Eu tinha decidido que ia seduzir meu filho de vez, mas ficava oscilando entre o que era “certo” moralmente e o tesão incontrolável que tava me consumindo.
Eu era mãe.
Mãe não fantasia com o filho.
Mãe não provoca o filho sexualmente.
E mãe definitivamente não chupa e talvez fode o próprio filho.
Mas…
Eu tava fantasiando com o Pedro e aquela rola de vinte e três centímetros… obcecada pra caralho.
Eu tava provocando meu filho sexualmente… e muito.
E eu queria desesperadamente chupar aquela rola deliciosa, cavalgar aquele pauzão grosso na minha buceta tarada e sentir aquela marreta arrombando meu cu apertado, que tava negligenciado há anos… desesperadamente.
Então, às duas da tarde, eu tava na sala, pelada, só com uma meia 7/8 novinha, daquelas que grudam na coxa com silicone.
Fazia faxina sentindo um prazer estranho em estar nua pela casa, livre, o ar quente roçando na pele, na buceta lisinha, nos mamilos duros.
Quando ouvi a porta da frente batendo, corri pro quarto dele e esperei ali.
Assim que ouvi os passos dele vindo pelo corredor, fui até a cômoda, abri a gaveta e comecei a mexer. Peguei a meia 7/8 minha que ele tinha guardado.
Tava com a meia na mão quando o Pedro soltou um:
- Mãe!
Virei devagar, meia na mão, e perguntei fingindo surpresa:
- Pedro! O que cê tá fazendo em casa?
- É-é-é, hoje o cursinho acaba mais cedo - gaguejou ele, olhos grudados nas minhas tetas e na buceta depilada… pulando de um pro outro, como se quisesse gravar a imagem da mãe pelada na mente pra sempre.
- Sempre esqueço disso - respondi, tranquila, sem cobrir porra nenhuma.
- P-p-por que cê tá no m-m-meu quarto? - perguntou, ainda sem conseguir olhar nos meus olhos.
- Uma vez achei uma das minhas meias aqui no seu quarto e parece que perdi outra recentemente. Preciso de uma preta pra combinar com o vestido vermelho que vou usar numa reunião mair tarde - expliquei.
- A-a-ah - murmurou ele, percebendo que eu tinha sacado tudo.
Cheguei mais perto e falei:
- Tá tudo bem, Pedro. Imagino que você se punheta com as meias da mamãe de vez em quando.
O rosto dele ficou vermelho que nem pimentão.
- Desculpa, mãe - murmurou, olhando pro chão, ou pros meus pés de meia, ou pra buceta… sei lá.
- Se masturbar é normal, filho - falei, agora bem na frente dele. - Seu pai faz, eu faço. Mas… - parei, estendi a mão e peguei a rola dura dele por cima da calça jeans - …tem coisa bem mais gostosa pra fazer.
Ele gemeu alto, olhos arregalados, olhando pra mim finalmente.
Expliquei:
- Eu vi e ouvi você se punhetando pensando em mim na minha cama semana passada.
- Ai, caralho… - gemeu ele, tanto pelo meu toque devagar na rola quanto por saber que tinha sido pego.
- E como você me chamou enquanto batia punheta com essa marreta de vinte e três centímetros usando minha meia e cheirando minha calcinha suja? - perguntei.
- Desculpa mesmo - repetiu.
- É natural, filho - continuei. - Quase todo filho tem fantasia sexual com a mãe. - Caí de joelhos e tirei a rola dele pra fora da calça.
- Mãe, eu, hum… - balbuciou.
- Shhhhhhh - ronronei, pegando aquela rola já completamente dura na mão. - Deixa a mamãe cuidar desse pau latejando.
Antes que ele pudesse falar mais, me inclinei e engoli a rola inteira.
Um arrepio de êxtase subiu pela minha espinha quando cruzei aquela linha invisível da moral. Mas não senti culpa… senti propósito. Era dever de mãe cuidar do filho, preparar ele pro mundo real… e era exatamente isso que eu ia fazer.
Ele gemeu enquanto eu chupava por uns segundos. Aí perguntei:
- O que você quer que a mamãe faça, Pedro?
- Não para - choramingou ele, enquanto eu masturbava devagar.
- Quer que a mamãe chupe sua rola? - perguntei, adorando usar “mamãe”.
- Sim - assentiu, olhando pra baixo pra mim com cara de quem não acreditava no que tava acontecendo.
- Sim o quê? - insisti, descendo a boca pras bolas dele.
- Sim, quero que você me chupe, mamãe - admitiu.
- Chupe o quê, filhinho? - ronronei, chupando uma das bolas devagar.
- Ai, caralho, mamãe… - gemeu.
- Como você me chamou enquanto batia essa rola grossa no meu quarto? - perguntei, passando pra outra bola.
- Mamãe-puta - choramingou.
- É isso que você quer, meu bem? - perguntei, subindo a língua devagar pela vara incrível dele. - Que a mamãe seja seu deposito de porra particular?
- Puta merda… - disse ele, ainda atordoado com tudo.
- Não é isso que você quer, filhinho? - questionei, rodando a língua na cabeça inchada. - Que a mamãe seja sua boqueteira particular? Sua mamãe-puta? Seu deposito de porra?
Antes que ele respondesse, devorei a rola inteira, subindo e descendo com fome de vadia pornô… ou melhor, de uma mãe viciada em porra.
Como eu esperava, não deu nem trinta segundos e senti a porra quente explodindo na minha boca. Continuei mamando, engolindo cada gota deliciosa enquanto ele gaguejava:
- D-d-desculpa…
Chupei até extrair a última gotinha das bolas dele, como sempre faço.
Deixei a rola suculenta escapar da boca e perguntei:
- Foi isso que você fantasiava, meu bem?
- Ai, mãe… isso foi incrível - respondeu.
- Mmmmmm, isso é só o começo - sorri. - O que mais você quer fazer com a mamãe?
- Não sei - respondeu, ainda em choque.
- Tô falando sério, filhinho - falei, ainda de joelhos, masturbando devagar aquela rola jovem e viçosa. - Qualquer mulher, inclusive sua mãe, não vai resistir a essa rola linda e grande.
- Não acredito que isso tá acontecendo - disse ele.
Olhei pro relógio.
- A gente tem mais ou menos uma hora antes do seu pai chegar - falei. - E eu quero pelo menos mais uma gozada dessa porra dentro da mamãe, talvez duas. Então posso chupar você de novo e de novo?
- P-p-posso lamber você? - gaguejou ele, ainda sem acreditar.
Sorri, peguei na mão dele e levei pro quarto dele:
- Meu bem, você pode fazer o que quiser com a mamãe.
Ele me seguiu sem dizer uma palavra.
Subi na cama, abri as pernas bem e ronronei:
- Vem chupar a mamãe, filhinho.