Diário de Uma Casada 08: Eu no controle da Transa

# Parte 1: A chegada
Era segunda-feira. Quando o relógio marcou oito em ponto, eu empurrei a porta da suíte. Lucas estava lá, me esperando. O macacão preto colava no meu corpo como uma segunda pele — justo nos quadris, marcando minha cintura, e com um decote profundo que deixava parte dos meus seios à mostra. Eu não estava usando sutiã. Não precisava.

Lucas me olhou como se estivesse vendo uma fantasia ganhar vida. Eu sorri. Fechei a porta atrás de mim e caminhei, sem tirar os olhos dos dele.
— Tá me olhando como se fosse tua primeira vez comigo, seu safado — murmurei, parando bem na frente dele.

Ele não respondeu. Só me olhou. Já estava entregue, e eu nem tinha encostado ainda. Ajoelhei lentamente, mantendo o contato visual, e deslizei os dedos pelas tiras dos meus saltos. Um pé de cada vez. Fiquei descalça ali, entre as pernas dele. Pousei as mãos nas coxas e subi, sentindo a tensão no corpo que ele tentava controlar.
— Vamos ver se esse pau ainda me obedece... ou se é meu mesmo — sussurrei.

Quando abri o zíper e vi aquilo saltar pra fora, meu sexo pulsou. Vinte centímetros de provocação, grosso, a glande larga e rosada começando a aparecer sob o prepúcio. Ele não era circuncidado — o que me deixava ainda mais excitada. Eu adorava o jeito como ele se descobria quando ficava duro. Inclinei o rosto e passei a língua pela glande devagar, sentindo o calor, o gosto. Ele gemeu baixo.
— Já vai gozar, safado? — provoquei. — Mal comecei a brincar.

E então, comecei de verdade.

#Parte 2: Ajoelhada, com gosto de poder
Eu não tinha pressa. Ajoelhada entre as pernas dele, com aquele pau todo à minha frente, eu estava no meu lugar onde combinamos: no comando. Sentia meus mamilos roçando contra o tecido do macacão, já endurecidos. Meu sexo latejava. Deslizei a língua ao longo da base, bem devagar, sentindo a espessura absurda dele preencher minha boca aos poucos. Usei a mão para expor mais a glande, puxando o prepúcio com delicadeza, deixando a cabeçona totalmente à mostra. Ele estremeceu. Gemeu.
— Tá sensível hoje, hein? — murmurei, lambendo com mais pressão.

Ele tentou responder, mas só saiu um suspiro preso. Uma das mãos agarrou o encosto do sofá. A outra pousou no meu cabelo, mas eu a afastei com um tapa leve.
— Nem vem. Hoje quem comanda essa boca sou eu.

Abocanhei de novo, fundo, sentindo a glande roçar a garganta. A sensação de preenchimento era perfeita. Um peso delicioso, quente, vivo. Senti minhas pernas tremerem. Eu estava sendo alimentada por ele. Literalmente. Comecei a aumentar o ritmo, sem tirar os olhos dele. Enfiava até o fundo, depois voltava, só com a ponta nos lábios. Fazia barulho de propósito. Queria que ele escutasse o quanto estava me deixando molhada.
— Gosta disso, né? — sussurrei, com a voz rouca. — Gosta de ver uma mulher casada de joelhos, engolindo tua rola como se fosse o último gole d’água.

Ele gemeu alto. E eu sabia o que vinha. Olhei direto nos olhos dele, abri mais a boca e deixei que ele explodisse. Senti o jato quente preencher minha língua, espesso, intenso. Engoli sem tirar os olhos dele. Ele se contorceu, gemeu de novo. Outro jato. Depois outro. Três vezes ele veio. Devagar, espaçado. E eu bebi tudo. Lambi os lábios com um sorriso malicioso e me levantei com firmeza.
— Quanta porra, amor. Tá produtivo hoje — brinquei, levantando devagar.

#Parte 3: Strip, língua e domínio
Ele ainda estava ofegante quando me levantei. Fiquei de pé diante dele, ainda descalça, e então comecei a tirar o macacão. Primeiro, deslizei as alças finas pelos ombros, deixando o decote descer, revelando meus seios um por um — firmes, os mamilos já duros, tesudos. Aquele olhar dele me dava ainda mais tesão.

Virei de costas pra ele enquanto abaixava a roupa devagar. A cada movimento, mais da minha pele ia se revelando: costas nuas, curvas à mostra, a bunda marcada com perfeição. Deixei o macacão escorregar pelas coxas, até cair no chão, e me virei de novo, tirando a última peça de roupa que sobrava, minha calcinha preta pequena.
— Pronto para ser judiado? — perguntei, já subindo sobre o sofá.

Me posicionei com as pernas abertas, uma de cada lado do tronco dele, em pé, e fui descendo até sentar com firmeza no rosto dele. Rebolei meus quadris enquanto eu me encaixava. O gemido abafado dele me recebeu junto com a língua. Estava faminto.
— Isso, porra… me lambe direito. Sem frescura. — eu rebolava devagar, sentindo a língua dele deslizar entre os meus lábios. — Suja tua boca na minha buceta.

Segurei os cabelos dele com uma das mãos e guiei seus movimentos com o quadril. Era meu escravo e me servia com a língua e com o gemido abafado. E me deixava ainda mais molhada. A pressão da língua no meu clitóris fazia minha pele arrepiar. Eu gemia cada vez mais alto. Sentia as coxas tremendo, a respiração falhando.
— Isso… isso, caralho… não para! —sussurreii, gemendo descontrolada. — Lambe tudo, seu puto. Eu vou gozar nessa tua boca!

E gozei. Com força. Com gosto. Meus quadris travaram por alguns segundos, e meu corpo inteiro vibrou com os espasmos do orgasmo. Fiquei ali, imóvel, sentada no rosto dele, a buceta ainda latejando. Levantei devagar, as pernas bambas, e encarei aquele rosto molhado, vermelho, brilhando.
— Olha que coisa linda… é assim que eu gosto de ver…

Ele não respondeu. Só lambeu os lábios, ofegante. E aquilo me fez sorrir. De novo.

# Parte 4: Silêncio quente e cheiro de domínio
Depois do meu gozo, tudo ficou em silêncio por alguns segundos. Me olhei no espelho, e me senti linda daquele jeito. Nua. Selvagem. Satisfeita. Voraz.
Fui até a cama com passos lentos. Deitei de lado, nua, e bati com os dedos na lateral do colchão.
— Vem aqui, vai. Quero sentir tua respiração tentando se acalmar perto da minha.

Ele veio. Deitou ao meu lado, ainda meio atordoado.
— Tu sabe que eu ainda não tô nem na metade, né? A gente tem tempo, e eu vou usar cada minuto.

Ele sorriu de canto, o pau dele começava a endurecer de novo. Lento, mas determinado. Como se soubesse que não tinha escolha.
— Isso. Assim que eu gosto — murmurei, pegando o pau dele na minha mão. — Gosto de homem que não me faz esperar. Gosto de pau que entende o que é servir uma mulher faminta.

As mãos dele vieram até minha cintura, mas eu empurrei de volta.
— Não. Agora é tua vez de ficar quietinho. Só sente.

Beijei o peito dele, depois desci até os mamilos. Chupei com calma, só pra vê-lo se contorcer. Era delicioso ter esse controle. Estimulante. Voltei pra cima, deitei por cima do peito dele, barriga com barriga, o rosto a poucos centímetros do dele. Ficamos ali por alguns minutos. Eu acariciava o corpo dele, alternando entre carinho e provocação. O pau dele já estava duro de novo, apontando pra mim como uma oferta — ou um pedido: era hora de montar.

#Parte 5: Comando no quadril, domínio no olhar
Quando montei nele, não era só desejo. Era posse. Eu já estava por cima emocionalmente, e agora era literal. Subi com um joelho de cada lado do corpo dele, e segurei aquele pau com a mão. Estava rijo. Quente. Tão grosso que meus dedos mal fechavam ao redor da base. A glande brilhava, exposta, pulsando — a pele fina do prepúcio já completamente retraída. Aquilo era quase um desafio. Desci devagar. Só a ponta primeiro. Senti o anel da minha entrada se abrir ao redor dele, e respirei fundo. O corpo todo respondeu. Ele gemeu.
— Sente só... — murmurei, entre dentes. — Este teu pau molda minha buceta cada vez que entra.

Fui descendo, centímetro por centímetro, até estar completamente encaixada. Ele estava dentro até o fim. Me preenchia inteirinha, e a sensação era monstruosa. Comecei a rebolar lentamente, o quadril girando com precisão. Ele tentou tocar meu corpo, mas eu segurei os pulsos dele e empurrei contra o colchão.
— Não. Só me olha.

E ele obedeceu. Meu quadril acelerava aos poucos, e a fricção do pau dele no fundo da minha buceta já fazia minha respiração falhar. Cavalgava com elegância e fúria. O barulho dos corpos se chocando era sujo, indecente — e delicioso.
— Tá vendo o que tu causa? — gemi, com o rosto a poucos centímetros do dele. — Eu aqui, toda molhada, fodendo teu pau do jeito que nenhuma mulher nunca vai foder. E hoje tu vai gozar comigo de novo, mas segura, agora ainda não...

Eu sabia que estava perto. O calor subia da base da minha coluna até o peito. A sensação de preenchimento era absurda. Incontrolável. Cavalguei mais rápido, o clitóris pressionado, e então aconteceu. Gozei com força, os quadris parando por instinto no ápice, o corpo inteiro em espasmos, a cabeça jogada pra trás. Foi intenso e demorado. Fiquei ali, sobre ele, com o peito ofegante, os olhos fechados, sentindo o pau dele ainda pulsando dentro de mim.
Só então abri os olhos e encarei o dele, que nunca desviou.
— Viu o que acontece quando tu me obedece?

Ele só assentiu, com um sorriso de realização na cara.

#Parte 6: Pausa entre dois incêndio!
Desci dele com as pernas ainda bambas e o sexo latejando, ainda com a sensação de estar cheia do pau dele. Peguei a garrafa d’água ao lado da cama e bebi sem pressa. Depois ofereci a ele. Uma trégua temporária.
— Tu tá vivo ainda? — perguntei, deitada de lado, encarando-o perfil.
— Sobrevivendo… — ele respondeu, com um sorriso fraco.
— Covarde — brinquei, dando um tapa leve no peito dele. — A gente só tá na metade da noite.

Ele virou o rosto, me olhou de verdade. Eu sabia que ele queria mais. Mas também sabia que estava sendo levado até o limite.
— Tá arrependido? — provoquei, acariciando o rosto dele com as costas da mão.
— De ter te deixado vir? — ele perguntou, com a voz baixa.
— De ter me deixado foder tua cabeça desse jeito.
Ele riu. Um riso breve. Sincero.
— Tarde demais pra arrependimento, Tania. Tu já me fodeu.

Aquilo me fez sorrir. Não de escárnio. De orgulho. Era verdade, e nós dois sabíamos. Inclinei o corpo, encostei minha boca na dele e o beijei. Nada de pressa. Só língua, saliva, calor. Beijo de quem quer prolongar a expectativa. Me deitei sobre o peito dele de novo, as pernas entrelaçadas nas dele. Ficamos ali por alguns minutos. Sem palavras. Só beijo. E então, quando senti o pau dele começar a endurecer de novo, dei uma risadinha baixa e levantei.
— Olha só… ele ressuscita. Achei que ia precisar de um milagre.
]
Ele sorriu, mas nem teve tempo de responder. Porque eu já estava em movimento.

#Parte 7: Dentro de mim.
Quando subi sobre ele de novo, senti meu corpo reagir no mesmo instante. Ainda assim, quando segurei o pau dele e direcionei à minha entrada, a sensação de preenchimento me tomou inteira de novo. Desci devagar, saboreando cada centímetro, até estar completamente encaixada. Mas eu não ia ficar por cima por muito tempo. Inclinei meu corpo sobre ele, beijei sua boca com vontade e sussurrei:
— Agora tu vai me foder direito. Quero tuas mãos me agarrando, quero teu peso, tua força.

Girei de lado, levando ele junto, até que ficasse por cima. Ele entendeu o recado. Se posicionou entre minhas pernas, entrelacei as minhas nas dele, travando nossas coxas juntas, como se eu o prendesse ali com meu próprio corpo.
— Acha que tá me dominando agora, é? — provoquei, sorrindo.

Ele se apoiou com os antebraços ao lado da minha cabeça, o rosto a poucos centímetros do meu. E então começou a se mover. Lento. Profundo. Com precisão.
A cada investida, sentia ele me preencher por completo. O atrito da glande contra minhas paredes internas fazia meu corpo vibrar. E o encaixe das pernas tornava tudo ainda mais apertado. Mais íntimo. Mais inevitável.
— Puta que pariu…que buceta gostosa — ele gemeu, os olhos apertado.
— Goza comigo. Tu vai gozar comigo — murmurei, segurando seu rosto com as duas mãos. — Não antes nem depois. Comigo.

O ritmo aumentou. Meus quadris acompanharam os movimentos. Minhas pernas o puxavam pra dentro, como se meu corpo recusasse qualquer chance de separação. E então veio o momento.

Gozei primeiro — ou talvez ao mesmo tempo. Não sei. Só lembro do grito que soltei contra o pescoço dele, dos espasmos que tomaram meu ventre, da explosão de calor. E senti o corpo dele se entregar junto. Os músculos tensos, os quadris colados aos meus, e o calor do gozo preenchendo tudo por dentro. Muito. Farto. Quente. Profundo.
— Isso… — sussurrei no ouvido dele. — Assim que se goza
— Tu não cansa, né? — ele murmurou, entre um riso e um suspiro.
— Claro que não. Sexo bom não cansa. Vicia. — Te prepara, Lucas. Eu ainda não terminei contigo. Lembra que eu disse que ia usar cada minuto da noite?
— Tu vai me matar — ele disse, rindo.
— Eu vou te ensinar a morrer gozando. Bem devagar.

# Parte 8: Rebolando com gosto, gozando por cima
Demos um tempo. Mas não muito tempo. Quando subi nele de novo, ele já estava duro. Impressionante o que aquele pau fazia por mim. Depois de gozar daquele tanto, ainda me encarava, rijo, latejando, com aquela glande larga, como se dissesse: “me usa de novo, porra”. E eu usei.
Mas dessa vez, de costas.

Virei-me sem dizer uma palavra, ajoelhei sobre ele e sentei devagar, empinando a bunda, com a mão guiando a entrada. O momento em que ele deslizou pra dentro foi como um encaixe inevitável. Soltei um gemido mais rouco, mais animalesco. Rebolei logo em seguida, só pra sentir o impacto da base dele batendo em mim. Ele segurou minha cintura, mas eu afastei as mãos.
— Não. Fica aí. Só sente — falei, sem olhar pra trás.

]Comecei a cavalgar com força. Rápido. Quase agressiva. Meus cabelos batiam nas costas, o suor escorria pela espinha. O som dos nossos corpos era molhado, obsceno, delicioso. E eu gemia alto. Sem vergonha. Sem filtro.
— Gosta, né? Gosta dessa bunda te fodendo como se tu fosse só um objeto? — cuspi entre os dentes, sentindo o prazer subir rápido. — Diz logo, vai. Diz que tu ama ser usado por mim assim, seu puto.
— Caralho, Tania… — ele gemeu, quase implorando.
— Isso! Geme, porra. Sente eu te fodendo caralho.

Rebolei mais forte. Sentia meu clitóris esfregar contra a base dele a cada descida. Os gemidos escapavam entre as respirações entrecortadas. Minhas mãos apertavam as coxas, e o quadril não parava. Eu me montava como se estivesse enlouquecida. E então veio. O quarto orgasmo da noite. Um estouro que começou na barriga e explodiu nas pernas. Foi intenso. Quente. E, mais do que tudo, livre. Depois fiquei parada, ainda com ele dentro. Ofegante. A cabeça caída pra frente, o corpo trêmulo.
— Porra… — soltei, rindo, exausta. — Nem acredito que ainda tenho força pra isso.
— Eu também não. Mas tua buceta me enlouquece Tania — ele disse, ainda tentando recuperar o ar.

# Parte 9: Silêncio suado e promessas na pele
Saí de cima dele devagar, sentindo o corpo inteiro vibrar com o eco do meu último orgasmo. Minhas pernas tremiam levemente. Me sentei na beira da cama, cabelos desgrenhados caindo sobre o rosto, e respirei fundo.
— Sobreviveu — comentei, virando o rosto com um sorriso preguiçoso. — Parabéns, Lucas, chegou até aqui inteiro…
— Inteiro? — ele riu, rouco. — Tu acabou comigo hoje.
— Não reclama. Tu gosta. Teu pau diz mais que tua boca.

A tensão sexual ainda pairava no ar, mas agora vinha acompanhada de uma outra coisa. Uma calma. Um pertencimento que nenhuma das fodas anteriores tinha construído.
— Tu tem um cheiro que fica. Fica no quarto. No travesseiro. Na pele.

Silêncio por alguns segundos. Só o barulho do ar-condicionado e das nossas respirações aos poucos voltando ao ritmo normal.
Levantei o tronco devagar, montei de leve sobre o quadril dele, sem penetração, e deslizei os dedos pelo abdômen suado até o baixo ventre.
— E agora, a gente vai encerrar essa noite do jeito certo.
— Ainda tem mais? — ele fingiu espanto, embora o pau dele já começasse a endurecer outra vez.
— Tu achou que eu ia embora sem vc gozar na minha cara?

A expressão dele mudou. Um misto de surpresa e puro tesão.
Inclinei o corpo pra frente e deixei meus seios tocarem o abdômen dele, bem lentamente.
— Fica aí. Não fala nada.

E desci por ele uma última vez.

#Parte 10: A marca que fica
Desci deslizando, e me ajoelhei entre suas pernas de novo. O pau dele já estava ali de novo. Duro. Impossivelmente ereto. Vinte centímetros de provocação.. Mesmo depois de tudo, ainda erguido como se soubesse que era a última missão da noite.
— Olha pra mim — ordenei, com a voz baixa.

Ele ergueu a cabeça e me viu ali, nua, ajoelhada, os cabelos soltos cobrindo parte dos seios, os olhos cravados nele. Me aproximei da base e lambi devagar. Do saco até a ponta. Um gemido escapou dos lábios dele.
— Tu vai gozar assim, Lucas. Na minha cara.

Abocanhei com firmeza, chupando com ritmo preciso. Minha boca o engolia e libertava, uma chupada quente, molhada e decidida. Usei as mãos pra acariciar os testículos, massageando com leveza, enquanto acelerava. O som da minha boca trabalhando nele preenchia o quarto.
— Isso, porra... isso, Tania... — ele gemeu, já levantando o quadril.
— Segura. Não goza ainda. Quero ver tua cara quando tu explodir em mim.

E então, quando percebi o momento exato, tirei da boca, segurei com a mão e masturbei com força, olhando pra cima com um sorriso sujo, safado, merecido.
O primeiro jato veio forte. Direto na minha bochecha. Depois outro, na boca. O terceiro espalhou na testa e desceu pela ponte do nariz. Espesso, quente, denso. Senti cada gota escorrer lentamente, marcando meu rosto como uma pintura.

Fechei os olhos por um instante, saboreando o momento. Depois abri, passei a língua nos lábios devagar e olhei pra ele, que estava deitado, sem ar, maravilhado.
— Guarda essa imagem — murmurei. — É assim que se termina uma noite sob meu comando.

Ficamos em silêncio depois disso. Eu me deitei ao lado dele. Não disse mais nada. Só deixei meu cheiro, meu gosto, minha marca naquela cama.
E ele sabia: nada na vida dele superava aquilo.

Foto 1 do Conto erotico: Diário de Uma Casada 08: Eu no controle da Transa


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


256394 - Diário de uma Casada 07: No carro, no motel, risco e prazer profundo! - Categoria: Confissão - Votos: 6
256224 - Diário de uma Casada 06: Amarrada, chupada e fodida. - Categoria: Confissão - Votos: 10
256045 - Diário de uma Casada 05: Primeira vez no Motel - Categoria: Confissão - Votos: 14
255865 - Diário de um Casada 04: Fodendo com os 20cm do Lucas novamente. - Categoria: Confissão - Votos: 15
255504 - Diário de Uma Casada 03: Matando a curiosidade com um Bem Dotado - Categoria: Confissão - Votos: 16
255373 - Diário de uma Casada 02: A Noite Bruta com o Executivo do Sul - Categoria: Confissão - Votos: 24
255291 - Diário de uma Casada 01: A primeira transa fora do casamento. - Categoria: Confissão - Votos: 34

Ficha do conto

Foto Perfil tania32
tania32

Nome do conto:
Diário de Uma Casada 08: Eu no controle da Transa

Codigo do conto:
256684

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
11/03/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
1