Sábado, julho de 2023. O fim de semana já tinha um ar de expectativa, mas nada se comparava ao que eu sentia enquanto dirigia para o Lake Side. Já eram 10 encontros com Lucas, e cada um parecia elevar o nível de loucura e entrega. A lembrança do pau dele – 20 cm de puro impacto, grosso como uma ameaça deliciosa, veias saltadas e base larga – me deixava inquieta o dia todo. Naquele dia, sabendo que envolveria brinquedos e algo mais bruto, meu corpo reagia sozinho: um calor constante entre as pernas, a calcinha já úmida só de imaginar. Era sábado, dia de folga, mas eu estava pronta para trabalhar no prazer.
Cheguei por volta das oito e meia da noite. A porta do apartamento dele estava destravada, como sempre. Entrei devagar, novamente o trench coat leve cobrindo meu conjunto de lingerie preta rendada, com cinta-liga e meias 7/8. Ele surgiu da penumbra, olhos fixos em mim, com aquela expressão de predador. Sem palavras iniciais, só um aceno. Me aproximei, e ele puxou o trench coat devagar, revelando a renda vazada que mal cobria meus seios e a curva da minha bunda.
— Você veio preparada para ser destruída hoje, ele disse, passando os dedos pela cinta-liga.
— E você? Pronto para me fazer gozar como sempre?, respondi, sorrindo provocante, sentindo o coração acelerar.
Conversamos brevemente, alinhando limites e desejos – os brinquedos na mesinha lateral, vibrador e plug anal reluzindo sob a luz indireta (seria minha primeira experiência com eles). Ele me beijou então, lento e possessivo, as mãos explorando meu corpo todo, com foco na minha bunda redonda. A tensão era palpável, um silêncio carregado que prometia horas de intensidade. Eu já me sentia exposta, mas desejosa daquilo.
# Parte 2 – Brinquedos e orgasmos duplos
O beijo se intensificou, mas ele me guiou até a cama, me deitando de costas. Minhas pernas se abriram instintivamente, os saltos agulha ainda nos pés, as meias 7/8 roçando nos lençóis. Ele pegou os brinquedos da mesa – o vibrador pequeno e potente, o plug anal lubrificado e pronto. Seus olhos brilhavam com um misto de controle e desejo.
— Relaxa, minha putinha. Vamos te preparar direito, murmurou, posicionando-se ao meu lado.
Começou com o vibrador no meu clitóris, movimentos circulares lentos que me fizeram arquear as costas imediatamente. O zumbido baixo ecoava no quarto, e eu gemi, sentindo o prazer crescer como uma onda. Ao mesmo tempo, ele inseriu o plug anal devagar, – frio no início, depois quente, preenchendo-me de uma forma nova e invasiva. Rebolei contra os brinquedos, as mãos agarrando os lençóis, o corpo respondendo com tremores incontroláveis.
— Isso, se entrega, ele incentivou, aumentando a velocidade do vibrador.
O primeiro orgasmo veio rápido, intenso, como um raio atravessando meu ventre. Meu corpo tremeu, gemidos altos escapando enquanto eu rebolava mais forte, sentindo o plug me esticar e o vibrador me levar ao limite. Mal recuperei o fôlego, e ele continuou – agora com a boca no meu clitóris, lambendo enquanto mantinha o vibrador pressionado. O segundo orgasmo seguiu segundos depois, prolongado, contínuo, me deixando ofegante e molhada como nunca. Olhei para ele com olhos famintos, o perfume doce da minha pele misturando-se ao suor.
— Você goza lindo assim, ele disse, sorrindo malicioso, retirando o plug com cuidado. Meu ânus ainda pulsava, dilatado, pronto para mais. Eu me sentia viva, exposta, pronta para tomar o controle de volta.
# Parte 3 – Cavalgando o desejo, gozando no topo
Ainda vibrando dos orgasmos duplos, me sentei na cama e o empurrei para baixo. Ele se deitou de costas, o pau já ereto, grosso e veias saltadas pulsando sob a pele. A lingerie ainda no corpo, com a cinta-liga destacando minhas curvas, me fazia sentir como uma deusa do prazer. Ou uma puta safada. Segurei aquele pauzão com a mão, masturbei devagar, olhando para ele, e levei minha boca. Trabalhei nele com ansiedade e desejo, deixando o babado e brilhante. Subi nele devagar, posicionando-me sobre suas coxas, sentindo o calor dele contra minha pele úmida.
— Agora é minha vez de te usar, sussurrei, inclinando-me para beijá-lo com fome.
Segurei o pau dele com firmeza, guiando-o para dentro de mim, a espessura me forçava a abrir, uma pressão deliciosa que me fez gemer baixo. Comecei a cavalgar devagar, rebolando os quadris, controlando o ritmo. Meus gemidos eram abafados, mas crescentes, o cabelo solto caindo sobre os ombros enquanto eu me movia. Ele segurava meus quadris, apertava meus peitos, olhos fixos em mim, o maxilar tenso de prazer contido.
— Porra, Tania... essa buceta me mata, caralho, ele rosnou, tentando não se mover.
Aumentei o ritmo, e a profundidade do alcance daquele pau que me levavam ao limite. Senti o terceiro orgasmo se aproximar como um vulcão – tremores nas pernas, o corpo arqueando, gemidos agora livres e roucos. Gozei forte, cravando as unhas no peito dele, pulsando ao redor do pau enterrado fundo. Caí sobre ele, ofegante, mas ainda não satisfeita. Ele riu baixo, sabendo que o melhor – ou o mais bruto – ainda viria.
# Parte 4 – De joelhos ao ápice anal, gozos brutais
Desci da cama, as pernas ainda fracas, e me ajoelhei no tapete macio. Ele se levantou, entendendo o sinal, e se posicionou na minha frente. O pau dele brilhava com meus fluidos, e eu o peguei com fome, lambendo devagar. Abri a boca e o engoli fundo, sentindo a garganta se ajustar à grossura, os olhos fixos nos dele enquanto eu sugava com intensidade.
— Me faz gozar na sua boca, vai, ele pediu, segurando meu cabelo.
Aumentei o ritmo, e ele veio rápido – um gemido grave, jatos quentes enchendo minha boca (senti o gosto salgado, forte, engolindo tudo, mantendo a adstringência na boca). Limpei a ponta com a língua, sorrindo provocante. Mas não paramos aí. Ele me virou de quatro na cama, lubrificando meu ânus com cuidado antes de iniciar a penetração anal – lenta no começo, a espessura me dilatando ao máximo, uma dor prazerosa que se transformava em êxtase. Incrível como ele conseguia manter ereção mesmo após gozar.
Então, ele acelerou, investidas firmes e profundas, puxando meus quadris com força. Meu quarto orgasmo veio puro, anal, sem estímulo externo – gemidos guturais, o corpo tremendo descontrolado enquanto eu mordia o travesseiro. Ele gozou dentro do meu ânus segundos depois, fundo e intenso, o calor e a viscosidade do sêmen me preenchendo e lubrificando, vazando pelas laterais do pau grosso. Já passava da meia noite.
— Você é minha, puta... toda minha, ele rosnou, enquanto gozava, e enfim colapsava ao meu lado. Eu me sentia destruída e completa, o suor escorrendo, o corpo latejando.
#Parte 5 – Silêncio e carinhos no pós-caos
O quarto estava um caos de lençóis amarrotados e cheiro de sexo, mas o ar agora era de calmaria exausta. Lucas saiu de mim com cuidado, limpando-me com uma toalha morna, seus toques delicados contrastando com a bruteza anterior. Deitei de lado, e ele se aninhou atrás, abraçando-me com o braço forte sobre minha cintura.
— Você aguentou tudo... como sempre, murmurou no meu ouvido, beijando meus ombros suados.
Ficamos em silêncio, respirando juntos, os corações desacelerando. Ele acariciava minhas costas devagar, e eu passava os dedos no braço dele, sentindo a conexão além do físico – uma ternura que me pegava de surpresa toda vez. O perfume da minha pele ainda pairava, misturado ao dele, e por um momento, esqueci o mundo lá fora. Era só nós, suados e satisfeitos.
Cena 6 – Despedida com promessas sussurradas
O relógio marcava uma da manhã quando me levantei devagar, o corpo dolorido mas satisfeito. Fui ao banheiro, me limpei com calma, retocando a maquiagem e ajeitando as meias 7/8 que ainda estavam no lugar. Coloquei a lingerie de volta, ajustei a cinta-liga e vesti o trench coat.
Saí do flat com passos firmes, fechando a porta silenciosamente, desaparecendo no corredor vazio. No elevador, pensei no quanto aquilo me viciava – a bruteza, a entrega, o cuidado. E sabia que tudo aquilo estava terminando, definitivamente...