A puta de mamãe 7



No dia seguinte eles não a levaram para um lugar escondido.
Levaram ela para o meio de uma rua deserta de um bairro abandonado, de madrugada. O asfalto estava sujo, cheio de buracos, lixo e poças de água suja. Postes quebrados, algumas janelas de prédios vazios observando. O cheiro de mijo e lixo era forte.
Desta vez eram vinte homens.
Mamãe chegou nua, o corpo coberto de marcas dos dias anteriores, o cu ainda um pouco aberto, os peitos roxos e sujos. Eles a empurraram para o meio da rua e a fizeram ajoelhar bem no centro, debaixo da luz fraca de um poste.
— Ajoelha no meio da rua, sua puta. Hoje a mamãe vai ser a privada pública. Qualquer um que passar pode ver.
Ela ajoelhou no asfalto frio. Imediatamente vários homens abriram as calças e começaram a mijar nela. Jatos quentes acertaram a boca, o rosto, o cabelo, os peitos e as costas. O líquido amarelo escorreu pelo corpo e se espalhou pelo asfalto. Ela abriu a boca e engoliu o máximo que conseguiu, engasgando.
— Engole, sua porca de rua. Engole o mijo de vinte homens no meio da rua. Você é o ralo da cidade agora.
A voz dela saiu abafada, humilhada, quase chorosa:
— Obrigada… obrigada por mijar na puta da mamãe… eu sou a privada da rua… a privada de merda…
Dois homens a puxaram para o meio do asfalto. Um a virou de quatro e enfiou o pau grosso no cu de uma vez. Ela gritou, o corpo tremeu, as mãos espalmadas no chão sujo. O segundo se posicionou na frente e enfiou o pau na garganta até as bolas. Agora ela estava sendo arrombada nos dois buracos bem no meio da rua, o corpo balançando entre os dois homens.
Os outros dezoito formaram um círculo largo em volta. Cuspe sem parar. Tapas nos peitos, na bunda, na cara. Paus batendo no rosto. Mãos puxando o cabelo com força. Alguns gritavam alto, sem se importar se alguém ouvia.
— Olha a mamãe de merda… sendo fodida no meio da rua… — um deles apertou o peito dela até sair um grito. — Esses peitos mole só servem pra cuspir e pra bater enquanto toma no cu em público. Fala o que você é, sua cadela de asfalto!
Ela soltou o pau da boca, babando, o rosto coberto de mijo e saliva, a voz quebrada e alta:
— EU SOU A PUTA IMunda DA MAMÃE! A PRIVADA DE MERDA DO MEIO DA RUA! O BURACO DE MIJO E PORRA! A VACA NOJENTA QUE ENGOLA XIXI EM PÚBLICO! A PORCA QUE ABRE O CU NO ASFALTO! O LIXO QUE EXISTE SÓ PRA SER USADO NA RUA!
— Mais alto, caralho! Grita pra cidade inteira ouvir!
— EU SOU O RALO DA RUA! A MAMÃE DE MERDA QUE CHUPA PINTO SUJO NO MEIO DO ASFALTO! QUE PEDE PRA SER CUSPIDA! QUE GOSTA DE LEVAR TAPA NA CARA ENQUANTO TOMA MIJO! QUE MERECE SER FODIDA ATÉ NÃO AGUENTAR MAIS EM PÚBLICO!
Os homens se revezaram sem piedade. Quando um gozava, outro entrava. Um gozou fundo no cu e puxou o pau pra fora, deixando a porra escorrer pelas coxas e cair no asfalto. Outro gozou na garganta e forçou ela a segurar a língua pra fora, mostrando o branco misturado com mijo. Outro mijou de novo na boca aberta enquanto ela ainda tinha porra na língua. Outro gozou nos peitos e esfregou o pau sujo na cara dela. Outro a virou de quatro no meio da rua e meteu no cu já destruído, enquanto outros mijavam nas costas e na cabeça.
Eles a usaram em várias posições bem no centro da rua. De quatro no asfalto. Deitada de costas com as pernas abertas no ar. Em pé, segurada por vários homens enquanto outros a fodiam e mijavam nela ao mesmo tempo. Ajoelhada no meio de uma poça de mijo, com a cara no chão, o cu pra cima.
Os nomes não paravam, agora gritando alto:
— Privada de rua
— Buraco de esgoto público
— Vaca nojenta de asfalto
— Porca de porra e mijo
— Lixo humano
— Mamãe de merda
— Cadela de rua
— Ralo de putaria pública
Depois de quase três horas, ela estava tremendo, o corpo inteiro encharcado de porra, mijo e cuspe. O cu tão aberto que um fio branco escorria sem parar pelas coxas e pingava no asfalto. A boca inchada, os olhos vidrados de cansaço e humilhação total. Ainda assim, quando um deles puxou o cabelo e perguntou, segurando a cara dela perto do chão:
— Quer que a gente pare, sua puta de rua?
A voz saiu fraca, rouca, quase sem força, mas ainda alta o suficiente:
— Não… não para… me usa mais… me mijá mais… me cuspe mais… me chama de tudo… eu sou a privada do meio da rua… eu mereço…
Seis homens a seguraram de quatro bem no centro do asfalto. Um enfiou o pau no cu, outro na boca, os outros esfregavam o pau nos peitos e davam tapa. Os demais se posicionaram em volta e começaram a mijar nela todos ao mesmo tempo. O corpo dela ficou encharcado, o cabelo colado, o rosto coberto. O mijo escorria pelo asfalto e formava poças. Ela engoliu o que pôde.
Quando o último gozou — fundo no cu, segurando o cabelo dela com força e xingando alto — ela desabou no meio da rua, ofegante, destruída. O cu aberto e pingando, a boca aberta, a língua para fora, os olhos semi-cerrados.
Um deles se agachou, pegou o queixo sujo e falou alto, rindo:
— Olha o estado da mamãe… toda destruída no meio da rua. Fala o que você é agora.
A voz saiu fraca, mas clara:
— Eu sou a puta… a privada… o buraco de merda da mamãe… eu existo pra ser usada no meio da rua… pra engolir mijo e porra de quem passa… pra ser cuspida e humilhada em público… eu sou o lixo deste asfalto… a mamãe de merda que não serve pra mais nada…
Ele riu e deu um tapa na cara coberta de porra e mijo.
— Boa putinha. Agora limpa o asfalto com a língua. Lambe a porra, o mijo e a sujeira. E não para até a gente mandar. Se limpar bem… a gente te leva pra um lugar ainda pior amanhã.
Ela obedeceu. De quatro no meio da rua, a língua para fora, lambendo o asfalto sujo enquanto os vinte homens olhavam, riam e gritavam as coisas mais baixas que conheciam.
Mamãe não pediu pra parar.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
A puta de mamãe 7

Codigo do conto:
275225

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
21/10/2026

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