— Hoje tem novidade.
— Que novidade?
— Você vai ver. Chega às 18h. E ajoelha na porta. Só de cueca e cinto. E espera.
Ele chegou às 18h em ponto. Tirou a roupa. Ficou só de cueca e cinto. Ajoelhou na porta. E esperou. E às 18h30 a porta do quarto abriu. E ele viu.
Ela saiu de bota. Bota preta, cano médio, salto fino. Meia-calça arrastão. Cinto de couro largo na cintura, com argola. Sutiã preto de couro, sem bojo. Coleira no pescoço. E na mão — um chicote curto, de tiras finas. E na outra — uma coleira de couro, com guia. E nos lábios — um sorriso que ele nunca tinha visto antes.
Ele engoliu. Ela passou por ele. Sem olhar. Foi até a cadeira do meio da sala. Sentou. Cruzou as pernas. E bateu o chicote na palma da mão. Uma vez. Duas. E falou:
— Vem. De quatro.
Ele foi. De quatro. Pelo chão. Até a frente dela. Ajoelhou. Baixou a cabeça. E ela passou a coleira no pescoço dele. Fechou. Ajustou. Prendeu a guia no cinto dela. E falou:
— Agora você é meu cachorro. Fala.
— Sou seu cachorro.
— Fala mais alto.
— SOU SEU CACHORRO!
Ela puxou a guia. Ele quase caiu para frente. Ela riu. E falou:
— Bom. Muito bom.
— Sabe o que é isso? — ela levantou o chicote.
— Chicote.
— Chicote. Mas não é pra machucar. É pra marcar. É pra lembrar. Cada tapa aqui — ela bateu de leve na perna dele — é uma ordem. Cada tapa aqui — bateu na bunda — é um lembrete. Você não é o diretor. Você não é o chefe. Você é o meu cachorro. Fala.
— Sou o seu cachorro.
— E cachorro faz o quê?
— Obedece.
— E cachorro gosta de quê?
— De agradar a dona.
— E cachorro come o quê?
— Come o que a dona der.
— E cachorro dorme onde?
— No chão.
— Isso. Agora vem.
Ela levantou. Puxou a guia. Levou ele para o quarto. E lá — no quarto — ela tinha posto um colchonete no chão. Ao lado da cama. E o Eder e o Vitor já estavam lá. Sentados na cama. Esperando. Bebendo. Rindo. E ela falou, para os dois:
— Hoje é diferente. Hoje ele é cachorro. E cachorro limpa no chão. Fala, cachorro.
— Cachorro limpa no chão.
— Fala mais alto.
— CACHORRO LIMPA NO CHÃO!
O Eder riu. Alto.
— Cara, essa mulher é um caso.
Ela deitou. Os dois comeram. Um atrás do outro. E ela gritou. Gritou muito. Pedia porra. Pedia fundo. E os dois gozaram. Um depois do outro. Encheram ela. Duas porras. Ela gozou junto. Duas vezes. Escândalo. Bateu na cabeceira. Gritou os nomes. E depois — exausta, cheia, escorrendo — ela olhou para o chão. Olhou para ele. De quatro. Com a coleira. Com o cinto. Com a cueca encharcada.
— Vem.
Ele foi. De quatro. Até a beira da cama. E ela desceu da cama. E ficou de pé no chão. E falou:
— Deita. De costas.
Ele deitou. No chão. No meio dos dois. E ela — de bota, de couro, de chicote na mão — ficou sobre ele. Olhou para baixo. E falou:
— Abre a boca.
Ele abriu. E ela desceu. De cócoras. A buceta na boca dele. Virada para baixo. Com as duas porras escorrendo. E o Eder e o Vitor — na cama — assistindo. Rindo. Bebendo.
E ela começou.
— Lambe. Lambe esse leitinho. Todo. Não deixa sobrar nada. Porque esse leitinho é seu. Fala.
— É meu.
— Fala mais alto.
— É MEU!
Ela riu. E empurrou o quadril. Afundou o rosto dele. E a porra escorreu. Ela sentiu. Sentiu descer dela para a boca dele. Sentiu ele engolir. Sentiu a língua dele em cada canto. E falou:
— Toma. Toma tudinho. Isso. Isso. Engole. Engole que é vitamina. Sua vitamina de corno.
Ele engoliu. Ela gozou. Gozou de novo. Na boca dele. Gritou. Segurou a cabeça dele com as duas mãos. Esfregou. E ele tomou tudo. E limpou. Limpinho. E ela ficou sentada. Sentada no rosto dele. Sem levantar. Olhando para os dois. E falou:
— Agora. Agora vem a parte boa.
Ela esticou o braço para trás. Passou a mão entre as pernas dele. Encontrou as bolas. E começou.
TAPA. Leve.
— Você gosta disso?
— Gosto.
TAPA.
— Gosta de quê?
— Gosto de apanhar.
TAPA. Mais forte.
— Fala mais alto.
— GOSTO DE APANHAR!
Ela riu. E bateu mais. TAPA. TAPA. TAPA. E ele começou a gemer. Com a boca cheia. Com o rosto dela sentado em cima. Com o cinto apertando. E ela falou:
— Sabe o que você é?
— Sou corno.
— Fala mais alto.
— SOU CORNO!
— Fala mais alto.
— SOU CORNO MANSO DE CASTIDADE!
TAPA. TAPA. TAPA.
— E gosta?
— GOSTO!
— Gosta de quê?
— GOSTO DE SER HUMILHADO!
— Fala mais alto.
— GOSTO DE SER HUMILHADO PELA MINHA DONA!
Ela riu. Alto. E apertou as bolas dele com a mão. Devagar. Sentiu ele gemer embaixo dela. E falou:
— Você gosta de ser submisso, né?
— Gosto!
— Fala mais alto.
— GOSTO DE SER SUBMISSO!
— Gosta de quê?
— GOSTO DE SER SUBMISSO À MINHA DONA!
— Gosta de quê mais?
— GOSTO DE LIMPAR A BUCETA DELA!
— Fala mais alto.
— GOSTO DE LIMPAR A BUCETA DELA CHEIA DE PORRA DE MACHO!
TAPA. TAPA. TAPA.
Ela apertou de novo. Mais forte. E falou:
— Agora implora. Implora pra eu te fazer gozar assim. Limpando. Apanhando. Com a boca cheia.
E ele — com a boca cheia, abafado, mas alto:
— POR FAVOR, MINHA DONA! ME FAZ GOZAR ASSIM! LIMPANDO! APANHANDO! ME FAZ GOZAR! POR FAVOR!
Ela riu. E bateu mais. TAPA. TAPA. TAPA. TAPA.
— Implora mais.
— POR FAVOR, MINHA DONA! BATE MAIS! APERTA MAIS! ME FAZ GOZAR! ME FAZ GOZAR LIMPANDO A SUA BUCETA! POR FAVOR! POR FAVOR!
Ela apertou as bolas com força. E bateu. E apertou. E ele — com a boca cheia, com o rosto dela sentado em cima, com o cinto apertando, com as bolas apanhando — começou a gozar. Gozou. De cinto. Sem tocar. Na boca dela. Na boca que ele lambia. E falou, abafado, mas alto, gemendo, tremendo:
— ISSO, MINHA DONA! CONTINUA! BATE MAIS! APERTA MAIS! QUE EU TÔ GOZANDO! TÔ GOZANDO LIMPANDO A SUA BUCETA E APANHANDO NAS BOLAS! CONTINUA! POR FAVOR! CONTINUA!
Ela não parou. Bateu mais. TAPA. TAPA. TAPA. Apertou. Soltou. Apertou de novo. E ele gozou. Gozou comprido. Tremendo todo. Com a boca cheia. Com o rosto dela em cima. E ela sentiu. Sentiu ele gozar embaixo dela. Sentiu a cueca encher. Sentiu ele tremer. E riu. Alto. E falou, para os motoristas:
— Tá vendo? Tá vendo ele gozar? De cinto. Sem tocar. Com as bolas na minha mão. Com a boca na minha buceta.
O Eder bateu palma. Devagar. O Vitor assobiou.
— Cara, isso é outro nível.
Ela ficou sentada no rosto dele. Sem levantar. Sem deixar ele respirar direito. E falou:
— Acabou?
— Acabou.
— Fala mais alto.
— ACABOU, MINHA DONA!
— Não. Não acabou.
Ela levantou um pouco. Deixou ele respirar. Mas não saiu de cima. Sentou de novo. esfregando a buceta toda melada na cara dele. E falou:
— Ainda tem porra aqui. Ainda tem. Você não limpou tudo. Lambe mais.
Ele lambeu. E ela empurrou o quadril. E afundou o rosto dele. E falou:
— Mais. Mais fundo. Enfia a língua. Isso. Isso. Você gosta, né?
— Gosto.
— Gosta de quê?
— Gosto de lamber a buceta da minha dona.
— Fala mais alto.
— GOSTO DE LAMBEEEER A BUCETA DA MINHA DONA!
— Gosta de quê mais?
— GOSTO DE APANHAR NAS BOLAS!
— Fala mais alto.
— GOSTO DE APANHAR NAS BOLAS!
TAPA. TAPA. TAPA. Ela bateu de novo. E ele gemeu. Com a boca cheia. Com o rosto dela em cima. E ela apertou as bolas. E falou:
— Você vai gozar de novo.
— Vou?
— Vai. Porque eu quero. Fala.
— Vou gozar de novo.
— Fala mais alto.
— VOU GOZAR DE NOVO!
— Como?
— Limpando a sua buceta.
— E?
— E apanhando nas bolas.
— E?
— E de cinto.
— E?
— Sem tocar.
— Fala tudo junto. Alto.
— VOU GOZAR DE NOVO LIMPANDO A SUA BUCETA, APANHANDO NAS BOLAS, DE CINTO E SEM TOCAR!
— Isso.
Ela bateu mais. Mais forte. E apertou. E soltou. E apertou. E ele começou a gemer de novo. E a boca encheu de saliva. E ela sentiu. Sentiu ele endurecer embaixo dela. Sentiu ele tremer. E falou:
— Implora.
— POR FAVOR, MINHA DONA! BATE MAIS! APERTA MAIS! ME FAZ GOZAR DE NOVO! POR FAVOR! ME FAZ GOZAR LIMPANDO A SUA BUCETA! POR FAVOR!
— Implora mais alto.
— POR FAVOR, MINHA DONA! POR FAVOR! BATE MAIS! QUE EU AMO APANHAR! AMO SER SUBMISSO! AMO LIMPAR A SUA BUCETA! AMO SER O SEU CORNO! POR FAVOR! ME FAZ GOZAR DE NOVO!
Ela riu. E bateu. TAPA. TAPA. TAPA. TAPA. TAPA. Cinco tapas. Rápido. E apertou. E ele gozou de novo. Gozou de novo. De cinto. Sem tocar. Na boca dela. Com as bolas na mão dela. E gritou, abafado:
— ISSO, MINHA DONA! ISSO! CONTINUA! BATE MAIS! APERTA MAIS! QUE EU TÔ GOZANDO! TÔ GOZANDO LIMPANDO A SUA BUCETA E APANHANDO NAS BOLAS! CONTINUA! POR FAVOR! CONTINUA!
Ela continuou. Bateu mais. Apertou mais. E ele gozou comprido. Tremendo. Gemendo. Com a boca cheia. Com a cueca encharcada. Com as bolas vermelhas. E depois caiu. Exausto. No chão. Com o rosto dela ainda em cima. E ela falou:
— Acabou?
— Acabou.
— Fala o que você é.
— Sou corno manso de castidade.
— Fala mais alto.
— SOU CORNO MANSO DE CASTIDADE!
— E o que você é mais?
— Sou o seu cachorro.
— E o que você ama?
— Amo ser humilhado pela minha dona.
— Fala mais alto.
— AMO SER HUMILHADO PELA MINHA DONA!
— E o que você faz?
— Limpo a buceta dela cheia de porra de macho. E apanho nas bolas enquanto gozo.
— Fala mais alto.
— LIMPO A BUCETA DELA CHEIA DE PORRA DE MACHO! E APANHO NAS BOLAS ENQUANTO GOZO!
— Isso.
Ela levantou. Finalmente. Saiu de cima dele. E ele ficou no chão. Melado. Vermelho. Exausto. Sorrindo. E o Eder e o Vitor estavam de pé. Já vestidos. Já prontos para ir. E ela falou:
— Quinta que vem tem mais. E ele vai estar de quatro na porta. Com a coleira. Esperando vocês dois.
O Eder riu.
— E se a gente trouxer o terceiro?
— Traz. Ele limpa três. De cócoras. E depois apanha. Muito. E depois implora. E depois faz o jantar. E dorme no colchonete. No chão. Com a coleira no pescoço.
O Vitor olhou para ele no chão. E falou:
— Cara, você é o homem mais feliz do mundo.
Ele riu. Do chão. Sem levantar. E falou:
— Sou. Muito.
Ela fechou a porta atrás dos dois. E voltou. Sentou na cama. Olhou para ele no chão. De cueca. De cinto. Melado. Vermelho. Sorrindo. E falou:
— Vem cá.
Ele foi. De quatro. Ela pegou a guia. Prendeu de novo no cinto. Puxou ele para perto. E falou, baixinho, com a mão na cabeça dele:
— Você é o melhor cachorro que eu já tive.
Ele olhou para cima. De joelho. Com a coleira. Com a guia. E falou:
— Obrigado, minha dona.
— Fala o que você é.
— Sou corno manso de castidade.
— Fala mais alto.
— SOU CORNO MANSO DE CASTIDADE!
— E o que você ama?
— AMO SER HUMILHADO PELA MINHA DONA!