O treinamento de dildo da filha no consultorio e em casa



A família Oliveira sempre foi diferente das outras, e orgulhavam-se disso. Viviam em uma casa isolada nos arredores da cidade, onde o naturalismo era lei e o prazer corporal era celebrado sem pudor. A mãe, Carolina, de 42 anos, mantinha um corpo escultural que ainda chamava atenção. O pai, Roberto, um empresário de 45, apoiava completamente o estilo de vida libertino da família. As três filhas — Bianca (25), Julia (23) e Aline (21) — foram criadas para entenderem e explorarem seus corpos sem limites ou vergonha.
Naquela semana especial, Aline completava exatamente um ano desde sua última visita ao Dr. Paul, o renomado analista especialista em treinamento anal. Enquanto suas irmãs já haviam completado seus cursos intensivos e agora usavam brinquedos impressionantes com facilidade, Aline estava apenas começando sua jornada.
— Finalmente é minha vez, mamãe — Aline disse na manhã da consulta, seus olhos azuis brilhando de excitação.
Carolina sorriu, ajustando o decote de seu vestido fluido que raramente escondia algo.
— Você vai adorar, querida. O Dr. Paul é um artista. Ele vai transformar seu cuzinho em um túnel de prazer — ela respondeu, beijando a filha na testa.
Ao chegarem à clínica, foram recebidas por Dona Márcia, a secretária de 50 anos que praticamente fazia parte da família. A mulher morena e voluptuosa abraçou cada uma delas com calor.
— Aline, minha querida, está na hora de você começar seu treinamento sério — Márcia disse, piscando um olho. — Já preparei a sala especial e o Dr. Paul está ansioso para examinar seu progresso.
A sala de espera estava vazia, exceto por algumas pacientes regulares que conheciam a família Oliveira e trocaram sorrisos de cumplicidade. Nas paredes, estantes exibiam uma impressionante coleção de dildos de todos os tamanhos, cores e formatos — desde pequenos plugs de treinamento até monstros de cinquenta centímetros que faziam as visitantes engolirem em seco.
O Dr. Paul entrou na sala, um homem de 60 anos com aparência distinta e mãos que pareciam ter poder curativo. Ele usava jaleco branco, mas todos sabiam que logo estaria tão nu quanto suas pacientes.
— Carolina, que bom ver você novamente. E Aline, minha pequena aprendiz — ele cumprimentou, beijando as mãos das duas. — Vamos começar? Márcia, prepare o equipamento de exame.
Aline tirou o vestido leve que usava, revelando um corpo jovem e firme, pequenos seios empinados e uma virilha completamente lisa. Ela não usava calcinha, conforme instruções da família. Carolina também se despiu, ficando nua ao lado da filha em um gesto de apoio maternal.
O Dr. Paul aproximou-se de Aline, fazendo-a deitar na maca especial com estribos que mantinham as pernas abertas e elevadas.
— Vamos ver como seu grelo está desenvolvido — ele disse, usando luvas de látex.
Ele separou os lábios internos de Aline, expondo seu clitóris que já estava ligeiramente inchado de excitação. Com dedos experientes, massageou a área, observando como o grelo respondia crescendo visivelmente, saindo de sua capinha como um pequeno pênis.
— Excelente, Aline. Seu grelo está desenvolvendo muito bem, está quase do tamanho de um dedo mindinho — o médico comentou. — Isso é ótimo para o prazer anal, a estimulação simultânea será intensa.
Carolina aproximou-se, observando com orgulho maternal.
— Posso, doutor? — ela perguntou, já se inclinando.
— Por favor, Carolina. A participação familiar é essencial — Dr. Paul permitiu.
Carolina ajoelhou-se entre as pernas da filha e lambeu o grelo de Aline com a língua quente e experiente. Aline gemeu, suas mãos segurando os seios da mãe enquanto era chupada. O grelo inchou ainda mais, pulsando contra a língua materna.
— Mamãe, está tão gostoso — Aline ofegou.
— Agora você, Márcia — o médico instruiu.
A secretária aproximou-se, também nua agora, seu corpo maduro exuberante. Ela substituiu Carolina, mergulhando a língua na vagina de Aline enquanto massageava o grelo com o polegar. Aline se contorceu, sentindo-se à beira do orgasmo.
— Vamos começar os testes — Dr. Paul anunciou, trazendo o primeiro equipamento.
Era um Sybian profissional, uma máquina de prazer montada sobre uma base robusta. O consolo que se projetava para cima era imenso, com cinquenta centímetros de comprimento e uma grossura que desafiava qualquer iniciante.
— Aline, você precisa aprender a receber. Sente-se nele — o médico instruiu.
Com ajuda da mãe, Aline posicionou-se acima do monstro de borracha preta. Ela estava molhada o suficiente, mas mesmo assim, quando começou a descer, sentiu o esticamento intenso.
— Ai, está enorme, não vai entrar — ela gemeu.
— Vai sim, querida. Relaxa e desce — Carolina incentivou, segurando a cintura da filha.
Aline foi descendo, centímetro por doloroso centímetro, sentindo-se rasgada e preenchida como nunca antes. Quando finalmente sentou completamente, com os cinquenta centímetros inteiramente alojados em sua vagina, ela soltou um grito de êxtase misturado com dor.
— Vinte minutos — Dr. Paul determinou, ligando a máquina.
O Sybian começou a vibrar e girar. Aline gritou, suas mãos segurando os próprios seios enquanto o orgasmo a atingiu em segundos. Ela gozou sem parar, uma onda após outra, enquanto a máquina a fodia implacavelmente. Seus olhos reviraram, baba escorreu do canto da boca, e ela se contorceu em espasmos violentos que duraram os vinte minutos inteiros.
Quando a máquina finalmente parou, Aline desabou nos braços da mãe, ofegante e coberta de suor.
— Agora o treinamento anal propriamente dito — Dr. Paul anunciou.
Ele trouxe uma bandeja com plugs de tamanhos crescentes, desde pequenos de quatro centímetros até monstros de quinze centímetros de diâmetro. Um por um, ele introduziu os plugs no ânus de Aline, começando pelo menor. Aline gemia a cada novo tamanho, sentindo-se abrir cada vez mais.
— Excelente elasticidade — o médico comentava, enquanto introduzia um plug de dez centímetros. — Sua filha tem um cuzinho talentoso, Carolina.
— Eu sei, ela é uma putinha desde pequena — Carolina respondeu com orgulho.
Após os testes de plugs, o Dr. Paul trouxe um strapon enorme e o entregou a Carolina.
— A mãe deve mostrar como se faz — ele determinou.
Carolina vestiu o cinto com o pau de borracha negro de trinta centímetros. Ela posicionou Aline de quatro na maca, o ânus da filha ainda aberto pelo último plug que havia sido removido.
— Mamãe vai te arrombar, filha — Carolina sussurrou, posicionando a ponta.
Ela empurrou com força, e Aline gritou quando o strapon enorme penetrou seu ânus. Carolina começou a socar com ritmo experiente, movimentos de quadril perfeitos que mostravam anos de prática.
— Como a mamãe sabe socar! — Aline exclamou, sentindo cada estocada profunda.
— Aprendi com seu pai e suas irmãs — Carolina respondeu, aumentando o ritmo. — Agora é sua vez de aprender a receber.
Carolina fodeu a filha por quinze minutos, em posições diferentes: de quatro, de lado, deitada de costas com as pernas abertas. Aline gozou três vezes durante a penetração anal, sua buceta escorrendo fluido enquanto o strapon massageava suas paredes internas através do ânus.
Ao final da sessão, Aline estava exausta mas radiante. O Dr. Paul prescreveu uma série de exercícios caseiros e presenteou a família com uma caixa cheia de brinquedos — dildos de todos os tamanhos, plugs especiais, lubrificantes importados e até cadeiras modificadas.
De volta à casa dos Oliveira, Roberto recebeu a filha e a esposa com um jantar especial. As irmãs Bianca e Julia também estavam lá, nudistas como sempre, usando plugs enormes que saltavam visivelmente entre suas nádegas.
— Como foi, Aline? — Bianca perguntou, beijando a irmã.
— Maravilhoso. Mamãe me fodeu com um strapon enorme — Aline respondeu, ainda sentindo o eco do prazer em seu corpo.
Roberto sorriu, ajustando o próprio plug que usava — naquela família, até o pai participava das práticas anais.
— Estou orgulhoso, minha filha. Vamos ver seu progresso — ele disse, beijando a testa de Aline.
A casa era um paraíso de prazer. Todas as cadeiras da sala de estar tinham consolos projetados para cima, permitindo que qualquer membro da família sentasse-se para assistir TV enquanto era fodido. O sofá tinha três dildos incorporados, onde as irmãs frequentemente sentavam juntas, se masturbando enquanto conversavam sobre o dia.
No quarto das irmãs, a cama era especialmente modificada. Havia uma fileira de cinco dildos na cabeceira, onde elas dormiam de bruços, sempre com algo enfiado em suas bucetinhas ou cuzinhos. Aline agora tinha seu próprio lugar na cama, entre Julia e Bianca, e naquela noite, pela primeira vez, dormiu com um plug de treze centímetros firmemente alojado em seu ânus treinado.
Carolina e Roberto, no quarto principal, também tinham sua cama equipada com máquinas automáticas que os fodiam suavemente durante a noite. Às vezes, Roberto acordava gozando no meio da noite, sem nem perceber.
Na manhã seguinte, Aline desceu para o café da manhã nua, sentindo-se finalmente parte da tradição familiar. Ela sentou-se na cadeira da cozinha, descendo diretamente em um dildo de vinte centímetros que estava fixo no assento, e começou a comer suas torradas enquanto se movia lentamente, masturbando-se.
— Bem-vinda ao clube, irmã — Julia disse, sentada ao lado em outra cadeira equipada, também se movendo em seu próprio brinquedo.
A família Oliveira tomou café juntos, todos sentados em seus dildos, conversando sobre planos do dia enquanto se masturbavam descaradamente. Era uma família unida de verdade, unida pelo amor, pela confiança e pela constante busca por prazer anal e vaginal. E Aline, finalmente, era uma participante plena daquela maravilhosa dinâmica familiar.
Após o café da manhã, onde cada membro da família Oliveira havia gozado pelo menos uma vez sentado em seus brinquedos incorporados, Carolina propôs algo especial para a tarde.
— Meninas, que tal um treino em família? Vamos praticar com os strapons — ela sugeriu, seus olhos brilhando de excitação.
Bianca, Julia e Aline trocaram olhares entusiasmados. Elas adoravam os treinos em grupo, onde aprendiam novas técnicas de penetração e se fortaleciam como mulheres unidas pelo prazer.
No salão principal da casa, que havia sido transformado em um santuário de prazer, as quatro mulheres se posicionaram. Carolina vestiu um strapon preto de vinte e cinco centímetros, escolhendo ser a primeira dominadora. Bianca e Julia também vestiram seus cintos com consolos de tamanhos variados — vinte e oito e trinta centímetros respectivamente. Aline, como iniciante, receberia primeiro antes de tentar foder as outras.
— De quatro, minha filha — Carolina ordenou para Aline, que obedeceu prontamente, apoiando as mãos no sofá especial.
A mãe aproximou-se por trás, massageando o ânus de Aline que ainda estava aberto do plug noturno. Com um movimento firme, ela introduziu o strapon, fazendo Aline gritar de prazer.
— Ai, mamãe, está tão fundo — Aline gemeu, sentindo cada centímetro da borracha preta entrar em seu ânus treinado.
Carolina começou a socar com ritmo constante, suas coxas batendo nas nádegas da filha. Ao mesmo tempo, Bianca se posicionou na frente de Aline, oferecendo seu próprio strapon para ser chupado.
— Chupa enquanto mamãe te fode, irmã — Bianca ordenou, guiando o brinquedo para a boca de Aline.
Aline ficou entre as duas, recebendo por trás e chupando na frente, uma sanduíche de prazer familiar. Julia, não querendo ficar de fora, deitou-se no chão e se posicionou debaixo de Aline, chupando o clitóris da irmã enquanto ela era penetrada analmente.
Roberto, o pai, entrou na sala nesse momento, vindo do escritório. Ele parou na entrada, seu pau endurecendo imediatamente ao ver a cena: sua esposa fodendo a filha mais nova no ânus, a filha do meio chupando o strapon da irmã mais velha, e a mais velha lambendo a buceta da caçula.
— Que visão maravilhosa — Roberto murmurou, começando a se masturbar enquanto observava.
— Vem, amor, assiste suas putinhas se divertirem — Carolina convidou, sem parar de socar Aline.
Roberto sentou-se em uma poltrona próxima, onde um dildo de quinze centímetros já estava fixado. Ele desceu seu ânus no brinquedo, gemendo enquanto se masturbava vendo as filhas e a esposa. Ele adorava ver aquela cena de dominação feminina, as mulheres de sua vida se possuindo umas às outras com força e amor.
Carolina trocou de posição com Bianca. Agora a filha mais velda pegava Aline de frente, deitada no tapete persa, enquanto introduzia o strapon maior na buceta de Aline. Carolina, por sua vez, se posicionou atrás de Bianca, penetrando a filha do meio enquanto esta penetrava a caçula. Julia completava o quarteto ao se deitar sobre Aline, em posição 69, chupando-a enquanto era chupada.
— Olha como suas filhas são boas de cama, Roberto — Carolina gemia, socando Bianca com força. — Elas aprendem direitinho.
— São putas perfeitas — Roberto ofegou, movendo-se no dildo da poltrona e punhetando seu pau duro. — Fode elas, amor, arromba esses cuzinhos.
O treino continuou por horas. Cada uma teve a chance de dominar e ser dominada. Aline descobriu que adorava ser a ativa também, e quando vestiu um strapon médio de dezoito centímetros, fodeu Julia com uma intensidade que surpreendeu a todos.
— Nossa, irmã, você aprende rápido — Julia gemeu, de quatro, recebendo as estocadas firmes de Aline.
Ao final da tarde, todas estavam exaustas, cobertas de suor e fluidos, os strapons ainda pendurados nos quadris. Roberto gozou três vezes apenas assistindo, sua barriga e peito cobertos de seu próprio sêmen.
— Amanhã temos visitas — Carolina lembrou, enquanto se limpava. — Minha irmã Clara vai vir com a filha dela, Sofia. É melhor guardarmos os brinquedos das cadeiras, não queremos assustar elas de imediato.
No dia seguinte, a casa estava aparentemente normal, embora o salão de prazer permanecesse trancado. Sofia, a prima de vinte anos, chegou junto com a tia Clara. Sofia era uma jovem inocente, criada em um ambiente conservador, com longos cabelos castanhos e um corpo curvilíneo que ela escondia sob roupas largas.
— Obrigada por nos receber, Carolina — Clara disse, beijando a irmã. — Sofia precisa de um lugar para ficar enquanto arruma o apartamento novo.
— Fiquem à vontade, são família — Carolina respondeu com um sorriso que escondia intenções perversas.
Durante o almoço, as irmãs Oliveira trocaram olhares de cumplicidade. Elas haviam decidido na noite anterior que seria divertido iniciar a prima inocente nos prazeres da família. Roberto e Carolina, ao perceberem as intenções das filhas, apenas sorriram e deram de ombros — afinal, quanto mais putas na família, melhor.
Após o almoço, Bianca convidou Sofia para um tour pela casa. Julia e Aline seguiram discretamente. Quando chegaram ao salão de prazer, Bianca "esqueceu" que havia deixado a porta destrancada.
— Ops, essa é a nossa sala de ginástica especial — Bianca disse, abrindo a porta.
Sofia entrou curiosa, seus olhos arregalando-se ao ver as cadeiras com dildos, os strapons pendurados nas paredes, e as fotos explícitas da família em várias posições.
— O que... o que é isso? — Sofia perguntou, tremendo, sentindo-se em outro mundo.
— Isso é o que nos mantém unidas — Julia respondeu, fechando a porta atrás dela. — Quer experimentar, prima?
— Não, eu não... eu sou... — Sofia tentou recuar, mas Aline bloqueou a saída.
— Vamos só mostrar como é gostoso — Aline sussurrou, aproximando-se com um sorriso meigo mas ameaçador.
As três irmãs cercaram Sofia. Bianca começou a tirar a blusa da prima, que tentou resistir fracamente.
— Por favor, não façam isso — Sofia implorou, mas seu corpo já respondia de formas que ela não entendia, sentindo-se excitada com a situação proibida.
— Não seja tímida — Bianca ordenou, revelando os seios fartos de Sofia. — Você tem um corpo lindo, prima. Deveria mostrar mais.
Julia tirou a saia de Sofia, deixando-a apenas de calcinha. As irmãs a levaram para uma das cadeiras especiais, onde um dildo de dezoito centímetros aguardava.
— Sente-se — Aline comandou.
Sofia, em transe e medo, foi posicionada acima do brinquedo. Julia segurou seus braços enquanto Bianca guiava seus quadris para baixo. Quando a ponta do dildo tocou a entrada de Sofia, a jovem soltou um gemido de protesto.
— Não, é muito grande, não vai caber — ela choramingou.
— Vai sim, todas nós usamos maiores — Bianca respondeu, empurrando a prima para baixo.
Sofia gritou quando o dildo entrou em sua buceta virgem de brinquedos. Ela nunca havia sentido algo tão grosso, tão profundo. As irmãs a seguraram firme, fazendo-a sentar completamente até a base.
— Olha como ela está vermelha — Aline comentou, observando o rosto contorcido de Sofia entre dor e prazer inesperado.
— Agora você vai nos chupar — Julia ordenou, posicionando-se na frente de Sofia com um strapon de vinte centímetros.
Sofia, impossibilitada de fugir com aquele monstro em sua vagina, abriu a boca quando Julia empurrou o brinquedo em seus lábios. Ela chupou desajeitadamente, sentindo o gosto de borracha e o próprio cheiro de excitação que, para sua vergonha, começava a emanar de si.
Bianca, por trás, começou a massagear o ânus de Sofia com um plug pequeno.
— Vamos abrir seu cuzinho também, prima — ela sussurrou, introduzindo o plug lentamente.
Sofia gemia ao redor do strapon de Julia, sentindo-se completamente preenchida nos dois buracos. Era demais, era errado, mas seu corpo trairia ela, e ela sentiu o primeiro orgasmo involuntário se aproximar.
— Ela está gozando, a putinha está gozando — Aline riu, observando as contrações de Sofia.
Foi nesse momento que Clara, a mãe de Sofia, entrou na sala, atraída pelos gemidos. Ela congelou ao ver a filha sentada em um dildo enorme, chupando outro, com um plug no ânus.
— O que está acontecendo aqui? — Clara exclamou, chocada.
Carolina apareceu atrás da irmã, sorrindo.
— Bem-vinda à família, Clara. Sua filha está apenas conhecendo nossos costumes — Carolina disse, empurrando a irmã para dentro e fechando a porta.
— Mãe, me ajuda — Sofia choramingou, ainda impalada nos brinquedos.
— A Clara também vai participar — Bianca sugeriu, seus olhos brilhando de malícia.
As irmãs cercaram Clara, que tentou resistir, mas era uma mulher de quarenta anos, solitária desde o divórcio, e seu corpo ansiava por toque. Em minutos, ela estava nua, sendo posicionada na frente da própria filha.
— Chupa sua filha, Clara — Carolina ordenou, com uma voz que não admitia recusa. — Chupa a buceta dela enquanto ela está sentada no dildo.
— Não, por favor, é minha filha — Clara implorou, mas já estava sendo empurrada para frente.
Sofia olhou para a mãe com olhos suplicantes, mas também com uma excitação perversa que ela não conseguia negar. Quando a língua de Clara tocou seu clitóris, ao redor do dildo que a penetrava, Sofia gritou de prazer.
— Ahn, mãe, chupa, chupa — Sofia gemeu, perdida no êxtase.
Clara, inicialmente relutante, começou a lamber a filha com mais vontade. O gosto de Sofia era doce, familiar de um jeito proibido que a excitou profundamente. Ela chupou o clitóris da filha, enquanto as irmãs Oliveira introduziam plugs em seu próprio ânus e a faziam chupar strapons.
— Isso, chupa sua filha puta — Julia incentivava, socando um dildo na boca de Clara.
O salão se transformou em um orgia familiar. Roberto, ouvindo os barulhos, entrou e ficou masturbando-se ao ver a irmã de sua esposa chupando a própria filha. Ele aproximou-se e gozou nos seios de Clara, que nem percebeu de tão concentrada em fazer Sofia gozar.
Sofia teve três orgasmos violentos, gritando que nunca sentira algo assim, enquanto sua mãe a chupava e o dildo a fodia profundamente. Quando finalmente foram liberadas, mãe e filha caíram nos braços uma da outra, ofegantes, transformadas para sempre.
— Agora vocês são parte da família — Carolina declarou, beijando a irmã e a sobrinha. — Amanhã começam o treinamento sério.
Sofia e Clara trocaram olhares, sabendo que nada seria como antes. Elas haviam descoberto um mundo de prazer que jamais imaginaram, e embora tivessem medo, ambas ansiavam por mais. A família Oliveira havia conquistado mais duas almas para seu culto de prazer sem limites.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


272951 - sala de aula com dildo - Categoria: Masturbação - Votos: 1
272950 - Chair dildo no shopping - Categoria: Masturbação - Votos: 1
272948 - Pai tem que trepar com a filha - O Preço do Emprego - Categoria: Incesto - Votos: 1
272947 - A Elfa puta Exilada - Categoria: Fantasias - Votos: 1
272946 - A Família da putaria de dildos num Circo - Categoria: Masturbação - Votos: 1
272945 - A garota que gosta de cabeceira da cama - Categoria: Masturbação - Votos: 0
272944 - Dildo em família – filha anda com dildo atolado - Categoria: Masturbação - Votos: 1
272943 - A Rotina na Garagem da filha e ela usando o cambio o carro - Categoria: Incesto - Votos: 0
272942 - Aula de medicina com dildos, machine, pra alunas aprenderem na pratica - Categoria: Incesto - Votos: 0
272940 - Sentando num poste na rua - Categoria: Masturbação - Votos: 0
272939 - Tres historias de sexo sem querer de pai e filha - Categoria: Incesto - Votos: 0
272938 - A Lição Especial da Mamãe ensinando a filha a gozar e depois o pai termina o ensinamento - Categoria: Incesto - Votos: 0
272937 - Descobri uma caixa de dildos da minha filha - Categoria: Incesto - Votos: 0
272876 - O vendedor de dildo - Categoria: Masturbação - Votos: 0
272875 - A escola chinesa das alunas nuas - Categoria: Lésbicas - Votos: 1
272874 - A cadeira erótica - Categoria: Lésbicas - Votos: 0
272873 - A Entrega especial – máquina de sexo por engano - Categoria: Masturbação - Votos: 1
272872 - O Internato das garotas vadias - Categoria: Fetiches - Votos: 2
272870 - A Pegadinha da Mãe safada - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil doidapordildo
doidapordildo

Nome do conto:
O treinamento de dildo da filha no consultorio e em casa

Codigo do conto:
272941

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/09/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0