Eu jurava que tinha parado. Depois de tudo que já vivi e contei antes, 2024 seria o ano da esposa fiel, da rotina segura, da cama dividida só com meu marido. Dez meses inteiros segurando a vontade louca de sentir outro homem me invadindo, me fazendo gozar. Dez meses de silêncio que, às vezes, acalmava… e às vezes devorava.
Até outubro.
Tudo recomeçou com Luís. Um paulista maduro, elegante, 55 anos, sócio de um escritório de investimentos, que vinha toda semana a Brasília e dividia um apartamento na Asa Norte com outros dois sócios. Encontrei ele numa noite de raiva, depois de uma briga boba com meu marido que decidiu não voltar no fim de semana. Voltei pro chat do UOL puta da vida… e lá estava ele.
Transei duas vezes com Luís: A primeira, sábado 05/10/24: jantar no apartamento, vinho, uma foda longa e devastadora que me fez gozar tantas vezes que perdi a conta – de quatro, cavalgando, no chuveiro, de papai e mamãe, gozando junto no final. Saí de lá de madrugada com o corpo marcado e a certeza de que ia voltar.
A segunda, sexta 11/10/24, menos de uma semana depois: cheguei de saia de couro, strip devagar, ele me mamando os peitos até deixar vermelhos, me chupando de bruços com três dedos dentro até eu gozar na boca dele. Cinco orgasmos meus, posições que me deixaram sem andar direito no dia seguinte… e, no meio de um deles, cavalgando de frente, a porta do quarto entreaberta revelou Léo – o sócio moreno, alto, barba aparada – me olhando gozar no pau do Luis. O susto foi enorme. O tesão oculto que aquilo plantou foi maior ainda.
Então veio Léo.
Sexta-feira, 18/10/24. Exatamente uma semana depois. Luis já tinha viajado cedo pra São Paulo e deixou uma mensagem clara: “Aproveita o fim de semana. O Léo é gente boa. Vai te surpreender.” Horas depois, Léo me escreveu. Conversa educada que logo virou fogo. Convite para um vinho no apartamento deles, o mesmo lugar onde eu já tinha dado para o Luís. Jogo de verdade ou desafio. Strip dele. E aí eu vi – pela primeira vez – o que Luis chamava de “surpresa”: 22 centímetros do pau mais grosso que já passou pela minha vida.
Uma noite lenta, provocadora, quase reverente no começo: beijei e chupei ele, depois 69, eu tentando engolir o que dava, ele gozando tanto na minha boca que escorreu pelos cantos. Depois eu por cima, controlando cada centímetro entrando devagar até sentar tudo, sentindo ele bater no colo do útero de um jeito que me fez descobrir um prazer novo, profundo, visceral. De quatro ele me encheu de porra. Depois mais uma foda brutal, posições que me dobraram ao meio, ele me enchendo de novo. Saí de lá quase duas da manhã com a buceta latejando, o corpo destruído do melhor jeito possível, e uma mensagem para o Luis: “O Léo me surpreendeu muito mais do que você disse.”
Depois daquela noite, os dois começaram a conversar comigo. Primeiro indiretas. Depois piadas. Luis contando pro Léo cada detalhe do que eu fazia com ele. Léo contando pro Luis o quanto eu aguentei – e pedi mais – daquele pauzão. Mensagens no grupo que criamos só pra isso. Fotos. Áudios roucos no meio da madrugada. A ideia surgiu como brincadeira: “Imagina nós três”. Virou desafio: “Eu topo se ela topar”. E eu… topei.
Três semanas procurando conciliando agendas impossíveis: meu marido viajando a trabalho, Luis e Léo em Brasília na mesma semana, ausência do outro sócio deles, descrito como mais sisudo e comedido– coincidência rara. Até que finalmente bateu o martelo: quinta-feira, 07 de novembro de 2024.
A cobertura na Asa Norte, o mesmo apartamento onde eu já tinha sido comida por eles separadamente, agora ia ser palco dos três juntos. Confirmação no grupo: “20h. Sirvam vinho. E tenham paciência, porque eu tô nervosa pra caralho.”
Naquela noite, enquanto me arrumava senti o coração querendo fugir do peito. Medo? Um pouco. Tesão? Muito mais. Optei pela simplicidade: vestido vermelho escuro de alcinhas, bem curto e justo no quadril, sem calcinha. Quis ser ousada. Sandália de salto alto, cabelo solto. Olhei no espelho uma última vez: a mulher casada, profissional… prestes a se entregar pra dois homens que já conheciam cada centímetro do meu corpo separadamente. Agora juntos, no mesmo lugar de sempre. Respirei fundo, peguei a bolsa, saí de casa.
Eu sabia que, ao bater naquela porta não haveria mais volta. Não para o casamento “perfeito”. Não para a versão de mim que ainda conseguia se olhar no espelho sem corar. A noite de 07 de novembro de 2024 estava só começando. E eu mal podia esperar para ser devorada pelos dois.
# Parte 1 – A porta se abre
Meu marido tinha embarcado cedo para São Paulo. Eu passei o dia inteiro tentando me concentrar no trabalho, mas era impossível. Cada notificação no celular fazia meu coração disparar. O grupo dos três ficou silencioso a tarde toda – só uma mensagem do Luís às 17h: “Estamos te esperando. Vem com calma, mas vem.”
Às 19h30 eu já estava pronta. Dirigi até a Asa Norte com as mãos tremendo no volante. O caminho eu conhecia de cor, já tinha feito essa mesma rota com o corpo latejando de expectativa. Mas dessa vez era diferente. Dessa vez eram os dois.
Estacionei em frente ao prédio às 19h55. Respirei fundo, ajeitei o decote, passei mais uma camada de batom. Subi de elevador sozinha, olhando meu reflexo na parede espelhada: olhos brilhando, bochechas coradas, uma mulher que estava prestes a cruzar a linha.
Cheguei no andar deles. O hall estava vazio, silencioso. Parei em frente à porta. Respirei uma, duas, três vezes. Bati – três toques leves, como combinamos. A porta abriu quase imediatamente. Foi o Léo quem abriu. Camiseta preta justa, jeans escuro, descalço, barba aparada. Os olhos escuros me percorreram da cabeça aos pés sem disfarce.
— Chegou, linda… — murmurou, a voz grave. — Entra.
Passei por ele roçando de propósito, sentindo o perfume dele – o mesmo da noite que me destruiu sozinha com ele. O apartamento estava com luz baixa, abajur aceso na sala, uma playlist suave tocando ao fundo. Garrafa de tinto aberta na mesa de centro, três taças já servidas.
Luís estava de pé perto do sofá, camisa social cinza aberta no peito, calça jeans, taça na mão. Me olhou com aquele ar sério, quase possessivo, mas o canto da boca subiu num meio sorriso quando me viu.
— Linda pra caralho, Tania — disse ele, direto como sempre. — Vem cá.
Caminhei até o meio da sala, sentindo os olhares dos dois me queimando. Parei, o coração batendo tão forte que eu jurava que dava pra ouvir. Léo fechou a porta, girou a chave. O clique ecoou como um sinal de que não tinha mais volta. Luis me entregou uma taça.
— Primeiro a gente bebe. Pra relaxar — falou, mas os olhos dele diziam outra coisa.
Brindamos. O vinho desceu quente, encorpado. Tomei um gole longo, sentindo o olhar dos dois fixo em mim.
— Nervosa? — Léo perguntou, se aproximando por trás, tão perto que senti o calor do corpo dele nas minhas costas.
— Um pouco — admiti, virando o rosto pra ele. — Vocês dois juntos… eu não sei se aguento.
Luis riu baixo, deu um passo à frente, ficando na minha frente. Agora eu estava literalmente entre eles – Léo atrás, Luis na frente.
— Você aguenta, sim — Luis disse, passando o polegar devagar pelo meu lábio inferior. — A gente já sabe o quanto você aguenta. E hoje… hoje a gente vai devagar. No começo.
Léo encostou o peito nas minhas costas, as mãos grandes pousando leves na minha cintura, por cima do vestido.
— Você tá linda nesse vestido de novo — sussurrou no meu ouvido. — Lembrei da noite que você chegou assim, com aquele vestido branco sedutor… e saiu sem andar direito.
Senti um arrepio subir pela espinha. Tomei outro gole de vinho, precisando da coragem líquida.
— E vocês? — perguntei, olhando de um pro outro. — Não vão ficar com ciúme um do outro?
Luis e Léo se entreolharam por cima da minha cabeça e riram ao mesmo tempo.
— Ciúme? — Luis respondeu, se aproximando mais, o rosto a centímetros do meu. — A gente já dividiu muita coisa nessa vida. E você… você a gente quer dividir do jeito certo.
Léo apertou de leve a cintura, a boca roçando minha nuca.
— Além do mais — ele completou —, ver você gozando com ele me deixou louco da última vez. Imagina os dois te fazendo gozar ao mesmo tempo.
Eu soltei o ar devagar, sentindo o corpo já reagir – os mamilos endurecendo no tecido fino, o calor se concentrando entre as pernas.
— Então… como a gente começa? — perguntei, a voz mais baixa do que pretendia.
Luis pegou a taça da minha mão, colocou na mesa. Olhou pro Léo por cima do meu ombro, um aceno quase imperceptível.
— Com um beijo — ele disse. — Pra quebrar o gelo de vez.
E me beijou. Firme, profundo, língua invadindo sem pedir licença.. Eu gemi na boca dele, as mãos subindo pelo peito largo. Atrás de mim, Léo não ficou parado: as mãos subiram pelo vestido, apertando minha bunda, subindo até os seios, acariciando por cima do tecido, enquanto beijava meu pescoço.
Eu estava presa entre os dois corpos, os dois cheiros, as duas bocas. O vinho esquecido, o gelo já derretido.
A noite tinha começado de verdade.
# Parte 2 – De joelhos para os dois
O beijo do Luis ainda queimava na minha boca quando ele se afastou um pouco, os olhos escuros fixos nos meus. Atrás de mim, Léo continuava beijando meu pescoço, as mãos grandes apertando meus seios.
Luis deu um passo pra trás, abriu o botão da calça jeans devagar, sem tirar os olhos de mim.
— Acho que tá na hora de você mostrar pra gente o quanto você quer isso — disse ele, a voz grave, quase uma ordem suave.
Léo riu baixinho no meu ouvido, mordiscando o lóbulo antes de se afastar também. Os dois se posicionaram lado a lado, de pé na minha frente, enquanto eu ainda estava no meio da sala, o coração acelerado. Eu sabia o que vinha. E queria pra caralho.
Ajoelhei devagar, os joelhos tocando o tapete macio. Olhei pra cima – os dois me encarando, já com os paus marcando forte nas calças. Luis terminou de abrir o zíper, tirou o pau pra fora primeiro: 19cm, grossura média, pesado, já duro, latejando na minha direção como eu lembrava tão bem.
Léo fez o mesmo logo depois, e aí estava ele de novo – aquele monstro de 22 centímetros, grosso pra porra, apontando pra frente e um pouco para baixo, a cabeça brilhando. Eu no meio, ajoelhada entre os dois, as mãos tremendo de tesão enquanto pegava um em cada.
Comecei devagar, como se estivesse adorando algo sagrado. Segurei a base do pau do Luis com a mão esquerda, a do Léo com a direita – não fechava os dedos em volta do Léo. Olhei pra cima, encontrando os olhos dos dois, e lambi a glande do Luis primeiro: língua plana, devagar, rodando em volta enquanto a mão bombeava o pau do Léo no mesmo ritmo.
— Isso, gata… — Luis murmurou, que boca macia….
Troquei. Abocanhei o Léo, abrindo o máximo que conseguia, sentindo a grossura esticar minha boca enquanto a língua pressionava a parte de baixo. A mão no pau do Luis não parava – punheta firme, ritmada, torcendo de leve na cabeça toda vez que subia.
Léo soltou um gemido rouco, os dedos entrelaçando no meu cabelo solto.
— Porra, Tania… olha pra mim assim… essa carinha pidona…
Olhava pra cima, olhos marejados de esforço e tesão, alternando a boca entre os dois. Sugava o Luis fundo, até bater na garganta, depois passava pro Léo, engolindo o que dava daquele pauzão, babando sem vergonha. Saliva escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos por cima do vestido.
As mãos deles no meu cabelo – não forçando, só guiando, acariciando, como se eu fosse algo precioso que eles queriam usar com carinho.
— Você é perfeita pra caralho — Luis sussurrou, empurrando o quadril de leve quando eu voltava pra ele. — Engole tudo, vai… mostra pro Léo como você mama gostoso.
Eu obedecia. Fundo no Luis, garganta apertando, depois pro Léo – mais devagar, porque era impossível engolir tudo, mas eu tentava, os olhos implorando aprovação enquanto as mãos trabalhavam sem parar.
— Boa menina… — Léo elogiava baixinho, a voz tremendo um pouco. — Mama esse pau grosso… olha como você deixa ele todo molhado…
Gemia com a boca cheia, o som molhado e abafado, vibrando em volta de quem estivesse dentro. O vestido já estava melado de saliva na frente, os mamilos duros marcando o tecido, a buceta escorrendo tanto que eu sentia nas coxas. Os dois se olhavam por cima da minha cabeça de vez em quando, sorrindo aquele sorriso cúmplice de quem está realizando uma fantasia antiga.
Eu alternava mais rápido agora, boca num, mão no outro, olhando pra cima o tempo todo, pidona, safada, completamente entregue. Eles elogiavam sem parar, vozes baixas, carinhosas, guiando minha cabeça com delicadeza – um de cada lado, como se estivessem conduzindo uma sinfonia.
Eu nunca tinha me sentido tão desejada.
E aquilo era só o começo.
# Parte 3 – Na cama, aberta para os dois
Ainda estava de joelhos, a boca cheia, alternando entre os dois paus, saliva escorrendo pelo queixo, quando Luis segurou meu rosto com as duas mãos e me puxou devagar pra cima.
— Chega de boquete…. por enquanto — ele murmurou. — Agora a gente quer te ouvir gemer.
Léo concordou com um aceno de cabeça enquanto me ajudava a levantar. Minhas pernas tremiam um pouco, o vestido vermelho escuro já grudado no corpo de tanto suor e saliva. Luis me guiou até o quarto, até a cama grande e macia, que já me conhecia. Me deitou de costas com cuidado. O vestido subiu automaticamente pelas coxas, revelando que eu estava sem nada por baixo – molhada, inchada, pronta.
— Abre essas pernas pra nós, Tania — Luis pediu, ajoelhando-se entre elas.
Eu obedeci na hora, dobrando os joelhos e abrindo bem, expondo tudo. Luis não perdeu tempo. Abaixou o rosto devagar, enquanto a barba por fazer roçava a parte interna das coxas. A primeira lambida foi longa, da entrada até o clitóris, língua plana, provando tudo. Eu empinei as costas no mesmo segundo.
— Caralho, Luis… — gemi baixinho.
Ele sorriu contra mim e começou de verdade: língua firme no clitóris, movimentos circulares lentos no começo, depois mais rápidos, mais intensos, sugando de leve entre uma volta e outra. Eu já conhecia aquela boca – sabia o quanto ele era bom –, mas ali, com plateia, parecia ainda mais focado em me destruir.
Ao meu lado, Léo se ajoelhou perto da minha cabeça, o pauzão latejando na minha direção. Segurei ele com as duas mãos – era o único jeito de abraçar aquela grossura toda – e comecei a punhetar devagar, torcendo de leve na cabeça a cada subida.
— Isso, Tania… — Léo sussurrou, — Me masturba gostoso enquanto ele te chupa.
Virei o rosto pro lado, lambi a glande grande e vermelha, rodando a língua em volta enquanto as mãos continuavam o movimento. Alternava: lambida longa, sugada na ponta, beijo molhado, depois voltava a punhetar firme, olhando pra ele com tesão.
Luis acelerou entre minhas pernas. A língua agora batia rápido no clitóris, dois dedos entraram devagar, curvando pra cima, acertando o ponto certo enquanto a boca não dava trégua. Eu gemia alto, sem controle, os quadris se mexendo sozinhos contra o rosto dele.
— Porra, Luis… assim… não para…
Léo aproveitava cada gemido meu pra empurrar o pau um pouco mais pra minha boca. Eu abocanhava o que dava, babando, as mãos trabalhando o resto. O som molhado das duas coisas – a boca dele na minha buceta e a minha no pau grosso – preenchia o quarto inteiro.
Eu sentia o orgasmo se armando rápido, forte, aquele calor subindo da barriga.
— Tô quase… Luis… mais rápido…
Ele obedeceu. A língua no clitóris se tornou frenética, os dedos fodendo fundo, sugando forte. Meu corpo inteiro tensionou, as coxas tremendo em volta da cabeça dele, as mãos apertando o pau do Léo com mais força.
Gozei.
Um tremor forte, longo, a buceta pulsando na boca dele. E ele não parou, lambeu cada espasmo, até eu ficar mole, ofegante, com lágrimas de prazer nos cantos dos olhos.
Léo acariciava meu rosto, o pau ainda duro nas minhas mãos, brilhando de saliva.
— Tu goza lindo — ele disse, voz baixa e satisfeita. — Eu tô louco por ti…
Eu só sorri, ainda tremendo, o corpo completamente entregue, e a espera do que viria a seguir
# Parte 4 – Sentada no monstro
Ainda tremia do orgasmo quando Léo se sentou no sofá, com aquele pauzão ereto como uma ameaça deliciosa. Ele me chamou:
— Vem, Tania. Senta aqui. Quero te sentir engolindo, devagarinho.
Meu corpo obedeceu antes da minha consciência. Luis me ajudou a levantar da cama. Caminhei até Léo rebolando, o vestido vermelho ainda grudado na pele suada, enrolado acima da cintura, revelando a buceta inchada, escorrendo e a bunda redonda, macia. Subi no colo dele de frente, joelhos afundando no sofá dos dois lados das coxas dele, as mãos tremendo enquanto segurava aquela grossura insana com a mão.
Nos beijamos insanamente enquanto eu masturbava ele à minha frente. Então levantei, posicionei a cabeça latejante na entrada da minha buceta e desci. Devagar. Centímetro por torturante centímetro. Aquilo era insano. Senti minha buceta se abrir ao limite absoluto, as paredes internas se esticando, queimando de prazer enquanto ele me invadia. Um gemido longo, rouco, escapou da minha garganta quando cheguei no fundo – a cabeça grossa batendo direto no colo do útero, me preenchendo de um jeito que ninguém mais conseguia.
— Ai, porra… Léo… teu pau é muito…. grosso… — sussurrei, os olhos fechados, o corpo já tremendo só de estar empalada nele.
Ele grunhiu fundo, as mãos apertando minha bunda com força, abrindo as nádegas enquanto eu começava a rebolar. Círculos lentos, profundos, subindo só um pouco e descendo com tudo, sentindo cada veia pulsar dentro de mim.
Foi aí que Luís apareceu atrás. De pé, colado nas minhas costas, o pau duro roçando minha coluna. A boca dele atacou meu pescoço imediatamente: lambidas molhadas, da nuca até a orelha, mordidas leves. As mãos subiram por baixo do vestido, retirando-o por cima da minha cabeça. Ele agarrou meus peitos com posse, apertando forte, os dedos torcendo os mamilos já doloridos de tanto tesão.
— Rebola mais fundo, sua safada — Luis rosnou no meu ouvido, a voz baixa, suja. — Abre essa buceta pro pau do Léo… sente ele te rasgando enquanto eu te toco assim…
Eu gemi alto, obedecendo. Rebolava mais lento, mais fundo, o clitóris esfregando na base grossa dele a cada descida. O prazer era profundo, visceral, subindo do útero pelo tronco todo. Léo empurrava o quadril pra cima agora, encontrando meus movimentos, batendo ainda mais forte lá no fundo.
— Isso… engole tudo, Tania… porra, como você é apertada…
Luis não dava trégua atrás de mim. Me empurrou de encontro ao peito do Léo, que imediatamente encaixou meu seio esquerdo na boca, sugando o mamilo com fome, língua rodando rápido enquanto os dentes arranhavam de leve, me fazendo arquear ainda mais. Ao mesmo tempo, Luis desceu a língua molhada pela minha coluna vertebral, lambida longa e quente que arrepiava cada vértebra, até chegar nas nádegas. Uma mão dele desceu direto pro meu clitóris, dois dedos esfregando rápido, firme, em círculos impiedosos que me faziam rebolar descontrolada no pau do Léo. A outra mão agarrava minha bunda com força, abrindo as nádegas sem cerimônia, expondo tudo, oferecendo caminho livre para a língua dele descer mais, roçando devagar, provocadora, até o meu ânus – um toque úmido, quente, proibido, que me arrancou um gemido alto e inesperado, o corpo inteiro tremendo entre os dois.
— Mais rápido agora, amor — ele ordenou — Cavalga esse pau grosso como a putinha que você é… quero te ouvir gemer alto pros dois.
Perdi o controle. Acelerei o rebolado, subindo e descendo com força, o som molhado da buceta engolindo aquele monstro ecoando no quarto. Luis esfregava meu grelo sem piedade, os dedos encharcados, enquanto mordia minha orelha e sussurrava mais sujo:
— Goza nesse pau, Tania… goza forte pra gente sentir essa buceta apertando… você é nossa hoje, caralho…
Léo segurava minha bunda com mais força, guiando as descidas, os olhos vidrados nos meus.
— Vai, safada… goza cavalgando… molha tudo…
Não aguentei. O orgasmo foi uma explosão profunda, nascendo lá no fundo, onde o pau do Léo batia sem parar. Meu corpo convulsionou inteiro, a buceta pulsando em espasmos violentos. Gemi sem controle, unhas cravadas nos ombros do Léo enquanto Luis segurava firme meus peitos, ainda com os dedos no clitóris.
— Isso… goza, goza gostoso… — os dois falavam juntos, vozes graves, satisfeitos.
Eu desabei pra frente, o rosto no pescoço do Léo, ofegante, tremendo, completamente destruída. Mas ainda empalada nele. Ainda sentindo ele duro como pedra dentro de mim.
# Parte 5 – De quatro entre os dois.
Precisei de alguns minutos para voltar à Terra. Léo acariciava minhas costas devagar.
— Caralho, Tania… essa buceta é gostosa demais — Léo murmurou com tom de admiração. — Aperta que é uma delícia… nunca vi igual.
Luis riu baixinho.
— É mesmo. Molhada, quente, apertada… engole tudo e ainda pede mais. Você é um furacão, mulher.
Eu só sorri, sem forças pra responder, sentindo o ego e o corpo inflados de prazer com os elogios. Eles continuaram falando baixinho, como se eu fosse um troféu que os dois admiravam juntos – “Olha como ela goza forte”, “Essa buceta latejando no pau é absurdo” – e eu adorava cada palavra.
Depois de alguns minutos, quando as pernas pararam de tremer, Léo me ajudou a sair de cima dele com cuidado. O vazio quando o pau saiu foi quase doloroso. Luis então me pegou pela mão, beijou minha boca. Me deu uma garrafa d’agua. Depois me deitou na cama de bruços, mas eu já sabia o que queria.
— De quatro — pedi, a voz ainda rouca de gemidos. — Quero vocês dois assim.
Eles não discutiram. Me posicionei no meio da cama, joelhos afastados, bunda empinada.. Completamente nua. Luís se ajoelhou atrás de mim primeiro. Passou a cabeça do pau na entrada, sentindo o quanto eu ainda escorria.
— Pede, Tania — ele disse, voz firme.
— Me fode, Luis… forte… do jeito que você sabe…
Ele entrou de uma vez, fundo, até o talo, talvez facilitado pela dilatação do calibre maior do amigo. Eu gritei no travesseiro, o corpo se arqueando com o impacto gostoso. Começou a meter no ritmo que eu já conhecia – longo, firme, saindo quase todo e voltando com força, batendo no fundo a cada estocada.
Léo se posicionou na minha frente, quase deitado, o pauzão latejando na altura da minha boca. Segurei a base com uma das mãos, lambi a glande devagar, olhando pra cima pra ele.
— Abre essa boca pra mim, safada — Léo pediu, a mão entrelaçando no meu cabelo solto.
Abocanhei o que dava, sentindo a grossura esticar meus lábios enquanto Luis metia atrás, o corpo me empurrando pra frente a cada socada. O ritmo dos dois se encaixou perfeito – Luis empurrando, eu engolindo mais do Léo; Luis saindo, eu recuando um pouco. Léo fodendo minha boca com cuidado, nunca fundo demais pra não engasgar, mas firme o suficiente pra eu sentir que estava sendo usada. A mão dele no meu cabelo guiando, puxando de leve, controlando o ritmo.
— Isso… mama gostoso enquanto ele te fode… — Léo gemia, os quadris se mexendo devagar.
Luis acelerava atrás, duas mãos na minha cintura
— Pede mais forte, Tania… quero te ouvir gemer com a boca cheia.
Eu tentava falar, mas saía só gemido abafado em volta do pau do Léo. Ele metia mais forte agora, como eu pedia, o saco batendo na minha bunda, o som molhado enchendo o quarto. De repente, ouvi um estalo e senti a bunda arder. Um tapa…, depois outro… e mais outro
Era demais para mim: não aguentei, e o orgasmo veio rápido, instantâneo, violento.
A buceta apertando o pau do Luis em espasmos sem fim, o corpo tremendo inteiro, gritando o melhor que conseguia com a boca cheia. Luis não parou – meteu fundo e forte até eu ficar mole, as pernas fraquejando.
No mesmo instante, senti o Léo tensionar. A mão apertou mais meu cabelo, os gemidos ficaram mais graves.
— Tânia… tô gozando… engole…
Ele pulsou forte na minha boca, jatos grossos, quentes, enchendo tudo. Engoli o que dava, o resto escorrendo pelos cantos dos lábios enquanto eu ainda tremia do meu próprio gozo. Lambi devagar a cabeça, limpando ele, até ele soltar o ar com um suspiro rouco e soltar meu cabelo.
# Parte 6 – De quatro entre os dois (continuação)
Ainda estava de quatro, o corpo mole e tremendo depois do orgasmo violento que o Luis tinha me arrancado. Léo já tinha gozado na minha boca segundos antes, e eu engoli o máximo que consegui, o resto escorrendo pelo queixo e pingando nos lençóis.
Mas o Luis não parou.
Segurou firme na minha cintura, os dedos cravados na carne, e continuou metendo – agora mais rápido, mais descontrolado, o quadril batendo forte na minha bunda a cada estocada. O pau dele latejava dentro de mim, inchando mais, sinal claro de que estava no limite.
— Porra, Tania… essa buceta apertando assim… você me mata… — ele rosnou,, quase sem fôlego.
Eu empurrei a bunda pra trás, encontrando cada metida, mesmo já sensível pra caralho depois de tudo.
— Goza, Luis… goza dentro de mim… me enche também…
Foi o que bastou. Ele cravou fundo uma última vez, até o talo, o corpo todo tenso contra o meu. Senti o pau pulsar forte, grosso, dentro da buceta
— Toma… toma minha porra toda… caralho, Tania…toma putinha linda….
O pau pulsava forte, cada pulsação acompanhada de um jato grosso, escorrendo dentro da minha buceta. Ele segurou firme na minha cintura, não deixando eu me mexer, vazando até a última gota. Quando finalmente parou, saiu devagar, e eu senti tudo escorrer – quente, abundante, pingando na cama. Desabei de lado, as pernas fraquejando de vez, o corpo completamente destruído de prazer.
Os dois deitaram um de cada lado, me abraçando, beijando minha testa, meu pescoço, minhas costas suadas.
— Você é perfeita — Luis sussurrou, ainda ofegante, a mão acariciando minha barriga.
— A melhor que eu já tive — Léo completou, beijando meu ombro.
Fiquei de olhos fechados, a buceta latejando deliciosamente, mas exausta.
# Parte 7 – Preenchida pelos dois
Depois daqueles gozos intensos, precisávamos respirar. Desabamos os três na cama, corpos suados e entrelaçados, o quarto cheirando a sexo pesado. Ficamos um bom tempo assim. Ninguém falava muito; só suspiros, risadas baixas e carinhos lentos.
Tomamos água, bebemos mais um pouco de vinho, rimos de como eu estava destruída e ainda assim querendo mais. Conversamos bobagem, elogios, provocações leves. Uma pausa longa, quase carinhosa, que serviu pra recuperar o fôlego e acender o tesão de novo, devagar.
Quando senti o pau do Luis endurecer de novo contra minha coxa, eu sorri.
— Quer mais, né? — ele murmurou no meu ouvido.
— Quero vocês dois… de um jeito diferente… não aguento esses dois paus juntos não.. mas, os dedos, quem sabe…..
Luis me puxou pro colo dele sem dizer nada. Sentou encostado na cabeceira da cama, pernas abertas, e eu subi em cima, de frente pra ele. O pau dele já estava duro, latejando. Segurei a base, posicionei na entrada e desci devagar, gemendo baixo enquanto ele me preenchia de novo, até sentar tudo.
— Isso… senta gostoso no meu pau — Luis sussurrou, as mãos na minha cintura, me guiando num rebolado lento.
Comecei a mexer devagar, círculos largos. Ele segurava meus peitos, chupando um mamilo de cada vez, mordiscando de leve.
Léo observava tudo de pé ao lado da cama, punhetando devagar aquele pauzão, os olhos escuros brilhando de tesão. Pegou o lubrificante na gaveta da mesinha.
— Vem aqui atrás, Léo — pedi, a voz baixa, olhando pra ele por cima do ombro.
Ele não hesitou. Subiu na cama atrás de mim, ajoelhando-se entre as pernas abertas do Luis. Beijou minha nuca, enquanto as mãos abriam minhas nádegas devagar. Senti o gel frio do lubrificante ser espalhado com calma, o dedo dele circulando o ânus, relaxando, preparando.
— Relaxa pra mim, Tania… — ele sussurrou rouco no meu ouvido. — Vou devagar.
O primeiro dedo entrou fácil, lubrificado, lento. Eu gemi contra a boca do Luis, o corpo se contraindo por instinto, mas logo relaxando. Léo mexeu devagar, rodando, abrindo caminho, enquanto eu continuava rebolando no pau do Luis.
— Isso… sente os dois te preenchendo… — Luis murmurou, segurando minha cintura e ajudando o movimento.
Léo introduziu o segundo dedo. Devagar, com paciência, sentindo minha resistência ceder aos poucos. A pressão foi intensa – o pau do Luis me enchendo a buceta, os dois dedos do Léo abrindo o ânus, tudo ao mesmo tempo. Me sentia completamente cheia, esticada, possuída pelos dois de um jeito que nunca tinha experimentado.
— Ai, porra… assim… — gemi alto, a cabeça caindo pra trás, encostando no ombro do Léo.
Eles sincronizaram o ritmo perfeito. Luis metendo devagar de baixo pra cima, me empalando no pau enquanto eu rebolava. Léo mexendo os dedos no mesmo compasso – entrando fundo, saindo quase todo, voltando, abrindo mais a cada movimento, a outra mão dele apertando minha bunda.
Eu rebolava devagar, controlada, sentindo cada detalhe daquela dupla pressão: a grossura do pau na buceta, os dedos firmes no ânus, os dois se movendo juntos como se fossem um só. Gemidos altos, constantes, saíam da minha garganta sem eu mandar. O prazer era denso, profundo, quase insuportável, mas sem pressa de explodir.
— Você aguenta… — Léo sussurrava no meu ouvido, a voz tremendo de tesão. — Tão apertadinha dos dois lados…
Luis chupava meu pescoço agora, as mãos nos peitos, apertando forte.
— Isso, amor… sente a gente te abrindo… devagar, gostoso…
Não houve orgasmo dessa vez. Era só pressão, plenitude, controle. Eu rebolava cada vez mais devagar, aproveitando cada centímetro, cada movimento sincronizado, o corpo inteiro vibrando com aquela sensação de estar completamente preenchida pelos dois ao mesmo tempo.
# Parte 8 – Sentada de costas, cercada pelos dois
Pedi então para Léo parar, e Luis deitar. Ele se deitou de costas no meio da cama, o pau duro apontando pro teto, brilhando com o que ainda restava de mim. Eu subi na cama devagar, as pernas ainda meio bambas, o corpo sensível de tudo que já tinha rolado. Virei de costas pra ele, apoiei as mãos nas coxas fortes e desci devagar, guiando o pau na entrada. Senti ele abrir caminho de novo, preenchendo a buceta com aquela pressão familiar, quente. Desci até sentar tudo, gemendo baixo quando encostei no fundo.
Luis abraçou minha cintura por trás imediatamente, os dedos cravando na carne.
— Isso… senta fundo no meu pau — ele murmurou
Começou a mexer de baixo pra cima, rebolando o quadril pra eu sentir ele roçar em cada canto lá dentro. Eu acompanhei, rebolando junto, a cabeça caindo pra trás, encostando no peito dele.
Foi aí que o Léo entrou na cena de novo. Ele se ajoelhou na cama, bem na minha frente. Começou beijando minha barriga devagar, descendo até o umbigo, depois subindo de novo. As mãos dele nas minhas coxas, abrindo mais, ajudando o equilíbrio enquanto eu cavalgava o Luis.
Luis apertava mais forte meus peitos, puxando os mamilos com a pressão exata, me fazendo arquear as costas contra ele.
— Cavalga gostoso, amor… sente meu pau te fodendo assim… — ele sussurrava possessivo, os quadris circulando mais rápido agora, me empalando fundo a cada volta.
Léo subiu os beijos. Boca nos mamilos – alternando um e outro, sugando forte, mordiscando de leve, língua rodando enquanto eu gemia alto. Depois desceu de novo, rosto entre minhas pernas abertas, sem tirar o pau do Luis de dentro de mim.
A língua dele encontrou meu clitóris imediatamente. Lambidas rápidas, circulares, sugando o grelo inchado enquanto o Luís continuava os movimentos circulares de baixo, me fodendo sem parar.
Eu estava cercada. Luís me abraçando possessivamente por trás, pau metendo fundo, mãos nos peitos, boca no meu pescoço mordendo e lambendo. Léo na frente, ajoelhado, beijando barriga, mamilos e clitóris alternadamente – voltando sempre pro grelo, chupando forte, língua batendo rápido enquanto eu rebolava descontrolada no colo do Luis.
— Porra… vocês dois… assim… eu não aguento… — gemi alto, as mãos agarrando o cabelo do Léo, puxando ele mais pra baixo.
Luis acelerou os círculos, metendo mais forte de baixo pra cima, o pau batendo no fundo a cada movimento.
— Goza pra gente, Tania… goza com minha rola te fodendo e a boca dele te chupando…
Léo não dava trégua no clitóris, sugando forte, dois dedos dele agora ajudando, esfregando rápido enquanto a língua não parava.
Eu gozei. Forte, longo, o corpo inteiro convulsionando entre os dois. A buceta apertando o pau do Luis em espasmos ritmados, sentindo a boca do Léo, que continuou lambendo devagar, prolongando meu orgasmo.
Quando o orgasmo passou, desabei pra trás no peito do Luis, ofegante, o corpo mole. Léo subiu beijando minha barriga de novo, depois os peitos, até chegar na boca, me beijando fundo com gosto da minha buceta.
Luis ainda dentro de mim, abraçando forte.
— Boa menina… — ele sussurrou no meu ouvido.
Sentia meu corpo flutuar. E eles ainda não tinham gozado dessa vez.
A noite continuava.
# Parte 9 – Entre os dois, de novo
Depois disso ficamos mais um tempo abraçados, respirando pesado, corpos colados e suados. O tesão não diminuía; só mudava de ritmo, virava algo mais animal, mais sincronizado.
Luis foi o primeiro a se mexer. Me deu um tapa leve na bunda, voz rouca:
— De quatro de novo, Tania. No meio da cama. Quero ver você assim pros dois.
Obedeci sem pensar, o corpo já condicionado a eles. Me posicionei no centro do colchão, joelhos bem afastados, bunda empinada.
Léo se ajoelhou atrás de mim primeiro. Passou a cabeça grossa na entrada, – molhada, aberta, pronta. Entrou devagar no começo, me deixando sentir cada centímetro daquela grossura me invadindo de novo, até encostar no fundo com um gemido meu abafado no travesseiro.
— Porra, como uma pequena aguenta isso tudo… — ele murmurou, as mãos grandes abrindo minhas nádegas pra ver melhor.
Começou as estocadas profundas, ritmadas – saía quase todo, voltava com força controlada, batendo direto no colo do útero a cada investida. O ritmo era constante, hipnótico, me fazendo rebolar pra trás instintivamente, pedindo mais.
Luis se posicionou na minha frente, ajoelhado, o pau duro na altura da minha boca. Segurei e chupei do jeito que dava, já que as estocadas do Léo me jogavam para frente
— Mama gostoso, amor… enquanto o Léo te fode atrás.
E assim ficou a cena: eu de quatro no centro, Léo me penetrando por trás com aquelas estocadas profundas e ritmadas que me faziam ver estrelas, Luis na frente fodendo minha boca com calma, me deixando engolir no meu ritmo.
Meu gemido era abafado, pois a boca estava cheia, baba escorrendo, o corpo se mexendo sozinho no ritmo deles. A pressão era absurda – cheia dos dois lados, possuída, usada com uma sincronia que me deixava tonta de tesão. Mas dessa vez não cheguei ao orgasmo; era só plenitude, intensidade controlada, o prazer subindo devagar sem explodir.
Eles sabiam disso. Mantinham o ritmo constante, me levando ao limite sem me deixar cair.
A foda perfeita – eu no centro, os dois conectados, me dominando juntos, de uma forma esplêndida
# Parte 10 – O final que eu nunca vou esquecer
A noite já tinha virado madrugada, mas ninguém queria que acabasse. Depois daquilo, os corpos pediam algo mais lento, mais íntimo, como se a gente soubesse que aquele era o último round e quisesse guardar cada segundo na memória.
Léo me deitou de costas no meio da cama, com cuidado, como se eu fosse algo precioso. Deitei com as pernas abertas naturalmente, a buceta inchada, vermelha, escorrendo tudo que já tinham deixado em mim aquela noite.
Ele se posicionou entre minhas coxas, abrindo-as mais com as mãos, os joelhos dele forçando as minhas pernas pra cima e pros lados, me expondo inteira.
— Quero te olhar gozando uma última vez — ele sussurrou, a voz baixa, quase reverente.
Segurei o pauzão dele com uma mão trêmula, posicionei a cabeça grossa na entrada e ele entrou devagar, me deixando sentir cada centímetro me abrindo de novo. A pressão era imensa – minha buceta já sensível, arrombada das fodas anteriores, agora recebendo aquela grossura toda mais uma vez. Soltei um gemido longo, rouco, as costas arqueando do colchão enquanto ele deslizava fundo, fundo, até encostar no fim, com um impacto que me fez tremer inteira.
Luis deitou de lado bem colado em mim, o corpo quente encostado no meu braço e na minha lateral. Entrelaçou os dedos nos meus com força – as duas mãos, uma de cada lado, apertando como se quisesse me segurar no mundo. Beijou minha testa devagar, depois a têmpora, a bochecha, sussurrando coisas baixinho que mal ouvia de tanto tesão.
— Você é nossa, Tania… sente ele te fodendo fundo enquanto eu te seguro…
Léo começou a meter ritmado, movimentos longos e profundos: saía quase todo, a cabeça grossa roçando as paredes internas já latejando, depois voltava com força controlada, me fazendo sentir aquele prazer visceral que só ele provocava. Cada estocada era um choque quente que irradiava pelo ventre, pelos peitos, pela espinha. Meus quadris subiam instintivamente pra encontrar ele, as pernas dobradas e abertas ao máximo, os pés apoiados nos ombros dele pra abrir mais ainda.
Eu não conseguia parar de gemer, os olhos vidrados nos dele, o corpo se mexendo junto, peitos balançando a cada metida funda, o som molhado da buceta engolindo aquele pauzão ecoando no quarto.
Luis apertava mais minhas mãos, os dedos entrelaçados nos meus como âncora, beijando minha testa de novo, depois descendo pra boca – língua calma, carinhosa, enquanto a mão livre dele ia pro pau, punhetando devagar, no mesmo ritmo perfeito das metidas do Léo.
Era uma conexão dos três que eu nunca tinha sentido antes: Léo me fodendo fundo, olhos na alma, o pauzão batendo sem parar naquele ponto que me fazia ver estrelas; Luis me segurando as mãos como se não fosse soltar nunca, beijando minha pele, masturbando-se ao meu lado com a respiração acelerada na minha cara.
O prazer subia devagar, emocional – uma onda que nascia lá no fundo do útero e se espalhava por tudo.
— Tô quase, Léo… não para… me olha assim… mais fundo…
Ele acelerou só um pouco, metendo mais forte, mas ainda ritmado, a cabeça grossa batendo lá no fundo sem dó, me empalando inteiro a cada volta, o saco dele esbofeteando minha bunda a cada impacto.
— Goza comigo, Tania… goza nesse pau… anda.. goza…
Eu gozei. Minhas pernas inteiras formigaram, meu corpo entrou em êxtase, a buceta apertava o pau dele em espasmos violentos, pulsando sem parar.
Léo gozou juntinho, cravando até o talo, me enchendo de porra, batendo direto no fundo, prolongando meu gozo até eu ficar sem ar, sem voz, só tremendo.
No mesmo segundo, Luis soltou um gemido rouco contra minha boca, soltou uma das mãos só pra guiar o pau – e gozou. Jatos quentes, grossos, na minha cara, na boca aberta gemendo, no queixo, escorrendo pelos cantos dos lábios e pelo pescoço. Eu lambi o que dava, engolindo, os olhos semicerrados olhando pra ele enquanto ele tremia, ordenhando as últimas gotas na minha pele.
Léo ainda dentro de mim, Luis ofegante ao meu lado, as mãos de novo entrelaçadas nas minhas.
Ficamos assim um tempo infinito – os três conectados, suados, satisfeitos, o corpo marcado por dentro e por fora. A noite de 07 de novembro de 2024 tinha sido tudo que eu imaginei. E muito mais.
# Epílogo – O que ficou depois dos gemidos
Quando o último jato do Luis caiu quente na minha boca e no meu rosto, e o Léo ainda pulsava dentro de mim com as últimas contrações, o silêncio que veio depois foi diferente de todos os outros da noite. Não era o silêncio de pausa entre rounds. Era um silêncio cheio.
Eu fiquei deitada de costas, as pernas ainda tremendo nos ombros do Léo, o corpo inteiro mole, como se cada osso tivesse derretido. A respiração dos três era o único som no quarto – pesada, descompassada, se acalmando aos poucos. O cheiro de sexo estava em tudo: nos lençóis, na minha pele, no ar.
Luis foi o primeiro a se mexer. Limpou devagar o que tinha gozado no meu rosto com o polegar, depois levou o dedo à minha boca. Eu lambi sem pensar, olhando pra ele. Ele sorriu – não o sorriso safado de antes, mas algo mais suave, quase carinhoso.
— Você é absurda, Tania — murmurou, a voz rouca de cansaço e algo mais que eu não conseguia nomear.
Léo saiu de dentro de mim devagar, me deixando com aquele vazio gostoso e quente, a porra dele escorrendo abundante para fora da minha buceta. Ele se deitou do outro lado, me puxando pro meio dos dois como se fosse natural. Um braço de cada um em cima de mim.
Ninguém falou por um tempo. Eu senti primeiro o peito subir e descer mais devagar. Depois veio a onda emocional – não chorei, mas os olhos marejaram. Não de arrependimento. Era algo maior: uma mistura de plenitude absoluta, vulnerabilidade exposta e uma gratidão estranha por ter sido desejada daquele jeito tão cru, tão completo.
Luis percebeu. Beijou minha testa de novo, dessa vez demorado.
— Tá tudo bem? — perguntou baixinho, sem cobrança.
Assenti, virando o rosto pro peito dele.
— Tá mais que bem. Eu só… não sei explicar.
Léo acariciou meu cabelo, os dedos passando devagar pelos fios suados.
— Não precisa explicar. A gente sente também.
E era verdade. Eu via nos olhos deles – não só satisfação física, mas algo mais profundo. Uma conexão que ia além do corpo. Eles tinham me dividido, me usado, me preenchido… e ao mesmo tempo me segurado, me olhado, me feito sentir única.
Fiquei pensando no quanto eu tinha me entregado. No quanto tinha confiado. No quanto tinha sido vista – não só como corpo, mas como desejo vivo, como mulher que queria e era querida da mesma intensidade.
Luis apertou minha mão.
— Você sabe que isso não vai ser só essa noite, né?
Olhei pra ele, depois pro Léo, que assentiu devagar.
— Eu sei — respondi, a voz baixa. — E eu quero que não seja.
Ficamos mais um tempo ali, abraçados, sem pressa de levantar, de vestir roupa, de voltar pro mundo. O relógio marcava quase cinco da manhã quando finalmente nos mexemos – banho quente os três juntos, risadas baixas, carinhos que já não eram só tesão, eram carinho mesmo.
Quando saí dali, o céu de Brasília já clareava. Dirigi pra casa com o corpo dolorido, marcado, satisfeito até os ossos. O rosto ainda carregava o cheiro deles. A buceta latejava cheia de lembranças.
E no peito, uma certeza quieta:
Eu tinha cruzado uma linha da qual não queria voltar.
E, não senti culpa.
Só vontade de repetir.
Tudo.



