Feriado de Carnaval, 2025. A família toda foi para uma fazenda, próximo à Brasília, fugir do tumulto e do barulho. Tudo certo para um feriado prolongado, relaxante. Até que um evento complicado com uma colega de trabalho me obrigou a voltar para dar um plantão noturno, sábado para domingo. Para minha alegria, foi um plantão muito tranquilo, pude descansar a vontade. O combinado com minha família é de que eu iria dormir após o plantão, e voltar para a fazenda perto do meio-dia. Mas, a tentação estava alí. Léo, meu amante gostoso, sozinho, tadinho…. Algumas mensagens trocadas no início da madrugada selou meu destino, e acabou com meu descanso.
Nos últimos tempos o Luís vinha se afastando aos poucos. Ainda me comia de vez em quando — como naquele plantão recente, quando ele me pegou no intervalo dentro do Corolla dele, no estacionamento do Memorial JK. Rápido, urgente, quase animal. Mas o foco dele tinha mudado. Parecia cada vez mais excitado em ouvir os detalhes do que outros homens faziam comigo, mais voyeur do que participante. Perguntava, queria fotos mentais, se masturbava ouvindo as histórias. E eu, sentindo essa brecha, deixei o Léo se escalar naturalmente como meu amante principal. Ele soube ocupar o espaço. Carinhoso quando precisava, dominante na hora certa. E naquele domingo, o apartamento dele, era só nosso.
Saí do plantão 7h da manhã, e me dirigi diretamente para lá
# Parte 1:
Cheguei com o vestido curto tom vinho, alças finas, sem sutiã, calcinha de renda preta por baixo. Cabelo solto, perfume doce, batom cor de boca. O Léo abriu a porta e me recebeu com aquele olhar que misturava fome e carinho, ainda de pijama e olhos um pouco inchados de quem recém acordou.
Ele me puxou pra dentro, fechou a porta e me beijou com calma, mas com profundidade. Mãos firmes na minha cintura descendo pra bunda.
— Já nos vimos tantas vezes, Tânia… e eu ainda fico louco toda vez que você chega — murmurou no meu ouvido.
Ele me puxou até o quarto, a cama estava bagunçada. Nos beijamos em pé, ele subindo meu vestido até a cintura, acariciando minha bunda, enquanto minhas mãos já buscavam o pau dele, endurecendo embaixo do pijama solto. Não demorou, o pijama desceu todo, e junto com ele eu também desci. Coloquei meu cabelo para o lado, e abocanhei aquela delícia com gosto. Não haviam palavras, diálogos, apenas entrega e dedicação.
Não demorou nada, e ele pediu:
— Não, pára agora, vem cá - e sentou na cama me puxando contra ele — Nossa, que lingerie linda - disse quando viu minha calcinha preta de renda, que desceu até os tornozelos, antes de sumir do meu corpo. O vestido ficou no mesmo lugar, enrolado acima da cintura.
Eu já estava molhada não precisava de nada mais. Ele permaneceu sentado, e eu avancei para o colo dele, uma perna de cada lado dos quadris, estendidas, enquanto não parava de beijar a boca daquele homem delicioso.
O pau dele já estava duro, latejando. 22 cm extremamente grossos, glande cheia, veias salientes. Eu me encaixei devagar, com ajuda dele, que me segurava com as mãos nos quadris, enquanto meus braços em volta do pescoço dele faziam a alavanca necessária. A penetração começou, lenta, sentindo aquela grossura me abrindo centímetro por centímetro. “Macio por fora, esmagador por dentro”, pensei enquanto descia até o fundo. Soltei um gemido longo e abafado na boca dele, abraçada nele, peito contra peito.
Quando encaixe foi completado, Léo gemeu:
— Eu ainda não acredito que essa bucetinha engole meu pau todo!
Me senti poderosa, e comecei a rebolar devagar, depois com mais vontade., sempre com a ajuda das mãos dele. Olhos nos olhos. Ele apertava minha cintura, subia as mãos pros meus seios, chupava meus bicos por cima do vestido. O ritmo aumentou. Eu cavalgava fundo, sentindo ele me preencher completamente, minhas pernas cruzada nas costas dele. Estava claro que ia acontecer, e nem demorou. O orgasmo veio silencioso e intenso: meu corpo tremeu, abraçada forte nele, beijando sua pra abafar o gemido. Ele me segurou firme, sussurrando:
— Terça-feira gozou na tua cama… agora é na minha… goza vai…
# Parte 2
Depois da cavalgada, ele me deitou na cama sem nem sair de dentro, e me fodeu papai-mamãe. Agora ele comandava, e eu só o recebia, me entregando totalmente. Era muito gostoso, um vai e vem frenético, com todo peso do corpo dele sobre o meu, e o monstruoso pau dele enterrado em mim, batendo no colo do meu útero a cada estocada.
Antes de gozar, ele saiu de dentro, me virou de ladinho, o vestido ainda no corpo, torto e levantado. Deitou atrás de mim, uma das minhas pernas levantada. Entrou firme, enquanto os dedos dele trabalhavam meu clitóris inchado, e uma mão apertava meus seios por dentro do vestido, expondo um deles. A penetração era profunda, deliciosa. Cada estocada fazia eu me apertar em volta dele. Ele beijava meu pescoço, mordia de leve, sussurrava coisas safadas e carinhosas.
— Você é meu maior vício… não sei mais ficar sem isso.
Gozei de novo, um orgasmo suave e prolongado, gemendo baixo, apertando ele por dentro. Ele acelerou um pouco e gozou logo depois, bem fundo — 5, 6 jatos de porra quente me enchendo enquanto ficava colado em mim, abraçando minha cintura, respirando no meu pescoço como se quisesse ficar ali pra sempre.
# Parte 3
Depois daquele momento, Léo levantou, foi buscar água, enquanto eu me levantei e fui tomar uma ducha. Tirei meu vestido, ficando completamente nua pela primeira vez naquela manhã.
Quando eu saí, ele me esperava, cara de safado, me oferecendo uma fruta:
— Recuperar o potássio, Tania…. foi só o que ele falou.
Depois de alguns minutos, eu enrolada na toalha, e ele nu, ele se aproximou e me beijou de novo. O pau endureceu de novo. Percebi que ainda não tinha acabado.
Ele me levantou, virou de costas, e empurrou meu corpo contra a parede, e minha toalha caiu. Havia ali um pequeno puff, no qual apoiei minha perna direita, que ficou levantada, abrindo espaço para ele encaixar o pau e começar a avançar para dentro de mim de novo.
A elasticidade da minha buceta era testada novamente, e Léo meteu com força e profundidade. Estocadas fortes, ritmadas, corpo colado no meu. Ele meteu durante uns 5 minutos, até que não aguentei: A mão dele tapou minha boca quando o terceiro orgasmo veio alto: eu me contorci inteira, tremendo, gozando forte contra a palma dele. Ele continuou até me sentir relaxar, e então me chamou de volta para a cama:
— Vem Tania, acaba comigo agora, vc sabe do jeitinho que eu mais gosto!
E sim, eu sabia. Ele subiu na cama, ficou semi reclinado, com o pauzão deitado sobre a própria barriga. Eu subi, fiquei de 4 e comecei a chupar aquele mastro gostoso. Chupei com vontade, língua girando na glande, descendo pelas veias grossas, alternando com os dedos. Ele gemia rouco, mão no meu cabelo, acariciando meu rosto. Quando gozou na minha boca, eu engoli devagar, olhando pra ele, lambendo tudo.
— Porra Tania… essa tua boca… é muito gostosa… eu adoro demais isso… — elogiou, voz carregada de tesão e carinho.
# Epílogo
Terminamos nus, abraçados, sorrindo satisfeitos, corpos suados e relaxados.
— Sabia que essa é a décima segunda vez que nós transamos, Léo?
— Doze vezes… e cada uma melhor que a anterior — disse ele, beijando minha testa.
Eu sorri, encostando a cabeça no peito dele:
— Não sei se você me preenche ou me transborda, Léo… mas tá funcionando.
Ficamos ali mais alguns minutos, conversando baixo, trocando carinhos preguiçosos. Um encontro perfeito: romântico, intenso, equilibrado. Meu amante principal consolidando o espaço.
Tomei um banho, me vesti, e saí. Seria uma hora e quinze de estrada, até chegar ao meu destino, onde toda minha família estaria reunida. E agora. Será que algo em mim denunciaria que eu havia passado mais de duas horas fodendo com meu amante do pau gigante? E se meu marido quisesse transar assim que eu chegasse? Essas dúvidas me assolaram pelo caminho, mas, não tinha volta. No fundo eu estava feliz e satisfeita, e nem um pouco arrependida.




