Uma putinha perfeita



Com um corpo que parecia ter sido esculpido por um artista para atrair olhares, caminhava com confiança pela entrada da mansão luxuosa de meu sugar daddy. O ar pesado de riqueza e poder envolvia o local, desde os lustres de cristal que pendiam do teto alto até o tapete macio que amortecia cada passo que eu dava. Sabia que aquela noite seria diferente, que Marcelo me levaria além dos limites que já haviam explorado juntos. O meu coração batia acelerado, uma mistura de excitação e submissão que só ele conseguia despertar.
Assim que cruzei a porta, Marcelo estava lá, esperando por mim. Seu olhar era intenso, quase predatório, como se já estivesse imaginando tudo o que faria comigo. Ele não disse uma palavra, apenas estendeu a mão e me puxou para perto, sua mão firme segurando minha cintura com uma força que deixava claro quem estava no comando. Senti um arrepio percorrer minha espinha, um misto de medo e desejo que me fazia me entregar completamente a ele.
Sem preliminares, ele me empurrou contra a parede fria do corredor, seu corpo pressionando o meu com uma urgência que me deixou sem fôlego. Suas mãos ágeis subiram pelo meu corpo, levantando o vestido preto justo que usava, expondo minha bunda redonda e perfeita. O fio dental que usava mal conseguia cobrir minha intimidade, e Marcelo não perdeu tempo, abaixando com um movimento rápido e decidido.
Senti o ar frio na pele exposta, mas o frio logo foi substituído pelo calor da boca dele, que se enterrou entre suas pernas sem cerimônia. Ele lambeu e chupou meu cuzinho apertado e minha buceta molhada com uma fome de um predador diante de sua presa que me fez gemer alto, seus dedos se agarrando à parede para manter o equilíbrio. —“Você é minha putinha perfeita,”, Marcelo sussurrou contra minha pele, as palavras misturando-se com os sons úmidos que ele fazia.
Não consegui responder, apenas arquiei as costas, sentindo cada movimento da língua dele, cada pressão dos lábios que me levavam ao limite. Ele sabia exatamente onde me tocar, como me tocar, e me entreguei completamente, meus gemidos ecoando pelo corredor vazio.
Quando ele finalmente se levantou, eu estava ofegante, as pernas trêmulas e bambas. Marcelo me virou de frente para ele, seus olhos escuros brilhando com uma mistura de desejo e dominação. —“De quatro”, ele ordenou, empurrando-me em direção à cama que ficava no final do corredor.
Obedeci sem hesitar, subindo na cama e posicionando-me de quatro, a bunda erguida bem empinada para recebê-lo por inteiro dentro de mim com as mãos apoiadas no colchão macio. Eu ouvi o som do cinto dele sendo afrouxado, o barulho do zíper sendo aberto, e então senti o peso do olhar dele em minhas costas nuas. —“Abre essa boca, cadela”, ele ordenou, eu obedeci, virando a cabeça para o lado, a boca entreaberta.
Ele se aproximou, seu pau duro, grosso e pulsante já à mostra, e estiquei a língua, sentindo o gosto salgado da pele dele antes que ele empurrasse seu membro grosso contra meus lábios. Abri a boca, deixando-o deslizar pela minha língua, mas ele não parou, empurrando para dentro de minha garganta, fazendo-me dar uma engasgar tanto que me fez lacrimejar.
—“Isso, chupa, putinha”, ele murmurou, segurando meu cabelo com força e ditando o ritmo, empurrando-me para frente e para trás, minha garganta se ajustando ao tamanho dele. Senti os olhos ardendo, mas não me queixei, sabendo que Marcelo queria me ver e me ouvir sofrer, queria me ver chegar no meu limite.
Quando ele finalmente a soltou, eu tossi, tentando recuperar o fôlego, mas ele não me deu tempo. Com um movimento rápido, ele me puxou pelo cabelo, jogando-me de costas na cama, espalhando minhas pernas com as mãos. Senti o ar frio na pele exposta novamente, mas o frio foi substituído pelo calor do corpo dele, que se posicionou entre minhas pernas.
Sem preliminares, ele afundou seu pau em minha buceta apertada, de frente para mim em um papai e mamãe delicioso, deixei um gemido escapando de meus lábios enquanto eu sentia cada centímetro dele preenchendo-me e esticando as paredes da minha vagina. —“Gosta de ser minha putinha, Pietra?”, ele perguntou, sua voz rouca e cheia de desejo de me fuder,
—Sim meu Daddy ! Disse a ele enquanto Marcelo começava a se mover, cada mais rápido com estocadas profundas e poderosas.
Não aguentei de tesão e gemi chamando seu nome, — Aí, Marcelo.
—Assim, me fode. Falei para ele com a voz fraca, quase um sussurro, enquanto arqueava as costas, encontrando seu ritmo. Ele me fodia com força, a cama rangendo sob o peso dos dois, e eu senti o prazer se construir dentro de mim, uma onda que me consumia por completo, sentindo nossos corpos batendo um contra o outro produzindo um som de foda característico.
Mas ele não parou. Com um movimento rápido, ele mudou de posição, ainda de frente comigo, que estava entre minhas pernas, alinhou seu pau com o meu cuzinho apertado. —“Relaxa, putinha”, ele murmurou, antes de empurrar, entrando devagar, me dando tempo para me ajustar ao seu membro grosso.
Gemia alto, uma mistura de dor e prazer muito intensa que me deixava tonta. Ele não se apressou, movendo-se devagar no início, mas logo aumentou o ritmo, fodendo-me sem dó, cada estocada levando-me mais perto do abismo de um orgasmo inevitável. Mudou-me então deitar no chão do quarto, e eu obedeci foi então que senti um líquido quente escorrer sobre minhas costas para minha bunda, e então percebi o que ele estava fazendo. Ele fazia um golden shower, mijando em mim o líquido quente misturando-se ao suor que já cobria minha pele. Assim que terminou me colocou de quatro e como um cão com sua cadela no cio, montou em mim e continuou a me foder a ppk,
Eu gemia, seu mijo me molhou e molhou, ele puxou minhas mãos para trás,
—Vou te algemar putinha, com um movimento rápido pegou as algemas e me algemou com as mãos para trás, nem havia percebido que tinha uma algemas ali por perto. Ele levantou e em seguida colocou no meu pescoço uma coleira.
—Vai sofrer hoje minha cadelinha.
Senti um arrepio com a forma que ele falou, Então veio o primeiro puxão no meu cabelo para trás. Ele veio até a minha frente e colocou novamente seu pau na minha boca.
—Tão linda e tão safada. Falou com sua voz rouca parecendo se divertir me tratando como seu brinquedinho. Foi quando ele me deu o primeiro tapa na cara, doeu muito, mas a dor passou a me dar mais tesão, senti um calor na minha buceta que piscava pedindo sua rola grossa para fude-la ao máximo. Veio o segundo tapa senti meu rosto queimar, minha buceta estava completamente melada, senti as contrações musculares internas começarem em espasmos cada vez mais fortes, ele meteu sem dó seu pau novamente bem profundo na minha boca, e engasguei quase vomitei, ele manteve por alguns segundos seu cacete enterrado em minha garganta e em seguida tirou. Eu estava a ponto de gozar a qualquer momento, foi um quando ele se levantou pegou seu cinto e me bateu na bunda deixando sua marca, gritei, a dor era imensa, mas o prazer de ser sua putinha submissa também a minha bucetinha estava escorrendo de tanto tesão e ainda me bateu mais duas vezes com seu cinto de couro, não pude mais segurar o tesão sado masoquista dentro de mim e gozei em uma explosão interna que me fez tremer inteira, achei que iria perder os sentidos minha buceta é meu cuzinho se contraiam e se soltavam várias vezes, senti mas sem certeza que parecia ter esguichado meu melzinho quando gozei, depois do último espasmo o relaxamento foi intenso.
—Gozou sua puta safada. —Agora vou gozar na sua carinha linda de santinha.
Ele punhetando seu pau pulsante, grosso, enorme cheio de veias apontado para meu rosto. Marcelo gozou muito, seu esperma caiu no meu cabelo, e no meu rosto, em meus olhos, depois ele colocou algumas gotas na minha língua que pedia para sentir novamente o gosto de semen quente daquele macho. Ambos completamente relaxados, depois de tudo fomos para um banho juntos, onde seu pau recuperou a sua rigidez e novamente ele me comeu meu cuzinho me enchendo internamente com seu esperma quente e grosso. Vestimos um roupão e tomamos um vinho conversamos por um bom tempo, totalmente satisfeitos. Coloquei meu vestido, me recompondo da foda a pouco, deixei a minha calcinha para ele lembra do perfume da minha buceta com carinho lembrando quem é a sua putinha. Quando estava saindo pela porta me deparei de frente para um cão enorme. Marcelo sorriu.
—Calma Pietra! O cão ainda é filhote, a raça é grande mesmo, parece que ele gostou de você e será seu amante.—
Disse ele com a voz de satisfação deixando no ar a promessa agora de uma nova experiência.
Foto 1 do Conto erotico: Uma putinha perfeita

Foto 2 do Conto erotico: Uma putinha perfeita

Foto 3 do Conto erotico: Uma putinha perfeita

Foto 4 do Conto erotico: Uma putinha perfeita

Foto 5 do Conto erotico: Uma putinha perfeita


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario paulonegaopirocudo

paulonegaopirocudo Comentou em 29/11/2025

Casa, comida, roupa e 500. Topa.?

foto perfil usuario fernando1souza2

fernando1souza2 Comentou em 29/11/2025

Pode ser putinha, mas é muito gata!




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


248192 - Toques proibidos - Categoria: Fantasias - Votos: 3
247833 - Nas sessões de desejo - Categoria: Heterosexual - Votos: 11
247832 - Entre a nota e o desejo. - Categoria: Confissão - Votos: 13
247617 - No carro para todos verem - Categoria: Exibicionismo - Votos: 25
247615 - Primeira vez na casa de Swing - Categoria: Traição/Corno - Votos: 22
247612 - Papai educou a filhinha má - Categoria: Incesto - Votos: 30
246928 - No ritmo da musica sertaneja - Categoria: Heterosexual - Votos: 20
246505 - Um momento intimo - Categoria: Masturbação - Votos: 40
246015 - O que é ser uma sugar baby - Categoria: Heterosexual - Votos: 36
245805 - No escuro de um Cine Adulto - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 47
245584 - Entre a escuridão e o prazer - Categoria: Heterosexual - Votos: 47
245094 - Entre palavras e desejos - Categoria: Heterosexual - Votos: 34
244814 - Sob o luar praiano - Categoria: Traição/Corno - Votos: 47
244650 - Apenas uma taça de vinho. - Categoria: Heterosexual - Votos: 56
244499 - O Amanhecer de uma Nova Intimidad - Categoria: Lésbicas - Votos: 75

Ficha do conto

Foto Perfil pietra18
pietra18

Nome do conto:
Uma putinha perfeita

Codigo do conto:
248190

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
29/11/2025

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5