Diário de uma Casada 25: 5 orgasmos em duas horas... e nem estava apaixonada.

# Prólogo:
Os encontros com Augusto deixaram meu corpo e minha mente em chamas, uma mistura de êxtase e culpa que me consumiu dias a fio. A lembrança de cada tapa, cada ordem obedecida, cada estocada do pau dele…. ahhh, aquilo me davam tesão, mas também me jogava num abismo de emoções – o desejo de ser possuída lutando contra o medo de perder quem eu era fora daquelas quatro paredes. A traição pesava, mas o tesão era mais forte, e a forma como ele me dominava, me chamando de “putinha” enquanto me fodia, era algo que eu não conseguia apagar. Era como se ele visse a mulher que eu escondia, e isso me assustava tanto quanto me libertava.

Quando Augusto me propôs uma sessão com Magnus, um Dom mais experiente, a ideia me incendiou na hora. Dois homens alfa, me guiando, com vozes, cordas e sei mais lá o quê, tudo dentro das quatro paredes – minha buceta molhava só de imaginar, o tesão superando a razão. Pensei em me entregar ainda mais, ser a vadia que eles queriam, gemendo sob o controle deles, com Augusto fodendo meu cu e Magnus mandando cada movimento. Ele garantiu que respeitaria meus limites, e por um instante, achei que poderia mergulhar nessa fantasia, que minha fome por rola seria maior que qualquer receio.

Mas, após refletir sobre a proposta de Augusto e Magnus, decidi não seguir adiante com a sessão envolvendo dois Doms. O desejo estava lá, pulsando forte, mas o peso da minha vida dupla e a necessidade de manter meus limites dentro das quatro paredes falaram mais alto. Sou uma mulher que se entrega ao tesão com intensidade, mas algo na ideia de dividir a dinâmica com outro Dom, mesmo respeitando minhas regras, trouxe uma inquietação que não ignorei. Escolhi proteger minha jornada, mantendo o controle sobre até onde quero ir.

Conversei com Augusto sobre essa angústia, o coração na boca, confessando que tinha medo de viciar nesse mundo de submissão, de perder o equilíbrio entre a esposa que era fora e a puta que ele despertou dentro de mim. Perguntei, com a voz tremendo, se ele seria capaz de me ter sem a figura do Dom, sem as cordas, os tapas, as ordens – se poderia me foder de forma simples, sem BDSM, só como homem e mulher. Ele disse que sim, que me queria de qualquer jeito, que meu corpo e minha entrega o deixavam louco, com ou sem comando. “Quero te foder de novo, vadia, do jeito que tu quiser,” ele murmurou, e aquilo me acalmou, reacendeu o desejo. Topei sair com ele outra vez, sabendo que, mesmo sem amarras, o fogo entre nós ainda queimaria forte. E assim foi.

# Parte 1: A Chegada e a Massagem
O calor de Brasília naquela tarde de domingo, 04 de junho de 2023, parecia querer me engolir enquanto dirigia para o Hotel Brasília Imperial, onde agora ele estava hospedado. Aos 30 anos, eu me sentia vibrante. Meu vestido justo vinho desenhava meu corpo, os seios com mamilos durinhos salientes pela ausência do sutiã. A calcinha fio-dental preta era meu segredo provocante. Augusto abriu a porta com um sorriso torto, a voz grave e quente:
— Tania, porra, você tá uma delícia assim.

O quarto era um oásis fresco, com cama king size, lençóis brancos impecáveis, uma poltrona e uma janela mostrando a cidade ao longe. Ele me puxou para um abraço, e em seguido o beijo veio lento, profundo, nossos lábios se encontrando com tesão. Senti ele endurecer contra minha barriga, e meu corpo respondeu com um calor que subia da buceta. — Quero te sentir de verdade hoje, murmurou, beijando meu pescoço, e eu assenti, já molhada, guiada por ele até a cama.

Já na cama, ele levantou meu vestido com cuidado, expondo a calcinha preta, que tirou devagar, os dedos roçando minha buceta úmida. Deitou-me de costas, e começou com um oral suave – a língua lambendo meus lábios inchados, circulando o clitóris com precisão, me fazendo gemer baixo enquanto segurava seus cabelos.

Então, ele pegou o frasco de óleo perfumado da mesa de cabeceira, derramando uma quantidade generosa nas mãos. "Relaxa, deixa eu te tocar inteira," disse, a voz um sussurro quente. Começou pelas coxas, os dedos fortes massageando a pele com movimentos lentos, subindo pelas curvas até a barriga, espalhando o óleo em círculos que faziam minha pele brilhar e estremecer. Tirou o vestido, chegou aos seios, apertando com firmeza, os polegares roçando os mamilos duros, me arrancando suspiros enquanto o óleo deixava tudo escorregadio.
— Tua pele é perfeita, ele murmurou, e desceu de novo, espalhando o óleo pela virilha.

Seus dedos encontraram meu clitóris, acariciando em movimentos circulares, ora leves, ora com pressão, enquanto eu arqueava as costas, gemendo mais alto.
— Isso, Tânia, se solta pra mim, ele disse, e então deslizou dois dedos na minha buceta, entrando devagar, sentindo o calor e a umidade que já escorria. Ele movia os dedos em um vaivém ritmado, curvando-os para roçar o ponto certo dentro de mim, enquanto o polegar continuava no clitóris, me levando a um frenesi de prazer.

Sem parar, ele pegou mais óleo, e com a outra mão, começou a massagear meu ânus, o dedo médio circulando o anel apertado, lubrificando com cuidado.
— Relaxa, deixa eu te abrir, sussurrou, e senti a ponta do dedo entrar, lenta, enquanto os outros dois continuavam na buceta, uma dupla penetração que misturava prazer e uma leve tensão.

Eu estava com os joelhos dobrados, meus gemidos enchendo o quarto, o corpo tremendo, o clitóris pulsando com cada carícia. Ele alternava os movimentos – dedos na buceta esticando, dedo no ânus entrando mais fundo, tudo sincronizado com as carícias no clitóris que me faziam ver estrelas.
— Porra, tu tá tão molhada, toda inchadinha… ele disse de novo, enquanto eu gozava pela primeira vez, com o corpo todo tremendo e um grito abafado escapando enquanto eu gozava nos dedos dele, a buceta apertando e o ânus pulsando.

Ele sorriu, beijando minha boca, e continuou a massagem suavemente, deixando o óleo e o prazer se misturarem na minha pele.
— Você é foda, Tânia, murmurou, e eu senti uma conexão que ia além do tesão – era ele me vendo como mulher, não como submissa, e isso me deixou sem chão.

# Parte 2: De Ladinho
Eu estava lá, já gozada, com a pele morena brilhando com o óleo perfumado que Augusto havia espalhado em todo meu corpo. Deitada na cama king size do Hotel Brasília Imperial, com o vestido vinho jogado no chão e a calcinha preta fio-dental perdida entre os lençóis, eu sentia o calor dele ao meu lado, seu corpo atlético nu, o pau duro roçando minha coxa enquanto ele me olhava com uma mistura de desejo e ternura. Meu coração batia rápido, não de medo, mas de uma entrega diferente, mais livre, como se estivéssemos nos descobrindo sem as rédeas do BDSM. Augusto me puxou para ele, os lábios encontrando os meus em mais um beijo profundo, nossas línguas dançando uma com a outra.
— Vamos ver como vai ser te foder assim, de igual para igual, Tania… ele sussurrou, a voz vibrando contra minha boca.

Ele me guiou para deitar de lado, nossos corpos alinhados, , o pau quente e firme roçando minha vagina úmida. Era a posição de ladinho, olhos nos olhos, e quando ele encaixou a glande larga e entrou devagar, senti a buceta se abrir para ele, um atrito delicioso que me fez gemer baixinho. Minha perna passava por sobre o quadril dele, ele segurava minha mão, os olhares travados, e o ritmo era suave, quase carinhoso, mas profundo, batendo no fundo com uma pressão que enviava arrepios pela minha espinha.
— Você é tão gostosa, pequena… sabia? ele murmurou, beijando meu pescoço, e eu respondi com um suspiro:
— Vai devagar, Augusto, me deixa te sentir todo..

Depois de um tempo assim, me fodendo, saiu de dentro de mim com suavidade, e me virou, puxando para a conchinha – eu na frente, ele atrás, abraçando-me com força, o peito colado nas minhas costas. O pau dele entrou novamente, agora num ângulo que parecia feito para me preencher inteira, a glande roçando pontos que me faziam empinar a bunda instintivamente para ele. As mãos dele deslizavam pelos meus seios, apertando com cuidado, enquanto beijava meu ombro, o pescoço, o lóbulo da orelha.
— Tua buceta é perfeita, Tânia, macia, quente…. ele disse, a voz rouca, mas sem xingamentos, só desejo puro.

Eu empinava mais, controlando o ritmo com os quadris, sentindo o calor dele contra minha pele oleada, o som molhado da penetração ecoando pelo quarto. Gemi baixo, virando o rosto para beijá-lo, nossos lábios se encontrando num ângulo torto, mas cheio de fome.
— Assim… mais….Me fode assim, Augusto, te quero tanto… sussurrei, e ele acelerou um pouco, as estocadas profundas, mas sem brutalidade.

Meu prazer crescia e minha buceta pulsava, dilatada por aquele monstro. Não teve jeito. Gozei de novo. Quase em silêncio. Ele sabia. Era íntimo, quase vulnerável, e eu me entregava não a um Dom, mas a um homem que me queria tanto quanto eu o queria, naquele momento.

# Parte 3: Cavalgada de costas e de frente
Sem ter gozado ainda, Augusto passou mais óleo na minha pele. Agora meu corpo todo – seios, barriga, coxas – reluzia com um brilho oleoso que tornava cada toque uma sensação de deslize puro, como se fôssemos feitos para nos mover um sobre o outro sem atrito, só prazer fluido. Augusto se deitou de costas na cama king size, os olhos fixos em mim com um desejo cru, e estendeu as mãos:
— Vem pra cima de mim, Tânia, me cavalga como quiser.

Meu coração acelerou com a liberdade daquilo, e subi sobre ele, de costas, as coxas abertas encaixando a buceta ainda úmida no pau dele, que deslizou para dentro com facilidade graças não óleo que escorria entre nós, mas a minha lubrificação intensa gerada pelo tesão da foda. O movimento foi suave, escorregadio, a glande larga roçando as paredes internas num atrito delicioso que me fez gemer alto.

Nessa posição, eu controlava tudo, subindo e descendo com reboladas lentas, o óleo fazendo nossos corpos deslizarem como seda – minhas coxas escorregando contra as dele, a bunda morena brilhando e balançando a cada movimento, os cabelos soltos caindo pelas costas. As mãos dele apoiavam minhas coxas, não para guiar com força, mas para sentir o brilho oleado da minha pele, os dedos escorregando suavemente enquanto eu ditava o ritmo, mais fundo, mais rápido, a buceta apertando ele de forma a nos fazer gemer juntos. — Porra, Tania, teu corpo tá brilhando pra mim, ele murmurou, a voz rouca de tesão, e eu ri baixo, virando o rosto para vê-lo:
— Sente como escorrega, Augusto, é tudo pra você.

O óleo tornava tudo mais intenso, minha pele reluzente refletindo a luz enquanto eu acelerava, o som molhado da penetração misturando-se aos nossos suspiros. Virei-me de frente sem sair de dentro e acelerei, movendo os quadris para frente e para trás com o pau enterrado na minha buceta, a glande tocando o meu cérvix, e o clitóris roçando nele.

O terceiro orgasmo veio assim, de conexão pura, meu corpo tremendo enquanto eu me agarrava aos ombros dele, tendo meus peitos agarrados e sugados pelo homem que me dava orgasmos seguidos e intensos, a buceta pulsando em volta do pau enquanto e os corpos escorregadios colados num abraço oleado.

# Parte 4: Papai e Mamãe e de Quatro
Após a pausa, onde conversamos porquê eu já tinha gozado três vezes, e ele ainda resistindo, Augusto me puxou de novo, com um olhar faminto, me fazendo deitar de costas. Deitei-me na cama king size, os lençóis frios roçando minha pele oleada, e levantei as pernas, apoiando-as nos ombros largos dele. O óleo fazia minhas coxas, barriga e seios reluzirem sob a luz suave, e quando ele se posicionou entre mim, senti o pau duro roçar demoradamente minha buceta antes de entrar. A penetração foi lenta, com um atrito escorregadio que me fez gemer, o óleo misturado ao meu tesão criando uma sensação de deslize perfeito.

Ele começou com estocadas profundas, cada movimento fazendo o pau roçar as paredes internas da minha buceta, batendo no colo do útero com uma pressão que enviava choques de prazer pelo meu corpo. Só quem já sentiu um pau batendo no fundo, sabe do que estou falando… Minhas mãos cravavam nos braços musculosos dele, os dedos escorregando pela pele suada e oleosa enquanto nossos olhos se travavam, cheios de uma conexão crua. — Porra, Tania, tua buceta é quente, apertada, gostos… caralho, ele grunhiu, inclinando-se para me beijar, a língua invadindo minha boca com tesão. Eu gemi contra ele,
— Me fode assim, Augusto, me enche toda, mete essa pau gostoso em mim, vai, e acelerei o ritmo com os quadris, puxando-o mais fundo.

Aquelas estocadas firmes me fizeram gozar de novo. Nossos corpos deslizando muito um no outro, o som molhado das metidas dele, meus seios balançando, brilhando com o óleo, enquanto minha buceta se entregava a novos espasmos e contrações vigorosas e minha visão ficando levemente turva com o prazer que sentia.

Augusto não parou, mas mudou a posição com um toque suave que escondia sua força. — De joelhos, agora, quero essa bunda brilhando pra mim, ele disse. Virei-me na cama, empinando a bunda. Ele se ajoelhou atrás, agarrando minha cintura com firmeza, enquanto alinhava o pau. Entrou com uma estocada funda, me rasgando com um prazer que me fez bufar alto. O ritmo foi frenético, com os quadris dele batendo contra minha bunda com um som duro e molhado.
— Que bunda espetacular Tânia, porra," ele grunhiu, as mãos deslizando da cintura para as nádegas, apertando com força, mas sem brutalidade.
Eu empinava mais, e pedia
— Fode mais forte, Augusto, como é gostoso dar pra você .

Ele acelerou ainda mais, as estocadas profundas, o pau batendo com uma pressão que fazia meu ventre contrair. Meu corpo respondia com espasmos, a buceta apertando ele enquanto o prazer subia, e quando senti ele travar, segurando minha cintura com força, o gemido baixo no meu ouvido anunciou o gozo. O calor do sêmen inundou minha buceta, e gozei junto com ele. Pela quinta vez… em menos de duas horas. Augusto ficou ali, e quando ele tirou o pau de dentro, uma quantidade grande de porra escorreu pelas coxas misturado ao óleo, pingando nos lençóis. Uma prova de dois corpos se consumindo no fogo mútuo.

# Parte 5: Pós-Sexo e Silêncio Compartilhado
Colapsei na cama, de bruços, os lençóis brancos amassados sob mim, a buceta ainda sensível do último orgasmo e o resto do sêmen dele escorrendo lentamente de dentro de mim. Augusto caiu ao meu lado, o corpo atlético suado, o peito subindo e descendo enquanto ele recuperava o fôlego. Não havia ordens, nem xingamentos. O silêncio que se formou era confortável.

O encontro, e minha história com Augusto terminava ali, com um vazio doce, uma entrega que não precisava de cordas ou comando, mas que me marcava tão fundo quanto qualquer tapa.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Diário de uma Casada 25: 5 orgasmos em duas horas... e nem estava apaixonada.

Codigo do conto:
259376

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
14/04/2026

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