Diário de uma Casada 13: A despedida do meu amante do pau delicioso

#Prólogo
Era uma manhã chuvosa em Brasília, domingo, 19 de fevereiro de 2023. Não nego que meu coração carregava um peso agridoce. O último encontro com Lucas estava marcado, e a ideia de que aquele seria nossa despedida tornava tudo mais intenso. Ele, que não era de Brasília — apenas um forasteiro que cruzou meu caminho por um tempo breve, mas marcante —, estava de mudança para Londres, onde um novo capítulo profissional o aguardava. Ao longo de sete meses, nossos 12 encontros foram uma dança de momentos, cada um com sua própria nuance, sua própria chama. Quem acompanha esses relatos sabe do que falo: as faíscas, os silêncios, os toques, as ousadias. Tudo dificil de transformar em palavras. Mas este, o último, tinha que ser diferente. Combinamos algo leve, sem pressa, um dia inteiro para nos despedirmos em câmera lenta. Lucas já havia entregue o flat, e hospedou no Brasil 21, e o plano era simples: eu o encontraria pela manhã, e ficaríamos juntos até a noite, quando ele pegaria o voo para deixar o Brasil — e a mim — para trás.

#Parte 1: o Dia
Eu cheguei ao Brasil 21 às 10h, vestindo um vestido leve de tecido branco sem estampa, colado ao corpo, sem sutiã, e sandálias de salto bloco, bege. Meu cabelo estava preso em um coque baixo, com dois fios soltos emoldurando o rosto, e, por baixo, uma calcinha rendada rosa-clara. O dia inteiro, das 10h às 22h, foi uma mistura perfeita de conexão, desejo e despedida.

Ele me esperava com um café da manhã no quarto, com frutas, pães e um café forte. Conversamos sobre tudo e nada — as memórias dos nossos encontros, os planos dele em Londres, e aquele vazio que já começava a se formar. Havia uma leveza na conversa, mas também uma eletricidade no ar. Foi quando, ainda com o gosto do café na boca, tomei a iniciatia. Fiquei em pé, e tirei lentamente a calcinha rendada, deixando-a deslizar pelas pernas enquanto ele me olhava com aquele brilho faminto nos olhos.

A tensão que se acumulava explodiu assim que terminei de tirar a calcinha. O quarto do Brasil 21, parecia pequeno diante da energia que pulsava entre nós. Nossa intimidade, construída ao longo de sete meses, nos permitia ser crus, sem filtros, e as palavras sujas que trocávamos só aumentavam o fogo.

Ajoelhei-me entre as pernas dele, que estava sentado na beirada da cama, o corpo relaxado, mas já tenso de expectativa. Tirei a bermuda de sarja e a cueca boxer, e aquele pauzão gostoso saltou em direção a mim, 20 cm, reto, firme, muito grosso, com veias salientes, não circuncidado. Comecei com beijos lentos na ponta, quase como uma provocação.
- Tá com saudade dessa boca, seu puto?, murmurei, com um sorriso malicioso. Ele riu, a voz rouca, e respondeu:
- Porra, Tania, você sabe que essa sua língua me fode todo.

Comecei a masturbar a parte do pau que conseguia, colocando-o gradualmente na minha boca carnuda. Eu alternava sucção intensa, deixando ele deslizar até o fundo da minha garganta, com beijos suaves e demorados, lambendo cada veia como se quisesse gravar a textura na memória. Ele segurava meu cabelo, não com força, mas com aquele controle que me fazia sentir dele.
- Chupa mais fundo, sua safada, ele grunhiu, e eu obedeci, sentindo o calor dele pulsar contra minha língua. QUeri aque ele gozasse. Queria engolir a porra do meu amante mais uma vez. Quando ele gozou, a porra quente, pegajosa, adstringente mas saborosa, veio com um gemido baixo e longo, enchendo minha boca. Engoli devagar, olhando nos olhos dele, e disse:
- Última vez que você me faz engolir assim, hein?
Ele sorriu, meio triste, e respondeu:
- Não fala isso, caralho, que me dá vontade de te levar pra Londres.

Mal deu tempo de respirar. Lucas me puxou para a cama, e eu já sabia o que queria. Fiquei de quatro, o vestido ainda enrolado até a cintura, sentindo o colchão ceder enquanto ele se posicionava atrás de mim.
- Olha essa bunda, porra, feita pra mim, ele disse, dando um tapa leve que me fez rir e gemer ao mesmo tempo.
- Então usa ela direito, seu filho da puta, retruquei, empinando mais o quadril.

Eu estava muito molhada. mesmo aquele monstro entrou com facilidade. A penetração veio intensa, profunda, demorada — cada estocada me varava o fundo, tocando meu cérvix e me deixando muito feliz.
- Tá gostando, sua vadia? Fala pra mim! ele provocou, enquanto mantinha um ritmo que me fazia agarrar os lençóis.
- Tô amando, caralho, me fode mais forte,... respondi, a voz entrecortada, sentindo meu corpo responder em ondas que eu não conseguia controlar.

Ele acelerou os movimentos, e o clima ficou intenso. Ele metia com força, dava alguns tapas na minha bunda, o suor começou a pingar, e eu não resisti.
- Ahhh Lucas, que merda... não pára que vou gozar.

Ele metia até o fim:
- Vem Tania, goza no meu pau sua puta safada.

E então meu orgasmo veio: forte, intenso. Gozei como sempre fazia, gemendo e contraindo a buceta com intensidade enquanto sentia minhas pernas formigarem e minhas forças se esvairem.

Depois, mudamos para uma posição de ladinho, minha perna levantada enquanto ele me tomava com uma mistura de força e cuidado. A primeira sequência foi lenta, cada movimento dele explorando profundamente, e eu sentia ele preencher cada espaço dentro de mim.
- Você é tão gostosa assim, porra, como vou viver sem isso? ele murmurou, beijando meu pescoço enquanto eu gemi alto:
- Teu pau me mata, Lucas, não para, implorei, e ele riu, dizendo:
- Não vou parar, sua putinha, relaxa.

Em seguida, ele adicionou estímulo ao meu clitóris, os dedos movendo-se com precisão enquanto continuava a me penetrar.
- Goza pra mim de novo, vai, sei que você quer, ele disse, a voz carregada de desejo.

Em pouco tempo, o segundo orgasmo veio, meu corpo arqueando contra o dele, e eu gritei:
- Porra, Lucas, você acaba comigo! Ele segurou meu rosto, me beijando enquanto eu tremia, e sussurrou:
- E você me enlouquece, Tania. Sempre!... Ficou em silêncio, apenas um som abafado saiu da boca dele quando senti o pau pulsar, e o sêmem escorrer dentro de mim. Admito: aquela porra me saciava!

# Parte 2: Banho, Almoço e Cochilo
Eram 11:30, aproximadamente. Exaustos e suados, fomos tomar um banho juntos. O banheiro era amplo, com um chuveiro de água quente, e lá ficamos, nus, com a água escorrendo pelos nossos corpos enquanto conversávamos como se o tempo não estivesse contra nós. Eu ensaboava as costas dele, meus dedos deslizando pela pele, e provoquei:
- Olha só, até no banho você fica gostoso, seu safado. Ele riu, virando-se pra me encarar, a água pingando do cabelo dele.
- E tu, Tania? Tô tentando tomar banho, mas essa tua bunda não me deixa em paz, ele disse, dando um aperto leve que me fez sorrir.
- Se comporta, Lucas, que a gente ainda tem o dia todo, retruquei, mas meus olhos diziam que eu não queria que ele se comportasse nem um pouco.

Ficamos ali por um tempão, trocando carícias leves e conversando sobre coisas bobas — como o café da manhã que ele achou “meio chique demais” pro gosto dele, e eu brincando que ele ia ter que se acostumar com “comida de rico” em Londres.
- Rico, eu? Vou é comer fish and chips todo dia, ele respondeu, rindo, enquanto me puxava pra um beijo demorado sob a água.

Saímos do banho enrolados em toalhas, ainda com aquela energia de quem não quer se desgrudar. Pedimos um almoço pelo serviço de quarto — um risoto de parmesão com filé mignon pra ele, uma salada com frango grelhado pra mim, e uma garrafa de vinho branco pra acompanhar. Sentamos na pequena mesa do quarto, e a conversa fluiu tão natural quanto sempre foi.
- Você já pensou como vai ser lá? Londres, né? Chuva, frio, aquele sotaque britânico todo certinho, perguntei, tomando um gole de vinho. Ele deu de ombros, com um sorriso meio melancólico.
- Tô mais preocupado em como vou sobreviver sem te provocar todo dia, sua chata, ele disse, e eu joguei um guardanapo nele, rindo.
- Chato é você, que vai me largar aqui e virar londrino metido. Mas por trás das brincadeiras, havia uma verdade não dita: a gente sabia que aquele almoço era parte do nosso adeus.

Depois de comer, com o vinho nos deixando mais leves, deitamos na cama, ainda com as toalhas, e nos abraçamos. O quarto estava silencioso, só com o som da nossa respiração e o leve zumbido do ar-condicionado. Eu me aninhei no peito dele, e cochilamos assim, abraçadinhos, como se pudéssemos segurar o tempo. Antes de fechar os olhos, ele murmurou, com a voz sonolenta:
- Tania, você é foda, sabia? Não vou encontrar ninguém como você. Eu sorri, apertando a mão dele contra meu peito, e respondi baixinho:
- E você é um problema, Lucas, mas dos bons. O cochilo foi curto, mas parecia uma eternidade, com nossos corpos entrelaçados, como se quiséssemos gravar aquele momento pra sempre.

# Parte 3: Segunda Transa
Depois do cochilo, a energia entre nós mudou. Eram aproximadamente 15:30. O quarto, agora banhado pela luz dourada da tarde, parecia pedir algo mais íntimo, mais lento. A intimidade dos sete meses juntos nos dava uma liberdade crua, e o desejo voltou a pulsar, mas dessa vez com um tom mais profundo, quase como uma despedida silenciosa.

Deitados na cama, Lucas me puxou para um 69 demorado, nossos corpos alinhados, a pele ainda quente do cochilo. Minha boca encontrou seu pau enquanto a língua dele explorava minha buceta com uma precisão que me fazia tremer.
- Porra, Tania, você tem o gosto mais viciante, caralho, ele murmurou contra mim, a vibração da voz dele me arrancando um gemido.
- E tu, seu safado, acha que vou te deixar ir sem chupar esse pau até o fim? retruquei, minha voz abafada enquanto eu o levava mais fundo na boca.

Era uma troca intensa, quase competitiva, mas cheia de uma cumplicidade que só a gente entendia. Primeiro eu por cima, depois eu por baixo, mas sempre entregue. Eu chupava com vontade, alternando entre sucção forte e lambidas lentas, enquanto ele me fazia arquear as costas com cada movimento da língua no meu clitóris.
- Tá molhada pra caralho, sua putinha, ele provocou, e eu ri, mordendo de leve a base dele antes de responder:
- E tu tá duro que nem pedra, seu filho da puta, continua assim.

O oral durou o que pareceu uma eternidade, cada um perdido no prazer do outro, até que a vontade de nos conectarmos ainda mais tomou conta. Lucas me virou de bruços, e eu senti o peso do corpo dele contra o meu, a respiração quente no meu pescoço.
- Quero te sentir bem fundo, Tania, ele disse, beijando minhas costas enquanto entrava em mim lentamente.

A penetração era íntima, quase reverente, cada estocada um lembrete do que estávamos prestes a perder.
- Fode devagar assim, Lucas, me faz sentir tudo, pedi, minha voz suave, quase um sussurro. Ele obedecia, os lábios roçando minha nuca, deixando beijos que pareciam promessas não ditas.
- Você é perfeita, porra, não dá pra explicar, ele murmurou, e eu só consegui gemer em resposta, sentindo ele preencher cada espaço dentro de mim.

Depois, mudamos para o papai-mamãe, minhas pernas abertas, os olhos dele cravados nos meus. As estocadas eram lentas, deliberadas, como se ele quisesse memorizar cada segundo.
- Olha pra mim, Tania, não desvia, ele disse, a voz firme, mas cheia de emoção. Eu segurei o rosto dele, nossos olhares travados, e respondi:
- Tô olhando, seu puto, tô olhando e sentindo.. mete, vai..... O ritmo aumentou só o suficiente pra me levar ao limite, e gozei, um orgasmo vaginal que me fez agarrar os ombros dele, meu corpo tremendo enquanto eu gemia alto:
- Caralho, Lucas, você me acaba!

Ele continuou, os olhos ainda nos meus, até que, com um gemido rouco, tirou o pau de dentro de mim e gozou na minha barriga e nos meus peitos. Quatro ou 5 jatos que se espalharam na minha pele, me marcando e desenhando.A visão daquele pau vomitando em cima de mim causava em mim uma sensação que misturava poder e submissão. Mas uma alegria imensurável.
- Porra, Tania, você é demais, ele disse, ofegante, caindo sobre mim, nossas testas coladas enquanto tentávamos recuperar o fôlego.

Essa útlima sessão, desde o 69 até a finalização durou quase 90 minutos de uma conexão que misturava desejo, ternura e a dor sutil da despedida. Cada toque, cada palavra suja, cada olhar era um pedaço de nós que ficaria naquele quarto do Brasil 21, mesmo depois que ele partisse.

#Parte 4: Intervalo: Provocação e Carinho (17h00 – 19h00)
O quarto do Brasil 21, banhado pela luz alaranjada do fim de tarde, parecia um refúgio onde o tempo podia esperar um pouco mais. Depois de me limpar, deitamos na cama, ainda nus. Eu me aconcheguei no peito de Lucas, minha cabeça apoiada no ombro dele, enquanto ele acariciava minhas costas. O silêncio era confortável, mas, como sempre, não resistimos a provocar um ao outro.
- Então, seu safado, já tá pensando nas inglesas que vão cair na tua lábia em Londres? perguntei, erguendo uma sobrancelha e dando um beliscão de leve na lateral do corpo dele. Ele riu, aquele riso rouco que sempre me fazia sorrir, e retrucou:
- Inglesas? Porra, Tania, nenhuma delas vai chegar aos teus pés, sua chata. Ele virou o rosto pra me olhar, os olhos brilhando com um misto de provocação e sinceridade.
- E tu, hein? Vai arrumar outro pra te foder assim ou sou insubstituível? Eu ri alto, empurrando o peito dele de leve.
- Insubstituível? Tá se achando, né, seu filho da puta? Mas confesso que esse teu pau vai deixar saudade, respondi, mordendo o lábio enquanto deslizava a mão pelo abdômen dele, só pra provocar.

Ficamos assim por um tempo, trocando carícias leves — ele brincando com os fios soltos do meu cabelo, eu traçando as linhas dos músculos do braço dele.
Em algum momento, caímos num cochilo leve, ainda abraçados, com minha perna jogada sobre a dele e o braço dele me envolvendo como uma âncora. O quarto estava silencioso.

Acordei antes dele, vendo o rosto dele relaxado, e senti uma pontada no peito.
- Você vai me fazer chorar, seu idiota, para com isso, sussurrei, mais pra mim mesma, enquanto passava a mão de leve pelo rosto dele. Ele abriu os olhos, meio grogue, e sorriu.
- Chorar? Você? Minha putinha durona? Nem fudendo, ele brincou, puxando-me pra um beijo lento, daqueles que parecem dizer tudo que as palavras não conseguem.

Quando o relógio se aproximou das 19h, sabíamos que o próximo capítulo do nosso dia estava chegando, mas aqueles minutos de ternura e provocação foram um oásis, um pedaço de nós que nenhum oceano entre Brasília e Londres poderia apagar.

# Parte 5: Terceira Transa
Às 19h, a noite já tomava conta do quarto. A intimidade dos nossos sete meses juntos estava no auge, e a certeza de que era nossa última vez tornava cada movimento carregado de emoção. Comecei tomando o controle, subindo em cima de Lucas para uma cavalgada lenta, sentindo aquele pau preencher-me completamente.
- Porra, Lucas, você não sabe o quanto eu amo te sentir assim, murmurei, movendo os quadris devagar, controlando o ritmo enquanto olhava nos olhos dele.

Ele segurava minha cintura, os dedos cravados na minha pele, e respondeu com a voz rouca:
- E tu, sua safada, cavalga como ninguém, caralho.

Comecei devagar, quase torturando os dois, cada movimento uma dança deliberada, sentindo ele pulsar dentro de mim.
- Tá gostando, seu puto? Fala pra mim, provoquei, aumentando o ritmo aos poucos, meu corpo ondulando com mais força.
- Tô louco, Tania, porra, não para, ele grunhiu, os olhos fixos em mim, cheios de desejo.

A cavalgada ficou intensa, meus quadris batendo contra os dele, o som dos nossos corpos ecoando no quarto. Gozei pela primeira vez, um orgasmo que me fez jogar a cabeça pra trás, gemendo alto:
- Caralho, Lucas, você me fode tão bem! Tô gozando porra!!!
Ele riu, puxando-me pra um beijo rápido e sujo.
- Você que me fode, sua vadia, olha essa cara de safada, ele retrucou, apertando minha bunda com força enquanto eu continuava a me mover, agora mais rápido, quase desesperada para sentir tudo que ele podia me dar.

Mudamos para o papai-mamãe, com minhas pernas sobre os ombros dele, uma posição que permitia uma penetração profunda e prolongada. Ele entrou em mim com calma, mas firme, cada estocada um lembrete do que estávamos compartilhando.
- Olha pra mim, Tania, quero te ver gozar de novo, ele disse, a voz baixa, quase um comando. Nossos olhos estavam travados, e eu sentia cada movimento dele como uma onda que me levava mais fundo.
- Você é foda, Lucas, porra, não vou te esquecer, murmurei, minha voz tremendo de emoção e prazer. Ele beijou minha boca, depois meu pescoço, e sussurrou:
- Nem eu, sua putinha, nunca vou.

O ritmo aumentou, as estocadas ficando mais intensas, e meu segundo orgasmo veio, avassalador, enquanto eu agarrava os lençóis e gemia:
- Caralho, Lucas, tô gozando de novo.. ai caramba!

Ele continuou, sem parar, até que, com um gemido rouco, gozou dentro de mim, o corpo dele tremendo enquanto se entregava completamente. Ficamos ali, ainda conectados, ofegantes, com ele ainda dentro de mim. O peso do momento caiu sobre nós, e senti as lágrimas vindo, silenciosas, escorrendo pelo meu rosto enquanto eu me aninhava nos braços dele.
- Porra, Lucas, por que você tem que ir? sussurrei, a voz embargada, tentando esconder o choro. Ele me abraçou mais forte, beijando minha testa, e disse baixinho:
- Não chora, Tania, você é forte pra caralho. Mas saiba que você vai tá na minha cabeça, sempre.

Ficamos assim, abraçados, por longos minutos, o silêncio dizendo tudo que as palavras não podiam. Era o fim, mas também a prova de que o que vivemos foi real, intenso, e eterno à sua maneira.

#Epílogo: Os Sete Meses com Lucas
Sete meses. Doze encontros. Uma história que começou como uma faísca e se transformou em um incêndio que nenhum de nós poderia ter previsto. Lucas, o forasteiro que cruzou meu caminho em Brasília, trouxe uma intensidade que mudou algo em mim. Cada encontro foi uma dança de desejo, provocações, risadas e uma conexão que ia além do físico. Fosse nos momentos crus, onde as palavras sujas e os toques selvagens falavam por nós, ou nos silêncios carregados de cumplicidade, como quando cochilávamos abraçados ou trocávamos olhares que diziam mais do que qualquer conversa.

Eu, Tania, com minha vida já traçada, encontrei em Lucas um espaço onde eu podia ser livre, selvagem, vulnerável. Ele não era daqui, nunca foi, e talvez por isso nossa história tivesse essa urgência, essa sensação de algo que precisava ser vivido intensamente antes que o tempo nos roubasse. Desde o primeiro encontro, quando a química explodiu sem aviso, até aquele último dia no Brasil 21, cada momento foi uma construção de memórias que carrego na pele, no coração, e até nas lágrimas que derramei quando ele partiu.

Ele me chamou de “putinha durona”, e eu o chamei de “meu problema favorito”. Talvez sejamos isso um para o outro, mesmo tão longe. Não houve promessas de reencontros ou juras impossíveis — apenas a certeza de que, por sete meses, vivemos algo verdadeiro, intenso, e nosso. E, enquanto seguia minha vida em Brasília, com o céu azul e a rotina que me esperava, sabia que uma parte de mim sempre iria carregar o eco daquele último abraço, daquele último olhar, e da chama que Lucas acendeu em mim.

Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 13: A despedida do meu amante do pau delicioso


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Comentários


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afim2 Comentou em 24/03/2026

Mais uma putaria deliciosa, Tânia 🔥😋😈




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Nome do conto:
Diário de uma Casada 13: A despedida do meu amante do pau delicioso

Codigo do conto:
257725

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
24/03/2026

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