Bonequinha do Namorado: 1 – Depósito de Porra



…Depois de uma hora mais ou menos assistindo TV em silêncio, ele sentado, eu sentada e escorada nele, ele começou a se mexer ao meu lado. Senti seu corpo se aproximando mais. Sua mão na lateral da minha coxa, levantando meu vestido e tocando minha pele, minha bunda, passando o dedo perto do meu cuzinho, isso me arrepiava. Tocando minha buceta por cima da calcinha. Dava pra ver o pau dele pulsando dentro da bermuda.

Sem dizer nada, ele segurou minha mão e me puxou até a cama. O colchão afundou quando nos deitamos. Ele veio por cima de mim, pesado, e começou a alisar e apertar minhas coxas, subindo as mãos por baixo do vestidinho preto. Não tinha beijo. Não tinha carinho. Só aquele tesão.

Seus dedos foram direto pra minha calcinha, apalpando por cima da renda preta. Ele puxou o tecido com força, descendo-a pelas minhas pernas de qualquer jeito. A calcinha saiu e ele jogou no chão sujo do quarto.

Ele conduziu minhas pernas pra abrir, abrindo bem minhas coxas. Por um segundo eu achei que ele ia descer e me chupar, como retribuição, mas não. Ele tirou a bermuda e veio pra cima de mim, se encaixando entre minhas pernas, e começou a esfregar a cabeça grossa do pau na minha bucetinha, pra cima e pra baixo. Era gostoso, mas ele começou a forçar demais.

— Glau… vai com calma — sussurrei, voz ainda rouca — Deixa ela molhadinha…

Ele deu um sorrisinho de lado e esfregou mais forte, pressionando o pau contra meu clitóris.

— Minha putinha não tá querendo?

Eu fechei os olhos por um instante, sentindo o rosto queimar.

— Já falei pra não me chamar assim…

Ele parou de esfregar por um segundo, olhando pra mim com cara de julgamento.

— Agora tá com frescura? Na hora que to te comendo te chamo de puta e você geme.

Eu fiquei calada, meio que engolindo o choro. As palavras dele ainda ecoavam na minha cabeça, mas eu não queria brigar. Não queria decepcioná-lo.

— Ahhh! - Gemi alto.

O pau dele escorregou de uma vez pra dentro da minha bucetinha. Doeu um pouco. Soltou todo o peso do corpo sobre o meu, o peito pesado colado no meu decote, o rosto dele bem ao lado do meu. Senti o cheiro dele misturado com cigarro. Seu quadril começou a se mover, dando estocadas fortes, profundas, brutas. Cada metida fazia meu corpo balançar no colchão velho.

Eu chorei baixinho. Lágrimas escorriam pelos cantos dos meus olhos enquanto ele me fodia. Não era de dor física… era das palavras, da forma como ele me chamou. Mas aos poucos fui esquecendo. O pau dele era grosso, quente, latejante. Comecei a sentir ele de verdade, preenchendo tudo. Abracei ele mais forte, cravando as unhas nas costas dele, e gemi no ouvido dele:

— Desculpa, Não para… não para…

Ele grunhia baixo, acelerando as estocadas. O som molhado da buceta, o barulho da pele batendo, o colchão rangendo. Eu ainda vestia meu vestido, que estava colando na minha pele suada. Sentia meus seios balançando a cada investida.

— Não para, vou gozar! - implorei, porém em vão.

De repente ele enterrou o pau bem fundo, gemeu rouco e gozou. Senti os jatos quentes enchendo minha buceta de porra quente, jorrando dentro de mim. Ele ficou parado alguns segundos, pulsando, depois saiu de cima de mim sem dizer nada e foi direto pro banheiro, acho que mijar.

Eu fiquei deitada ali, respirando pesado, ainda com tesão, louca pra gozar. Toquei minha buceta com os dedos. Estava melada, cheia da porra dele. Comecei a me masturbar rápido, circulando o clitóris inchado. Não demorou muito. Gozei tremendo, mordendo o lábio pra não fazer barulho, sentindo a mistura do gozo dele escorrendo pelos meus dedos.

Quando ele voltou do banheiro, eu já estava me levantando. Meu vestido estava todo suado, amassado, ainda grudado no corpo. Procurei minha calcinha e a encontrei quase embaixo do sofá, toda suja de poeira e terra do chão. Guardei ela na bolsa pra lavar em casa. Não ia vestir aquilo de novo.

Já era noite quando saí da casa dele. Glauber nem me acompanhou até o portão, muito menos até o ponto de ônibus. Eu caminhei sozinha pelo bairro da periferia, de vestidinho preto, sem calcinha, sentindo o vento subir entre minhas pernas e a porra dele ainda escorrendo devagar pela parte interna das coxas.
Me sentia totalmente vulnerável. Exposta. Mas continuei andando.

Eu não percebia, mas naquela época me comer parecia que era um favor que eu pedia para o Glauber. Ele gozava e mim e me descartava.

Foto 1 do Conto erotico: Bonequinha do Namorado: 1 – Depósito de Porra

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Ficha do conto

Foto Perfil martinahernandez
martinahernandez

Nome do conto:
Bonequinha do Namorado: 1 – Depósito de Porra

Codigo do conto:
274833

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
16/10/2026

Quant.de Votos:
3

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