os alunos se aproximaram. Um deles, um jovem de 22 anos chamado Lucas, colocou as mãos macias nela. Os dedos grandes usaram o movimento de concha. Molly sentiu um arrepio subir pela espinha.
"Não, não, mais assim," corrigiu Adams, segurando a mão de Lucas e manipulando os dedos. "Comece no mamilo, desça, repita em ângulos de 45 graus. Assim." A pressão era firme, mas não dolorosa. Molly sentiu um calor subir entre as pernas. Os dois mamilos estavam tão duros que doíam um pouco.
Depois veio a parte mais íntima. Adams posicionou os estribos abertos, expondo a vagina completamente. Os alunos se aproximaram, olhos brilhando. Duas garotas da turma (uma loira chamada Ana e uma ruiva chamada Clara) e dois homens (Lucas e um careca chamado Pedro) estavam colados na mesa, a menos de 30 cm da fenda úmida de Molly.
"Primeiro o espéculo," disse Adams. Ele pegou o espéculo de Cusco de metal esterilizado do carrinho, lubrificou generosamente com gel transparente. "Apertem as pernas dela um pouco mais." Os cinco alunos obedeceram, mãos nas coxas de Molly. Os dedos dos homens roçaram a pele interna das coxas, subindo perigosamente perto da virilha. A loira Ana segurou o joelho direito de Molly com força, os dedos afundando na carne macia. A ruiva Clara fez o mesmo com o outro lado.
"Agora abram as pernas o máximo possível. Exponham o colo do útero." Os dois homens seguraram os tornozelos de Molly, abrindo as pernas em V. A fenda da vagina ficou completamente aberta para os olhos dos cinco. O espéculo foi introduzido devagar pela lateral da vagina de Molly, pressionando a parede anterior. Molly sentiu o frio metálico entrar, abrindo a vagina com um clique suave. O cheiro de látex e lubrificante encheu o ar.
"Agora o Papanicolau," continuou Adams. Ele pegou o swab de madeira e esfregou o colo do útero exposto em movimentos circulares lentos e precisos. A fenda da vagina ficou visível para todos, com a parte interna rosada e úmida. Os alunos se inclinaram mais, respirando mais fundo.
"Observem a saída vaginal," disse Adams. "Aproxime-se." Uma das garotas (Clara) estendeu a mão e tocou levemente a entrada da vagina de Molly com a ponta do dedo indicador. "Sinta o calor interno." A ruiva fez o mesmo com o outro lado. Os dedos dos homens agora estavam roçando os lábios externos, sem entrar ainda. A pressão era clínica, mas Molly sentia cada toque como uma eletricidade direta no clitóris inchado.
"Continuem o Papanicolau, " ordenou Adams. Ele pegou outro swab e esfregou o colo mais fundo, enquanto os alunos giravam ao redor da mesa. Um homem colocou a palma da mão aberta sobre a parte interna da coxa de Molly, dedos a centímetros da vagina aberta. A outra garota segurou o seio esquerdo de Molly com as duas mãos, massageando o mamilo endurecido enquanto o colo do útero era examinado.
"Agora usem o dedo indicador," continuou Adams. "Empurre devagar, flexionando a mão para cima." Lucas foi o primeiro. O dedo indicador longo e quente de Lucas pressionou a entrada vaginal de Molly, deslizou para dentro devagar. Molly arqueou levemente as costas, sentindo o dedo atingir o ponto G logo de entrada. A sensação era insuportável – prazer puro misturado com vergonha.
Mais fundo, corrigiu Adams, segurando o pulso de Lucas. "Sinta as paredes internas." Ana e Clara agora usavam os dois dedos das mãos, abrindo o canal vaginal de Molly com delicadeza cirúrgica. Os dois homens seguravam as pernas dela abertas, dedos tamborilando nos tornozelos. A ruiva Clara encostou o nariz no seio direito de Molly e lambeu o mamilo com a ponta da língua enquanto os dedos trabalhavam.
"Observem a saída," repetiu Adams. "Empurre o dedo para baixo e para cima." Pedro, o careca, colocou dois dedos na vagina de Molly ao mesmo tempo, flexionando-os no ângulo perfeito. Molly sentiu o orgasmo começar a subir como uma onda lenta, os dedos de todos os cinco alunos entrando e saindo no ritmo sincronizado, enquanto Adams anotava no quadro.
"Ótimo," disse ele finalmente. "Vocês viram que a técnica é pressão firme, direção anterolateral, lubrificação abundante. Agora limpe o espéculo e ajude a recolocar o avental dela." Os cinco alunos se afastaram, mas os dedos ainda tremiam. Molly, deitada ali nua, seios expostos, vagina aberta e brilhando, sentiu o corpo inteiro vibrar. O prazer ainda pulsava entre as pernas, misturado com a vergonha deliciosa de ter sido observada e tocada por todos ao mesmo tempo.
Adams sorriu. "Bem-vindos ao primeiro dia real. Amanhã, mais um. E os outros grupos terão grupos diferentes. Quem quiser trocar, é só falar."
Molly fechou os olhos, o coração batendo forte. "Meu Deus", pensou. "Isso vai ser muito pior do que eu imaginava." E, pela primeira vez, ela sorriu.
Molly estava deitada na mesa de exame simulado, o corpo ainda quente do Papanicolau anterior, quando o Professor Adams girou a mesa para um ângulo completamente novo e erótico. “Hoje vamos testar um aparelho revolucionário que estamos testando em beta. Vocês vão amar isso. Coloque ela na Sybian 9000 — a versão com pulsação em 8 direções, 12 padrões de ritmo e monitoramento de vibração por app. É o futuro do exame ginecológico prático.”
Os estribos foram substituídos por uma cadeira de metal cromado com cunhas prateadas. Molly foi guiada até lá nua (apenas o avental aberto que Adams havia deixado pendurado nos ombros). O professor ajustou o cinto de couro macio que passava entre as coxas grossas dela, pressionando o clitóris contra a base vibrante. Os cinco alunos — Lucas, Ana, Clara, Pedro e o mais novo chamado Rafael — se posicionaram ao redor, olhos arregalados de tesão e antecipação.
“Observem o desejo dela,” ordenou Adams. “Mostrem como ela reage quando o motor liga.” O professor pressionou o botão no tablet. O Sybian rugiu. Um zumbido profundo, quase animal, vibrou direto contra o clitóris inchado e molhado de Molly. O motor acelerou em ondas de 1-2-3-4-5-6-7-8 pulsações por segundo, subindo e descendo em frequência constante. Os olhos dela se fecharam, a boca entreaberta, os seios subindo e descendo rápido.
“Olhem o tesão dela,” continuou Adams, voz rouca. “A vagina dela já está pingando. Observem o clitóris pulsando a cada onda. Sentem o calor saindo dela.” Os dedos dos cinco alunos foram para os seios: Lucas apertava o direito com força, Ana chupava o mamilo esquerdo molhando-o com a língua, Clara lambia a outra bochecha, Pedro e Rafael seguravam as nádegas dela, dedos afundando na carne macia.
O motor ficou mais forte. 20 pulsos por segundo. Molly começou a tremer. Os joelhos dela tremeram, as coxas abertas balançavam sozinhas. “Aaaahhh… porra…” Ela gemeu alto, a voz rouca, o rosto vermelho. O sêmen começou a escorrer devagar pela entrada da vagina, pingando na cunha de couro do Sybian, escorrendo pelas coxas grossas. “Olhem isso… ela está gozando”, disse Adams, anotando freneticamente no quadro. “Muitos fluidos, hiperemia labial, clitorídes tumescidos. Isso é o que a gente quer ver em um verdadeiro paciente.”
O orgasmo veio em ondas sucessivas. Primeiro um pico longo, os quadris de Molly se elevando da cadeira, os seios balançando, um jato de líquido transparente saindo da vagina enquanto o motor ainda vibrava. Depois outro, mais curto, e mais outro. Ela estava babando, o corpo inteiro tremendo, os mamilos duros como pedras, a garganta aberta em gemidos altos e vergonhosos.
Agora chamem as colegas que não participaram do teste, ordenou Adams, sem tirar os olhos da tela.
“As meninas da turma que ficaram na aula anterior — a loira mais nova chamada Julia, a morena de 28 anos chamada Sofia e a ruiva loira que estava no fundo.”
As três entraram na sala 124, ainda de jaleco, olhos arregalados ao ver Molly na Sybian, gozando pela quinta vez em 8 minutos. “Meu Deus… ela está tão molhada…”, sussurrou Julia, mordendo o lábio inferior. Sofia corou até as orelhas. “Isso é… tão errado… mas tão lindo…”
“Vocês vão ajudar no exame novo,” disse Adams. “Método de ‘lingual intrusion vulva’ — o exame com língua na vulva que estamos testando agora. Vocês vão chupar e lamber a xoxota dela enquanto ela ainda está no Sybian. Mostrem como o desejo dela aumenta quando a boca entra.”
As três colegas tiraram os jalecos, ficando só de calcinha branca. Molly, ainda tremendo do último orgasmo, abriu as pernas mais para elas. Julia foi a primeira: ajoelhou-se entre as coxas de Molly e encostou a língua quente na entrada da vagina ainda pulsando.
credo… ela está tão quente… , murmurou, e então meteu a língua fundo, lambendo a entrada, a parede interna, o colo do útero exposto pelo espéculo que Adams havia deixado ali para ser usado. Ela chupava o clitóris com sucção forte, língua girando rápido, dedos entrando ao mesmo tempo.
Sofia ficou ao lado, chupando um seio de Molly enquanto a língua de Julia entrava e saía. “Tá tão molhado que escorre pelo meu queixo…”, gemeu Sofia, adorando o gosto salgado da excitação. Clara (a que já tinha testado antes) lambeu a outra entrada, dedos fodendo a vagina de Molly no ritmo da língua.
As meninas estavam completamente molhadas de tesão também. Seus mamilos duros marcavam o tecido fino, e elas gemiam baixinho, chupando com mais vontade. Molly, ainda no Sybian, sentiu uma nova onda de prazer quando as línguas trabalharam juntas
— uma lambendo o clitóris, a outra entrando e saindo da vagina aberta. “Ai… porra… não parem…”, gritou ela, o corpo arqueando, mais sêmen jorrando direto na boca de Julia.
O motor do Sybian voltou a 25 pulsos. As três colegas agora chupavam uma contra a outra, seios se espremendo, línguas se tocando enquanto entravam e saíam da xoxota de Molly. O cheiro de sexo enchia a sala. As colegas também começaram a gozar ali, contra a coxa de Molly, gemendo alto enquanto lambiam sem parar.
Adams anotava tudo: “Líquido vaginal abundante, contrações uterinas visíveis, prazer oral extremo, adaptação da língua ao exame de intrusão vulva — método aprovado 100%.”
Molly gozou pela sétima vez, o corpo inteiro tremendo, seios balançando, a voz rouca gritando nomes. As três colegas continuaram lambendo, babando, adorando o gosto, os dedos ainda fodendo a vagina de Molly enquanto o Sybian vibrava sem parar.
Perfeito, disse Adams.
Vocês viram? Desejo, tesão, gozo múltiplo, exame oral vulvar completo. Amanhã vamos testar o Strapon 3000 com as meninas. Quem quiser trocar de grupo… é só falar.
Molly, ofegante, suada, vagina pulsando e brilhando, sorriu pela primeira vez. “Isso vai ser ainda pior…”, pensou, e já sentia o próximo orgasmo subindo.
A porta da sala 124 se fechou atrás de Molly e dos cinco alunos com um clique seco. O Professor Adams deu uma última batida no painel da mesa, desligando o Sybian com um rugido final. O zumbido parou. Molly estava ofegante, deitada ali nua, seios inchados e brilhando de suor, vagina ainda pulsando e pingando sêmen claro sobre as coxas grossas, o corpo tremendo de um orgasmo que não parecia querer acabar.
“Ótimo trabalho, turma,” disse Adams, a voz calma como se tivesse acabado de ensinar anatomia de pescoço. “Vocês viram o exame completo: exame de mama com relógio e cortador de grama, espéculo, Papanicolau, dedo intravaginal, lingual intrusion vulva, Sybian com oito direções. Vocês foram impecáveis. Amanhã tem outro teste. Mas hoje… hoje vamos testar algo mais íntimo. Mais erótico. Mais real.”
Ele olhou para os alunos um por um.

“Hoje é o dia da prova dos nove. Escolham: mãe ou irmã. Vou trazer as que vocês escolheram. Vocês vão chupar a xoxota delas. Aqui, na frente de vocês. Sem roupa. Sem vergonha. Isso é ensino prático.”
Os olhos dos cinco alunos se arregalaram. Ana sussurrou: “Mãe…?” Lucas engoliu em seco. Clara sorriu, já molhada só de imaginar.
Molly, ainda tremendo, levantou a cabeça. “Professor… eu já fiz mãe e irmã antes. As meninas da turma… a loira Julia, a morena Sofia e a ruiva Clara… elas também são alunas. Elas querem ver as mães nuas. É bom pra prática.”
Adams sorriu. “Perfeito. Vocês vão ver tudo. E as mães vão ver tudo também.”
Cinco minutos depois a porta se abriu de novo. As cinco mães entraram, todas peladas, já nuas como o dia em que nasceram. Elas foram escolhidas com cuidado: a mãe da Ana (34 anos, barriga macia, seios cheios com estrias), a mãe da Clara (38 anos, corpo de corpo de ginasta, bunda firme), a mãe de Julia (31 anos, magrinha, mamilos grandes), a mãe da Sofia (40 anos, curvilínea, xoxota já parecendo uma flor aberta) e a mãe da Molly (45 anos, corpo de mãe madura, seios caindo, xoxota grande e carnuda).
Todas estavam envergonhadas pra caralho.

“credo, Molly… eu não quero fazer isso na frente da minha filha…” — murmurou a mãe de Ana, cobrindo o peito.

A mãe de Clara só conseguiu dizer: “Minha filha… olha pra mim…”

A mãe de Julia estava vermelha como tomate.

A mãe de Sofia choramingava baixinho.

A mãe de Molly só conseguiu sussurrar: “Tá bom… mas por favor não falem pra ninguém…”
Adams sentou numa cadeira no canto, pernas abertas, olhos brilhando de tesão profissional. Ele não tirava o olhar das quatro xoxotas expostas. “Observem de perto. As mães nuas. Vocês vão estudar os detalhes depois. Labios, tamanho, cor, sensibilidade. Tudo.”
Molly, ainda deitada na mesa, abriu as pernas ainda mais. “Vamos começar. Mães, deitem aqui. Filhas, sentem e assistam.”
As cinco mães deitaram na mesa grande, de quatro ou de costas, pernas abertas o máximo possível. As filhas (Ana, Clara, Julia, Sofia e Molly) sentaram ao redor, joelhos no chão, olhos famintos.
A cena começou.
A mãe de Ana foi a primeira. “Minha filha… olha isso…” Ela abriu as pernas e a xoxota enorme, carnuda, lábios grossos e inchados, já pingando, apareceu para o mundo inteiro. A filha Ana, vermelha até as orelhas, murmurou: “Porra… é tão grande… e tão molhada… olha os lábios…” e encostou a língua. Ela chupou com fome, língua entrando fundo, lambendo as paredes internas, sugando o clitóris grande e inchado.
Clara (a filha) e Julia (a filha) fizeram o mesmo com as outras duas. As três filhas chupavam uma depois a outra, babando, gemendo de tesão, os seios de Molly se espremendo enquanto ela lambia a mãe dela. “Mãe… sua xoxota é absurda… olha como tá aberta…” murmurava Molly, língua girando no clitóris maduro da própria mãe.
A mãe de Clara foi a mais braba. “Filha… não para… chupa mais forte…” Ela gozou com a língua da filha dentro da boca, jatos de sêmen claro escorrendo pelos lábios da filha, que engolia tudo com fome. A mãe de Julia chorava de prazer: “Eu nunca imaginei que minha filha ia fazer isso… mas tá tão bom…” A mãe de Sofia gozou três vezes, o corpo inteiro tremendo, xoxota enorme pulsando na cara das filhas.
O professor Adams se levantou, caminhou até a mesa e ficou bem perto. “Agora os dedos.” Ele pegou o lubrificante e aplicou nas mãos das filhas. “Dedos no cu também. Intrusão anal. Observem a reação.” As três filhas (Ana, Clara e Julia) colocaram dois dedos na bunda da mãe de Ana, depois na de Clara, depois na de Julia. Os dedos entravam devagar, flexionados, enquanto a língua continuava chupando a xoxota. As mães gemiam alto: “Meu Deus… tem dois buracos sendo fodidos ao mesmo tempo…”
“Agora o Strapon,” disse Adams. Ele pegou o Strapon 3000 (um brinquedo preto com veias, 20 cm de comprimento, vibração de 10 padrões, ponta macia que imitava um pênis real). “As filhas vão foder as mães. As mães vão sentir o que o marido nunca sentiu. As filhas vão ver a xoxota delas sendo esticada.”
A mãe de Ana foi a primeira. Ela foi deitada de costas, pernas abertas, e a filha Ana colocou o Strapon na própria vagina molhada e começou a meter fundo, ritmado, os quadris batendo contra a xoxota carnuda da mãe. “Ai… filha… você tá destruindo minha buceta…” A mãe gozava a cada estocada. A filha Sofia fodia a mãe de Julia enquanto a mãe de Clara lambia o clitóris da filha que a fodia.
Todas as mães estavam gozando sem parar. Os corpos brilhando de suor, xoxotas pulsando, sêmen escorrendo. As filhas (Molly, Ana, Clara, Julia, Sofia) estavam molhadas também, chupando e fodendo ao mesmo tempo, gemendo de tesão. Duas delas (Molly e Ana) usavam o Strapon na própria xoxota enquanto chupavam as mães, o brinquedo pulsando dentro delas.
O professor Adams ficou ali, olhando de perto, falando sem parar: “Observem a hiperemia. Observem as contrações uterinas. Observem a adaptação da língua ao exame oral vulvar extremo. Observem o Strapon sendo usado na mãe de 45 anos. Isso é o que a gente quer ver: putaria de mãe e filha, nuas, sem vergonha, estudando cada detalhe.”
Às 19h da noite a sala cheirava a sexo. As cinco mães estavam deitadas na mesa, pernas abertas, corpos tremendo, xoxotas inchadas e brilhando. As cinco filhas (Molly e as quatro alunas) estavam de joelhos, babando, cheias de sêmen, gozando uma atrás da outra enquanto o professor Adams anotava tudo no quadro.
“Perfeito,” disse ele. “Amanhã tem mais. E depois o exame de parto. Quem quiser trocar de grupo… é só falar.”
Molly, deitada entre as pernas abertas da própria mãe, sussurrou só para si mesma:
A porta da sala 124 se abriu com um zumbido elétrico alto. O Professor Adams entrou primeiro, olhos brilhando de excitação profissional. Atrás dele, cinco máquinas sexuais gigantes montadas em pedestais de aço reforçado: cada uma tinha um pênis mecânico de 50 cm (algumas com ponta dupla), vibração de 10 padrões, velocidade de 120 estocadas por minuto e um cinto de couro que prendia a aluna de quatro, bunda esticada. Mas Adams, o safado de sempre, tinha colocado um upgrade secreto: cinco dildos monstruosos de 75 cm de comprimento, veias grossas, veias pulsantes e uma cabeça de silicone que parecia capaz de abrir uma barriga. Ele sorriu enquanto ajustava os controles no tablet.
“Hoje é o exame final de mecânica sexual. Vocês vão ser fodidos por essas máquinas. 50 cm de pau mecânico direto na vagina, depois 75 cm no cu. Quem gozar primeiro, ganha nota 10. Quem não gozar… repete a aula toda. Entenderam?”
As cinco alunas que estavam na aula anterior — Molly, Ana, Clara, Julia e Sofia — entraram nuas, como sempre. As cinco alunas novatas do primeiro ano (a loirinha de 18 anos chamada Laura, a morena de 19 anos chamada Beatriz, a ruiva de 20 anos chamada Carla, a morena baixinha de 19 anos chamada Manu e a asiática de 18 anos chamada Mei) também entraram nuas, tremendo. Elas tinham medo. Ninguém tinha dito que as novatas iriam aprender assim.
Adams apontou para as novatas.

“Vocês, sentem nos Sybian. Perfeitos para acostumar. Vão assistir, anotar e depois serem fodidas. Perda total de vergonha é o objetivo. Observem as alunas de terceiro ano. Elas já aprenderam.”
As cinco novatas foram guiadas para as cinco máquinas menores de Sybian (versão 3000). Elas sentaram, pernas abertas, cunhas de silicone já pressionando o clitóris. O professor ligou todas ao mesmo tempo. O zumbido coletivo encheu a sala.
As cinco alunas de terceiro ano (Molly, Ana, Clara, Julia e Sofia) foram posicionadas nas máquinas maiores. O professor ajustou os cinto de couro, empurrou as bunda para cima e encaixou o primeiro pênis de 50 cm na vagina de Molly. Ela gemeu alto quando o silicone quente pressionou sua entrada molhada. “Ai, porra… tá apertado…” Ana foi a primeira a gemer: “Mãe de Deus, 50 cm já encheu minha buceta!” Clara sentiu o pau entrar devagar, 20 cm, depois 30, depois 40. Julia e Sofia gemeram enquanto o pau mecânico batia fundo, direto no colo do útero.
Adams sorriu. “Agora o anal. As novatas vão aprender o cu também.” Ele pegou os dildos de 75 cm e encaixou na bunda de cada uma. O primeiro pênis de 50 cm na vagina, o segundo de 75 cm no cu — tudo sincronizado.
As novatas no Sybian tremiam. Laura anotava freneticamente: “Vagina 50 cm… clitóris pulsando… anal 75 cm já saindo metade…” Beatriz estava vermelha: “Meu Deus… olha a boca da Manu… o pau tá saindo por ela…” Mei só conseguia gemer: “Tá tão fundo…”
A máquina de Molly acelerou. 120 estocadas por minuto. O pênis de 50 cm enfiava até a barriga, depois puxava quase todo, só a cabeça ficando dentro. O 75 cm no cu batia fundo, estufando a barriga dela como se fosse uma gravidez de cinco meses. Molly gritava: “Porra… eu tô saindo pela boca… o pau tá saindo pela minha garganta!” O pau de 75 cm tinha atravessado o esôfago dela, a cabeça redonda aparecendo pela boca, os dentes dela mordendo o silicone grosso. A língua dela saía de lado, babando, enquanto o pau continuava fodendo a garganta profunda. O sêmen artificial jorrava direto na barriga dela, inchando a barriga ainda mais.
Ana foi a próxima. O 75 cm no cu fez ela gritar de prazer: “Meu cu tá sendo rasgado… tô gozando na cara da máquina!” A barriga dela ficou redonda, o pau saindo pela garganta enquanto ela lambia o próprio sêmen da barriga. Clara sentiu o pau de 75 cm estufando sua barriga até parecer uma barriga de oito meses. Julia e Sofia gemeram em uníssono: “Estamos saindo pela boca… e gozando na cara da máquina!”
Adams não parava de anotar: “Observem a estocação profunda. Observem a hiperemia anal. Observem a adaptação ao pau de 75 cm que vai até a barriga. Observem as novatas anotando tudo.”
As novatas no Sybian eram obrigadas a chupar as xoxotas das alunas de terceiro ano que gozavam na cara da máquina. Laura chupava o clitóris de Molly enquanto Molly gozava, o sêmen jorrando direto na boca dela. Beatriz chupava o cu de Ana enquanto o pau de 75 cm entrava e saía. Mei lambia o clitóris de Julia e Sofia, as duas gozando juntas, o sêmen escorrendo pelos queixos das novatas.
Às 20h da noite, as cinco alunas de terceiro ano estavam no chão, de quatro, barriga inchada, bocas abertas, seios balançando. O sêmen artificial jorrava de todas elas. Molly, Ana, Clara, Julia e Sofia estavam deitadas no chão, pernas abertas, xoxotas pulsando, bocas e bundas brilhando de sêmen. Elas gozavam mais uma vez, gemendo alto, o corpo inteiro tremendo.
Adams desligou as máquinas. “Perfeito. Vocês perderam a vergonha. As novatas também. Amanhã tem o exame de parto. Quem quiser trocar de grupo… é só falar.”
Molly, deitada no chão, barriga inchada, boca aberta com sêmen escorrendo


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Aula de medicina com dildos, machine, pra alunas aprenderem na pratica

Codigo do conto:
272942

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/09/2026

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