Eu e o Caio passamos a conversar quase que diariamente. A nossa sintonia era perfeita.
Dia após dia nós conversávamos sobre nossos pais, trocávamos fotos deles e falávamos tudo que que gostaríamos que acontecesse. Mas agora além do tesão que eu sentia pelo meu pai e ele pelo dele, também havia o tesão de imaginar ele com o pai dele e ele sentia a mesma coisa pesando em mim com o meu. E além disso, existia a atração monstra que eu sentia por ele e ele por mim.
Nós ficávamos trocando nudes e criando cenários envolvendo nossos pais, dando ideias sobre como conseguir que alguma coisa rolasse com eles.
Inclusive quando as coisas foram acontecendo com o meu pai, ele foi a primeira pessoa com quem conversei sobre.
Às vezes, quando acontecia de estarmos sozinhos em casa ao mesmo tempo, ligávamos um pro outro e falávamos as mais deliciosas putarias. Essa ligações duravam até 3 horas e nós mal víamos o tempo passar. Os paus duros e babando até que nós dois leitávamos.
Ele dizia que já tinha falado com vários caras sobre isso, mas que ninguém era como eu e que nós tínhamos a mesma vibe.
Caio tinha uma fixação em beijar o pai e, é claro, mamar e sentir o gosto da porra dele na boca.
A relação de pai e filho entre eles era diferente da minha e do meu pai. Eu e meu pai, apesar de morarmos na mesma casa, éramos distantes um do outro, embora isso tenha mudado 100%, como vocês já sabem.
Mas com o Caio era diferente. O pai dele trabalha em outro estado e por isso tinha a questão da distância geográfica, mas o pai do Caio era carinhoso com ele, abraçava e beijava, mas nada que tivesse conotação sexual e o Caio tinha medo de demonstrar alguma coisa, então tinha que fazer muito esforço pra esconder o pau duro e não deixar nada transparecer.
Durante as nossas ligações nós falávamos muita putaria envolvendo nossos pais, por isso só rolava quando os dois estavam completamente sozinhos:
- E aí, viu o gostoso do teu pai hoje?
_ Vi sim, ele ficou me abraçando e beijando no rosto. A vontade era virar e beijar a boca gostosa dele.
- Que delícia! Eu imagino. Ficou de pau duro?
_ Duro demais! Eu tive que sair pra ele não sentir. Mas eu queria que ele sentisse.
- Caralho, eu dava tudo pra ver você o seu pai dando um amasso gostoso. Ele enfiando a língua na sua boca e você sentido o gosto da boca dele. Colocando você pra sentir a pica dele dura.
_ Eu sonho com isso todos os dias. E você? Viu o cacete gostoso do seu pai essa noite?
- Vi sim. Tava durasso! Pica gostosa da porra. Ele tava sem pressa nenhuma pra gozar. Ele batia devagar, até soltava a pica, deixava ela durona e ficava fazendo carinho na cabeça, nas bolas...
_ Pqp, tô aqui imaginando. Seu pai é gostoso demais. Queria ver o meu batendo uma gostoso assim.
_ Conta mais, o pau tá durasso aqui. Foda demais falar disso.
- Ele senta abertão, isso me tá um tesão monstro. A pica parece até que fica maior. Dá pra ver que ele gosta de ganhar carinho na pica e nos ovos. Ele fica passando a ponta dos dedos bem devagar. Hoje ele cuspi na ponta dos dedos, molhou a cabeça e ficou fazendo carinho nela um tempão. Dava pra ver que tava bem dura.
_ E você doido pra chupar ela, né? Podia ser você deixando a cabeça da pica molhada pra ele.
- Meu sonho kkkk. Eu ia mamar devagar, pra degustar a pica dele. Passar a língua na cabeça e sentir ela estourando na boca. Pelo jeito que ele mesmo faz com a pica, acho que ele curte assim.
_ Eu também queria chupar o meu assim. Aproveitar muito o pau dele. Ele gemendo até deixar minha boca cheia de porra.
- Vai engolir tudo? É a porra que te fez, né. Tem que engolir.
_ Cara, eu engulo tudo sim, até a ultima gota. Não vai sobrar nada. Depois quero beijar ele.
- E se ele quisesse chupar a sua pica. Você deixa?
_ Claro kkk. Queria ver ele com o meu pau na boca, me chupando bem gostoso. E você, quer ganhar uma mamada do seu pai também?
- Já bati muitas pensando nisso. Eu ia gozar pra caralho na boca dele.
- Tá gostosa a punheta aí?
_ Demais. O pau não para de babar. E o pau aí, tá babão também?
- Babando sem parar. É gostoso demais conversar sobre isso com você e bater uma. Você é safado demais kkkk.
- Não conheço outro que é tarado na pica do próprio pai como nós dois.
_ Digo o mesmo kkk. Fala mais. Quer beijar a boca do seu pai também?
- Quero muito. Passaria horas beijando ele.
_ Eu também. De preferência pelado, roçando nossas picas.
Desse jeito a conversa continuava até que nós dois gozávamos.
Acabamos fazendo um trato de que toda vez que fossemos leitar cada um ia imaginar e falar como se estivesse fazendo alguma coisa com o próprio pai.
Sempre variávamos, mas o Caio adorava gozar falando que amava o pai. Era sempre algo do tipo:
_ Isso pai, me dá porra na boca. Eu te amo, pai! Caralho, eu te amo! Pai... pai!
E eu fazia a mesma coisa. Foram várias as vezes que leitamos assim e a porra jorrava farta.
Um dia ele me mandou mensagem dizendo que o pai foi conversar com ele e pediu pra ele ter cuidado com o computador, porquê a mãe dele também usava. Que era pra apagar o histórico.
Na real a mãe dele mal sabia fazer algo no computador e ele nunca imaginou que o pai soubesse sobre isso e muito menos que fosse olhar.
Caio ficou meio tenso nos dias após essa situação, porquê no histórico com certeza tinha coisas do gênero “pai come filho gay” e todos os acessos dos links que mandávamos um pro outro que eram apenas sobre sexo entre pai e filho.
Não que tivesse apenas isso, mas certamente existia.
Depois de uns dias ele desencanou e disse que o pai continuou normal com ele, então não devia ter visto nada.
Apesar de todo o tesão que sentia pelo pai, ele passou a ser mais cuidadoso, já que nos fim existe sempre o medo de dar merda e acabar estragando a relação.
Um tempo passou e a situação era a mesma. Fizemos até algumas chamadas de vídeo e o tesão sempre nas alturas. Até que a minha situação com meu pai começou a evoluir e as coisas entre nós dois começaram a acontecer.
Isso fez o Caio ficar ainda mais excitado e mais corajoso.
Começamos a bolar um plano pra ver se rolava alguma coisa com o pai dele, nem que fosse uma punheta básica.
Então ficou decidido. O pai do Caio é caminhoneiro e ele iria acompanhar o pai numas das viagens dele durante as férias da faculdade.