Terminei meu compromisso por volta das 18h e voltei para o hotel. Como ainda era cedo, eu estava com energia, e adoro malhar/correr, decidi descer para a academia do hotel. Vesti minha legging preta e um top esportivo, que havia levado por conforto, prendi o cabelo e desci até o espaço fitness. A academia era bem equipada, com esteiras, pesos e tudo mais. Mas o que realmente chamou minha atenção foi um cara que estava lá, treinando uma outra hóspede. Ele era simplesmente lindo: alto, corpo definido, pele bronzeada e um sorriso atraente.
Enquanto eu fazia meus exercícios, notei que ele me olhava. Quando nossos olhos se cruzavam, ele dava um sorriso leve, quase discreto, mas o suficiente para fazer meu coração dar uma leve acelerada. Tentei focar no treino, mas confesso que era difícil ignorar aqueles olhares. Quando a outra hóspede terminou o treino dela e saiu, ele ficou arrumando os equipamentos, mexendo nos pesos com uma calma calculada.
Eu estava na esteira quando ele veio até mim. “Precisa de alguma coisa?” perguntou, com um tom amigável que escondia um quê de provocação. Eu gelei na hora, mas consegui soltar um sorriso e dizer, ofegante: “Não, tá tudo bem.” Minha voz saiu mais tímida do que o normal. Isso foi o suficiente para puxar uma conversa. Desacelerei a esteira para caminhada, pois já estava terminando. Ele se apresentou como Wander, personal trainer que atendia algumas pessoas no hotel, e começamos a falar sobre coisas aleatórias — a cidade, o calor (aliás, que cidade quente).
Quando terminei meu treino, ele jogou a bomba:
— Vou estar no restaurante do hotel às 20:30, costumo jantar por aqui. Se quiser conversar mais um pouco, é só aparecer.
O jeito que ele disse isso, com um olhar que parecia enxergar através de mim, me deixou sem saber o que responder. Tentei desconversar, disse que talvez estivesse cansada, mas a verdade é que a ideia ficou martelando na minha cabeça. Subi pro quarto com o coração batendo mais rápido, sem saber se às 20:30 eu iria pro restaurante ou ficaria escondida no meu quarto, tentando ignorar o convite que me foi feito.
Depois de subir pro quarto, fiquei andando de um lado pro outro, com o convite ecoando na cabeça. Eu não estava preparada para uma saída à noite. Minha mala era básica, só com o essencial para uma viagem de trabalho de um dia. Isso me deixou meio grilada, confesso. Parte de mim queria ficar no quarto, pedir um lanche e esquecer. Mas a verdade é que o treino me deixou ligada, com a adrenalina correndo, e a ideia de descer e conversar mais com ele parecia cada vez mais tentadora.
Respirei fundo e decidi que ia. Não tinha nada de muito sofisticado na mala, então vesti a roupa que tinha trazido pra viagem de volta: uma regata branca, de alças finas com um decote em “V” que valorizava sem exagerar, e uma calça jeans azul de modelagem justa, com cintura mais alta. Era um look simples, casual, mas aquele combo clássico de branco e azul sempre funciona. Por baixo, nada de lingerie sensual — não era esse o plano da viagem. Usei uma calcinha branco gelo, de poliéster, cintura média, confortável e discreta. O toque sensual foi dado pela ausência de sutiã. Nos pés, coloquei meus sapatos bege de salto baixo. Prendi o cabelo num coque alto, bem prático, e joguei um par de brincos de argola pra dar um charme leve e moderno.
Depois de me maquiar, olhei no espelho e gostei do resultado: natural, mas com aquele toque que mostra que eu me cuidei. Enquanto passava o rímel, senti um frio na barriga. Será que eu estava mesmo fazendo isso? Descendo ao restaurante do hotel para encontrar um cara que mal conhecia, só por causa de um papo na academia e um convite que me pegou desprevenida? Meu coração batia rápido, meio por nervosismo, meio por excitação. Peguei minha bolsa, conferi o celular por hábito, e saí do quarto.
# Parte1: O Encontro no Restaurante:
O relógio marcava 20:45. O elevador parecia demorar uma eternidade, e eu me peguei ajeitando a regata branca mais vezes do que o necessário. Ao entrar no restaurante, Wander me viu, se levantou, com um sorriso que parecia aquecer o ambiente, e acenou pra mim. Aos 39 anos, ele era impressionante: alto, corpo definido, pele bronzeada e um charme de quem já viveu o suficiente para saber o que quer. Vestia uma camisa social cinza escura, com as mangas dobradas até os cotovelos, mostrando os braços marcados do treino, e uma calça jeans escura.
— Fiquei torcendo pra você aparecer”, ele disse ao me receber.
Sentei, sentindo um calor subindo pelo meu rosto.
— O treino me deixou ligada demais pra ficar trancada no quarto, respondi, tentando soar casual.
O garçom chegou, pedi um mojito pra me soltar um pouco, enquanto ele já bebia uma cerveja artesanal. Enquanto esperávamos, ele elogiou:
— Você tá muito bem nessa roupa. A academia te faz justiça… O jeito que ele me olhou, direto nos olhos, me fez corar.
— Obrigada… falei, mexendo no guardanapo pra disfarçar.
A conversa rolou fácil. Ele contou, entre outras coisas, que morava a uma quadra dali, num flat pequeno. Divorciado, ele mencionou de passagem uma filha, o que trouxe um toque de ternura ao jeito confiante dele. Falamos sobre Goiânia, sobre minha viagem de Brasília, e eu mencionei meu marido brevemente, sentindo uma pontada de culpa que sumiu rápido ao final do primeiro mojito gelado. Com as bebidas, o flerte foi ficando mais claro, ele se inclinando um pouco mais pra mim.
— Sabe, Tânia, você me chamou atenção na academia não só pela forma física, mas pelo jeito que se concentra… ele disse, os olhos fixos nos meus. — É sexy. Muita gente, como você, vem a trabalho e precisa descarregar… ele disse, com um piscar de olho que me fez rir.
— Vc é bom em deixar as pessoas sem jeito”, eu respondi. Ficamos assim o tempo suficiente para um jantar rápido.
Quando o garçom trouxe a conta, Wander me olhou com um sorriso travesso. — Olha, como te falei, eu moro aqui do lado, num flat a uma quadra. Que tal tomar mais um drink lá? É mais tranquilo, e a gente pode continuar conversando.
O convite veio com um olhar que parecia me desafiar a dizer sim. Meu pulso acelerou. Uma parte de mim gritava para recusar, voltar pro quarto e dormir. Mas outra parte — a que ainda sentia a adrenalina do treino — me fez hesitar.
— Vamos ver… respondi, com um meio sorriso, enquanto ele se levantava e estendia a mão pra me ajudar.
# Parte 2: No Flat
Eram aproximadamente 10h, saímos do restaurante, e atravessamos a rua. Wander tentou segurar minha mão, mas procurei desvencilhar, disfarçando. Meu coração batia rápido, uma mistura de nervosismo e excitação, enquanto caminhávamos a uma quadra do hotel até o flat dele. Era um prédio simples, e o flat em si era pequeno, mas arrumado: uma sala com uma poltrona, uma mesa de jantar com duas cadeiras, uma cama de casal visível do outro lado do ambiente e uma janela que deixava as luzes da cidade entrarem. O cheiro do perfume dele parecia impregnado no lugar.
— Quer um drink? ele perguntou, indo até um canto da cozinha onde tinha uma garrafa de uísque e uns copos.
— Pode ser, respondi, tentando soar mais confiante do que me sentia.
Ele preparou dois drinks com gelo, e enquanto me entregava o copo, nossos dedos se tocaram de novo, e ele demorou um segundo a mais antes de soltar. Sentei na poltrona, e ele se encostou na mesa, me olhando com aquele sorriso largo que misturava charme e um toque de perigo. Apenas toquei meus lábios no copo, pois não sou chegada a bebidas “quentes”, o drink serviu para mim, apenas como uma desculpa.
A conversa seguia leve, como no restaurante. Ele falou da filha pequena, de como tentava ser um pai presente mesmo com a vida corrida, e eu contei um pouco da minha rotina em Brasília. Mas o clima foi mudando rápido. Ele se aproximou, sentando na cadeira ao lado da poltrona, e o espaço entre a gente parecia tenso.
— Sabe, Tânia, desde que te vi na academia, não consegui parar de pensar em você, ele disse, a voz mais baixa, os olhos fixos nos meus. Meu estômago deu um salto, e eu ri, tentando disfarçar.
— Você é direto, hein?
— Quando vejo uma mulher que me deixa assim, não perco tempo… ele respondeu, se inclinando mais perto.
Antes que eu pudesse pensar numa resposta, ele segurou meu queixo com suavidade e me beijou. O beijo era firme, quente, com um gosto de uísque e desejo. Minha cabeça girou, mas meu corpo respondeu antes da mente, e logo eu estava retribuindo, minhas mãos subindo aos ombros dele. Ele me puxou pra ficar em pé, e em segundos eu estava encostada na parede do flat, as mãos dele nas minhas coxas, me levantando com facilidade. Minha calça jeans apertada parecia um obstáculo, mas ele não parecia se importar, apertando meu corpo contra o dele enquanto nos beijávamos com mais urgência.
— Adoro mulher que se entrega sem medo," ele murmurou contra meu pescoço, mordiscando de leve. Meu corpo inteiro arrepiou, e eu soltei, sem pensar, uma frase vinda do mais básico instinto:
— Então me pega firme, porque eu não me satisfaço facilmente.
# Parte 3: Fogo que queima
As palavras saíram como um desafio, e o olhar dele pegou fogo. Num ato único, tirou minha blusa e atirou ao chão, cravando as duas mãos nos meus peitos que apertou com vontade enquanto continuava me beijando contra a parede. Fiz o mesmo com ele, expondo o tórax forte, de pelos aparados. Nossos jeans também desceram com rapidez, e num instante estávamos apenas de calcinha e cueca, nos beijando, abraçando, esfregando com vontade. Ele beijava minha boca alternando com descida aos seios, que beijava e chupava. Eu sentia o pau dele duro, querendo sair para fora da cueca, enquanto minha própria buceta encharcava.
Ele me carregou até a cama com uma facilidade que mostrava seu domínio físico, me colocou de quatro com uma firmeza que me deixou ainda mais excitada. Minha calcinha voou pro chão, seguida pela cueca dele. Tentei olhar para trás, para ver o pau que iria me comer, mas não deu tempo. Ele me segurou pelos quadris, pincelou o pau na minha entrada e disse:
— É isso que você quer Tânia? É? Quer ser fodida, hum?.
Eu estava molhada, completamente pronta, o calor entre minhas pernas quase insuportável:
— Sim, vem, me come gostoso!”.
— Você é gostosa pra caralho… ele disse, a voz rouca, enquanto roçava a ponta do pau contra mim, me fazendo gemer antes mesmo de qualquer coisa.
Quando ele entrou, com uma estocada direta e profunda, senti um preenchimento gostoso que me fez pensar “hum, o pau dele não é de brinquedo não”. O deslizar do pau pelas minhas paredes internas me incendiou. Os movimentos eram vigorosos, e ele saiba ritmo que me levaria ao limite. Meus gemidos saíam altos, quase descontrolados, enquanto ele puxava meu quadril contra o dele, o som dos nossos corpos se chocando ecoando no flat.
— Isso gostoooosa, geme pra mim… ele disse, uma mão subindo pra segurar meu ombro, puxando de leve enquanto metia com mais força. Eu não resistia: — Aiiiii, assimmmm, mete com força, me come vai!
Ele acelerava
— Quer assim quer? hã? tá gostando hein?”
Minha resposta foi fisiológica. O orgasmo veio forte, com ondas de prazer irradiando desde minha buceta, subindo pelo ventre e descendo pelas pernas até os pés formigarem. Minha buceta apertava ele enquanto eu gemia alto. Soltei um “tô gozando” entre soluços e gemidos. Ele não parou, mantendo o ritmo, prolongando a sensação até eu quase implorar por uma pausa.
Quando finalmente desaceleramos, eu estava ofegante, o suor brilhando na minha pele. Ele também estava completamente suado. Foi então que o vi totalmente nu, o pau dele, duro, com uns 17 cm, grosso na base e com uma glande ligeiramente afunilada (foto abaixo), depilado, bem cuidado, pulsando de desejo. Um complemento perfeito para aquele homem lindo.
Ele me olhou e disse:
— Caralho Tania, esquecemos a camisinha… ao que respondi:
— Dane-se.. nossa, como gozei gostoso, tão rápido.. você me deixou louca!!!.
Ele me virou de lado, deitando atrás de mim, e beijou meu ombro, rindo baixo. — Você é intensa, Tânia. Tô adorando isso… Tava carente, ou sempre fode assim? ele disse, a voz ainda carregada de tesão.
Eu sorri, o corpo mole, mas com uma faísca de querer mais.
— Você não viu nada ainda… respondi, virando o rosto pra beijá-lo, sentindo o gosto salgado da pele dele.
# Parte 4: A Noite Continua
Ficamos deitados assim, alguns poucos minutos, ele beijava meus ombros, minha nuca, orelha enquanto a mão passeava no meu corpo. Sentia o pau duro contra minha bunda.
—Tá tudo bem aí? ele perguntou. O roçar dos lábios dele na minha pele me fazia arrepiar, e eu virei o rosto para encontrar os olhos dele, castanhos e brilhando com uma mistura de diversão e desejo.
— Tô mais do que bem, respondi, um sorriso escapando enquanto eu mordia o lábio inferior. — Mas confesso que você tá deixando meu coração trabalhar dobrado.
Ele riu, um som baixo e quente que vibrou no peito dele.
— Bom, vejo que teu cárdio é ótimo,,, pronta pra mais, né?...
Ele me puxou mais pra perto, e o beijo que veio em seguida começou lento, quase preguiçoso. De repente, ele se levantou, o corpo nu brilhando sob a luz suave que entrava pela janela.
— Vem cá, disse, sentando na poltrona da sala, o sorriso me chamando como um ímã.
Caminhei até ele, pelo chão frio que contrastava com o meu calor.
— O que você tá planejando agora? perguntei, enquanto me aproximava.
— Quero ver você mais de perto, ele respondeu, — vem, senta aqui… disse enuanto manipulava o pau duro, que apontava para cima.
Sentei no colo dele, minhas pernas abertas, sentindo o pau, roçar contra mim. A sensação era elétrica, o calor dele contra o meu centro me fazendo prender o fôlego.
— Você é um perigo, Wander, falei, passando as mãos pelo peito definido dele. Ele segurou minha cintura, puxando-me mais pra ele.
— E você é uma tentação, Tânia. Do tipo que não dá pra ignorar. E essa tua alinalça de me deixa louco… retrucou, antes de me beijar com uma fome que fez meu corpo inteiro responder.
Comecei a rebolar devagar, sentindo ele pulsar contra mim. Levantei nos joelhos, peguei o pau com a mão direita, e ajeitei na minha entrada, inchada e molhada, olhando diretamente nos olhos dele. Deixei meu corpo deslizar, e ele entrou gostoso.
— Porra, você é tão quente… ele murmurou, as mãos apertando minhas coxas com força. Deixei chegar ao fundo, e fiquei assim, parada, com ele todo dentro, sentindo minha buceta dilatada.
— Você fica linda assim, Tania, ele disse, e então comecei a me movimentar. Eu controlava o ritmo, subindo e descendo com uma lentidão deliberada, cada movimento me fazendo gemer baixo, a boca roçando o ouvido dele. O som úmido dos nossos corpos se movendo juntos enchia o ar, misturado aos meus gemidos e aos grunhidos baixos dele. Comecei a mexer para frente e para trás com ele todo lá dentro, roçando meu clitóris na pele dele, enauanto nos beijávamos freneticamente, quase engolindo um ao outro.
— Tá gostando, né?... ele disse, uma mão subindo pra segurar meu pescoço de leve, o polegar roçando minha clavícula.
— Tô amando, respondi, a voz entrecortada enquanto acelerava o movimento, sentindo ele me preencher completamente.
Inclinei meu corpo para trás, apoiando minhas mãos nos joelhos dele e acelerei os movimentos. O toque da cabeça do pau dele no meu cérvix me enlouquecia, enquanto ele acariciava meus seios, apertando meus mamilos, e me incentivava:
— Isso Tânia, faz assim… que gostoso.. pqp que buceta gostosa.
Ao ouvir as palavras, não segurei. Meu segundo orgasmo veio construindo-se em cada rebolada até explodir. Meu corpo tremia, os gemidos escapando altos enquanto eu me contorcia.
— Isso, goza pra mim, ele disse, me segurando firme.
Quando o prazer finalmente cedeu, eu desabei contra ele, rindo baixo, o corpo mole, mas ainda vibrando. Ele me beijou, as mãos ainda firmes na minha cintura.
— Você é foda, Tânia. Não sei como aguento você… brincou, o sorriso travesso de volta.
Eu ainda estava meio tonta e fiquei assim um tempinho, sentada no colo dele, com ele todo dentro de mim. Olhei pra ele e perguntei:
— Você não goza não? É tão resistente assim?.
Ele respondeu, me provocando:
— Costumo durar muito, mas tem uma coisa que não resisto é um boquete bem feito...
#Parte 5: caindo de boca
Foi a senha: olhei para ele, levantei devagar, o pau dele saíndo de dentro de mim com um barulhinho molhado.
— Acho que você merece, falei, ajoelhando entre as pernas dele, sentindo o tapete áspero sob meus joelhos, já segurando e manipulando o pau ainda molhado. Ele ergueu uma sobrancelha, o olhar cheio de expectativa.
— hummmm…. Mostra o que você sabe fazer, com essa boca linda, então, disse, a voz carregada de provocação.
Comecei devagar, beijando a cabeça mais fina, e depois descendo a língua pela lateral até a base. Abaixei mais e coloquei uma bola na boca, sugando devagar, com cuidado. Ele gemeu:
— que loucura...
Depois voltei ao pau, subindo até a glande afunilada, o gosto salgado dele misturado ao meu próprio gosto. Ele gemeu baixo, uma mão pousando no meu cabelo, não pra forçar, mas pra acompanhar, os dedos entrelaçando nos fios soltos do coque. Olhei pra ele, mantendo o contato visual, e vi o desejo puro nos olhos dele.
— Caralho, Tânia, você me mata assim, ele disse, a voz tremendo de leve enquanto eu chupava com mais intensidade, minha mão ajudando no ritmo.
Senti que ele estava quase lá, e falei:
— Pode vir.
E veio. O gozo dele foi intenso, quente, o corpo dele se retesando enquanto soltava um gemido abafado. Os jatos eram longos e ritmados. Engoli tudo — o gosto salgado e adstringente preenchendo minha boca — e continuei até ele relaxar, a respiração pesada.
— Você é surreal, ele disse, se abaixando pra me puxar pra um beijo que misturava o gosto dos dois. Caí sentada no chão, rindo, o corpo ainda vibrando de adrenalina. Ele me ajudou a levantar, e nos jogamos na cama, exaustos, como se tivéssemos compartilhado um segredo proibido..
# Parte 6: O Banho e a Noite -
Meu corpo ainda formigava, o suor brilhando na pele. Depois de um bom tempo deitados, ele se levantou, estendendo a mão para me ajudar a ficar de pé.
— Vem, vamos tomar um banho, disse, com um sorriso cansado, mas ainda travesso, os olhos castanhos brilhando sob a luz suave da sala.
— Boa ideia, respondi, sentindo a pele pegajosa e o cabelo completamente solto do coque, caindo em mechas bagunçadas sobre os ombros.
O banheiro do flat era pequeno, mas funcional, com azulejos brancos e um box de vidro que mal cabia duas pessoas. Wander abriu o chuveiro, e logo o vapor começou a subir, embaçando o espelho. Entrei primeiro, deixando a água morna escorrer pelo meu corpo, aliviando a tensão dos músculos. Ele entrou logo atrás, o corpo dele roçando o meu enquanto se posicionava sob o jato.
— Tá gostoso? perguntou, passando as mãos pelos meus ombros, os dedos escorregando pela pele molhada.
— Muito, murmurei, fechando os olhos e inclinando a cabeça pra trás, deixando a água lavar o suor e a eletricidade da noite. Tentei puxar ele pra mais perto, minhas mãos descendo pelo peito definido, mas quando cheguei mais embaixo, percebi que ele não estava mais duro.
— Acho que dei uma pausa pro cara aí, ele brincou, rindo baixo enquanto segurava minha cintura. — Você me deixou sem fôlego, Tânia. Eu ri, dando um tapinha leve no ombro dele.
— Tá bom, vou te dar um desconto, retruquei, mas o tom era leve, quase carinhoso.
O banho continuou com a gente se ensaboando, as mãos dele deslizando pelo meu corpo com uma intimidade que parecia natural, como se a gente se conhecesse há muito mais tempo. Saímos do banheiro embrulhados em toalhas, o ar fresco do flat arrepiando minha pele ainda quente. Ele jogou a toalha dele num canto e se sentou na cama, me olhando com um sorriso tranquilo.
— Por que você não dorme aqui? sugeriu.. — É tarde, e você já tá aqui mesmo. Meu coração deu um pulo. Dormir ali era cruzar mais uma linha, mas a ideia de voltar pro hotel sozinha, com o silêncio do quarto me esperando, não parecia nem um pouco atraente.
— Tá, eu fico, respondi, tentando soar casual, mas sentindo um frio na barriga.
Ele abriu espaço na cama, puxando o lençol pra me cobrir. Deitei ao lado dele, o colchão firme sob meu corpo. Nos aninhamos ali, o calor dos nossos corpos se misturando, o som da cidade entrando pela janela entreaberta. Minha mente girava com flashes do que tinha acontecido — os gemidos, os toques, o jeito que ele me olhou enquanto eu gozava.
— Boa noite, gostosa, ele murmurou, beijando minha boca antes de apagar a luz. Fechei os olhos, o corpo relaxado contra o dele, a adormeci um sono pesado.
# Parte 7: A Manhã em Chamas -
Acordei com a luz do amanhecer entrando pelas frestas da cortina. Eram 6:10 da manhã, o flat estava silencioso, exceto pelo som leve da respiração dele e o barulho distante de Goiânia acordando lá fora. Meu corpo estava relaxado, mas com aquela eletricidade residual da noite anterior. Virei de lado, e ele já estava acordado, me olhando com um sorriso preguiçoso.
— Bom dia, gostosa, disse, a voz rouca de quem acabou de acordar. — Dormiu bem?
— Melhor do que eu esperava… respondi, enquanto me espreguiçava, sentindo o lençol deslizar pela minha pele nua.
Ele se aproximou, beijando meu ombro, e o toque dos lábios dele reacendeu aquele calor que eu achava que tinha se acalmado durante a noite.
— Você é linda até de manhã, ele murmurou, a mão deslizando pela minha cintura até me puxar pra ele.
— Olha quem fala, retruquei, virando de bruços pra provocar, o cabelo solto caindo sobre as costas.
Ele não perdeu tempo. Suas mãos fortes me seguraram pelos quadris, e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, senti a boca dele na base da minha coluna, descendo lentamente.
— Relaxa, ele disse, a voz abafada contra minha pele, enquanto beijava e mordiscava de leve a minha bunda, — Tem uma coisa que faltou ontem à noite…
De bruços, com o rosto afundado no travesseiro, eu gemia baixo, o calor entre minhas pernas crescendo rápido, enquanto sentia a língua dele acariciar meu cuzinho. Ele deslizou os dedos, encontrando minha buceta já molhada, e começou a me tocar com uma precisão que me fez empinar a bunda.
— Porra, Wander, você não brinca, murmurei, enquanto ele penetrava com os dedos, o ritmo lento, mas firme.
— Você gosta assim, né? ele perguntou, a voz carregada de tesão enquanto chupava minha bunda, os dedos trabalhando em movimentos que me deixavam à beira do descontrole.
Quando ele virou meu corpo, me deixando de costas, a boca dele desceu até meu clitóris, e eu quase gritei. A língua dele era quente, precisa, alternando entre chupadas e movimentos circulares que me fizeram agarrar os lençóis. — Isso, goza pra mim… ele disse, levantando o olhar por um segundo, os olhos brilhando com aquele domínio que me deixava louca. uma pressão dos dedos na parede anterior, e uma linguada circular no meu clitóris, me levaram ao delírio. Não aguente:
— Ahhhhiiiii Wandeer, tô gozaaaandooo… O orgasmo veio rápido, intenso, meu corpo tremendo enquanto eu gemia alto, as pernas se fechando instintivamente contra a cabeça dele.
Mal me recuperei, e ele já estava subindo, o pau duro, pulsando contra minha coxa.
— Você me mata, Tânia… ele disse, enquanto me puxava pra ele. Deitei de costas, e ele se posicionou entre minhas pernas, entrando com uma estocada forte que me fez soltar um gemido alto.
— Caralho, você é tão gostosa,"ele grunhiu, enquanto metia com força. Meus gemidos enchiam o flat, o som dos nossos corpos se chocando misturado ao ranger da cama.
— Porra, você aperta tão gostoso, ele disse, o suor pingando da testa dele enquanto acelerava.
Meus seios balançavam a cada estocada, os mamilos duros roçando contra o peito dele quando ele se inclinava pra me beijar, a língua invadindo minha boca com a mesma urgência que o resto do corpo.
— Tô quase gozando de novo, avisei, a voz tremendo, e ele sorriu, aquele sorriso confiante que dizia que ele sabia exatamente o que estava fazendo. — Então goza, Tânia. Caralho, quero te sentir, ele murmurou, mordendo de leve meu pescoço.
O orgasmo me engoliu inteira. Foi intenso, físico, começando no meu clitóris e se espalhando em choques pelo meu corpo, fazendo minhas pernas tremerem e meu abdômen se contrair. Gemi alto, quase gritando, o som ecoando no flat enquanto eu me perdia na sensação, o mundo reduzido ao calor dele dentro de mim e à pressão dos dedos dele no meu quadril. Meu corpo se apertou ainda mais ao redor dele, e eu senti cada pulsação, cada espasmo, como se meu corpo estivesse cantando.
— Isso, caralho, goza pra mim… ele disse, e o tom de comando só prolongou o prazer, me fazendo tremer por mais tempo.
Quando o orgasmo finalmente cedeu, eu estava ofegante, o corpo mole, a pele brilhando de suor. Wander saiu de mim rápido, e antes que eu pudesse me recuperar, senti o jato quente do gozo dele na minha barriga e nos seios, mornos e pegajosos:
— Toma meu leitinho caralho, ahhh... Ele desabou ao meu lado, o peito subindo e descendo enquanto tentava recuperar o fôlego.
— Você é foda, Tânia, ele disse, virando o rosto pra me olhar. Eu ri, ainda tonta, o corpo pesado de prazer.
— Você que não facilita… retruquei, limpando o suor da testa com o dorso da mão.
Ficamos deitados, o suor brilhando na nossa pele enquanto o sol subia lá fora. O flat parecia pequeno demais para conter tudo que aconteceu naquela noite e manhã.
— Valeu a pena não voltar pro hotel?.. ele perguntou, com um sorriso que já conhecia a resposta.
— Cada segundo, respondi, virando para beijá-lo, sabendo que aquela manhã em Goiânia ia ficar na minha memória por bastante tempo.
Acredito que vocês bem podem imaginar como foi minha viagem de volta, lembrando, lembrando, lembrando....




Que sacanagem detalhada. Você é uma putinha muito intelectual. Parabéns.
Uma história cheia de detalhes, bem escrita, sexy e excitante do inicio ao fim! Parabéns. Bjos, Ma & Lu