Não respondi, fiz charme, fui trabalhar. Ele insistiu, e então eu falei: “ok, ontem foi maravilhoso. Mas hoje, eu indo, quero algo mais bruto, mais selvagem”. Recebi de volta um “ok, putinha. Vem que te dou uma surra de pica”.
Meu corpo já estava quente quando estacionei em frente ao prédio dele. As mensagens que trocamos depois, eram cada vez mais brutas e diretas. Ele acumulou tesão ao longo do dia e deixou claro que ia me foder sem misericórdia.
Eu havia saído de casa pronta para matar. Era sexta-feira à noite, 19 de janeiro/25. Vesti um body vermelho rendado, uma saia longa facilmente removível com um único movimento, transpassada e completamente aberta na lateral, e um blazer por cima apenas para esconder o body dos olhares mais curiosos da rua.
Assim que bati na porta, ele abriu. Não falou nada. Apenas me puxou com força pelo braço, bateu a porta e me prensou contra a parede com o corpo dele. O beijo foi violento — língua invadindo minha boca, mão já subindo pelo meu blazer e apertando meus seios com possessividade.
— Tira essa porra de blazer e esse vestido agora — rosnou, praticamente arrancando as peças de mim e jogando no chão.
Seus olhos desceram pelo body vermelho rendado, meus mamilos duros aparecendo através do tecido fino. Ele lambeu os lábios como um predador.
— Olha só pra você… veio vestida pra ser fodida, né sua vadia?
— Vim pra você me foder do jeito que quiser… me usa hoje — respondi, já com a voz carregada de tesão.
Ele sorriu com maldade e agarrou meu coque, puxando minha cabeça para trás com força.
— Então aguenta, porque hoje eu não vou ter calma com essa buceta.
# Parte 1 – Oral em pé
Luis me arrastou até o sofá e me encostou na lateral. Levantou minha perna direita com brutalidade, apoiando meu pé na beira do assento, abrindo minha buceta completamente. Puxou o body rendado para o lado e acariciou minha buceta antes de atacar.
Sua boca devorou meu clitóris com fome. Chupava, forte, quase sugando, enquanto enfiava os dedos grossos fundo em mim, fodendo com rapidez. Eu gemia alto, segurando na encosto do móvel.
— Isso… geme pra mim, porra — ele grunhiu, enfiando um terceiro dedo, esticando minha buceta.
— Ai, Luis… caralho… tá muito bom!
Ele metia os dedos com força, batendo lá dentro, enquanto a língua castigava meu clitóris inchado. Minhas pernas tremiam descontroladamente. Quando ele começou a chupar com ainda mais pressão, eu explodi.
— Vou gozar! Ai, porraaa! — gritei, gozando forte no rosto dele, esguichando um pouco enquanto ele continuava chupando sem parar, prolongando meu orgasmo até eu quase cair.
Assim que me recuperei, ele se levantou, abriu a calça e tirou aquele pau lindo e duro. Segurou meu coque com as duas mãos e enfiou na minha boca sem aviso.
— Chupa direito. Quero foder essa garganta.
Ele meteu fundo, batendo no fundo da minha garganta várias vezes, segurando minha cabeça enquanto eu babava inteira, quase engasgando. Seus gemidos eram roucos e agressivos. Quando sentiu que ia gozar, puxou o pau e ordenou:
— Abre a boca e olha pra mim.
Ele segurou o pau e ejaculou na minha boca com jatos fortes e abundantes. Parte escorreu pelo meu queixo e pescoço. Ele bateu o pau pesado na minha língua ainda gozando.
— Engole tudo, vadia. Isso…
# Parte 2- Cavalgada de costas
Depois de gozar na minha boca, Luis me puxou pra cima e beijou novamente meus lábios carnudos e famintos, ainda melados da porra dele. Era um beijo cheio de desejo e fome. Levei minha mão até aquele pau gostoso e lambuzado, e masturbei. Eu queria, eu precisava dele duro e dentro de mim. E não deu outra: de um caminho para o amolecimento, ele reagiu e ficou duro novamente, uns 80% eu diria, mas suficiente para o que eu precisava.
Luis sentou no sofá da sala e me puxou com força, virando-me de costas, não sem antes arrancar o body do meu corpo. Segurou minha cintura e me desceu no pau dele de uma vez, sem piedade. Senti os 18 cm me invadindo bruscamente, abrindo minha buceta toda. A penetração foi fácil, pois eu, como sempre, estava bem molhada.
— Aaaahhh! Porra, que grosso! — gemi alto.
— Senta até o fundo, caralho. Quero sentir esse cuzinho batendo na minha barriga.
Comecei a cavalgar com força, subindo e descendo rápido. Luis metia de baixo com estocadas violentas, batendo fundo toda vez. Suas mãos apertavam minha cintura com tanta força que eu sabia que ia ficar marcado.
— Rebola mais, porra! Isso… assim mesmo, sua puta safada! — ele rosnava, dando tapas fortes na minha bunda.
O prazer era insano. Enquanto rebolava, eu pensava “esse é o mesmo homem carinhoso que me comeu ontem? Que transformação”. Enquanto pensava, sentia minha buceta aquecer cada vez mais. E foi inevitável: meu segundo orgasmo veio como uma explosão. Joguei o corpo para trás, tremendo inteira, gritando enquanto minha buceta apertava o pau dele.
Luis não esperou. Apertou minha cintura com brutalidade e também gozou dentro de mim, soltando gemidos guturais enquanto enchia minha buceta com porra quente e grossa.
#Parte 3 – De ladinho
Fiquei sentada no colo dele, retomando o fôlego, com o pau inteiro dentro de mim. Depois de algum tempinho, ele começou a amolecer e escorregar para fora, junto com um rastro de porra branca e densa. Ficamos assim, enquanto tudo escorria de mim. Perguntei o que tinha dado nele, para estar daquele jeito, e ele respondeu que foi o meu pedido.
Paramos brevemente para uma ducha, e um lanche, que fizemos enrolados em toalhas. Ali mesmo, começamos a nos beijar novamente. As toalhas caíram, me abaixei e chupei ele novamente, até ficar completamente duro de novo.
Ele me virou de encontro à bancada de granito, empurrou meus peitos em direção à pedra, segurando minha nuca para baixo com uma das mãos, enquanto a outra apontou o pau duro na minha buceta, esfregando a glande contra meus lábios:
— Já tá molhada de novo, putinha safada… pede pra eu te foder, pede….
— ahhh Luis,, vem, me fode… enfia esse pau gostoso dentro de mimahhhhhh…..
Nem terminei a frase e ele entrou novamente fundo e começou a meter com estocadas curtas e fortes.
— Tá sentindo meu pau todo dentro de você? — rosnou no meu ouvido, apertando levemente minha garganta.
— Sim… me fode mais forte… eu aguento — respondi quase sem ar.
Ele aumentou o ritmo, metendo com brutalidade, o som molhado e obsceno ecoando. O prazer era absurdo, me sentia dominada e fodida como uma cadela. Gozei pela terceira vez, um orgasmo longo e profundo, gemendo e choramingando enquanto ele continuava me fodendo sem parar.
# Parte 4 – De quatro na escrivaninha
Como ele não tinha gozado, tirou o pau de dentro e sem me dar descanso falou:
— Vem aqui putinha, tem um lugar dessa casa onde ainda não te fodi.
Ele abriu a porta de uma pequena saleta, onde havia uma janela grande, com as persianas levantada. Ele deixou a luz apagada e fechoou a porta. Ficamos no breu, do que reconheci ser um pequeno escritorio.
Luis me levantou como se eu não pesasse nada e me jogou sobre a escrivaninha de vidro. Abriu minhas pernas e meteu com tudo, de uma vez só. O impacto foi tão forte que eu gritei.
— Isso! Toma esse pau, caralho! — ele grunhiu, começando a me foder com violência.
Segurou meus cabelos como rédea, puxando minha cabeça para trás enquanto metia fundo e rápido, de frente para mim. O som da pele batendo era alto e constante. Meus braços estavam em volta do pescoço dele, e minhas pernas estavam levantadas, quase enroscadas na cintura dele. Isso dava espaço para a mão dele encontrar a lateral dos meus glúteos (ou da minha bunda, como quiserem). Ele dava tapas fortes na minha bunda, deixando ela vermelha, enquanto me fodia com violência
— Hoje eu queria te sujar em todos os cantos dessa casa — rosnou, metendo cada vez mais bruto.
— Então me fode… me usa como sua puta… não para, por favor! — implorei, quase sem voz.
Ele puxava meus cabelos com força, batia fundo, o pau inteiro entrando e saindo. Eu gozei pela quarta vez — a mais forte de todas. Gritei alto, o corpo inteiro convulsionando, minha buceta apertando ele com força enquanto ondas de prazer me destruíam.
Luis deu mais algumas estocadas brutais e gozou pela terceira vez, soltando um gemido longo enquanto despejava mais da porra quente dele bem no fundo de mim.
Soltei o pescoço dele, apoiei minhas mãos para trás , e abaixei lentamente minhas pernas. Quando ele saiu, senti um rio de sêmen escorrendo pelas minhas coxas. Minhas pernas mal conseguiam me sustentar.
Epílogo
Desci da mesa, e caí de joelhos no chão, ofegante, destruída e completamente satisfeita. Luis me segurou, levou até o sofá e abraçou, agora com um toque mais carinhoso, passando a mão nas minhas costas suadas.
— Você aguentou como uma boa puta hoje… fiquei impressionado — murmurou, beijando meu ombro.
— Você me fodeu com muita força… adorei — respondi, ainda tremendo.
Depois disso, tomei um banho rápido, vesti o body e o blazer. Ainda conversamos por algum tempo. Saí do apartamento já de madrugada, pernas bambas, buceta latejando, ainda sentindo a porra dele.
Dirigindo pra casa, só conseguia sorrir. Naquela semana, saí de casa três vezes para dar para dois homens diferentes. Duas das vezes em noites seguidas. Fiquei pensando no ritmo que as coisas se desenvolviam, se eu não estava me tornando muito vulnerável à minha fome de sexo. Mas, isso era algo que passava pela cabeça sem culpa. Naquela noite, Luis tinha sido exatamente o que eu precisava: bruto, insaciável e sem limites. Minha volta, não demoraria.

