Naquela noite, no oitavo encontro marcado, sabia que não seria mais do mesmo. Desde a mensagem que ele mandou de manhã:
"Hoje não quero só a tua boceta. Quero tudo, entendeu? Hoje tu vai se tornar completa pra mim." Meu coração disparou. Eu sabia exatamente o que ele queria. Meu cuzinho, até então apenas provocado com dedos, língua e promessas cruéis, finalmente seria tomado.
A data era 27 de outubro de 2022, uma quinta-feira. marido viajando, como em todas as vezes anteriores. Passei o dia em excitação e ansiedade. Quando cheguei ao Lake Side, Lucas abriu a porta com aquele olhar de predador que me desarmava. Estava descalço, só de calça moletom cinza pendendo perigosamente baixa nos quadris. O torso largo e musculoso, bronzeado, me fez querer me ajoelhar ali mesmo.
# Parte 2 - A recepção e o primeiro orgasmo
Me puxou para dentro, sem palavras. Me beijou ferozmente, me prendeu contra a parede, as mãos firmes subindo pelas minhas coxas nuas, sentindo minha pele arrepiada. Eu vestia um vestido preto, de alças, curto e grudado ao corpo. Por baixo, NADA.
— Veio pronta, putinha? Sem calcinha... sabia. Teu corpo já implora pelo que eu vou fazer hoje.
Eu apenas gemi, silenciosa. Não houve tempo para conversas. Ele começou o ritual alí mesmo. Era meticuloso, paciente, cruelmente carinhoso. Tirou meu vestido devagar, por cima dos ombros. Me deitou na cama, os lençóis macios contrastando com a tensão elétrica no ar. Beijou meu pescoço, mordiscou os mamilos duros, passou a língua no caminho até minha boceta já escorrendo. Devorou-me.
— Porra… como você tá molhada… tá se preparando pra ser fodida inteira, né, sua vadiazinha casada?
Sua língua traçou um caminho lento, explorando meu abdômen e as laterais do meu tronco até alcançar minha buceta úmida. Ele me chupou com uma fome controlada, alternando entre lambidas suaves e outras intensos, conhecedor dos segredos do meu corpo. O prazer cresceu, se acumulou e me fez perder o controle. Gozei forte apertando a cabeça dele entre minhas pernas enquanto meus quadris subiam e desciam da cama em completo desespero. Não faziam nem 15 minutos que eu estava ali. E já gozava. O fascínio pela situação era quase insuportável.
# Parte 3 - A cavalgada
Ele então tirou o moletom, e aquele pauzão saltou livre. Como era lindo. Se deitou na cama, e ordenou:
— Agora sobe em cima de mim. Quero sentir tua carne na minha. Vem, que quero te abrir inteirinha, minha putinha gostosa.
Me posicionei sobre ele, ajoelhada, mas o tronco inclinado à frente. Beijamos ardentemente, enquanto eu roçava minha buceta no pau dele. Posicionei. O tronco grosso, quente e pulsante roçava na minha entrada. Senti a cabeça arredondada forçar e deslizar lentamente para dentro. A carne contra carne, sem barreira. Animal. Cru. Definitivo.
Comecei a cavalgá-lo. Primeiro devagar, sentindo cada centímetro me esticar deliciosamente. Lucas gemia baixo, me apertava pela cintura, guiava meus quadris num vai e vem delirante.
— Isso… rebola… me sente… me engole, amor…
A cada sentada, eu o sentia invadir fundo, até o fim, raspando deliciosamente no meu cérvix. As respirações se misturavam, o suor molhava nossas peles.
# Parte 4 - O domínio e o segundo orgasmo
Ele então pediu que eu parasse. Mandou que eu deitasse de ladinho — quase de bruços — com a perna esquerda esticada, colada no lençol, e a direita dobrada no quadril, abrindo espaço num ângulo safado. A posição deixava minha bunda exposta e convidativa. Sem perder tempo, ele se posicionou por cima da minha perna estendida, aproveitando da sua flexibilidade.
E então veio — aquele pauzão grosso, quente, entrando em mim com a fúria de quem sabe onde mora o prazer. Uma mão dele agarrava minha bunda, a outra cravava firme na minha coxa, me mantendo firme contra o colchão. Cada investida era profunda, rápida, certeira. Eu sentia tudo. O impacto, o calor, o controle.
Ele me fodia de um jeito que me desmontava — bruto, dominante, delicioso. A mão que segurava minha coxa subiu e agarrou minha cintura, puxando-me ainda mais contra ele, como se quisesse fundir nossos corpos. E eu deixava.
Não teve jeito. Aquilo era demais para mim. Com incrível rapidez, um novo orgasmo explodiu violento, minha buceta apertou aquele pau de um jeito involuntário e devastador. Eu desabei ofegante, e Lucas aproveitou.
— Agora é hora, putinha. Tua bocetinha já gozou… chegou a vez do teu rabinho.
# Parte 5 - Enfim, tive o cuzinho arrombado, e gozei
Senti um calafrio. Tentei reagir, mas ele me posicionou de quatro, suave e implacável. Puxou minhas nádegas com ambas as mãos, contemplando a visão do cuzinho rosado, pulsando, piscando nervoso.
— Olha só essa rosinha perfeita me pedindo… nunca mais vai ser só tua depois de hoje.
Lubrificou devagar. Primeiro a língua quente me deixando louca, lubrificante, depois um dedo, dois, três… sempre paciente, sempre atento. Minhas pernas tremiam. Quando ele sentiu que eu estava pronta, encostou a glande grossa no anel apertado. Começou a forçar devagar, milímetro por milímetro, enquanto eu gemia, arfava, mordia o lençol:
— Lucas… ahhhh… tá rasgando… é muito… muito grosso…
Ele beijou minha nuca, acariciou minhas costas suadas:
— Relaxa… deixa entrar… deixa eu te completar. Tu nasceu pra isso.
Ele forçava, e parava. Me dando tempo para acostumar. Até que enfim, o anel cedeu. O pau imenso invadiu lenta e inexoravelmente. Quando entrou inteiro, eu quase chorei de choque e êxtase. A sensação de preenchimento era brutal e deliciosa. Lucas ficou imóvel alguns segundos, me acariciando:
— Porra… entrou… que cuzinho apertado do caralho… nunca ninguém te comeu assim, né? Agora foi. Tu é toda minha.
Começou a se mover. Primeiro devagar, depois mais fundo, mais intenso. O som obsceno da pele batendo, os gemidos desesperados, o cheiro denso de sexo preenchendo o quarto. Ficou gostoso:
— AHHH… ahhh… Lucas… mais… me arromba… fode meu cuzinho… não para… não para…
Ele segurou meus quadris, acelerou, estocou fundo, cada vez mais fundo, cada vez mais brutal.
— Vai… goza pra mim, cadelinha… goza com meu pau rasgando teu cuzinho… quero sentir teu corpo convulsionar em volta da minha rola.
Meu corpo explodiu. Um orgasmo anal incontrolável, que eu não sabia ser possível, e que me deixou sem forças. Ele estremeceu, cravou-se até o fundo e jorrou dentro de mim. O calor do esperma preenchendo minhas entranhas era humilhante, delicioso, viciante. Desabei na cama, sentindo o pau sair, ,exausta, gemendo baixinho. Lucas me puxou contra o peito suado, beijou minha testa com aquele carinho possessivo:
— Agora sim. Agora você é completamente minha, esposa infiel. E da próxima vez… vou querer mais
Meu cuzinho latejava, sentindo o gozo escorrer lentamente. Eu sabia: havia cruzado a última fronteira. E queria mais.
# Parte 6 - Epílogo
O quarto estava mergulhado num silêncio quase sagrado. Apenas a respiração pesada e entrecortada de dois corpos exaustos preenchia o ar. O cheiro denso de suor, sexo e gozo era intoxicante.
Eu estava deitada de bruços, pernas abertas, cabelo grudado na testa, o corpo completamente entregue, arrebatado. Sentia lentamente o esperma quente de Lucas escorrer, pegajoso pela parte interna das minhas coxas, descendo até os lençóis já ensopados.
— Olha só, putinha… toda fodida… toda cheia do meu gozo… essa é a visão mais perfeita da noite.
Eu gemi fraco, corpo mole, um sorriso rendido e satisfeito se formando nos meus lábios:
— Lucas… eu… eu não consigo mais… minhas pernas não respondem…
Ele riu, e se levantou, imponente, o corpo grande e musculoso. Estendeu a mão para mim:
— Vem, mulher. Vamos limpar essa tua bocetinha e esse cuzinho arrombado. Vou cuidar de você agora.
Me ajudou a levantar com cuidado, meus joelhos ainda bambos, a pele ainda arrepiada de excitação e cansaço. Me levou ao banheiro. O chuveiro ensaboou cada pedaço do meu corpo, com carinho. vApertou os seios, desceu pelas coxas, limpou o gozo que ainda escorria:
---Caralho Tania, como vc ficou cheia da minha porra!
Ajoelhou-se, separou minhas nádegas:
— Abre... deixa eu ver... perfeita...
Me lavou com dedos precisos. Roçou no cuzinho.
— Ahhh... não provoca... não aguento mais...
Ele riu, sádico e carinhoso:
— Vai aguentar sim, amor. Teu lado fêmea precisa ser bem cuidada. Sente só… ainda te querendo… teu corpo me provoca até no banho, putinha casada. — Mas vou ter misericórdia. Por agora.
Me enxugou devagar. Depois me ergueu nos braços.
— Vem pra cama. Teu dono vai te aninhar.
Deitamos. Ele me abraçou por trás. A glande roçava suave.
— Dorme, Tânia… mas se prepara. Quando o sol nascer, eu posso querer mais.
Senti um calafrio delicioso, um sorriso rendido se desenhou nos meus lábios. Adormeci envolta no calor daquele corpo, arrombada, preenchida, satisfeita.
Não houve mais nada quando o sol nasceu. Apenas minha pressa por perceber que tinha perdido a hora. Nunca tinha dormido fora de casa, com outro homem. A rotina diária se sobrepôs, levantei, vesti apressadamente, e sai. Com a certeza de que voltaria.

