Diário de uma Casada 54: Traindo na minha cama com o bem dotado



# Prólogo
O celular vibrou às oito em ponto. Eu ainda estava deitada de lado, no meio da cama de casal. O outro lado vazio, já que eu tinha dormido sozinha, depois do banho longo, com a buceta ainda sensível e a frase do Léo rodando na cabeça.
*Quero te foder na sua cama.*

Desbloqueei a tela com um olho só.
**Estou aqui no Sudoeste, pertinho de vc. Me recebe?**

Não pensei. Não me arrumei. Levantei, prendi o cabelo num coque alto bagunçado, lavei o rosto com água fria e passei o perfume suave no pescoço e no vão dos seios. Camiseta larga cinza, sem sutiã. Short jeans curto, a barra desfiada roçando a coxa. Pés descalços.

Domingo, oito e dez da manhã. Passei a senha do porteiro eletrônico, indiquei o apto. Se alguém do condomínio visse, veria apenas uma pessoa qualquer chegando para visitar outra pessoa qualquer. Ninguém precisava saber que quem estava ali tinha me comido a tarde inteira no dia anterior. Ele chegou. Camiseta de corrida escura, shorts, tênis, a barba por fazer. Me viu descalça e sorriu daquele jeito que eu já conheço — o sorriso de quem ganhou o domingo sem pedir.
— Mal acredito que tô aqui —falou, já entrando porta adentro. Tá linda, toda casual…..
— Ah Léo. Eu não ia botar vestido para te receber na minha casa, né?
— Eu não estou reclamando. Estou agradecendo. Passei o caminho inteiro pensando se você ia abrir.
— E se eu não abrisse?
— Eu ia mandar outra mensagem. E outra. Até dar certo, ele disse, rindo

Depois, ficou mais sério:
— Ontem eu falei da sua cama e hoje de manhã eu estou no seu prédio. Isso é coisa de maluco.
— Isso é coisa de quem falou e não aguentou esperar a semana.

Ele deu um passo. Eu encostei o dedo indicador no peito dele, bem no meio.
— Primeiro café. Depois você come. Se eu te deixar me beijar agora, a gente nem chega na cozinha.
Ele segurou o dedo, beijou a ponta, e riu de novo:
— Combinado. Mas o café vai ser o mais rápido da sua vida.

# Parte 1: na cozinha
A cozinha estava com a luz clara da manhã, a janela entreaberta para o Sudoeste quieto. Liguei a cafeteira de costas para ele. Ouvi o tênis sendo tirado. Depois o passo. As mãos dele acharam a cintura do short, os polegares por dentro da barra desfiada, a boca quente na minha nuca.

Não meteu. Não pediu. Só pressionou o pau — já duro, grosso, aquele volume que eu conheço de memória — contra a minha bunda, por cima do jeans.
— A cama é aquela no fim do corredor?
— É essa, respondi, meio se graça

Ele gemeu baixo e apertou mais o quadril no meu.
— Você não faz ideia do que isso faz comigo.

A mão dele desceu, rodeou minha barriga por baixo da camiseta larga, subiu sem pressa e achou o seio nu. Apertou de leve. O polegar no mamilo. Ele virou meu rosto e me beijou pela primeira vez naquele dia. A outra mão pegou a minha, girou o anel no dedo sem pedir para eu tirar. Beijou a junta. Soltou.
— Ontem no Mangai — ele disse, a boca ainda perto. — Sua irmã falou dos homens te olhando. Eu fiquei pensando nisso a noite inteira. Você sentada na mesa, comendo, e uns caras te comendo com os olhos.
— Ela falou alto demais. O cunhado tinha ido ao banheiro. Eu ri e disse que não dou bola.
— E dava?
— Fiquei molhada no restaurante. Tinha um cara me olhando de um jeito que eu senti da mesa. Eu não dei bola para ele. Dei bola para você. Mandei mensagem no meio do almoço, com a irmã do meu lado.
— Safada. No almoço de família.
— Você que me chamou de volta. “Quer vir?” Eu fui. A agora vc tá na minha cozinha, girando minha aliança como se ela não existisse….
— Ela existe. Eu sei. Eu só não vou fingir que ela me impede de te querer assim, mesmo que de manhã, na sua casa.

O café terminou de passar. Bebemos em pé, encostados na pedra fria. Quase sem pressa, apesar do que o corpo pedia. O joelho dele no meio das minhas pernas. Quando a xícara esvaziou, ele pegou a minha, deixou na pia e segurou meu queixo.
— Chega de café. Se eu ficar mais um minuto te ouvindo falar desse jeito, eu te como aqui mesmo, em pé, com a janela aberta.
— Então vamos pra sala….

# Parte 2 - Na sala
Ele me puxou da cozinha pelo cós do short. Na sala, a cortina ainda meio fechada, a luz de domingo entrava mansa. Léo sentou no sofá e me puxou para o colo. Eu abri as pernas e sentei em cima dele, uma coxa de cada lado do tronco, o short desfiado subindo sozinho.
A testa dele encostou na minha. Beijamos lento no começo. As mãos dele subiram por baixo da camiseta, acharam os seios nus. Eu rebolei no colo, sentindo o monstro já duro por baixo do short.

Ele desceu a boca pelo pescoço, puxou a gola e chupou o mamilo por baixo do tecido, depois por cima. Eu segurei o coque e empurrei o quadril para frente.
— Léo… Quero sua boca lá embaixo.

Léo deslizou no sofá, o corpo descendo, por entre minhas pernas. Eu subi, joelho no encosto, até ficar mais alta, a buceta na altura da cara dele. Ele puxou o short para o lado, depois para baixo. Ajudei a tirar o jeans de uma vez. A camiseta saiu logo depois, por cima da cabeça. Fiquei nua no sofá da minha sala.
— Porra, Tania. Você é um espetáculo de mulher… sua gostosa!
— Você queria… agora usa

A primeira lambida foi larga, da entrada até o clitóris. Eu agarrei o encosto com uma mão e o cabelo dele com a outra.
— Assim… isso. Não faz essa coisa de só passar e sair. Fica. Me chupa toda...

Ele murmurou com a boca ocupada. O som vibrou em mim. Os pés começaram a se contrair. Eu puxei o cabelo dele com força.
— Léo… não para. Vou gozar na sua boca e eu quero que você me lamba. Não tira a cara.

Dois dedos entraram de uma vez, curvados, enquanto ele chupava o clitóris. O orgasmo veio alto. Eu quase gritei. Os pés dobrados, as coxas tremendo, a buceta pulsando na boca. Ele não afastou. Bebeu. Lambia enquanto eu ainda me contraía.
— Gostosa pra caralho — ele falou, a boca molhada, quando eu ainda tremia. — Gritou na sua sala. Se o vizinho ouviu, ouviu.

Desci do encosto com a perna mole. Voltei para o colo só o tempo de um beijo gostoso. Depois escorreguei para o chão, de joelhos entre as pernas dele.
— Agora você. Eu quero esse pau na boca antes de você meter em mim…

Puxei o shorts e a cueca juntos. O pau subiu pesado, 22 cm, grosso, a glande já brilhando. Segurei na base com as duas mãos e enfiei na boca de uma vez.
— Porra, Tania… sua boca. Devagar. Não, assim mesmo. Fundo, ahhhhh….

Chupei olhando para cima. Ele segurou meu coque, guiou sem empurrar com raiva. às vezes eu tirava da boca, batia ele no meu rosto, na minha língua…
— Isso. Quero ver você com esse pau grosso na cara, no seu chão, no seu domingo.

A glande inchou contra o céu da boca. Ele avisou, a voz já presa:
— Vou gozar. Se quiser cuspir, cospe. Se quiser engolir, engole. Mas não tira a boca agora.

Não abri para cuspir. Abri para receber. Ele gozou na língua, grosso, quente, um jato atrás do outro. Eu engoli devagar, sem perder o contato.
— Que boca gostosa. Engole tudo. Isso. Puta linda de domingo.
Levantei, sorrindo
— Água — eu falei, a voz rouca. — E depois você me come de quatro na cozinha. Eu quero a bancada. Quero o granito frio nos peitos e você fundo.
— Você fala essas coisas e espera que eu ande até a pia direito?

A cozinha ainda cheirava a café. Peguei o copo. A água desceu fria. Eu bebi em pé, nua. Léo parou atrás de mim, o peito nu nas minhas costas.
— Fica assim. Mão na pedra. Não se vira.

Ele me inclinou. Os seios esmagaram contra o granito. Ele passou a glande — já dura de novo — no meio da buceta molhada e entrou de uma vez.
— Porra… Léo. Grosso. Espera um segundo. Não, não espera. Mete.

Ele segurou meus quadris. A primeira estocada fez o copo tremer na pia. A segunda fez eu morder o próprio braço.
— Empina essa bunda. Isso. Essa buceta é minha hoje. Não é no motel, não é no meu apto. É na sua casa, na sua pia, com o seu café ainda na xícara.
— Mete fundo, caralho. Para de falar da xícara e fode. Eu quero sentir esse pau até o fundo.

Ele acelerou. A outra mão achou o clitóris por baixo e esfregou rápido, sem carinho.
— Goza assim. Goza com a cara na pedra. Quero ouvir você descompassada.

O gozo veio forte e curto. As pernas bambas. Os gemidos saíram quebrados, um em cima do outro. Eu me contraí em volta dele, a testa encostada no granito. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu gozava.
— A cama ainda é depois — ele falou no meu ouvido, ainda dentro, quando o tremor passou. — Eu não vou gozar aqui. Eu quero gozar na sua cama. Na sua, Tania. Com cheiro do seu travesseiro.
— Então tira. Me leva. Se você ficar mais um pouco eu não aguento em pé.

O corredor era curto. A porta do quarto estava entreaberta. A cama de casal, desalinhada de ontem à noite — só o meu lado amassado. Léo parou no batente.
— É essa. Eu imaginei ela ontem. Imaginei você deitada no meio, não no canto. Imaginei meu pau saindo de você e molhando esse lençol branco.
— Então para de imaginar. Deita. Eu quero cavalgar. Quero suas mãos nos meus peitos e esse pau fundo, no meu ritmo.

Ele deitou de costas no meio do colchão. Me estendeu a mão.
— Vem. Senta até o fim. Quero ver você usar a sua cama em cima de mim.

Sentei. Segurei o pau na base e desci devagar. Ele abriu a boca sem som quando eu sentei até o fim. As mãos dele acharam os seios. Apertou. Os polegares nos mamilos. Eu rebolei em círculo, depois para frente e para trás.
— Olha pra mim — ele pediu. — Não fecha o olho agora. Quero que você veja que é a sua cama. Que é o seu quarto. Que eu estou deitado onde você dorme sozinha.
— Eu estou vendo. Estou sentindo. Minha cama, seu pau, suas mãos. Não para de apertar.
— Sua cama. E você sentada no meu pau.

O orgasmo dessa vez não veio rápido. Foi subindo, demorado. Eu tremia e não parava.
— Não para. Me encontra por baixo. Isso. Eu vou gozar e não quero que você saia.

Ele ergueu o quadril. Eu desci. Gozei longo, rebolando até o fim, contraída em volta dele. Quando passou, caí para frente, a testa no ombro dele.
— Ainda não — ele disse no meu cabelo. — Eu te falei. A última é deitada. Pernas em mim. Quero ir fundo de um jeito que você não esqueça

Léo me virou e deitou de costas. Segurou atrás dos meus joelhos e dobrou até encostar nos ombros dele. O pau entrou até a base num ângulo que me fez soltar o ar todo de uma vez. A cabeceira bateu na parede.
— Assim. Não tira. Fica fundo. Fode devagar primeiro. Eu quero sentir o tamanho.

Ele meteu tudo o quadril colado no meu.
— Você não tem ideia do que é estar aqui. Na sua cama. Te abrindo desse jeito.

Ele acelerou. Depois diminuiu. Depois fundo de novo, parado no fim.
— Tania.
— Fala. Pode falar.

Ele olhou nos meus olhos e meteu até o fim.
— Eu te amo. Eu te amo e estou gozando isso dentro de você, e eu não sei se era para eu ter dito, mas eu disse.

A frase caiu no meio da estocada. Eu não respondi com palavra. Apertei as pernas no pescoço dele, as mãos nas costas, e gozei. Emocional. O corpo inteiro arqueado, um choro curto sem drama — só o excesso saindo pelos olhos. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu tremia, repetindo meu nome contra a boca.
— Tania. Isso. Segura. Eu vou junto.

Cravou fundo e gozou dentro. Jatos fortes. Quente. O quadril travado, o gemido grave no meu ouvido. Ficou enterrado até amolecer um pouco — e mesmo assim não saiu na hora.
— Fica — eu pedi, enfim, a voz molhada. — Mais um pouco. Não tira ainda.

Quando enfim saiu, lento, deitou ao meu lado.
— O vizinho ouve? Porque você gritou no sofá e gemeu na pia. Se alguém bate na porta, eu não sei o que a gente fala.
— O de cima viaja no fim de semana. O do lado trabalha de manhã. Ninguém vai bater. E se bater, eu não abro.

Ele riu, cansado. D
— Você não respondeu — ele disse, sem pressionar, — E tudo bem. Eu não falei para você responder. Falei porque estava dentro de você e era verdade na hora.
— Eu ouvi. Eu gozei ouvindo. Isso já é uma resposta. O resto eu não sei dar de pé, nua, com porra escorrendo. Me deixa a frase. Leva ela. Não cobra agora.

Ele beijou meu ombro.
— Não cobro. Mas eu não vou fingir que não falei.

Quando se vestiu, foi no corredor. Na porta, me beijou com gosto de café. O elevador desceu. O prédio voltou a ficar quieto. Fiquei encostada na porta, dentro do apartamento, nua, a testa na madeira. Entre as coxas, quente, o tanto que ele tinha deixado. A frase grudada no ouvido.

*Eu te amo.*

Não respondi. Não porque não quisesse. Porque naquela hora a boca não cabia palavra. Agora, sozinha, a frase cabia demais. No banheiro, o espelho mostrou: coque desfeito, boca inchada, marcas na cintura, a buceta avermelhada. Lavei o rosto. Não tomei banho ainda.

Na cozinha, limpei a bancada e ri sozinha — o reconhecimento de que eu tinha sido comida na minha casa, de manhã, com a rua do Sudoeste andando lá embaixo como se nada tivesse acontecido.
A casa era minha.
Naquela manhã, por três horas e dez, ela também tinha sido dele também.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Diário de uma Casada 54: Traindo na minha cama com o bem dotado

Codigo do conto:
271238

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
01/09/2026

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