Durante a manhã, Luis me mandou mensagem, perguntando se eu vestiria um presente que ele queria me dar. Mas eu teria que responder antes de saber o que era. Confiei. E assim, no final da tarde, recebi a encomenda no meu apto. Era body preto de renda, com abertura na virilha – prático, safado, deixava tudo acessível sem precisar tirar. Além dele, uma saia longa preta, com uma fenda alta. Ao andar, a coxa fica toda aparente, muito sexy. Vesti, a produção ficou bem caprichada. Completei com um salto alto fechado, cabelo solto, batom avermelhado, perfume floral doce passado com vontade no pescoço e entre os seios. Por cima do body, um blazer discreto, só pra disfarçar no caminho.
# Parte 1:
Cheguei às 21h30 em ponto. Bati, mas antes tirei o blazer. Luis abriu. Camisa social cinza escura, dobrada nas mangas até o antebraço, deixando à mostra a tatuagem no antebraço esquerdo. Calça jeans, olhar sério que já me despiu na porta.
— Entra — disse, voz baixa. — Você está simplesmente maravilhosa. Elegante e sensual, nossa, eu sabia que ficaria perfeita!
Ele me pegou pela mão e conduziu até o centro da sala. Me beijou, acariciou e apertou minha bunda por sobre a saia. Então ordenou:
— Tira, quero ver!
Tirei ali mesmo. A saia caiu no chão. Fiquei só de body preto colado, salto alto, buceta já úmida na abertura da renda.
Me empurrou até a parede e beijou fundo, mão direto entre minhas pernas, confirmando o que já sabia.
— Boa menina — murmurou. — Hoje você é toda minha. Até eu cansar.
Eu só assenti, o corpo já entregue. O ar do apartamento pareceu mudar na hora. Luis não falou mais nada. Só me olhou – aquele olhar sério, pesado – e deu um passo à frente. Parou a centímetros de mim. Uma mão subiu devagar pela minha cintura, apertando a renda contra a pele, a outra foi direto pro meu rosto – polegar roçando meu lábio inferior, abrindo levemente a boca.
— Você veio pronta — murmurou, voz carregada. — Dá pra sentir o cheiro doce da sua buceta daqui.
Eu nem respondi. Só soltei o ar devagar, os olhos nos dele. Então ele me beijou. Não foi delicado. Foi possessivo desde o primeiro segundo. Boca aberta, língua invadindo firme, explorando cada canto. Eu gemi baixinho na boca dele, entregue e ansiosa. Luis me prensou contra seu corpo, colando no meu – pau duro roçando minha barriga por cima da calça jeans, coxas forçando as minhas a abrir mais. Uma câmera, consentida, posicionada em um tripé registrava os momentos em cliques automáticos (foto abaixo). A mão que estava no meu rosto desceu pro pescoço, apertando de leve, controlando o ângulo do beijo enquanto a outra mão apertava minha bunda com força, dedos quase chegando na abertura do body.
Me entreguei inteira – mãos subindo pro cabelo dele, puxando, corpo se esfregando no dele sem qualquer vergonha, a buceta latejando só com o atrito da renda. Ele parou um segundo, boca ainda colada na minha, respiração pesada.
— Você é minha hoje — sussurrou, mordendo meu lábio de novo. — Vou te foder até cansar. Mas, Tania, me deixa sentir essa boca nele….
Só consegui assentir, a voz presa na garganta. Empurrei ele levemente no sofá, (foto abaixo), e abri o cinto e tirei o pau pra fora. Aquele delicia dura e vigorosa me desafiava, e eu abocanhei com gosto, chupando com ansiedade, deixando lastro de saliva enquanto subia e descia, querendo devorá-lo ainda antes que me comesse. Senti ele delirar, e então me afastou dizendo:
— Não quero gozar ainda.
E o beijo voltou, mais fundo, mais sujo, como se ele quisesse me devorar antes mesmo de tirar a roupa. A noite tinha começado. E eu já estávamos inebriados.
# Parte 2 – Cavalgada na beira da cama
O cena da sala me deixou com a buceta pingando, as coxas meladas antes mesmo dele me tocar lá embaixo. Fomos para o quarto sem uma palavra – só o olhar queimando, dizendo que eu já era puta dele naquela noite.
Parou na beira da cama king, sentou, pernas escancaradas, e abriu a calça de novo. O pau saltou livre – 18 cm reto, duro como pedra, glande inchada e intimidadora, lambuzada da minha saliva
— Vira de costas e senta na minha rola — mandou, voz cheia de tesão. — Quero ver essa bunda safada engolindo tudo.
Eu virei na hora, o body preto de renda colado no corpo suado. Soltei a presilha, abrindo totalmente o body na região genital. Apoiei as mãos nas coxas dele, desci devagar – a umidade da minha buceta facilitava tudo - sentindo a glande grossa forçar entrada, abrindo minha buceta inchada centímetro por centímetro até eu sentar até o saco, o pau batendo fundo com um estalo molhado que me arrancou um gemido natural.
— Porra, Luis… tua rola me enche gostoso… — gemi, já rebolando antes dele mandar.
As mãos dele cravaram na minha cintura, puxando pra baixo com força.
— Rebola gostoso, minha vadia… desce essa buceta no meu pau… mostra como você é cachorra montada…
Obedeci, rebolando como louca – círculos largos, bunda batendo nas coxas dele, depois quicada rápida, subindo alto e descendo com tudo, o pau saindo quase inteiro e voltando até o talo, o barulho molhado da buceta engolindo rola enchendo o quarto. O body de renda subia nas laterais, deixando a bunda livre pra ele esmagar, tapas firmes que ardiam gostoso (ele sempre me estapeava).
— Você montada assim parece minha obsessão viva, caralho… essa buceta apertando meu pau como se nunca quisesse soltar…
Eu rebolava descontrolada, gemendo alto, sem filtro – a buceta escorrendo tanto que melava as bolas dele, o clitóris inchado roçando na base a cada descida quando em me inclinava um pouco para frente.
As mãos dele cravavam na minha cintura como garras, puxando pra baixo com violência, me empalando inteira, e o prazer virou uma bola de fogo crescendo lá no fundo, queimando o útero, subindo em ondas intensas que travavam as coxas, apertavam o peito, faziam a visão embaçar nas bordas até escurecer tudo; gozei forte, o corpo convulsionando como se tomasse choque, buceta apertando ele em espasmos brutais, pulsando sem parar em volta daquela rigidez toda, enquanto eu urrava. Pernas formigando e cedendo, costas arqueando para trás, um tremor visceral que me fez derreter contra o peito dele, completamente cheia, como se aquele orgasmo tivesse explodido da alma e me deixado destruída, flutuando e queimando ao mesmo tempo.
No mesmo segundo em que me puxou para baixo com força animal, me mantendo sentada até o saco, empalada, ele urrou, dentes semicerrado
— Toma porra, sua cachorra… toma tudo dentro dessa buceta gulosa…
Senti ele pulsando e jorrando. Encheu minha bucetinha de porra quente e pegajosa, até transbordar, enquanto grunhia no meu ouvido, o pau latejando sem parar. Fiquei sentada até o talo, ofegante, o corpo mole contra o peito dele, sentindo a porra quente escorrer devagar quando ele amolecia um pouco dentro de mim. Eu não sei descrever o tanto que é gostoso sentir o macho jorrando dentro de mim.
— Tentei segurar, gostosa… mas sentir vc gozando assim foi irresistível — ele sussurrou, mordendo meu ombro.
Eu ri sem fôlego, ainda tremendo.
# Parte 3 – De quatro, xingada e arrombada
Luis me segurou pela cintura, me levantou devagar e tirou o pau de dentro de mim com um barulho molhado que me fez gemer baixinho de vazio.
O pau dele saiu meio mole, brilhando de nós dois, coberto de porra e do meu mel.
Ele olhou pra mim, sério, voz baixa e mandona:
— Não vamos parar. De joelhos, Tania. Chupa até endurecer de novo. Quero essa boca trabalhando.
Eu desci da cama na hora, ajoelhando no chão, as pernas ainda tremendo. Peguei o pau meio mole com a mão. Abocanhei devagar, sugando firme, língua rodando na cabeça enquanto uma mão bombeava a base.
— Isso… mama essa rola suja de porra… limpa tudo com essa boca gulosa, sua vadia…
Eu chupei com vontade, fundo o quanto dava, garganta apertando, saliva escorrendo, até sentir ele endurecer de novo na minha boca – crescendo, latejando, ficando pedra em minutos. Ele puxou meu cabelo pra trás, tirando da boca.
— Boa puta. Agora de quatro no tapete. Quero te foder como cachorra.
Me posicionei rápido no tapete – tirei todo o body, fiquei nua, de quatro, bunda empinada, pernas abertas, olhando pra trás pra ele com cara de quem implora. Ele se ajoelhou atrás, pau duro de novo roçando minha buceta melada.
— Olha essa bunda de vadia casada… toda arrombada, escorrendo minha porra… — rosnou, dando um tapa forte que ardeu gostoso. — Quer essa rola te rasgando de novo, né? Pede, sua puta safada.
— Me fode, Luis… mete em mim… me usa como tua puta…
Ele entrou de uma vez, fundo até o saco. Começou a meter forte, ritmado, saindo quase todo e voltando com violência – pau batendo fundo, saco esbofeteando minha buceta, som molhado alto.
— Toma rola, sua vadia… toma esse pau… buceta gulosa que adora levar porra de homem casado…
Cada xingamento me deixava mais louca. Eu empurrava a bunda pra trás, gemendo, pedindo mais.
— Isso… me chama de vadia… me fode sem dó… sou tua puta hoje…
Ele puxou meu cabelo forte, chegando a doer, metendo mais rápido, tapas na bunda entre as socadas.
— Você é uma cachorra safada… casada e vindo aqui levar rola… buceta apertada que mama porra como se fosse viciada…
Eu perdi o controle. O gozo veio selvagem – buceta apertando ele em mais espasmos loucos, gemido alto virando grito enquanto eu desequilibrava, pernas fraquejando, enquanto ele me segurava. Ele não parou – meteu durante tod meu gozo, até eu ficar mole, ofegante, o corpo desabando no tapete.
— Duas gozadas, safada deliciosa. Hoje quero teu record — ele sussurrou, saindo devagar, pau ainda duro brilhando.
Eu virei o rosto pra ele, estatelada no chão, sobre o tapete, sorrindo sem fôlego.
— Me mata assim, Luis…
# Parte 4 – 69 no sofá, depois da folga
Depois do segundo gozo selvagem de quatro no tapete – eu estava tremendo inteira, desequilibrada, a buceta latejando ainda cheia da porra do primeiro orgasmo dele, escorrendo –, Luis deitou no chão comigo. Ficamos largados ali um tempo, corpos suados colados, respirando pesado, rindo baixo de como eu tinha gemido alto, possivelmente percebida pelos vizinhos.
Ele me beijava preguiçoso, mão acariciando minha barriga, descendo de vez em quando pra sentir o quanto ainda melava entre minhas coxas.
— Preciso de água — murmurei, a voz rouca de tanto gemer.
Cavalheiro, ele levantou, me puxou até sentar no sofá da sala, e foi pegar água gelada e um copo de uísque. Voltou, me entregou a água primeiro. Bebi gole longo, a água escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos nus. Ele tomou um gole de uísque, depois me ofereceu – o gosto forte queimou gostoso na garganta.
Sentamos no sofá, eu encostada no peito dele, os dois ainda nus, suados, sem pressa. Conversamos baixo – bobagens, provocações, ele me chamando de vadia carinhosa, eu rindo e dizendo que ele me fodia do jeito que eu adorava. Uns 30 minutos assim, hidratação, carinhos, o tesão voltando devagar, como brasa que vira fogo de novo.
Ele começou a me beijar de lado, lento no começo – lábios roçando, língua entrando suave, mão subindo para o peito, apertando o mamilo devagar. Eu retribuí, virando o corpo pra ele, pernas abrindo em cima das dele.
O beijo ficou mais fundo, mais faminto. Ele me deitou de costas no sofá, subiu em cima, mas eu empurrei o peito dele.
— Quero te chupar também — sussurrei, olhos nos dele.
Ele sorriu safado, deitou de costas no sofá largo, pau já endurecendo de novo.
— Então vem. Mas quero um 69.
Eu subi em cima dele invertida – joelhos dos lados da cabeça, buceta na cara dele, minha boca na altura do pau. Desci devagar, sentindo a língua dele encontrar o clitóris imediatamente – firme, precisa, lambidas longas provando a mistura de porra dele e meu gozo. Gemi com a boca cheia, abocanhando o pau dele fundo, sugando forte enquanto a língua dele pressionava o ponto certo – sugando o grelo inteiro, batendo rápido embaixo.
O 69 era perfeito: eu chupando ele com vontade, saliva escorrendo pelas bolas; ele me devorando como se fosse a última coisa da vida, língua firme no clitóris, dois dedos entrando devagar pra curvar e esfregar por dentro.
Gemidos abafados dos dois – o meu vibrando no pau dele, o dele vibrando na minha buceta. O sofá rangia levemente com o peso, o cheiro de sexo pesado na sala.
Não resisti aos dedos me penetrando e a língua pressionando meu clitóris. Gozei entregue, ruidosa – a buceta pulsando na boca dele, enquanto eu gemia abafado com a boca cheia, pernas apertando a cabeça dele. Me virei, e vendo a excitação e surpresa dele, disse:
— Viu só, já foram três — sussurrei, beijando a boca dele com gosto de mim. quer mesmo meu record?
Ele sorriu, pau ainda duro roçando minha barriga.
— Três. Mas eu sei que vc tem mais. Vem cá, me deu fome.
# Parte 5 – Na bancada da cozinha, pernas escancaradas
— Eu também preciso comer alguma coisa — murmurei, rindo, o corpo mole. — Senão eu desmaio.
Fomos nus pra cozinha, o chão frio nos pés descalços. Ele abriu a geladeira, pegou queijo, presunto, pão de forma, uma garrafa de água gelada. Fizemos sanduíche rápido, encostados na bancada de mármore preto, comendo de pé, rindo das marcas vermelhas que eu tinha na bunda dos tapas, ele passando a mão no meu corpo como se não conseguisse parar de tocar.
Comemos rápido, bebemos água, conversa leve – ele provocando que eu era insaciável, eu respondendo que era culpa dele me deixar viciada.
Mas o olhar dele mudou. Ele limpou a boca com as costas da mão, me pegou pela cintura e me ergueu na bancada de uma vez – bunda no mármore frio, pernas abertas na hora.
— Não gozei na tua boca — disse, voz baixa, já se posicionando entre minhas coxas. — Mas vou comer essa buceta.
Eu abri mais as pernas, mãos apoiadas atrás na pia. Ele veio, pau na mão, roçou na entrada como costumava fazer, e empurrou. Entrou de uma vez, fundo até o talo. Começou a meter firme, ritmado – mãos presas na mesa dos lados do meu corpo, olhos nos meus o tempo todo, pau reto batendo fundo a cada estocada.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo, Tania… sente essa rola na tua buceta - ela falou, ofegante, meio trêmulo do esforço…
Eu olhava, sem desviar, gemendo alto, pernas escancaradas, bunda grudada na bancada. O prazer subia rápido – mármore frio na bunda, pau quente me arrombando, olhos dele me dominando.
Vocês já sabem né: gozei olhando nos olhos dele – forte, o corpo tremendo na bancada, enquanto eu cravava as unhas nos braços dele.
Ele não parou – meteu até eu ficar sem ar.
— Quatro.. caramba — sussurrei, meio que rindo, sensível e ofegante.
# Parte 6 – Em pé contra a parede, perna levantada
Eu nem consegui recuperar o fôlego direito depois do gozo na bancada da cozinha. Estava sentada ali, pernas escancaradas, buceta latejando, o corpo suado e mole, quando senti que não queria parar. Não conseguia. Estava insaciável, o tesão queimando mais forte que o cansaço.
Luis percebeu na hora. Me desceu da bancada, me virou de frente pra parede da sala, mãos firmes na minha cintura.
— Sem pausa, né? — murmurou rouco no meu ouvido, já colando o corpo no meu por trás, pau duro roçando minha bunda. — Tá querendo mais rola sem parar, sua vadia.
Eu só assenti, gemendo baixo, empinando a bunda pra ele. Ele me prensou contra a parede fria, uma mão levantando minha perna esquerda alta – apoiando no antebraço dele. A outra mão guiou o pau na entrada melada. Entrou com jeito, devagar mas sem parar, fundo, até o saco. Eu gritei alto, as mãos espalmadas na parede, a bunda empinando com o impacto. Ele começou a meter forte – pau reto batendo fundo a cada estocada, o ângulo com a perna levantada fazendo cada metida ir ainda mais fundo.
— Toma rola, sua puta insaciável… não aguenta parar, né? Buceta gulosa querendo pau o tempo todo…
Eu gemia sem controle, empurrando contra a parede, a perna tremendo.
— Isso… me fode forte… não para… me usa sem dó…
Tava muito gostoso, eu só pensava em que ele mantivesse o ritmo e a pegada, sabendo que nessa posição, não bastava disposição, precisava preparo. Mas ele se esforçou ao máximo. Acelerou, uma mão na minha cintura pra me segurar firme, a outra segurando a perna levantada, metendo sem piedade – pau saindo quase todo e voltando com força, saco batendo na minha buceta, som molhado alto.
E assim o gozo veio, meio que inesperado, rápido e bruto. Minhas vistas escureceram total, quase desmaiei. Quem já gozou em pé sabe do que estou falando.
— Cincooooooo — ele rosnou no meu ouvido, parando de meter logo após meu gozo, até ficar sem forças, a perna cedendo.
Ele baixou minha perna devagar, me virou de frente, beijando fundo.
— Quero gozar na cama, de pé não aguento mais — disse, rindo e me arrastando de volta para o quarto.
Eu só assenti, o corpo destruído, mas ainda querendo o final.
# Parte 7 – A última, Papai mamãe com pulsos presos.
Luis me segurou firme, levou para o quarto e me deitou na cama com cuidado.
Fiquei lá, mole, ofegante, o mundo girando um pouco. Ele deitou do meu lado:
— Respira, amor — sussurrou, voz carinhosa agora. — Você tá bem?
Assenti devagar, ainda sem força pra falar direito. A pausa foi longa dessa vez. Ficamos deitados, corpos colados, ele me abraçando por trás, mão no meu peito apertando leve, só pra sentir o coração bater. Trouxe água, me ajudou a beber devagar. Conversamos baixo – ele elogiando o quanto eu aguentava, eu rindo fraco dizendo que era culpa dele me deixar louca daquele jeito.
Passaram-se uns bons vinte, trinta minutos assim – até eu sentir o corpo voltando, o tesão renascendo devagar, quente, inevitável. Virei de frente pra ele, beijei fundo, língua preguiçosa no começo, depois faminta.
— Quero a última — sussurrei contra a boca dele. — Quero gozar olhando pra você. Só não tenho energia pra iniciativa.
Ele sorriu, me deitou de costas com cuidado, subiu em cima. Abriu minhas pernas devagar, dobrou meus joelhos, posicionou o pau na entrada ainda escorrendo de tudo que já tinha rolado. Entrou lento, fundo, me deixando sentir cada centímetro me preenchendo de novo.
Começou um papai e mamãe clássico, mas logo pegou meus pulsos com uma mão só, prendeu acima da minha cabeça contra o travesseiro.
Olhos nos olhos o tempo todo.
Meteu fundo, ritmado – saía quase todo, voltava inteiro com força controlada. A mão livre dele apertava meu peito, depois descia pro clitóris, esfregando rápido enquanto metia sem parar.
— Goza pra mim mais uma vez, Tania… goza vai… — ele mandou, voz grave, acelerando.
— Então vai, mete rápido, me fode com tudo que você tem — eu supliquei.
E ele veio. Acelerou, meteu forte, suando bicas, com esforço, pingando sobre mim, utilizando das últimas energias.
Não deu outra. Eu gozei entre os dentes – gemendo alto com a boca colada na dele, o corpo convulsionando de novo, buceta pulsando sem parar enquanto eu tremia dos pés à cabeça.
Ele gozou juntinho – cravando fundo, imóvel por segundos, pau pulsando forte dentro de mim, jorrando porra quente direto no fundo, gemendo enquanto me segurava presa. Ficamos assim – ele em cima, ainda dentro, corpos colados, respirando o mesmo ar.
Quando saiu devagar, deitou do meu lado, me abraçou forte.
— Seis — sussurrei, sorrindo sem forças.
Ele beijou minha testa.
— E duas minhas. Perfeito.
Ficamos ali até uma da manhã – abraçados, suados, satisfeitos. Ele me ajudou no banho rápido, higiênico como sempre. Me vesti devagar, body marcado de suor, saia fendida e levemente amarrotada.
### Epílogo – O que ficou quando os gemidos acabaram
Depois que saí do apartamento do Luis, à uma da manhã do dia 10/01/2025, o carro parecia um casulo de silêncio. As ruas de Brasília estavam vazias, o ar fresco da noite entrando pela janela aberta, mas dentro de mim era um furacão. Dirigi devagar, as pernas ainda bambas, a buceta latejando com o resíduo de tudo – porra dele escorrendo no body preto, marcas vermelhas na bunda dos tapas, mamilos doloridos de tanto serem apertados. O corpo gritava satisfação, mas a cabeça... a cabeça era um emaranhado.
Cheguei em casa, tirei o body no banheiro, olhei no espelho. A mulher ali era eu, mas não era. Pele corada, olhos brilhando. Tomei banho quente, água escorrendo como se pudesse lavar não só o suor, mas o conflito que subia devagar no peito.
De um lado, a euforia: o prazer absoluto, a sensação de ser desejada como nunca, de me entregar inteira e ser recebida sem julgamento. Luis me fazia sentir viva, poderosa, como se eu fosse a rainha do meu próprio desejo. Sem culpa imediata – afinal, o casamento era estável, rotineiro. Aquilo era meu segredo, meu oxigênio. Mas do outro lado... o vazio. A saudade que batia antes mesmo de dormir. "E se isso for mais que sexo?", pensava, deitada na cama. O conflito era interno, silencioso: eu amava a família, a estabilidade, mas odiava a monotonia. Luis (e Léo) me davam o que faltava – adrenalina, posse, prazer cru. Mas e se isso me consumisse? E se um dia eu quisesse mais que noites roubadas?
Na manhã seguinte, o dia correu normal – café, trabalho, rotina. Mas no fundo, uma fissura: vontade de mandar mensagem pra ele, de repetir, misturada com um medo sutil de perder o controle. Não era culpa religiosa ou moral; era medo de mim mesma, de virar dependente daquela versão selvagem de mim.
Passei o dia remoendo: "Eu sou casada, profissional... mas também sou isso: vadia, safada, insaciável." O conflito não me paralisava – me excitava. Era o que me fazia voltar.
E eu sabia: eu ia bater na porta de novo. Porque o fogo era maior que o medo.



