Diário de uma Casada 31: transando com Luís, sendo observada pelo Léo, e gozando loucamente

# Prólogo
Eu achava que aquela noite com o Luís tinha sido só um deslize, uma loucura de uma vez só. Mas dois dias depois eu já estava em casa, deitada na cama do lado do meu marido, com a buceta latejando de lembrança, os peitos duros só de pensar nele me abrindo toda de novo.

Me desculpem o linguajar, mas…..Puta merda… eu tinha esquecido como era gostoso ser comida por outro homem. Esquecido o cheiro diferente, o peso diferente, o jeito diferente de me comer. Aquela noite reacendeu tudo. De repente eu queria pau novo de tudo quanto é jeito: grosso, fino (hum, talvez não), casado, solteiro, mais novo, mais velho… eu queria era sentir de novo aquela sensação de ser preenchida por alguém que não fosse o de sempre. Queria gozar gritando outro nome. Queria camisinha cheia jogada no chão ou boca e buceta cheia de porra quente.

E o pior (ou o melhor): o Luís não me deixou esquecer nem por um segundo. Durante aqueles treze dias até o próximo encontro, o celular não parava.
### Troca de mensagens (algumas) mensagens entre 06/10 e 17
**06/10 – 09h14
Luis: Bom dia, safadinha. Acordei com o pau duro lembrando você engolindo tudo de joelhos. Ainda sinto sua garganta apertando minha cabeça.
Tania: Bom dia pra você tb, casado gostoso… eu acordei com a buceta inchada de tanto lembrar você me comendo na pia. Tô acordando com a calcinha molhada agora.
**07/10 – 23h47**
Luís: Manda uma foto dessa buceta que eu fodi até cansar. Quero ver se ainda tá vermelhinha de tanto levar pau.
Tania: [foto – pernas abertas, calcinha de lado, buceta brilhando]
Tá assim desde aquela noite. Toda vez que lembro de você gozando na minha boca eu fico desse jeito.
**09/10 – 14h22**
Luis: Minha mulher tá do lado agora no sofá. Tô com o pau duro só de lembrar você cavalgando e gozando no meu colo. Tô louco pra te comer de novo.
Tania: Então vem logo, Luís. Tô morrendo de vontade de sentir esse pau casado me preenchendo outra vez. Escolhe o dia que eu dou pra você na hora.
**12/10 – 01h06**
Luis: Sexta, dia 18. Vou para Brasília. Em casa a partir das 20h. Vou te foder até você esquecer quantas vezes gozou.
Tania: Combinado. Vou de saia, pra você já meter os dedos assim que eu entrar. Tô contando os minutos pra sentir teu pau latejando na minha garganta.
**15/10 – 22h58**
Luis: Três dias. Tô guardando porra pra te dar banho na próxima.
Tania: Então guarda bastante. Porque dessa vez eu quero tudo: dentro da camisinha, na boca, nos peitos… onde você quiser. Só quero é ser sua putinha de novo.
**17/10 – 20h12**
Luis: Amanhã te como toda outra vez, Tania. Prepara essa buceta.
Tania: Já tá preparada faz tempo, amor. Latejando, molhada, esperando esse pau casado me fazer gozar até desmaiar. Te espero de pernas abertas.

E assim foi. Treze dias de fogo no celular, treze dias de tesão acumulado, treze dias me lembrando que, eu nunca mais ia conseguir ficar com um homem só.

# Parte 1
Era 18 de outubro/24. Sexta-feira. E eu fui. Mais faminta do que nunca.
Cheguei às 20:10, dez minutos atrasada de propósito, só pra deixar ele louco.
Saia justa de couro ecológico preta, brilhante, agarrada na cintura e na bunda, terminando no meio da coxa. Blusa de alcinhas finas vinho, decote soltinho, sem sutiã — os mamilos marcando o tecido com o tesão. Salto alto fechado preto, cabelo preso num rabo de cavalo alto e firme, batom nude, perfume amadeirado suave subindo do pescoço. Por baixo, só uma calcinha de renda vinho escura… que não ia durar nem dois minutos.

Bati na porta. Ele abriu já com os olhos em chamas, sem camisa, calça jeans aberta, volume saltando. Me puxou pra dentro antes mesmo de eu falar oi.
— Dez minutos atrasada, sua safada? — rosnou no meu ouvido, já me encostando na parede da sala.
— É pra você ter tempo de tirar essa calcinha bem devagar… — sussurrei, erguendo uma perna enganchando na cintura dele.

Luís desceu a mão por baixo da saia de couro, encontrou a renda, puxou o fiozinho fino com dois dedos e foi descendo… bem devagar, como eu pedi. A calcinha escorregou pelas coxas, passou pelos joelhos, caiu nos tornozelos. Ele se abaixou, e já subiu mordendo minha coxa por dentro.
— Agora sim começou a noite — ele disse, jogando a calcinha no canto e me virando de costas, contra a parede.
E eu só sorri, empinando tudo pra ele.
— Você quer me matar, Tania?

Senti o pau dele duro, pressionando minha bunda por cima da calça. Ele me esfregava ali mesmo, no corredor, como se não tivesse mais tempo. Mas parou.
— Hoje vai ser diferente — disse ele, e me puxou pela mão.

Fomos direto pro quarto, mas o clima não era de pressa. Era outra coisa. Mais crua, mais íntima. Ele acendeu a luz fraca do abajur, e sentou na beirada da cama, me olhando como se eu fosse um prato caro que ele ainda não sabia por onde comer.
— Tira essa roupa pra mim, Tania. Devagar. Quero ver cada pedaço que eu vou foder hoje.

Fiz sinal de silêncio com o dedo nos lábios, sorrindo safada, e comecei.
Primeiro a blusa de alcinhas vinho. Levantei os braços bem alto, esticando o corpo inteiro, os peitos empinando. Desci as alcinhas fininhas pelos ombros, uma de cada vez, deixando o tecido roçar nos mamilos já duríssimos. Quando a blusa ficou presa na cintura, puxei por baixo dos seios, levantando-os um pouco antes de deixar cair no chão. Fiquei só de saia de couro, peitos de fora, respirando fundo pra ele ver eles subirem e descerem.

Dei um passo à frente, virei de costas pra ele. Inclinei o tronco devagar, empinando a bunda. Desci o zíper lateral da saia bem devagar. Quando abriu totalmente, segurei a saia pela cintura e rebolando bem devagar fui descendo, deixando o couro deslizar pelas coxas, mostrando a bunda redonda, sem marca de calcinha, só pele.
Deixei a saia cair nos pés, chutei pro lado com o salto. Fiquei só de salto alto fechado, completamente nua, de costas pra ele. Olhei por cima do ombro, mordi o lábio e perguntei baixinho:
— Gostou do show, Luís?
Ele já tava com a mão dentro da calça, pau latejando, voz quase sem ar:
— Vem aqui agora, porra… antes que eu te arraste.

Ele se levantou e me beijou com firmeza. Mas ao contrário da outra vez, agora ele queria explorar. Me deitou de bruços, passou os dedos pelas minhas costas, pelos ombros, descendo pela bunda. Depois me virou só com um braço.
— Primeiro os peitos.
Puxou meu tronco pra cima, e caiu de boca no meu peito esquerdo. Chupou o mamilo com força, sugando como se quisesse tirar leite, a língua rodando rápido, os dentes arranhando de leve. A mão grande apertava o outro peito, beliscando o bico até eu gemer alto.
— Esses peitos me deixam louco desde a primeira vez — rosnou entre uma chupada e outra, trocando de lado.

Mamou os dois sem pressa, alternando, lambendo em volta, mordiscando, deixando os dois vermelhos e inchados de tanto sugar. Eu já tava me contorcendo, passando a mão no cabelo dele, empurrando a cabeça pra mamar mais forte.

Quando achou que eu tava no limite, me virou, me deixou de bruços, travesseiro debaixo da barriga pra deixar a bunda ainda mais alta, pernas bem abertas. Ajoelhou-se entre elas e abriu minhas nádegas com as duas mãos, como quem abre um presente.

A primeira coisa que senti foi a respiração quente dele bem no meio. Depois a língua inteira, larga e molhada, lambendo de baixo pra cima numa passada lenta, do ânus até o clitóris, sem pressa. Repetiu umas cinco vezes, só pra me deixar louca, até eu começar a rebolar pedindo mais.

Aí ele encaixou a boca toda no meu grelo, sugando forte, como se quisesse engolir. A língua batia rápido, em cima e embaixo, enquanto dois dedos entravam direto pra dentro, curvando pra frente, acertando em cheio o ponto G. Entrava e saía num ritmo perfeito, os dedos grossos esticando, a boca sem tirar o vácuo.

Eu já gemia alto, sem vergonha nenhuma, empurrando a bunda pra trás, querendo mais fundo. Ele tirou os dedos por um segundo, e enfiou três de uma vez. A sensação de estar sendo aberta assim me fez tremer inteira. A língua voltou pro clitóris, agora mais rápida, mais firme, e os dedos começaram a bombar forte, fundo, sem dó, fazendo barulho molhado ecoar no quarto.
— Isso… vai… me fode com a boca, Luís… não para…

Ele grunhiu contra mim, a vibração da voz dele me levando mais perto ainda. A mão livre subiu, apertou minha nádega com força, abriu mais, e a língua desceu pra entrada, lambendo em volta dos dedos que me fodiam. Depois voltou pro clitóris, sugando com força, quase doendo de tão bom.

Eu senti chegar de repente: aquele calor subindo rápido, as coxas tremendo, a buceta apertando os três dedos sem parar. Gemi o nome dele, enterrei o rosto no travesseiro e gozei forte, na boca dele, nas mãos. Ele não parou: continuou chupando devagar, sugando cada espasmo, os dedos ainda dentro, mexendo devagar.
Quando finalmente tirei a cara do travesseiro, ofegante, ele lambeu os lábios, o queixo brilhando de mim, e falou rouco:
— Delícia pra caralho… agora respira, porque eu ainda vou te comer até você pedir arrego.

# Parte 2
Ele ainda estava de joelhos entre minhas pernas, respirando pesado. Eu me virei rápido, ainda tremendo do gozo, e empurrei ele de costas na cama.
— Minha vez.

Puxei a calça jeans dele pra baixo junto com a cueca, de uma vez, o pau saltou duro, latejando, a cabeça já molhada daquele caldinho gosmento. Me posicionei de quatro entre as pernas dele, cabelo caindo no rosto, e segurei a base com força.

Primeiro só a língua: lambi da base até a cabeça, bem devagar, rodando em volta da glande, olhando pra ele o tempo todo. Aí abocanhei tudo de uma vez. Desci até sentir a cabeça bater no fundo da garganta, segurei um segundo, subi sugando forte. Repeti: fundo, garganta apertando, subindo com a boca fazendo vácuo. Saliva escorrendo, barulho molhado enchendo o quarto. Ele agarrou meu rabo de cavalo com as duas mãos, guiando, mas sem forçar demais.
— Porra, Tania… essa boca… engole tudo…

Aumentei o ritmo. Uma mão batendo punheta na base, a outra massageando as bolas cheias, a boca descendo e subindo rápido. Ele começou a gemer alto, os quadris se mexendo sozinho.
— Tô quase… não para… vai…

Desci fundo de novo, deixei ele bater na garganta e fiquei lá, engolindo em volta, a mão apertando a base. Ele deu um grunhido longo, o corpo todo travou e gozou. Jatos grossos, quentes, quase que dentro da minha garganta. \Pior que eu gosto de porra, engoli tudo, sem tirar, sentindo pulsar na boca. Quando parou de jorrar, subi devagar, chupando a cabeça, até ele tremer e soltar o ar com força.
Luis olhou pra mim com os olhos vidrados e soltou, rouco e sem fôlego:
— Porra, Tania… que boca do caralho… você engole tudo, hein? Nem uma gota sobrou…

Eu passei a língua nos lábios devagar, limpando o restinho que tinha ficado no canto, e respondi com voz baixa, quase sussurrando:
— Eu disse que vim pronta para o crime… e quando eu tô assim, engulo até a última gota.

Ele riu sem ar, puxou meu rosto pra cima dele e me beijou fundo, sentindo o próprio gosto na minha boca.
— Você é perigosa, sabia?
— Só pra quem merece — respondi, já subindo em cima dele de novo. — E você ainda não terminou de me pagar essa noite.

# Parte 3
Luís ainda estava duro, o pau latejando, brilhando da minha saliva, quando pegou a camisinha na mesinha, rasgou o pacotinho com os dentes e rolou no pau com uma rapidez impressionante.
— Continua duro pra caralho… sobe aqui, Tania. Agora.

Deitei ele de costas, subi em cima de frente pra ele. Ajeitei a cabeçorra na entrada, e fiq questão de sentar devagar, sentindo ele me abrir de novo, até encostar no fundo. Gemi baixo, joguei a cabeça pra trás. Comecei rebolando devagar, círculos largos, sentindo a cabeça roçar meu cérvix. Ele segurou minha bunda com as duas mãos, apertando forte, guiando o movimento.

Depois mudei: apoiei as mãos no peito dele e comecei a quicar, subindo quase todo e descendo com força, ploc ploc ploc… Deitei um pouco sobre ele, os peitos balançando na cara. Ele aproveitou e abocanhou um mamilo, sugando forte, depois o outro, alternando mordidinhas com lambidas.
— Isso… cavalga gostoso… rebola mais…

Acelerei, sentei de lado um pouco, com um joelho apoiado, e do outro lado apoiado no pé, mudando o ângulo, depois virei o quadril pra frente e pra trás, esfregando o clitóris na base dele a cada descida. Ele segurou meu quadril, me ajudando a ir mais rápido, mais fundo.
Eu já estava quase lá de novo, gemendo alto, e o orgasmo bateu forte. A buceta apertando ele em espasmos, corpo tremendo, gritinho rouco escapando:
— Ai, Luis… tô gozando… tô gozando…

No exato segundo em que as ondas me acertaram, senti um arrepio diferente. Um calafrio que não era só prazer. Virei a cabeça pro lado, ainda sentada no pau dele, e congelei.
Na porta do quarto, encostado no batente, braços cruzados, um cara alto, barba bem aparada, camisa social aberta no peito, me olhando fixamente. Olhos escuros, sorriso de canto de boca. Parado ali, sei lá há quanto tempo.

# Parte 4
Meu coração, que já estava a mil, deu um pulo no peito como se fosse explodir.
— QUE PORRA É ESSA?! — gritei, levantando de cima do Luís num salto, o pau dele saindo de dentro de mim com um barulho molhado. Puxei o lençol pra cobrir o corpo, as pernas tremendo.

Luís se sentou rápido, olhou pra porta e riu baixo, sem nenhum susto.
— Calma, amor… é o Léo. Meu sócio. Relaxa.

O tal Léo levantou as mãos num gesto tranquilo, voz grave e calma:
— Desculpa o susto, Tania. Porta ficou só encostada… eu ouvi os gemidos e...… bom, cheguei na melhor hora, pelo visto.

Eu ainda gaguejava, coração na garganta, rosto pegando fogo:
— Vo-você… tá olhando há quanto tempo?! Isso é… isso é loucura…
Luis se aproximou, me abraçou por trás, beijou meu ombro, voz baixa no meu ouvido:
— Ei, respira… tá tudo bem. Ele não vai falar nada. Confio nele com a vida. E, olha… — ele deu uma risadinha — até que a visão foi boa pra caralho, né, Léo?
Léo deu um sorriso safado, sem desviar o olhar de mim.
— Pra dizer o mínimo. Desculpa mesmo o susto, mas… puta que pariu, que mulher, Luís.

Eu ainda tremia, o corpo dividido entre o resto do orgasmo e o choque, o lençol agarrado no peito. Luís acariciava minha barriga, beijando meu pescoço, sussurrando:
— Relaxa, gata… respira fundo. Nada de ruim vai acontecer. Só… aconteceu de ele ver o quanto você fode bem, e o tanto que é gostosa gozando no meu pau.

Eu engoli em seco, o coração ainda disparado, olhando do Luís pro Léo e do Léo pro Luís. O ar do quarto tinha mudado completamente em dois segundos. E, no fundo, por mais que eu estivesse assustada… uma parte minúscula e safada lá dentro já estava curiosa pra saber o que viria depois.
Léo deu um aceno discreto, ainda com aquele sorriso de canto de boca.
— Vou deixar vocês à vontade. Depois a gente conversa, Luís. Tania… prazer, literalmente — piscou pra mim e saiu, fechando a porta do quarto com cuidado.

Luís se levantou, o pau meio mole balançando, caminhou até a porta e girou a chave duas vezes.
— Assim você fica mais tranquila, gata? — perguntou, voz baixa, voltando pra cama.

# Parte 5
Deitou do meu lado, me puxou pro peito dele e começou a me beijar devagar, língua entrando suave, mão subindo e descendo pelas minhas costas.
— Se quiser ir embora agora, eu entendo… Mas se ficar… eu ainda tenho muita porra guardada pra te dar essa noite.

Eu nem respondi com palavras. O tesão que tinha sido interrompido pelo susto voltou dobrado. Desci a mão até o pau dele, segurei firme, comecei a punhetar devagar. Em dez segundos já tava duro como pedra de novo.
— Então me dá — sussurrei na boca dele.

Ele sorriu contra meus lábios, se levantou, foi até o sofá de couro do canto do quarto e sentou, pernas abertas, pau apontando pro teto.
— Vem sentar de costas, vai. Quero ver essa bunda engolindo meu pau.

Fui até ele rebolando, virei de costas, apoiei as mãos nos joelhos dele e desci devagar. A cabeça grossa abriu caminho, eu sentei até o talo, gemendo alto quando encostou no fundo. Comecei a cavalgar logo de cara, subindo e descendo forte, a bunda batendo nas coxas dele. Ele segurou minha cintura com uma mão e desceu a outra até o clitóris, dois dedos fazendo círculos rápidos e firmes.
— Isso, sua putinha… rebola gostoso nesse pau casado…
— Hmm… adoro ser sua putinha… fode minha buceta, Luís…
— Olha como essa buceta engole tudo… tá escorrendo, porra… quer gozar de novo, né?
— Quero… quero gozar no teu pau enquanto tu me chama de vadia…
— Então goza, vadia… goza forte pra eu sentir essa buceta apertando…

Aumentou a pressão no clitóris, metendo o quadril pra cima a cada descida minha. Eu acelerei, rebolando fundo, gemendo alto, sem me importar com mais nada. Gozei rápido e violento, a buceta pulsando sem parar, derramando nas coxas dele, gritando o nome dele enquanto tremia inteira.

Luis segurou minha cintura, me manteve sentada no pau até o último espasmo passar, beijando minhas costas suadas.
— Boa menina… gostosa pra caralho.

Ele me levantou do sofá ainda tremendo do gozo, o pau latejando dentro de mim. Me arrastou até o banheiro da suíte como se eu não pesasse nada.
— Quero te foder exatamente como da primeira vez… lembrando cada detalhe.

# Parte 6
Abriu a porta, acendeu só a luz indireta, me colocou de pé de frente pra pia grande de mármore. Empurrou minhas costas pra baixo com jeitinho, até eu ficar inclinada, mãos apoiadas na borda fria, pernas abertas, bunda empinada.
Ele ficou atrás, segurou o pau ainda dentro da camisinha melada e roçou a cabeça na minha entrada.
— Lembra daqui, Tania?
— Lembro… foi aqui que você me fodeu da primeira vez… faz de novo.

Ele não esperou mais. Empurrou tudo de uma vez, fundo, até eu sentir as bolas dele baterem no meu clitóris. Soltei um gemido alto que ecoou nas paredes de azulejo.
Começou a meter forte logo de cara, sem enrolação. Uma mão na minha cintura, a outra puxando meu rabo de cavalo pra trás, me fazendo arquear mais. Cada estocada batia com força, o barulho molhado misturado com o ploc ploc da carne, o espelho embaçando com nossa respiração.
— Olha pra frente… olha pra gente no espelho, sua safada…
Levantei o rosto. Vi nós dois: eu de boca aberta, peitos balançando a cada metida, ele com cara de quem quer me partir no meio, olhos cravados nos meus pelo reflexo. E eu imaginava…. o Léo, o que será que ele tá pensando?
— Isso… olha como eu te fodo gostoso… essa buceta é minha hoje, caralho…

Ele acelerou, socando fundo, a pia tremendo. Desceu a mão pro clitóris de novo, esfregando rápido enquanto metia sem parar.

Eu não aguentei muito: gozei de novo, forte, as pernas quase cedendo, a buceta apertando ele, um gemido que ecoava no banheiro inteiro.
Ele segurou firme na minha cintura, não me deixou cair, continuou metendo devagar até eu ficar mole, ofegante, com a testa encostada no espelho frio.
Aí beijou minha nuca suada e sussurrou rouco:
— Igualzinho da primeira vez… só que hoje você já gozou mais ainda. E eu ainda não terminei com você.

# Parte 7
Insaciável, me pegou de novo, saiu do banheiro me beijando, me deitou na cama de lado, com cuidado, como se eu fosse de vidro.
Deitou atrás de mim, encaixou o corpo no meu, levantou minha perna de cima com a mão e entrou devagar, de ladinho, pau ainda duro, camisinha no lugar.
— Assim… bem agarradinho… quero sentir você gozando colada em mim.
Começou com movimentos lentos, longos, saindo quase todo e voltando até o fundo, o peito dele grudado nas minhas costas, boca no meu pescoço, mordendo de leve. Uma mão segurando meu peito, apertando o mamilo, a outra já conhecia o caminho do meu clitóris, que estava inchado, sensível, saliente. Os dedos ficaram lá, fazendo círculos leves, no mesmo ritmo das metidas.
— Hmm… Luís… assim é tão gostoso…
— Shh… só sente… deixa eu te comer devagarzinho até você derreter…

Ele foi aumentando aos poucos, mas sem pressa: metia fundo, rebolava o quadril pra cabeça roçar lá dentro, apertava o clitóris na medida certa. Eu já tava gemendo baixinho sem parar, entregue.
Quando senti que eu tava chegando, ele apertou mais o abraço, enfiou a cara no meu cabelo e sussurrou rouco:
— Goza de ladinho pra mim, amor… goza sentindo meu pau todo dentro de você…

Foi só isso. Gozei quietinha, forte, um gemido longo e baixo, a buceta pulsando e o corpo tremendo dentro do abraço dele. Ele segurou firme, metendo devagar. E gozou também.
Ficamos assim um tempão, ele ainda dentro, me apertando, beijando minha nuca.
— Cinco vezes hoje, Tania…? — sussurrou, rindo baixinho.
— E eu ainda quero a sexta… — respondi, já quase dormindo de tanto prazer.

# Epílogo:
Já passava da meia noite quando terminamos. Luís ainda me deu um último beijo preguiçoso, tirou a camisinha, jogou no lixo e me ajudou a levantar da cama com as pernas ainda bambas. Vesti a roupa em silêncio: a calcinha de renda vinho, a saia de couro, a blusa de alcinhas. Ele vestiu uma calça moletom e uma camiseta básica, pegou a chave do quarto e me acompanhou até a porta da suíte.

Saímos pelo corredor,… tudo quieto. Quando chegamos na sala/cozinha americana, a luz estava acesa. Léo estava lá, de calça jeans e camiseta, sentado no balcão, comendo um sanduíche e tomando uma cerveja. Me viu e parou no meio da mordida, sorriu com a boca cheia.
— Boa noite… ou bom dia, já? — disse, engolindo rápido.
Eu parei, meio sem graça, mas ele foi super tranquilo.
Léo: Dormiu bem?
Eu (rindo baixo): Dormir não foi exatamente o que eu fiz…
Léo: Percebi. Parecia até terremoto no quarto ao lado.
Luís (dando um tapa na nuca dele): Para de ser babaca.
Léo levantou as mãos em rendição, rindo.
Léo: Brincadeira, Tania. Você tá linda, mesmo parecendo que foi atropelada por um caminhão de tesão.
Eu: Obrigada… acho.
Léo: Se cuida na volta, tá? E se quiser voltar qualquer dia… o apartamento é grande, e eu sou discreto. — piscou de leve.
Luís revirou os olhos, mas sorriu e me puxou pela cintura.
Luis: Ela volta quando quiser.
Léo: Claro, chefe.

Me despedi com um aceno e um “até logo” meio tímido pro Léo, dei um beijo rápido na boca do Luís ali mesmo, na frente dele, e saí. No elevador, encostei a cabeça na parede fria, sentindo o corpo inteiro dolorido e satisfeito, o cheiro dele ainda na minha pele.
Peguei o carro, dirigi pra casa com o vidro aberto, vento na cara, sorrindo sozinha.
Cinco gozadas. Quase duas da manhã. E uma vontade danada de repetir tudo de novo… logo.

Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 31: transando com Luís, sendo observada pelo Léo, e gozando loucamente


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Ficha do conto

Foto Perfil tania32
tania32

Nome do conto:
Diário de uma Casada 31: transando com Luís, sendo observada pelo Léo, e gozando loucamente

Codigo do conto:
261605

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
08/05/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
1